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Homem de 45 anos é avaliado em segunda consulta de acompanhamento após internação por insuficiência cardíaca idiopática de início recente. O ecocardiograma realizado há 2 meses mostrou fração de ejeção de 42%. Ele relata sentir-se bem, com melhora da tolerância ao exercício, e sem dispneia aos esforços. Os medicamentos em uso são: enalapril (40 mg/dia), carvedilol (12,5 mg/dia) e furosemida (40 mg/dia). Ao exame físico: pressão arterial: 120 x 76 mmHg; frequência cardíaca: 84 bpm; frequência respiratória: 16 ipm; a ausculta pulmonar é normal e não há sinais de congestão; extremidades sem edema.
Nesse momento, a próxima conduta recomendada é
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Homem de 19 anos, previamente hígido, é avaliado por múltiplos episódios de diarreia não sanguinolenta, febre, mal-estar e cólicas abdominais que começaram há 3 dias. Não há comorbidades. Ao exame físico: temperatura: 38,9 ºC; pressão arterial: 110 x 60 mmHg; frequência cardíaca: 110 bpm; frequência respiratória: 20 ipm; abdome: sons intestinais estão presentes e dor moderada à palpação difusamente, sem rebote ou defesa. As pesquisas de sangue oculto e de polimorfonucleares nas fezes são positivas.
O tratamento antibiótico empírico de escolha é
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Mulher de 21 anos apresenta queixas de ansiedade, principalmente, em relação à sua situação financeira e ao relacionamento com o namorado. Seus sentimentos de ansiedade tornam-se tão intensos que às vezes ela é incapaz de realizar adequadamente seu trabalho. Entrevistas com sua família revelam que nem sua situação financeira nem o relacionamento com o namorado são tão problemáticos que possam justificar os sintomas. Sua ansiedade começou há cerca de 2 meses, e mais perguntas revelam que ela está sob crescente pressão de desempenho em seu trabalho.
A principal hipótese diagnóstica é
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Mulher de 33 anos é avaliada com quadro de febre, cefaleia, rigidez de nuca e fotofobia há 3 dias. Ela estava anteriormente bem e o histórico médico é negativo para comorbidades, alcoolismo, tabagismo ou viagens recentes. Ao exame físico: temperatura: 38,5 ºC; pressão arterial: 136 x 86 mmHg; frequência cardíaca: 100 bpm; frequência respiratória: 18 ipm; neurológico: sem déficits; fundo de olho sem papiledema; o restante do exame não é contributivo. A avaliação do líquido cefalorraquidiano mostra uma contagem de leucócitos de 324/mm3, sendo 90% de linfócitos; glicose: 58 mg/dL e proteínas: 125 mg/dL; a coloração de Gram não demonstra germes.
A principal hipótese diagnóstica é infecção por
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Homem de 37 anos foi diagnosticado com câncer de pulmão de células não pequenas metastático há cerca de 2 semanas e 1,5 L de líquido foi removido com a toracocentese terapêutica para dispneia. Ele se encontrou com seu médico oncologista, com planos de iniciar o tratamento direcionado à doença em breve. Os medicamentos em uso são paroxetina, dexametasona e morfina oral.
Em relação à medicina paliativa, o momento mais apropriado para o encaminhamento desse paciente é
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Mulher de 74 anos é avaliada para alta hospitalar. Ela foi admitida com o diagnóstico de pneumonia adquirida na comunidade, sendo medicada com ceftriaxona e azitromicina durante 6 dias. A febre desapareceu dentro de 48 horas após a admissão. Ela é moradora de área livre e foi aceita em uma casa de acolhimento, estando pronta para alta hospitalar, nesse momento. Não há comorbidades.
Ao exame físico: os sinais vitais são normais; SatO2 em ar ambiente: 96%; o restante do exame não é digno de nota. A paciente recebe alta.
Nesse momento, a conduta correta é
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Mulher de 37 anos é atendida com quadro de sangramento retal e dor ao defecar nas últimas 3 semanas. Ela não apresenta sintomas de evacuação incompleta ou urgência. Recentemente, ela foi diagnosticada com hipotireoidismo e começou a tomar levotiroxina há 1 semana. Relata também piora da constipação que começou recentemente e está usando amaciantes de fezes de venda livre. Ao exame físico: ela está afebril, sem hemorroidas externas e nota-se dor significativa ao toque retal.
A etiologia mais provável dos sintomas dessa paciente é
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Homem de 36 anos procura assistência médica preocupado com o ganho de peso gradual nos últimos anos. Ele não presta muita atenção à dieta e descreve seu estilo de vida como sedentário. Não há tabagismo e refere uso moderado de bebida alcoólica, cerca de 1 a 2 vezes por semana. Ao exame físico: pressão arterial: 149 x 90 mmHg; frequência cardíaca: 88 bpm; IMC: 35 kg/m2; circunferência abdominal: 107 cm; o restante do exame é normal.
Nesse momento, o teste complementar mais apropriado é
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Homem de 46 anos é reavaliado em consulta periódica de saúde. Ele é assintomático, trabalha como contador em uma empresa local e se exercita regularmente, correndo quase 24 quilômetros por semana. Os sinais vitais são: frequência cardíaca: 88 bpm; frequência respiratória: 18 ipm; pressão arterial: 138 x 82 mmHg; IMC: 24 kg/m2.
Não há história familiar de diabetes ou doença cardíaca. Ele não tem registro anterior de exames para hiperglicemia.
Nesse paciente, constitui uma conduta correta para rastreamento de diabetes:
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Homem de 46 anos é avaliado durante uma visita de acompanhamento para avaliação de hipertensão. A média da pressão arterial (PA) com monitoramento domiciliar é de 126 x 77 mmHg. Não há histórico médico pertinente e ele não faz uso de medicamentos. Ao exame físico: PA: 128 x 78 mmHg; demais sinais vitais estão normais; IMC: 28 kg/m2; o restante do exame é normal.
O próximo passo mais apropriado é
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