Foram encontradas 40 questões.
Com relação a conhecimentos gramaticais
aplicados ao texto, leia o poema para responder a
questão.
O mundo é grande
O mundo é grande e cabe Nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe Na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe No breve espaço de beijar.
Fonte: ANDRADE, C. D. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1983. (adaptado).
O poema é formado por três frases interconectadas. Com relação à construção estilística, observa-se a mesma estrutura sintagmática em cada frase: orações coordenadas com o uso da mesma conjunção (e) em destaque no texto. Essa conjunção estabelece um mesmo sentido, entre as ideias relacionadas nas orações independentes das frases. É CORRETO afirmar que o termo destacado (e), sem prejuízo do sentido do texto e da correção gramatical, pode ser substituído pela conjunção:
O mundo é grande
O mundo é grande e cabe Nesta janela sobre o mar. O mar é grande e cabe Na cama e no colchão de amar. O amor é grande e cabe No breve espaço de beijar.
Fonte: ANDRADE, C. D. Poesia e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1983. (adaptado).
O poema é formado por três frases interconectadas. Com relação à construção estilística, observa-se a mesma estrutura sintagmática em cada frase: orações coordenadas com o uso da mesma conjunção (e) em destaque no texto. Essa conjunção estabelece um mesmo sentido, entre as ideias relacionadas nas orações independentes das frases. É CORRETO afirmar que o termo destacado (e), sem prejuízo do sentido do texto e da correção gramatical, pode ser substituído pela conjunção:
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Leia o poema de Mário Quintana para responder
a questão.
Naqueles longes tempos, era ele vítima de um
cirurgião-dentista que, de repente, do outro lado da
sala do café, da outra extremidade do bonde, da
calçada oposta, lançava intempestivamente o seu
vozeirão:
- Como vai a poesia?
Todas as cabeças que se achavam de permeio
voltavam-se então para o Poeta. O poeta, nu,
desmascarado, em meio à multidão! Para evitar
esses atentados ao pudor, ele afinal descobriu um
meio: fazer a pergunta antes que o outro a fizesse.
Mal avistava o dentista, e antes que este erguesse
as trombetas de sua voz, que não lhe soavam
propriamente como as trombetas da Fama, mas
como as cornetas falhas da Difamação – bradava
alvissareiro o Poeta:
- Como vai o maçarico?!
As cabeças de permeio voltavam-se então
escandalizadas ou irônicas para o CirurgiãoDentista. Não porque fosse uma vergonha utilizar
esse útil instrumento, mas porque maçarico era
mesmo uma palavra muito engraçada, uma palavra
que rimava com a dança do sarapico-pico-pico e com
surubico. O resultado de tudo isso foi que os papéis
se inverteram: o dentista pegou medo do poeta.
Fonte: QUINTANA, M. Como vai a poesia? In: Sapo Amarelo. São
Paulo: Global, 2006. (adaptado).
Assinale a alternativa CORRETA. A expressão de permeio, destacada no texto, deve ser classificada morfologicamente, como:
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Leia o poema de Mário Quintana para responder
a questão.
Naqueles longes tempos, era ele vítima de um
cirurgião-dentista que, de repente, do outro lado da
sala do café, da outra extremidade do bonde, da
calçada oposta, lançava intempestivamente o seu
vozeirão:
- Como vai a poesia?
Todas as cabeças que se achavam de permeio
voltavam-se então para o Poeta. O poeta, nu,
desmascarado, em meio à multidão! Para evitar
esses atentados ao pudor, ele afinal descobriu um
meio: fazer a pergunta antes que o outro a fizesse.
Mal avistava o dentista, e antes que este erguesse
as trombetas de sua voz, que não lhe soavam
propriamente como as trombetas da Fama, mas
como as cornetas falhas da Difamação – bradava
alvissareiro o Poeta:
- Como vai o maçarico?!
As cabeças de permeio voltavam-se então
escandalizadas ou irônicas para o CirurgiãoDentista. Não porque fosse uma vergonha utilizar
esse útil instrumento, mas porque maçarico era
mesmo uma palavra muito engraçada, uma palavra
que rimava com a dança do sarapico-pico-pico e com
surubico. O resultado de tudo isso foi que os papéis
se inverteram: o dentista pegou medo do poeta.
Fonte: QUINTANA, M. Como vai a poesia? In: Sapo Amarelo. São
Paulo: Global, 2006. (adaptado).
Assinale a alternativa CORRETA. No trecho em destaque, a palavra “nu” é utilizada no sentido:
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Leia o poema de Mário Quintana para responder
a questão.
Naqueles longes tempos, era ele vítima de um
cirurgião-dentista que, de repente, do outro lado da
sala do café, da outra extremidade do bonde, da
calçada oposta, lançava intempestivamente o seu
vozeirão:
- Como vai a poesia?
Todas as cabeças que se achavam de permeio
voltavam-se então para o Poeta. O poeta, nu,
desmascarado, em meio à multidão! Para evitar
esses atentados ao pudor, ele afinal descobriu um
meio: fazer a pergunta antes que o outro a fizesse.
Mal avistava o dentista, e antes que este erguesse
as trombetas de sua voz, que não lhe soavam
propriamente como as trombetas da Fama, mas
como as cornetas falhas da Difamação – bradava
alvissareiro o Poeta:
- Como vai o maçarico?!
As cabeças de permeio voltavam-se então
escandalizadas ou irônicas para o CirurgiãoDentista. Não porque fosse uma vergonha utilizar
esse útil instrumento, mas porque maçarico era
mesmo uma palavra muito engraçada, uma palavra
que rimava com a dança do sarapico-pico-pico e com
surubico. O resultado de tudo isso foi que os papéis
se inverteram: o dentista pegou medo do poeta.
Fonte: QUINTANA, M. Como vai a poesia? In: Sapo Amarelo. São
Paulo: Global, 2006. (adaptado).
Assinale a alternativa CORRETA. No trecho, a expressão “Naqueles longes tempos”, refere-se a uma
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a questão.
Naqueles longes tempos, era ele vítima de um
cirurgião-dentista que, de repente, do outro lado da
sala do café, da outra extremidade do bonde, da
calçada oposta, lançava intempestivamente o seu
vozeirão:
- Como vai a poesia?
Todas as cabeças que se achavam de permeio
voltavam-se então para o Poeta. O poeta, nu,
desmascarado, em meio à multidão! Para evitar
esses atentados ao pudor, ele afinal descobriu um
meio: fazer a pergunta antes que o outro a fizesse.
Mal avistava o dentista, e antes que este erguesse
as trombetas de sua voz, que não lhe soavam
propriamente como as trombetas da Fama, mas
como as cornetas falhas da Difamação – bradava
alvissareiro o Poeta:
- Como vai o maçarico?!
As cabeças de permeio voltavam-se então
escandalizadas ou irônicas para o CirurgiãoDentista. Não porque fosse uma vergonha utilizar
esse útil instrumento, mas porque maçarico era
mesmo uma palavra muito engraçada, uma palavra
que rimava com a dança do sarapico-pico-pico e com
surubico. O resultado de tudo isso foi que os papéis
se inverteram: o dentista pegou medo do poeta.
Fonte: QUINTANA, M. Como vai a poesia? In: Sapo Amarelo. São
Paulo: Global, 2006. (adaptado).
I. O texto apresenta a sagacidade de um poeta para livrar-se da chacota de um dentista. II. O texto discorre sobre a relação conflituosa entre profissionais, na disputa por clientes. III. O texto revela que um poeta e um dentista faziam, costumeiramente, pilhérias em seus locais de trabalho. IV. O texto indica que um poeta e um dentista exibiam com orgulho as suas profissões, sendo considerados bons profissionais pela população.
Assinale a alternativa CORRETA.
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A Lei Nº 14.640, de 31 de julho de 2023, institui o
Programa Escola em Tempo Integral. Em seu
artigo segundo define o fundamento do programa.
Assinale a alternativa CORRETA que descreve
como a lei define o programa.
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A Constituição Federal de 1988, em seu artigo
208, trata da Educação Básica e suas
características. Assinale a alternativa que
descreve a Educação Básica conforme consta no
artigo citado.
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A Lei Nº 8.069/1990 (Estatuto da Criança e do
Adolescente – ECA) define em seu artigo 2º e seu
parágrafo único as idades, para efeitos desta Lei,
de criança e adolescente. Assinale a alternativa
que descreve a idade CORRETA contida no
Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA.
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A Constituição Federal de 1988 define em seu
artigo 206 os princípios que serão base para o
ensino. Assinale a alternativa que descreve
CORRETAMENTE o princípio que trata das ideias
pedagógicas.
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Assinale a alternativa INCORRETA. Nos termos
da Lei nº 2.998/2023, que dispõe sobre o Plano de
Cargos, Carreiras e Remunerações dos
Profissionais da Educação Básica do Município de
Palmas, são direitos dos profissionais da
educação básica:
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