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Foram encontradas 40 questões.

3338643 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Enunciado 3476666-1

MEDDICK, Jim. Robô. Intercontinental Press, 1999).

A língua possui uma série de variações determinadas por diversos fatores.

De acordo com o texto da tirinha, é correto afirmar que essas variações são

 

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3338642 Ano: 2022
Disciplina: Pedagogia
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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O espaço escolar é o lugar onde a linguagem não deve se limitar ao ensino ou domínio de normas gramaticais. Ele se torna o espaço ideal para que o aluno reflita sobre a própria linguagem.

É correto afirmar que pensar a linguagem

 

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3338641 Ano: 2022
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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De acordo com os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCN), em relação à língua oral, é correto afirmar que

 

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3338640 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Texto I

Amor é um fogo que arde sem se ver,

É ferida que dói, e não se sente,

É um contentamento descontente,

É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer,

É um andar solitário entre a gente,

É nunca contentar-se de contente,

É um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade,

É servir a quem vence o vencedor

É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade,

Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

(Camões).

Texto II

Ainda que eu falasse a língua dos homens

E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.

É só o amor, é só o amor;

Que conhece o que é verdade;

O amor é bom, não quer o mal;

Não sente inveja ou se envaidece.

O amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;

É solitário andar por entre a gente;

É um não contentar-se de contente;

É cuidar que se ganha em se perder;

É um estar-se preso por vontade;

É servir a quem vence, o vencedor;

É um ter com quem nos mata a lealdade;

Tão contrário a si é o mesmo amor.

Estou acordando e todos dormem, todos dormem, todos dormem;

Agora vejo em parte, mas então veremos face a face.

É só o amor, é só o amor;

Que conhece o que é verdade.

(RUSSO, Renato. Monte Castelo).

É só o amor, é só o amor,

Que conhece o que é verdade.

Para Mikhail Bakhtin, o enunciado é o uso que fazemos da língua para exprimir nosso pensamento. No contexto do que é dito por este pensador, é correto afirmar que o autor das frases acima

 

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3338639 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Texto I

Amor é um fogo que arde sem se ver,

É ferida que dói, e não se sente,

É um contentamento descontente,

É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer,

É um andar solitário entre a gente,

É nunca contentar-se de contente,

É um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade,

É servir a quem vence o vencedor

É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade,

Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

(Camões).

Texto II

Ainda que eu falasse a língua dos homens

E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.

É só o amor, é só o amor;

Que conhece o que é verdade;

O amor é bom, não quer o mal;

Não sente inveja ou se envaidece.

O amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;

É solitário andar por entre a gente;

É um não contentar-se de contente;

É cuidar que se ganha em se perder;

É um estar-se preso por vontade;

É servir a quem vence, o vencedor;

É um ter com quem nos mata a lealdade;

Tão contrário a si é o mesmo amor.

Estou acordando e todos dormem, todos dormem, todos dormem;

Agora vejo em parte, mas então veremos face a face.

É só o amor, é só o amor;

Que conhece o que é verdade.

(RUSSO, Renato. Monte Castelo).

“É um não querer mais que bem querer;

É um andar solitário entre a gente;

É nunca contentar-se de contente;

É um cuidar que se ganha em se perder”

Cada verso acima foi introduzido pelo verbo “ser” no presente do indicativo. Pode-se afirmar que este recurso funciona como recorrência de

 

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3338638 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Texto I

Amor é um fogo que arde sem se ver,

É ferida que dói, e não se sente,

É um contentamento descontente,

É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer,

É um andar solitário entre a gente,

É nunca contentar-se de contente,

É um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade,

É servir a quem vence o vencedor

É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade,

Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

(Camões).

Texto II

Ainda que eu falasse a língua dos homens

E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.

É só o amor, é só o amor;

Que conhece o que é verdade;

O amor é bom, não quer o mal;

Não sente inveja ou se envaidece.

O amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;

É solitário andar por entre a gente;

É um não contentar-se de contente;

É cuidar que se ganha em se perder;

É um estar-se preso por vontade;

É servir a quem vence, o vencedor;

É um ter com quem nos mata a lealdade;

Tão contrário a si é o mesmo amor.

Estou acordando e todos dormem, todos dormem, todos dormem;

Agora vejo em parte, mas então veremos face a face.

É só o amor, é só o amor;

Que conhece o que é verdade.

(RUSSO, Renato. Monte Castelo).

Assinale a alternativa cuja frase NÃO está de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa, embora isto não comprometa o entendimento do texto.

 

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3338637 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Texto I

Amor é um fogo que arde sem se ver,

É ferida que dói, e não se sente,

É um contentamento descontente,

É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer,

É um andar solitário entre a gente,

É nunca contentar-se de contente,

É um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade,

É servir a quem vence o vencedor

É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade,

Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

(Camões).

Texto II

Ainda que eu falasse a língua dos homens

E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.

É só o amor, é só o amor;

Que conhece o que é verdade;

O amor é bom, não quer o mal;

Não sente inveja ou se envaidece.

O amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;

É solitário andar por entre a gente;

É um não contentar-se de contente;

É cuidar que se ganha em se perder;

É um estar-se preso por vontade;

É servir a quem vence, o vencedor;

É um ter com quem nos mata a lealdade;

Tão contrário a si é o mesmo amor.

Estou acordando e todos dormem, todos dormem, todos dormem;

Agora vejo em parte, mas então veremos face a face.

É só o amor, é só o amor;

Que conhece o que é verdade.

(RUSSO, Renato. Monte Castelo).

“‘Ainda que’ eu falasse a língua dos homens

E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria”.

É correto afirmar que, por meio da expressão destacada, o autor

 

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3338636 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Texto I

Amor é um fogo que arde sem se ver,

É ferida que dói, e não se sente,

É um contentamento descontente,

É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer,

É um andar solitário entre a gente,

É nunca contentar-se de contente,

É um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade,

É servir a quem vence o vencedor

É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade,

Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

(Camões).

Texto II

Ainda que eu falasse a língua dos homens

E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.

É só o amor, é só o amor;

Que conhece o que é verdade;

O amor é bom, não quer o mal;

Não sente inveja ou se envaidece.

O amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;

É solitário andar por entre a gente;

É um não contentar-se de contente;

É cuidar que se ganha em se perder;

É um estar-se preso por vontade;

É servir a quem vence, o vencedor;

É um ter com quem nos mata a lealdade;

Tão contrário a si é o mesmo amor.

Estou acordando e todos dormem, todos dormem, todos dormem;

Agora vejo em parte, mas então veremos face a face.

É só o amor, é só o amor;

Que conhece o que é verdade.

(RUSSO, Renato. Monte Castelo).

É correto afirmar que, ao recorrer ao texto de Camões para compor sua canção, Renato Russo empregou o recurso da intertextualidade

 

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3338635 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Texto I

Amor é um fogo que arde sem se ver,

É ferida que dói, e não se sente,

É um contentamento descontente,

É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer,

É um andar solitário entre a gente,

É nunca contentar-se de contente,

É um cuidar que ganha em se perder.

É querer estar preso por vontade,

É servir a quem vence o vencedor

É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor

Nos corações humanos amizade,

Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

(Camões).

Texto II

Ainda que eu falasse a língua dos homens

E falasse a língua dos anjos, sem amor eu nada seria.

É só o amor, é só o amor;

Que conhece o que é verdade;

O amor é bom, não quer o mal;

Não sente inveja ou se envaidece.

O amor é fogo que arde sem se ver;

É ferida que dói e não se sente;

É um contentamento descontente;

É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;

É solitário andar por entre a gente;

É um não contentar-se de contente;

É cuidar que se ganha em se perder;

É um estar-se preso por vontade;

É servir a quem vence, o vencedor;

É um ter com quem nos mata a lealdade;

Tão contrário a si é o mesmo amor.

Estou acordando e todos dormem, todos dormem, todos dormem;

Agora vejo em parte, mas então veremos face a face.

É só o amor, é só o amor;

Que conhece o que é verdade.

(RUSSO, Renato. Monte Castelo).

Ao falar sobre o “amor”, Camões empregou palavras como “fogo”, “ferida”, “contentamento” e “dor” que contribuem na construção do conceito que ele apresenta acerca do tema.

É correto afirmar que o termo “amor”, em relação a estas palavras, constitui um elemento de coesão

 

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3338634 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: IMAIS
Orgão: Pref. Santana Parnaíba-SP
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Um professor que se proponha trabalhar coesão e coerência em leitura e produção textuais encontrará na linguística uma considerável fonte de apoio.

De acordo com Ingedore Koch e Luiz Travaglia, o(a)

 

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