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De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Pinheiro Preto/SC, além das ausências ao serviço previstas lei, são considerados como efetivo exercício os afastamentos em virtude de:
( ) Exercício de cargo em comissão ou equivalente em órgãos ou entidades dos Poderes da União, dos Estados, Municípios e Distrito Federal.
( ) Participações em programa de treinamento regularmente instituído.
( ) Desempenho de mandato eletivo federal, estadual, municipal ou do Distrito Federal, exceto para progressão por merecimento.
( ) Licenças não remuneradas.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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780425 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
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Assinale a alternativa correta em relação à Lei nº 8.666/1993 – Lei de Licitações e suas atualizações.
 

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Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os conceitos mencionados no Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Pinheiro Preto/RS às suas definições.
Coluna 1
1. Deveres do servidor.
2. Cargo Público.
3. Lotação.
4. Reversão.
5. Readaptação.
Coluna 2
( ) É o conjunto de atribuições e responsabilidades previsto na estrutura organizacional que deve ser cometida a um Servidor Público.
( ) É o retorno do servidor aposentado ao serviço público, quando insubsistentes os motivos determinantes de sua aposentadoria por invalidez, verificados em inspeção médica oficial.
( ) É a investidura do servidor em cargo de atribuições e responsabilidade compatíveis com a limitação que tenha sofrido em sua capacidade física ou mental, verificada em inspeção médica.
( ) Levar ao conhecimento da autoridade superior as irregularidades de que tiver ciência em razão do cargo.
( ) É o número de servidores que devem ter exercício em cada Órgão, entidade e suas unidades, mediante prévia distribuição dos cargos integrantes do respectivo quadro.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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Instrução: a questão a seguir se refere ao texto abaixo.
O medo de enxergar a verdade provoca a força da ignorância
Permanecer ou sair da caverna? Uma questão que atravessa a história desde que os homens se compreendem como homens. É melhor desfrutar de uma realidade fantasiosa, mas confortável, ou vivenciar a verdade com toda a sua dureza? Viver como sujeito consciente tem um alto preço psicológico. No próprio mito da caverna, percebemos que os homens tendem a preferir se contentar com as sombras do que conhecer o lado de fora, afinal, por mais falsas que as sombras sejam, elas estão sob a proteção constante das rochas da caverna, o que significa que, ao decidir sair, não há mais volta, pois as rochas, que o olhar de servo entende como de proteção, para os que despertam, representam aprisionamento.
O desconhecido magnetiza pelo medo. Dessa forma, na maior parte das vezes, preferimos permanecer onde estamos, por mais adversa que a situação seja, uma vez que o velho goza do benefício do conhecimento e da permanência, o que o torna menos temido do que o novo, o qual ainda não se conhece e não se sabe o que cobrará de nós. Dito de outro modo, ainda que a situação que vivenciamos seja adversa, tendemos ao comodismo pelo medo do que ainda não se conhece e, portanto, pode ser pior do que o que já se vivencia. Esse comodismo ou complacência, entretanto, não se restringe ao medo do desconhecido, mas também à própria falta de vontade em esforçar-se para que a condição seja modificada. Não é à toa que vivemos na era da servidão voluntária.
No entanto, se vivemos em um mundo “fantasioso”, não é possível que a alcunha de “era da servidão voluntária” possa ser exposta de maneira clarividente. É necessário que ela seja transformada, ou melhor, ressignificada, e, assim, a servidão voluntária se transforma em admirável mundo novo, lugar em que a técnica, com todo o seu esplendor, consegue suprir todas as necessidades humanas. Evidentemente, as revoluções técnicas que aconteceram trouxeram importantes conquistas, descobertas e aperfeiçoamentos que tornaram a nossa vida melhor em vários aspectos. Contudo, o passado nos mostra que entre a real capacidade dessas revoluções e o que dela se extrai (e como se extrai) há um grande abismo. Sendo assim, a nossa realidade se aproxima muito mais das grandes distopias do século XX do que de um éden 3D.
Apesar de não haver condições próprias para que haja um despertar do indivíduo da sua situação de ignorância, é imperioso que se entenda que o modo hierárquico da sociedade não se modificará de cima para baixo, de tal forma que é necessário a cada indivíduo, dentro das suas oportunidades, tentar buscar pontos de luz que o ajudem a encontrar a saída da sua ignorância e, por conseguinte, da sua condição escrava. Se o desconhecido magnetiza pelo medo, é apenas o conhecimento e a liberdade que nos permitem enfrentá-lo, sabendo que todo aquele que desperta sempre apontará para as correntes daqueles que permanecem presos. Todavia, também devemos ter em mente que muitos, por mais oportunidades que recebam, irão preferir permanecer na sua ignorância, na caverna, na Matrix ou qualquer palavra que representa o antônimo da liberdade, pois o estado de espectador é sempre mais cômodo, já que sempre há pipoca e refrigerante suficientes para manter os explorados de boca fechada.
Assim sendo, levantar do cinema, ser um selvagem ou tomar a pílula vermelha continuam sendo atos de coragem, espalhados e diminutos, pois como disse Nietzsche: “Por vezes as pessoas não querem ouvir a verdade, porque não desejam que as suas ilusões sejam destruídas”. Entretanto, é necessário destruir as nossas belas e confortáveis ilusões para que possamos ser sujeitos autônomos e livres, porque é o medo que possuímos da verdade que provoca a força da ignorância e permite o nosso controle.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/o-medo-deenxergar-
verdade-provoca-forca-da-ignorancia/. Acesso em 8 Jan 2019.
Na frase “Não é à toa que vivemos na era da servidão voluntária”, tem-se a locução adverbial “à toa”, que recebe acento indicativo de crase. Assinale a locução adverbial que está grafada INCORRETAMENTE, por não receber acento indicativo de crase.
 

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O conceito de célula do programa Microsoft Excel 2013, instalado em sua configuração padrão, é:
 

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Conforme estabelece o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Pinheiro Preto/SC, ao servidor, por ocasião do gozo de férias, será facultada a antecipação de _______________ da gratificação natalina, tendo como base a remuneração do mês em que será paga a referida antecipação, desde que o requeira com pelo menos _________ dias de antecedência.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

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Instrução: a questão a seguir se refere ao texto abaixo.
O medo de enxergar a verdade provoca a força da ignorância
Permanecer ou sair da caverna? Uma questão que atravessa a história desde que os homens se compreendem como homens. É melhor desfrutar de uma realidade fantasiosa, mas confortável, ou vivenciar a verdade com toda a sua dureza? Viver como sujeito consciente tem um alto preço psicológico. No próprio mito da caverna, percebemos que os homens tendem a preferir se contentar com as sombras do que conhecer o lado de fora, afinal, por mais falsas que as sombras sejam, elas estão sob a proteção constante das rochas da caverna, o que significa que, ao decidir sair, não há mais volta, pois as rochas, que o olhar de servo entende como de proteção, para os que despertam, representam aprisionamento.
O desconhecido magnetiza pelo medo. Dessa forma, na maior parte das vezes, preferimos permanecer onde estamos, por mais adversa que a situação seja, uma vez que o velho goza do benefício do conhecimento e da permanência, o que o torna menos temido do que o novo, o qual ainda não se conhece e não se sabe o que cobrará de nós. Dito de outro modo, ainda que a situação que vivenciamos seja adversa, tendemos ao comodismo pelo medo do que ainda não se conhece e, portanto, pode ser pior do que o que já se vivencia. Esse comodismo ou complacência, entretanto, não se restringe ao medo do desconhecido, mas também à própria falta de vontade em esforçar-se para que a condição seja modificada. Não é à toa que vivemos na era da servidão voluntária.
No entanto, se vivemos em um mundo “fantasioso”, não é possível que a alcunha de “era da servidão voluntária” possa ser exposta de maneira clarividente. É necessário que ela seja transformada, ou melhor, ressignificada, e, assim, a servidão voluntária se transforma em admirável mundo novo, lugar em que a técnica, com todo o seu esplendor, consegue suprir todas as necessidades humanas. Evidentemente, as revoluções técnicas que aconteceram trouxeram importantes conquistas, descobertas e aperfeiçoamentos que tornaram a nossa vida melhor em vários aspectos. Contudo, o passado nos mostra que entre a real capacidade dessas revoluções e o que dela se extrai (e como se extrai) há um grande abismo. Sendo assim, a nossa realidade se aproxima muito mais das grandes distopias do século XX do que de um éden 3D.
Apesar de não haver condições próprias para que haja um despertar do indivíduo da sua situação de ignorância, é imperioso que se entenda que o modo hierárquico da sociedade não se modificará de cima para baixo, de tal forma que é necessário a cada indivíduo, dentro das suas oportunidades, tentar buscar pontos de luz que o ajudem a encontrar a saída da sua ignorância e, por conseguinte, da sua condição escrava. Se o desconhecido magnetiza pelo medo, é apenas o conhecimento e a liberdade que nos permitem enfrentá-lo, sabendo que todo aquele que desperta sempre apontará para as correntes daqueles que permanecem presos. Todavia, também devemos ter em mente que muitos, por mais oportunidades que recebam, irão preferir permanecer na sua ignorância, na caverna, na Matrix ou qualquer palavra que representa o antônimo da liberdade, pois o estado de espectador é sempre mais cômodo, já que sempre há pipoca e refrigerante suficientes para manter os explorados de boca fechada.
Assim sendo, levantar do cinema, ser um selvagem ou tomar a pílula vermelha continuam sendo atos de coragem, espalhados e diminutos, pois como disse Nietzsche: “Por vezes as pessoas não querem ouvir a verdade, porque não desejam que as suas ilusões sejam destruídas”. Entretanto, é necessário destruir as nossas belas e confortáveis ilusões para que possamos ser sujeitos autônomos e livres, porque é o medo que possuímos da verdade que provoca a força da ignorância e permite o nosso controle.
Texto adaptado especialmente para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/o-medo-deenxergar-
verdade-provoca-forca-da-ignorancia/. Acesso em 8 Jan 2019.
Sabe-se que os pronomes servem como recurso coesivo, ajudando a retomar termos anteriormente mencionados no texto, a fim de garantir a coerência do que nele é veiculado. Tomando-se por base tal pressuposto, considere as seguintes afirmações:
I. O pronome “dela” está retomando diretamente “a real capacidade dessas revoluções”.
II. O pronome “sua” está retomando diretamente “condições próprias”.
III. O pronome “suas” está retomando diretamente “vezes”.
Quais estão corretas?
 

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De acordo com o Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Pinheiro Preto/SC, a transferência depende de interstício mínimo de quantos dias na classe?
 

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777937 Ano: 2019
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
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Conforme Meirelles (2016), os atos administrativos são toda manifestação unilateral de vontade da Administração Pública que, agindo nessa qualidade, tenham por fim imediato adquirir, resguardar, transferir, modificar, extinguir e declarar direitos ou impor obrigações aos administrados ou a si própria. Dessa maneira, o agente público, ao atuar como representante do Estado, deve respeitar as formalidades inerentes ao ato administrativo, sob pena de incorrer em vícios, os quais podem, inclusive, causar a sua anulação. O elemento finalidade define que o ato administrativo deve visar:
 

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777808 Ano: 2019
Disciplina: Arquivologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Pinheiro Preto-SC
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Em relação aos arquivos públicos, assinale a alternativa INCORRETA.
Questão Desatualizada

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