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754664
Ano: 2018
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Sobre o que compreende a atuação do Terapeuta Ocupacional com indivíduos que apresentam comprometimento no processo de envelhecimento, analise os itens abaixo:
I. Considerar a história de vida do paciente para o planejamento da intervenção mais adequada.
II. No caso de internamento, compreensão da doença que levou a essa condição.
III. Faz-se necessário que o Terapeuta Ocupacional utilize instrumentos de avaliação funcional das estruturas mentais, emocionais, cognitivas, desempenho nas AVDs e indicadores de autonomia.
IV. Facilitação e manutenção da comunicação com o idoso, permitindo que este fique orientado no tempo e no espaço.
Estão CORRETOS
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754548
Ano: 2018
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: UPENET/IAUPE
Orgão: Pref. Paulista-PE
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Quanto a alguns dos princípios de Proteção Articular, analise os itens abaixo e coloque V nos Verdadeiros e F nos Falsos.
( ) Evitar atividades que mantenham uma mesma posição por tempo prolongado.
( ) As ocupações devem ser realizadas antes que a fadiga e o desconforto sejam notados.
( ) Fazer uso de articulações menores e mais fortes na execução de tarefas.
Assinale a alternativa que corresponde à sequência CORRETA.
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O acesso universal, igualitário e ordenado às ações e serviços de saúde se inicia pelas Portas de Entrada do SUS e se completa na rede regionalizada e hierarquizada, de acordo com a complexidade do serviço.
Sobre esses serviços de saúde, é CORRETO afirmar que
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Dentre as emergências periodontais, a Gengivite Ulcerativa Necrosante (GUN) é bastante debilitante para o periodonto, podendo até repercutir sistemicamente, provocando febre e mal-estar.
Sobre essa doença periodontal aguda, NÃO é correto afirmar que
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As sanções aplicadas em relação à conservação e proteção das águas subterrâneas no Estado de Pernambuco consideram as infrações cometidas que serão classificadas a critério da autoridade aplicadora, em leves, graves e gravíssimas, levando-se em conta
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Sobre Hipertensão Arterial (HA), leia as afirmativas abaixo e coloque V nas Verdadeiras e F nas Falsas.
( ) Um dos principais fatores de risco para HA é o consumo excessivo de sódio, sendo o seu consumo recomendado em 4g/dia. O consumo crônico e elevado de bebidas alcoólicas aumenta a pressão arterial (PA) de forma significativa.
( ) Recomenda-se, pelo menos, a medição da PA a cada dois anos para os adultos com PA ≤ 120/80 mmHg, e anualmente para aqueles com PA > 120/80 mmHg e < 140/90 mmHg. Na gestante, a PA deve ser obtida com a mesma metodologia recomendada para adultos, reforçando-se que ela também pode ser medida no braço esquerdo, na posição de decúbito lateral esquerdo em repouso, não devendo diferir da obtida na posição sentada.
( ) O tratamento com medicamentos está indicado para os indivíduos com PA estágio 1 e risco cardiovascular baixo e moderado, quando as medidas não farmacológicas não surtirem efeito após um período inicial de, pelo menos, 90 dias.
( ) São consideradas pré-eclâmpsia grave: PAS ≥ 160 ou PAD ≥ 110 mmHg, plaquetopenia, transaminase glutâmica pirúvica (TGP) duas vezes acima do basal, dor epigástrica ou no hipocôndrio direito persistente, lesão renal aguda (LRA - creatinina maior que 1,1 mg/dl ou duplicação do valor basal), edema pulmonar, sintomas visuais ou cerebrais.
( ) A etiologia da HA pediátrica pode ser secundária; mais frequentemente, está associada a nefropatias, ou primária, atribuída a causas genéticas com influência ambiental e predomínio em adolescentes. O diagnóstico precoce e o tratamento da HA na infância associam-se ao menor risco de HA e de aumento da ateromatose carotídea na vida adulta, o que justifica medições periódicas da PA em crianças e adolescentes.
Assinale a alternativa que indica a sequência CORRETA.
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A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é um problema de saúde pública, que acarreta um gasto grande ao Sistema de Saúde do país. E tão importante quanto os gastos diretos são os gastos indiretos, computados como dias perdidos de trabalho, aposentadorias precoces, morte prematura e sofrimento familiar e social.
Sobre a DPOC, assinale a alternativa INCORRETA.
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Texto
Sabe Quem Morreu!?
Por Rômulo Zanotto
A morte atravessa séculos para nos encontrar. Num infarto do miocárdio, num acidente de trânsito, num quarto de hospital, numa poça de vômito no banheiro de casa ou num parque de diversões repleto de gente. É certo que ela virá. Nascemos sentenciados de morte. No entanto, a escondemos debaixo do tapete tanto quanto possível.
No século XX, a morte passou para o ambiente esterilizado dos hospitais, escondida e calada. Até então, morria-se em casa, via-se, velava-se em cima da mesa. Hoje, apesar de o obituário da Folha vir editado no caderno Cotidiano, como um recado eloquente a nos lembrar muito bem o lugar que a morte ocupa no dia a dia, não se convive com ela. A morte é uma espécie de não acontecimento. Morre-se longe dos olhos. (...)
A despeito de tabu na vida, a morte sempre foi um prato cheio para a literatura e para as artes em geral. Seja no campo das artes visuais, do cinema, do teatro, da dança, da música ou da literatura, a morte inspirou grandes obras, em todos os tempos. (...) Tolstói se tornou uma espécie de “especialista em morte na literatura” de tanto descrever pormenorizadamente o trespasse de seus heróis (...). Maldito fardo! Aqui, no Brasil, Clarice escreveu sobre a hora da morte, que é A hora da estrela; Gerald Thomas dirigiu um eloquente espetáculo sobre a morte da mãe, Rainha Mentira; Brás Cubas escreveu suas memórias póstumas através de Machado (...).
Mas se as artes sempre tiveram a morte como tema, o morrer artístico também vem se tornando uma narrativa cada vez mais confessional, de não ficção, escrita na primeira pessoa do singular. Nos últimos anos, David Bowie e Leonard Cohen, “ao saber que iam morrer” – digo, na presença iminente da morte; digo, ao saber do diagnóstico incurável de suas doenças – fizeram um álbum de despedida; Oliver Sacks, o neurologista e escritor anglo-americano, ao saber de sua metástase sem volta publicou uma série de belíssimos textos de despedida, tecendo odes à vida; os textos de Sacks, por sua vez, inspiram-se na autobiografia de poucas páginas do filósofo oitocentista David Hume, escrita quando este também soube da sua morte anunciada por uma doença incurável.
Ao escrever seus textos e “compartilhar” a própria morte, como se perguntasse ao leitor “sabe quem vai morrer!?”, no futuro, e a resposta entusiástica fosse “eu!” – com exclamação! -, Sacks nos convida a partilhar com ele sua experiência do fim. O exemplo mostra como a morte também começa a ficar desavergonhada e sair do armário, como parece acontecer com tudo neste início de século. E em tons especialmente confessionais, bem aos moldes destes novos tempos.
Assim é que, se boa parte das pessoas, senão a maioria, ainda prefere morrer nos bastidores, longe dos olhos dos outros, uma pequena vanguarda de pioneiros já escolhe vir ao centro do palco para morrer, oferecendo seu “repertório de morte” como arte. (...)
Falando em bastidores, outro que preferiu encarar a própria finitude, ao invés de se trancar no camarim com um bocado de gim, foi Chico Buarque. Mesmo querendo viver para sempre, o compositor sabe que, às vezes, chega a roda-vida e carrega o destino pra lá. Pensando, então, em “quando seu tempo passar”, escreveu para a atual amada – a última? – uma cantiga, Tua Cantiga, para que ela lembre dele quando ele – oh, metade afastada de si! – não estiver mais aqui.
Apesar de “a expressão da morte” estar se tornando cada vez mais presente nos dias de hoje – não só nas artes, mas também nas redes sociais -, Camila Appel volta à conversa para lembrar que a despedida por meio da arte sempre existiu. (...) O que acontece agora é que com a tendência à narrativa íntima e confessional proposta pelas redes sociais, estas expressões artísticas ganham visibilidade e naturalidade. Afinal, se a cultura de massa do século XX colocou todos os tabus no armário e a morte nos bastidores, a cultura da convergência do século XXI tem exibido o making-of desses bastidores.
Mas, como acontece tantas vezes, a arte antecipou a interpretação da sua época. Entre agosto e setembro de 1994, vinte anos antes de Sacks, no Brasil, Caio Fernando Abreu publicou uma série histórica e antológica de crônicas em sua coluna quinzenal no jornal O Estado de São Paulo. Vivendo enfermo em Porto Alegre, limitado pelos muros do Hospital Menino Deus, o escritor contava o inefável: que tinha AIDS e morreria. (...) “Em quem está com Aids o que mais dói é a morte antecipada que os outros nos conferem”, escreveu. Talvez por isso Caio conseguisse contar com tanta força o que visse, como a visão do próprio rosto refletido nas pupilas dilatadas da morte: porque já estava lá, sem que ainda tivesse deixado de estar aqui. Pelo lugar privilegiado em que se encontrava.
Após anos de experiência acompanhando a morte de pacientes, especialistas em cuidados paliativos constatam que as pessoas, antes da morte, sentem uma “redenção ao amor”. Talvez por isso Frida Kahlo, que passou a vida inteira pintando suas dores – dores de Frida Kahlo! – tenha mergulhado o pincel na tinta uma última vez dois dias antes da morte para escrever “viva la vida” em uma natureza morta que havia pintado dois anos antes. Fazer o quê, se o infinitivo do verbo viver é também o gerúndio do verbo morrer? Um dia nascemos, um dia morremos, e isso é tudo. (...)
Disponível em: https://mortesemtabu.blogfolha.uol.com.br/2018/06/15/sabe-quem-morreu/ Acesso em: 15 jun. 2018. Adaptado.
Assinale a alternativa que apresenta um enunciado no qual a concordância está de acordo com a norma culta da língua.
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A Atenção Básica corresponde a um conjunto de ações desenvolvidas por uma equipe multiprofissional. Dependendo do contexto, são encontrados diferentes tipos de equipe. Leia o exemplo da equipe, abaixo, considerando a relação de profissionais que a compõem e identifique o tipo de equipe que esse exemplo caracteriza.
| Equipe que apresenta em sua composição: médico, enfermeiro, cirurgião dentista, auxiliar e/ou técnico de enfermagem, auxiliar em saúde bucal, técnico em saúde bucal, agente comunitário de saúde e agente de combate à endemia. |
Assinale a alternativa CORRETA.
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É um estudo, que visa determinar a incidência de casos novos de doenças detectadas em determinado local e período de tempo e apresenta como vantagem a possibilidade de identificação precoce de surtos, apesar de serem geralmente caros e tenderem a consumir muito tempo.
Qual estudo epidemiológico explica essa definição?
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