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Homem, 76 anos, foi admitido em ambiente hospitalar com quadro de insuficiência cardíaca descompensada perfil B.
O ecocardiograma realizado na admissão hospitalar revela fração de ejeção de 22%, às custas de hipocinesia difusa, importante hipertrofia do ventrículo esquerdo e aumento biatrial. O paciente já realizou cateterismo cardíaco recente, que não revelou lesões coronárias. O eletrocardiograma está ilustrado a seguir.

A causa mais provável para a cardiopatia desse paciente é
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Mulher, 29 anos, na 20a semana de gravidez, é encaminhada ao cardiologista por piora recente da hipertensão arterial. Antes da gestação, apresentava hipertensão bem controlada com um único medicamento e, atualmente, encontra-se em uso de alfametildopa e anlodipina. Exame físico: PA = 145 x 95 mmHg, FC = 72 bpm. Exames laboratoriais: sódio = 138 mEq/L (VR: 136 – 142 mEq/L), potássio = 3,1 mEq/L (VR: 3,5 – 5,0 mEq/L), creatinina = 0,73 mg/dL (VR: 0,70 – 1,30 mg/dL), aldosterona plasmática = 34 ng/dL (VR: 1 – 21 ng/dL), atividade da renina plasmática <0,6 ng/mL/h (VR: 0,6 - 4,3 ng/mL/h).
O diagnóstico mais provável é de
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Paciente, sexo masculino, que se encontra internado em unidade de terpia intensiva, sob intubação orotraqueal devido à insuficiência respiratória por infecção por SARS-CoV-2, desenvolve a seguinte alteração eletrocardiográfica:

O diagnóstico mais provável é de
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Homem, 64 anos, com história de infarto do miocárdio em parede anterior há 6 semanas, é reinternado com queixa de dor torácica ventilatório-dependente. Exame físico: PA = 120 x 70 mmHg; FC = 76 bpm; FR = 21 ipm; temperatura = 37,8ºC; ritmo cardíaco regular a 2 tempos, sem sopros com atrito pericárdico e pleural; ausência de edemas. Exames laboratoriais: marcadores de lesão miocárdica negativos e hemograma com discreta leucocitose; VHS = 75 mm/1h. O eletrocardiograma é compatível com área inativa em parede anterior. Ecocardiograma com discinesia anteroapical, com fração de ejeção de 40%. A radiografia de tórax evidencia a presença de derrame pleural pequeno bilateral.
O diagnóstico mais provável é de
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A morte súbita cardíaca está quase sempre associada a um evento arrítmico fatal.
Assinale a opção que indica o principal ritmo inicial encontrado em uma vítima de morte súbita cardíaca.
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Mulher, 63 anos, sem comorbidades conhecidas, apresenta queixa de cansaço aos pequenos esforços, durante consulta de rotina. Ao exame, apresenta pulso parvus et tardus, hipofonese de B2, sopro telessistólico, melhor auscultado em focos da base do coração, irradiando para o pescoço. Ausculta-se também componente de alta frequência que se irradia para o ápex cardíaco. Ecocardiograma transtorácico: fração de ejeção do VE = 77%; valva aórtica tricúspide, calcificada, com gradiente médio de 48 mmHg; velocidade máxima do jato aórtico de 4,0 m/s e área valvar aórtica de 0,4 cm². Euroscore II calculado em 2,0% e STS (Society of Thoracic Surgeons) de 1,26%.
Assinale a alternativa que apresenta a conduta mais apropriada.
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Homem, 55 anos, com dor torácica atípica e sem história de eventos cardiovasculares prévios, realiza exames a pedido do seu clínico. Apresenta placas ateroscleróticas não obstrutivas em angiotomografia de coronárias e Doppler de carótidas com presença de placa (< 50% de obstrução) em carótida interna direita.
O risco cardiovascular, a meta de colesterol LDL e o hipolipemiante a ser utilizado nesse paciente são, respectivamente,
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Paciente jovem, sexo masculino, comparece para avaliação cardiológica em decorrência de síncope sem pródromo ocorrida há cerca de 15 dias, durante compra no supermercado. O paciente não faz uso de medicamentos, seu exame físico é normal, e ele refere que o pai teve morte súbita aos 40 anos.
O eletrocardiograma desse paciente está ilustrado a seguir.

O tratamento definitivo deve ser feito com
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Analise o eletrocardiograma a seguir.

O padrão eletrocardiográfico apresentado é sugestivo de
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Paciente, 35 anos, comparece ao pronto atendimento com queixa de tonturas e náuseas. Na avaliação do pulso venoso jugular do paciente, é demonstrada onda C ocultada pela onda V e, essa última, mais elevada que a onda A.
Tal alteração reflete
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