Foram encontradas 339 questões.
Considerando os dados mais recentes fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística
(IBGE), a respeito do Município de Piracanjuba/GO, assinale a alternativa CORRETA:
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3031963
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Piracanjuba-GO
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Piracanjuba-GO
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Segundo o Estatuto dos Servidores Públicos do
Município de Piracanjuba/GO, as infrações cometidas
pelos servidores públicos são passíveis de punição com
penas disciplinares. Nesse sentido, é/são competente(s)
para imposição de pena disciplinar, no âmbito de suas
respectivas atribuições:
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3031962
Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Piracanjuba-GO
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Piracanjuba-GO
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Segundo o que dispõe a Lei Orgânica do Município de Piracanjuba/GO, a respeito da participação do
Município nas receitas tributárias, é correto dizer que
pertence ao Município:
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A soma dos termos de uma Progressão Geométrica
é dada pela fórmula Sn = 3 (2n
– 1). Qual o valor do quarto termo desta Progressão Geométrica?
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Um número real elevado ao quadrado é subtraído
do número –6, resultando no quíntuplo dele mesmo.
Nestas condições, tomando-se o conjunto solução da
equação resultante, qual o valor do produto dos números
que o constituem?
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3031959
Ano: 2023
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Piracanjuba-GO
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: Aroeira
Orgão: Pref. Piracanjuba-GO
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Um capital C aplicado a juros simples triplicou em
doze meses. Qual o valor do montante deste capital no
quarto mês?
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Num certo supermercado a identificação dos produtos para controle interno é constituída de números de
5 algarismos distintos resultantes da combinação dos algarismos 1, 2, 3, 4, 5. Quantos produtos são numerados
por números que terminam em números primos?
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Num dado viciado, a chance de sair número par
é o triplo da chance de sair um número ímpar. Nessas
condições, qual a chance de sair um número ímpar em
um único lançamento deste dado?
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TEXTO I
EU SEI, MAS NÃO DEVIA
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor.
E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar
para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma
a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as
cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E,
à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar,
esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo
porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque
não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche
porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque
já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A
deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a
guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja
números para os mortos. E, aceitando os números, aceita
não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando
nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos
números, da longa duração. [...]
A gente se acostuma para não ralar na aspereza,
para preservar sempre a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e baioneta,
para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a
vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia.
2 ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 9-10. Fragmento.)
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TEXTO I
EU SEI, MAS NÃO DEVIA
Eu sei que a gente se acostuma. Mas não devia.
A gente se acostuma a morar em apartamentos de fundos e a não ter outra vista que não as janelas ao redor.
E, porque não tem vista, logo se acostuma a não olhar
para fora. E, porque não olha para fora, logo se acostuma
a não abrir de todo as cortinas. E, porque não abre as
cortinas, logo se acostuma a acender mais cedo a luz. E,
à medida que se acostuma, esquece o sol, esquece o ar,
esquece a amplidão.
A gente se acostuma a acordar de manhã sobressaltado porque está na hora. A tomar o café correndo
porque está atrasado. A ler o jornal no ônibus porque
não pode perder o tempo da viagem. A comer sanduíche
porque não dá para almoçar. A sair do trabalho porque
já é noite. A cochilar no ônibus porque está cansado. A
deitar cedo e dormir pesado sem ter vivido o dia.
A gente se acostuma a abrir o jornal e a ler sobre a
guerra. E, aceitando a guerra, aceita os mortos e que haja
números para os mortos. E, aceitando os números, aceita
não acreditar nas negociações de paz. E, não acreditando
nas negociações de paz, aceita ler todo dia da guerra, dos
números, da longa duração. [...]
A gente se acostuma para não ralar na aspereza,
para preservar sempre a pele. Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e baioneta,
para poupar o peito. A gente se acostuma para poupar a
vida. Que aos poucos se gasta, e que, gasta de tanto acostumar, se perde de si mesma.
(COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia.
2 ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1999. P. 9-10. Fragmento.)
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