Foram encontradas 40 questões.
Na perspectiva da Pedagogia do Esporte,
considerar o esporte como fenômeno
sociocultural implica:
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O treinamento resistido promove mudanças
estruturais no músculo esquelético. Uma dessas
alterações é:
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Crianças e adolescentes podem se beneficiar do
treinamento resistido, desde que este seja bem
planejado, adequado à idade e supervisionado
por profissional qualificado.
Qual dos seguintes benefícios é corretamente atribuído a esse tipo de prática?
Qual dos seguintes benefícios é corretamente atribuído a esse tipo de prática?
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3932617
Ano: 2025
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Com base na Lei nº 8.069/1990, assinale a
alternativa correta sobre os direitos da criança e
do adolescente:
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3932616
Ano: 2025
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: Avança SP
Orgão: Pref. Rio Claro-SP
A compreensão dos limites de interação, de
fatores protetivos e de ações lesivas à dignidade
humana com crianças e adolescentes é
fundamental na atuação docente. De acordo com
o Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº
8.069/1990), analise os itens a seguir e assinale a
alternativa correta:
I. A criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.
II. A criança e o adolescente têm direito ao respeito e à dignidade, mas não o direito à liberdade, considerando-se que são pessoas em processo de desenvolvimento e que ainda não são sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis.
I. A criança e o adolescente têm direito a proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência.
II. A criança e o adolescente têm direito ao respeito e à dignidade, mas não o direito à liberdade, considerando-se que são pessoas em processo de desenvolvimento e que ainda não são sujeitos de direitos civis, humanos e sociais garantidos na Constituição e nas leis.
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Em relação aos atributos da redação oficial,
relacione o atributo ao seu correto conceito:
ATRIBUTOS
I. Formalidade e padronização
II. Objetividade
III. Coesão e coerência
CONCEITOS
a) Conexão, ligação e harmonia entre os elementos de um texto. As palavras, as frases e os parágrafos se entrelaçam, dando continuidade uns aos outros.
b) As comunicações administrativas devem obedecer a certas regras de forma, além de apresentar civilidade e uniformidade.
c) Ir diretamente ao assunto que se deseja abordar, sem voltas e sem redundâncias.
Indique a alternativa que estabelece as relações corretamente.
ATRIBUTOS
I. Formalidade e padronização
II. Objetividade
III. Coesão e coerência
CONCEITOS
a) Conexão, ligação e harmonia entre os elementos de um texto. As palavras, as frases e os parágrafos se entrelaçam, dando continuidade uns aos outros.
b) As comunicações administrativas devem obedecer a certas regras de forma, além de apresentar civilidade e uniformidade.
c) Ir diretamente ao assunto que se deseja abordar, sem voltas e sem redundâncias.
Indique a alternativa que estabelece as relações corretamente.
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Conjunção é uma palavra invariável que liga
orações ou palavras da mesma oração. Analise as
frases a seguir e assinale aquela em que a
conjunção ou locução conjuntiva destacada está
corretamente classificada:
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Leia o texto para responder à questão:
(Disponível em:<https://campusvirtual.fiocruz.br/portal/?q=palavrachave-de-documentos/sextas-de-poesia&page=4> )
A respeito da colocação pronominal (próclise, mesóclise e ênclise) e com base no texto acima, assinale a alternativa correta:
(Disponível em:<https://campusvirtual.fiocruz.br/portal/?q=palavrachave-de-documentos/sextas-de-poesia&page=4> )
A respeito da colocação pronominal (próclise, mesóclise e ênclise) e com base no texto acima, assinale a alternativa correta:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O destino implacável das flores
O senhor gordo, de ar próspero, pede ao
vendedor de flores que lhe escolha 12 rosas por
abrir. Recomenda, depois, que sejam amarelas,
mas concordou que fossem vermelhas, já que não
havia das amarelas. As rosas foram escolhidas,
uma a uma, cheiradas uma por uma e colocadas
sobre uma folha de papel transparente. O senhor
gordo puxou do bolso um cartão, dobrou-o em
uma das extremidades e pediu, com um olhar, um
lugar (discreto) onde pudesse escrever, sem ser
visto.
Está sentado, de caneta em punho e olhar
perdido. Morde a unha do indicador da mão
esquerda. Espera a frase poética. De repente, seus
olhos se iluminam, os lábios se entreabrem, num
sorriso enlevado. “É a inspiração que deve ter
chegado...” — penso, do meu canto. O homem
começa a escrever, mordendo os lábios, como
todo bom calígrafo. Para, rasga o que escreveu e
procura, em todos os bolsos, outro cartão. Como
não encontra, pede novo cartão, da casa. Volta a
escrever, mordendo os lábios e para mais uma
vez... Levanta os olhos, a caneta no ar. Olha as
prateleiras de flores, o homem do balcão e olha
para mim, afinal, com certa alegria. Depois,
caminha em direção à porta, onde estou e onde
tenho absoluta certeza de que serei abordado. Caneta na mão direita, cartão na esquerda. Sorri,
o sorriso sem graça de quem precisa, mas odeia
precisar. Penso que terei de lhe fornecer uma
frase e na minha terrível dificuldade de fazer
frases. Vem andando, com a caneta, o cartão e o
sorriso. Bem perto, o mesmo sorriso, pergunta se
sou quem ele está pensando. Respondo-lhe que
sim e penso em quanto gostaria de não ser. Baixa
a voz e pede, então, o socorro:
— Como é mesmo que se escreve
“exímia”?
Adivinho-lhe o local da dúvida e
respondo, prontamente:
— Com “x” mesmo.
Olhou-me espantado. Agradeceu.
Depois, achou que se devia justificar:
— É para uma bailarina.
Sorri-lhe. Saí andando, para minha vida.
Mas, não me pude impedir de pensar que, horas
depois, Marlene Rosário estaria recebendo mais
12 botões de rosas, com um cartão de ponta
virada, onde leria sem muitas emoções: “À
exímia bailarina, o seu mais ardoroso
admirador”.
MARIA, Antônio. O destino implacável das flores. Última
Hora, 22 fev. 1961. Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15237/odestino-implacavel-das-flores>.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O destino implacável das flores
O senhor gordo, de ar próspero, pede ao
vendedor de flores que lhe escolha 12 rosas por
abrir. Recomenda, depois, que sejam amarelas,
mas concordou que fossem vermelhas, já que não
havia das amarelas. As rosas foram escolhidas,
uma a uma, cheiradas uma por uma e colocadas
sobre uma folha de papel transparente. O senhor
gordo puxou do bolso um cartão, dobrou-o em
uma das extremidades e pediu, com um olhar, um
lugar (discreto) onde pudesse escrever, sem ser
visto.
Está sentado, de caneta em punho e olhar
perdido. Morde a unha do indicador da mão
esquerda. Espera a frase poética. De repente, seus
olhos se iluminam, os lábios se entreabrem, num
sorriso enlevado. “É a inspiração que deve ter
chegado...” — penso, do meu canto. O homem
começa a escrever, mordendo os lábios, como
todo bom calígrafo. Para, rasga o que escreveu e
procura, em todos os bolsos, outro cartão. Como
não encontra, pede novo cartão, da casa. Volta a
escrever, mordendo os lábios e para mais uma
vez... Levanta os olhos, a caneta no ar. Olha as
prateleiras de flores, o homem do balcão e olha
para mim, afinal, com certa alegria. Depois,
caminha em direção à porta, onde estou e onde
tenho absoluta certeza de que serei abordado. Caneta na mão direita, cartão na esquerda. Sorri,
o sorriso sem graça de quem precisa, mas odeia
precisar. Penso que terei de lhe fornecer uma
frase e na minha terrível dificuldade de fazer
frases. Vem andando, com a caneta, o cartão e o
sorriso. Bem perto, o mesmo sorriso, pergunta se
sou quem ele está pensando. Respondo-lhe que
sim e penso em quanto gostaria de não ser. Baixa
a voz e pede, então, o socorro:
— Como é mesmo que se escreve
“exímia”?
Adivinho-lhe o local da dúvida e
respondo, prontamente:
— Com “x” mesmo.
Olhou-me espantado. Agradeceu.
Depois, achou que se devia justificar:
— É para uma bailarina.
Sorri-lhe. Saí andando, para minha vida.
Mas, não me pude impedir de pensar que, horas
depois, Marlene Rosário estaria recebendo mais
12 botões de rosas, com um cartão de ponta
virada, onde leria sem muitas emoções: “À
exímia bailarina, o seu mais ardoroso
admirador”.
MARIA, Antônio. O destino implacável das flores. Última
Hora, 22 fev. 1961. Disponível em: <https://cronicabrasileira.org.br/cronicas/15237/odestino-implacavel-das-flores>.
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