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Analise as frases abaixo para responder à questão.
“Sempre fui um defensor do ‘politicamente’ correto”.
“‘Talvez’ fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar”.
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo
livro, havia a de trocar “índios” por “indígenas”. Sempre fui um
defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética
verbal, porém, me parecem contraproducentes. Em certos
momentos dos anos 90, “favela” virou “comunidade”. “Favelado”
era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores
dessas áreas não quisessem ser chamados assim, mas mudar
para “morador de comunidade”. Mas embora a mudança amacie
na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para
ninguém. Pelo contrário.
A gente ouve “comunidade” e dá a impressão de que
aquelas pessoas estão todas de mãos dadas fazendo uma
ciranda em torno da horta orgânica, não apinhando-se em
condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde.
Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que
disséssemos ou ouvíssemos “favela” ou “favelados”. Nosso
objetivo deveria ser dar condições de vida decente para aquela
gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
O mesmo vale para “morador em situação de rua”. Parece
que o cara teve um problema pra voltar pra casa numa terça,
dormiu “em situação de rua” num ponto de ônibus e na quarta vai
retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa que mora na rua
tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar “mendigo”.
“Mendigo” é um termo horrível não porque as vogais e
consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele
nomeia: gente que dorme na calçada, revira lixo pra comer, não
tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente fala
“morador em situação de rua” vem junto o mesmo morninho no
coração de “comunidade”: essa situação, pensamos, é
temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele estará em outra.
Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência,
e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade
dói. Do contrário, a linguagem deixa de ser uma ferramenta que
busca representar a vida como ela é e se torna um tapume nos
impedindo de enxergá-la. Sobre “índios” e “indígenas”, li alguns
textos. Os argumentos giram em torno do fato de “índio” ter se
tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos que os
brancos sempre tiveram com os povos originários da América:
preguiçosos, atrasados, primitivos. Tá certo. Mas o problema,
pensei, não está no termo “índio”, mas no preconceito do homem
branco.
(PRATA, Antonio. As palavras e as coisas. Folha de São
Paulo, 03.07.2022. Adaptado).
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Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo
livro, havia a de trocar “índios” por “indígenas”. Sempre fui um
defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética
verbal, porém, me parecem contraproducentes. Em certos
momentos dos anos 90, “favela” virou “comunidade”. “Favelado”
era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores
dessas áreas não quisessem ser chamados assim, mas mudar
para “morador de comunidade”. Mas embora a mudança amacie
na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para
ninguém. Pelo contrário.
A gente ouve “comunidade” e dá a impressão de que
aquelas pessoas estão todas de mãos dadas fazendo uma
ciranda em torno da horta orgânica, não apinhando-se em
condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde.
Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que
disséssemos ou ouvíssemos “favela” ou “favelados”. Nosso
objetivo deveria ser dar condições de vida decente para aquela
gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
O mesmo vale para “morador em situação de rua”. Parece
que o cara teve um problema pra voltar pra casa numa terça,
dormiu “em situação de rua” num ponto de ônibus e na quarta vai
retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa que mora na rua
tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar “mendigo”.
“Mendigo” é um termo horrível não porque as vogais e
consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele
nomeia: gente que dorme na calçada, revira lixo pra comer, não
tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente fala
“morador em situação de rua” vem junto o mesmo morninho no
coração de “comunidade”: essa situação, pensamos, é
temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele estará em outra.
Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência,
e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade
dói. Do contrário, a linguagem deixa de ser uma ferramenta que
busca representar a vida como ela é e se torna um tapume nos
impedindo de enxergá-la. Sobre “índios” e “indígenas”, li alguns
textos. Os argumentos giram em torno do fato de “índio” ter se
tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos que os
brancos sempre tiveram com os povos originários da América:
preguiçosos, atrasados, primitivos. Tá certo. Mas o problema,
pensei, não está no termo “índio”, mas no preconceito do homem
branco.
(PRATA, Antonio. As palavras e as coisas. Folha de São
Paulo, 03.07.2022. Adaptado).
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Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo
livro, havia a de trocar “índios” por “indígenas”. Sempre fui um
defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética
verbal, porém, me parecem contraproducentes. Em certos
momentos dos anos 90, “favela” virou “comunidade”. “Favelado”
era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores
dessas áreas não quisessem ser chamados assim, mas mudar
para “morador de comunidade”. Mas embora a mudança amacie
na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para
ninguém. Pelo contrário.
A gente ouve “comunidade” e dá a impressão de que
aquelas pessoas estão todas de mãos dadas fazendo uma
ciranda em torno da horta orgânica, não apinhando-se em
condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde.
Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que
disséssemos ou ouvíssemos “favela” ou “favelados”. Nosso
objetivo deveria ser dar condições de vida decente para aquela
gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
O mesmo vale para “morador em situação de rua”. Parece
que o cara teve um problema pra voltar pra casa numa terça,
dormiu “em situação de rua” num ponto de ônibus e na quarta vai
retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa que mora na rua
tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar “mendigo”.
“Mendigo” é um termo horrível não porque as vogais e
consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele
nomeia: gente que dorme na calçada, revira lixo pra comer, não
tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente fala
“morador em situação de rua” vem junto o mesmo morninho no
coração de “comunidade”: essa situação, pensamos, é
temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele estará em outra.
Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência,
e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade
dói. Do contrário, a linguagem deixa de ser uma ferramenta que
busca representar a vida como ela é e se torna um tapume nos
impedindo de enxergá-la. Sobre “índios” e “indígenas”, li alguns
textos. Os argumentos giram em torno do fato de “índio” ter se
tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos que os
brancos sempre tiveram com os povos originários da América:
preguiçosos, atrasados, primitivos. Tá certo. Mas o problema,
pensei, não está no termo “índio”, mas no preconceito do homem
branco.
(PRATA, Antonio. As palavras e as coisas. Folha de São
Paulo, 03.07.2022. Adaptado).
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Leia o texto abaixo para responder à questão.
Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo
livro, havia a de trocar “índios” por “indígenas”. Sempre fui um
defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética
verbal, porém, me parecem contraproducentes. Em certos
momentos dos anos 90, “favela” virou “comunidade”. “Favelado”
era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores
dessas áreas não quisessem ser chamados assim, mas mudar
para “morador de comunidade”. Mas embora a mudança amacie
na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para
ninguém. Pelo contrário.
A gente ouve “comunidade” e dá a impressão de que
aquelas pessoas estão todas de mãos dadas fazendo uma
ciranda em torno da horta orgânica, não apinhando-se em
condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde.
Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que
disséssemos ou ouvíssemos “favela” ou “favelados”. Nosso
objetivo deveria ser dar condições de vida decente para aquela
gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
O mesmo vale para “morador em situação de rua”. Parece
que o cara teve um problema pra voltar pra casa numa terça,
dormiu “em situação de rua” num ponto de ônibus e na quarta vai
retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa que mora na rua
tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar “mendigo”.
“Mendigo” é um termo horrível não porque as vogais e
consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele
nomeia: gente que dorme na calçada, revira lixo pra comer, não
tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente fala
“morador em situação de rua” vem junto o mesmo morninho no
coração de “comunidade”: essa situação, pensamos, é
temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele estará em outra.
Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência,
e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade
dói. Do contrário, a linguagem deixa de ser uma ferramenta que
busca representar a vida como ela é e se torna um tapume nos
impedindo de enxergá-la. Sobre “índios” e “indígenas”, li alguns
textos. Os argumentos giram em torno do fato de “índio” ter se
tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos que os
brancos sempre tiveram com os povos originários da América:
preguiçosos, atrasados, primitivos. Tá certo. Mas o problema,
pensei, não está no termo “índio”, mas no preconceito do homem
branco.
(PRATA, Antonio. As palavras e as coisas. Folha de São
Paulo, 03.07.2022. Adaptado).
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3337234
Ano: 2022
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
De acordo com a Lei Complementar n.º 34/2011, o trabalho
em condições de periculosidade assegura ao servidor um
adicional de _____________________ sobre o vencimento
inicial do cargo do servidor, sem os acréscimos de outras
vantagens.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna.
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Questão presente nas seguintes provas
3337233
Ano: 2022
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
Sobre a licença-prêmio, de acordo com a Lei
Complementar n.º 34/2011, assinale a alternativa correta.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3337232
Ano: 2022
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
De acordo com a Lei Complementar n.º 34/2011, é o
acréscimo ao vencimento do servidor, concedido a título
permanente ou transitório, pela decorrência do tempo de
serviço, pelo desempenho de funções especiais, em razão
das condições anormais em que se realiza o serviço, ou em
razão de condições pessoais do servidor, compreendendo
os adicionais, gratificações de serviço e gratificações
pessoais. O trecho refere-se à
Provas
Questão presente nas seguintes provas
3337231
Ano: 2022
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
Sobre a reintegração, de acordo com a Lei Complementar
n.º 34/2011, assinale a alternativa correta.
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Questão presente nas seguintes provas
3337230
Ano: 2022
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
Provas:
Assinale a alternativa que apresenta uma sentença
equivalente a “Se Marcos trabalhou e economizou, então
ele comprou roupas novas”.
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