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Foram encontradas 40 questões.

2036073 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Montividiu Norte-GO
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Ser bom professor não é um dom inato ou uma questão de jeito; requer conhecimentos da especialidade, que têm de ser aprendidos, e requer competências de ensino e relacionais, que são suscetíveis de serem desenvolvidas. Assumida a imprescindibilidade da formação psicológica de professores, levanta-se a questão de procurar saber quais as competências do professor eficaz. Para tanto, é esperado que o professor possua elevadas competências na matéria que ensina, bem como o conhecimento das estratégias de planificação dos conteúdos de ensino, atendendo ao nível de desenvolvimento dos seus alunos.

Competências várias são requeridas ao professor, com destaque para as seguintes:

Assinale a alternativa INCORRETA em relação às competências do professor.

 

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2036072 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Montividiu Norte-GO
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As categorias de comportamento verbal são definidas funcionalmente, a partir da identificação da fonte de controle envolvida e do efeito que provoca no ambiente, incluindo o comportamento de outra pessoa (Skinner, 1957). As principais categorias são:

I. Ecoico: são respostas verbais, vocais ou motoras (como no caso da Língua Brasileira de Sinais - Libras), sob controle de discriminativos verbais auditivos (ou visuais, como no caso da Libras) e mantidas por reforçadores sociais.

II. Ditado: pode ser compreendida como respostas verbais sob controle de estímulos discriminativos verbais visuais (um texto escrito) ou táteis (no caso de leituras em braile). Esse comportamento é mantido por reforçamento social. Para que o comportamento possa ser definido como textual, é necessário que a resposta mantenha correspondência funcional com o estímulo.

III. Autoclítico: são respostas verbais, vocais ou motoras que também são controladas pelo próprio comportamento verbal (antecedente, simultâneo ou concorrente) do emitente e que articulam, organizam ou modificam as respostas verbais que as controlam É importante enfatizar que essa categoria de comportamento verbal traz informações ou pistas sobre as relações de controle e elementos de força do comportamento

IV. Textual: são respostas motoras geralmente controladas por discriminativos sonoros e com consequências sociais. No ditado, há uma identidade funcional entre as características sonoras do estímulo-modelo (discriminativo) e as visuais resultantes da resposta motora.

V. Tato: são respostas verbais sob controle de estímulos discriminativos não verbais do ambiente e mantidas por consequências sociais. Os discriminativos relacionados ao controle do tato podem ser objetos, lugares, animais, pessoas, acontecimentos, sensações, lembranças, isto é, mudanças no campo sensorial (visual, auditivo, tátil, proprioceptivo, interceptivo etc.) do emitente. Para exemplificar essa categoria, podemos citar a nomeação de pessoas, lugares, objetos, propriedades do ambiente e relatos de eventos ocorridos

É CORRETO afirmar que:

 

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2036071 Ano: 2021
Disciplina: Pedagogia
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Montividiu Norte-GO
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As principais características da Ciência Moderna e Contemporânea são:

Assinale a alternativa CORRETA:

 

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2035790 Ano: 2021
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Montividiu Norte-GO
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Sobre os direitos e deveres individuais e coletivos, presentes na Constituição Federal, assinale a alternativa correta:

I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição.

II - ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei.

III - ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante.

IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo garantido o anonimato.

 

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2035789 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Montividiu Norte-GO
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Leia o texto e responda as questões de 08 a 10

Enunciado 2035789-1

A variedade linguística presente nas respostas da criança é predominantemente:

 

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2035788 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Montividiu Norte-GO
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Leia o texto e responda as questões de 08 a 10

Enunciado 2035788-1

A crítica social apresentada na tirinha denuncia principalmente a:

 

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2035787 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Montividiu Norte-GO
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Leia o texto e responda as questões de 01 a 07


Pós virtual deve tornar relativo o valor de cursos tradicionais

Vinicius Torres Freire - Colunista da Folha 28 jan.2018 às 2h00


Quem faz mestrado ou doutorado acaba por ganhar mais do que um graduado no ensino superior na média, é sempre bom lembrar. Mas a anunciada revolução da automação, da inteligência artificial e da robótica dá o que pensar: agora é o caso de se especializar no quê? Para complicar, a tecnologia modifica os ritmos e as necessidades de especialização. Cursos virtuais, de duração variada e outros tipos de formação devem tornar relativo ou talvez logo obsoleto o valor de uma pós-graduação. Diante da incerteza, ficar paralisado de ansiedade não é obviamente uma saída

O ajuste de economia e sociedade a uma revolução tecnológica pode ser lento e doloroso. Pode haver desemprego crônico para muitas categorias de trabalhadores, como aconteceu na "era das revoluções" na Europa; pode cair a participação dos salários na renda nacional, em favor do capital. Não está nem de longe certo, porém, que o cenário será de catástrofe. Enfim, do ponto de vista individual, é possível navegar no meio da tormenta.

A automação vai criar novos tipos de tarefas, como ocorre desde o século 18. Pode criar oportunidades para quem faz a comunicação ("interface") dos serviços automatizados com o restante do público (além de emprego para criadores e gerentes dessas tecnologias, claro).

As manufaturas serão ainda mais mecanizadas, como tem acontecido faz quase 250 anos. Organização de informação, logística e estoques, contabilidade, serviços financeiros básicos, tradução, reconhecimento de padrões, previsões estatísticas elementares, construção civil e diagnósticos legais e médicos estão sendo automatizados. Mas alguém terá de "treinar" esses sistemas artificiais, comunicar seus resultados a pessoas, cuidar de seus efeitos humanos e éticos, consertar e aperfeiçoar máquinas ou criar novos usos para robôs virtuais ou mecânicos, como contam Daron Acemoglu e Pascual Restrepo em artigo sobre como pensar a revolução econômica ("Artificial Intelligence, Automation and Work", 2018, na internet).

Devem surgir mais atividades a exigir raciocínio complexo, decisão em situações ambivalentes, comparações, solução abstrata de problemas, negociação, mediação. Ou em serviços que envolvam atividade física, empatia e comunicação, como em entretenimento ou cuidados especializados de educação. E daí? É possível tirar alguma conclusão para a pós-graduação que se pretende fazer no ano que vem? Difícil, claro. Mas a própria automatização mostra caminhos.

O treinamento quantitativo (matemática, em português claro) pode ajudar a navegar nesse novo universo, mesmo que você jamais venha a ser engenheiro, programador, matemático ou analista de big data. Vai fazer diferença ter conhecimento técnico de sistemas de computação, de máquinas inteligentes e de tratamento de dados, o bastante ao menos para gerenciá-los ou pensar suas potencialidades nos negócios. Esse treinamento permite que se faça a ponte entre o mundo ultratécnico e outras atividades humanas e profissionais. Além do mais, melhor ter uma formação que facilite novos aprendizados adiante. Uma base quantitativa pode ser relevante.

Aprender a trabalhar com o que está bem fora do núcleo da revolução técnica é uma alternativa. Isto é, dedicar-se àquelas atividades como serviços que envolvam simultaneamente presença física, empatia e comunicação, diga-se outra vez. O que está fadado ao fim ou a pagar pouco é a atividade mecânica, rotineira, padronizada.

O mero fato de se dedicar a uma pós-graduação "sinaliza", como dizem os economistas, a capacidade de se esforçar. Mas esse efeito talvez entre em declínio. Mais importante, talvez, seja: a) estudar aquilo que lhe dê fundamentos sólidos para aprender mais, mais tarde; b) preparar-se para o trabalho fora do núcleo tecnológico da revolução, ou: c) mergulhar no olho do furacão e se tornar um especialista da área.

FREIRE,V.T. Pós virtual deve tornar relativo o valor de cursos tradicionais. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2018/01/1953329-o-que-se-ganha-com-uma-pos.shtml>.. Acesso em: 04 nov. 2019

Em “O treinamento quantitativo (matemática, em português claro) pode ajudar a navegar nesse novo universo, mesmo que você jamais venha a ser engenheiro, programador, matemático ou analista de big data.”, a expressão conjuntiva destacada exerce a mesma função concessiva que:

 

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2035786 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Montividiu Norte-GO
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Leia o texto e responda as questões de 01 a 07


Pós virtual deve tornar relativo o valor de cursos tradicionais

Vinicius Torres Freire - Colunista da Folha 28 jan.2018 às 2h00


Quem faz mestrado ou doutorado acaba por ganhar mais do que um graduado no ensino superior na média, é sempre bom lembrar. Mas a anunciada revolução da automação, da inteligência artificial e da robótica dá o que pensar: agora é o caso de se especializar no quê? Para complicar, a tecnologia modifica os ritmos e as necessidades de especialização. Cursos virtuais, de duração variada e outros tipos de formação devem tornar relativo ou talvez logo obsoleto o valor de uma pós-graduação. Diante da incerteza, ficar paralisado de ansiedade não é obviamente uma saída

O ajuste de economia e sociedade a uma revolução tecnológica pode ser lento e doloroso. Pode haver desemprego crônico para muitas categorias de trabalhadores, como aconteceu na "era das revoluções" na Europa; pode cair a participação dos salários na renda nacional, em favor do capital. Não está nem de longe certo, porém, que o cenário será de catástrofe. Enfim, do ponto de vista individual, é possível navegar no meio da tormenta.

A automação vai criar novos tipos de tarefas, como ocorre desde o século 18. Pode criar oportunidades para quem faz a comunicação ("interface") dos serviços automatizados com o restante do público (além de emprego para criadores e gerentes dessas tecnologias, claro).

As manufaturas serão ainda mais mecanizadas, como tem acontecido faz quase 250 anos. Organização de informação, logística e estoques, contabilidade, serviços financeiros básicos, tradução, reconhecimento de padrões, previsões estatísticas elementares, construção civil e diagnósticos legais e médicos estão sendo automatizados. Mas alguém terá de "treinar" esses sistemas artificiais, comunicar seus resultados a pessoas, cuidar de seus efeitos humanos e éticos, consertar e aperfeiçoar máquinas ou criar novos usos para robôs virtuais ou mecânicos, como contam Daron Acemoglu e Pascual Restrepo em artigo sobre como pensar a revolução econômica ("Artificial Intelligence, Automation and Work", 2018, na internet).

Devem surgir mais atividades a exigir raciocínio complexo, decisão em situações ambivalentes, comparações, solução abstrata de problemas, negociação, mediação. Ou em serviços que envolvam atividade física, empatia e comunicação, como em entretenimento ou cuidados especializados de educação. E daí? É possível tirar alguma conclusão para a pós-graduação que se pretende fazer no ano que vem? Difícil, claro. Mas a própria automatização mostra caminhos.

O treinamento quantitativo (matemática, em português claro) pode ajudar a navegar nesse novo universo, mesmo que você jamais venha a ser engenheiro, programador, matemático ou analista de big data. Vai fazer diferença ter conhecimento técnico de sistemas de computação, de máquinas inteligentes e de tratamento de dados, o bastante ao menos para gerenciá-los ou pensar suas potencialidades nos negócios. Esse treinamento permite que se faça a ponte entre o mundo ultratécnico e outras atividades humanas e profissionais. Além do mais, melhor ter uma formação que facilite novos aprendizados adiante. Uma base quantitativa pode ser relevante.

Aprender a trabalhar com o que está bem fora do núcleo da revolução técnica é uma alternativa. Isto é, dedicar-se àquelas atividades como serviços que envolvam simultaneamente presença física, empatia e comunicação, diga-se outra vez. O que está fadado ao fim ou a pagar pouco é a atividade mecânica, rotineira, padronizada.

O mero fato de se dedicar a uma pós-graduação "sinaliza", como dizem os economistas, a capacidade de se esforçar. Mas esse efeito talvez entre em declínio. Mais importante, talvez, seja: a) estudar aquilo que lhe dê fundamentos sólidos para aprender mais, mais tarde; b) preparar-se para o trabalho fora do núcleo tecnológico da revolução, ou: c) mergulhar no olho do furacão e se tornar um especialista da área.

FREIRE,V.T. Pós virtual deve tornar relativo o valor de cursos tradicionais. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2018/01/1953329-o-que-se-ganha-com-uma-pos.shtml>.. Acesso em: 04 nov. 2019

O trecho do texto que apresenta uma expressão empregada em sentido figurado é:

 

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2136571 Ano: 2021
Disciplina: Matemática
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Montividiu Norte-GO
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Numa cultura de bactérias existem no início 10.000 bactérias presentes e a quantidade, depois de t minutos, é de . Após 10 minutos, a quantidade de bactérias nessa cultura será:

Questão Anulada

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2136570 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: GANZAROLI
Orgão: Pref. Montividiu Norte-GO
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Leia o texto e responda as questões de 01 a 07


Pós virtual deve tornar relativo o valor de cursos tradicionais

Vinicius Torres Freire - Colunista da Folha 28 jan.2018 às 2h00


Quem faz mestrado ou doutorado acaba por ganhar mais do que um graduado no ensino superior na média, é sempre bom lembrar. Mas a anunciada revolução da automação, da inteligência artificial e da robótica dá o que pensar: agora é o caso de se especializar no quê? Para complicar, a tecnologia modifica os ritmos e as necessidades de especialização. Cursos virtuais, de duração variada e outros tipos de formação devem tornar relativo ou talvez logo obsoleto o valor de uma pós-graduação. Diante da incerteza, ficar paralisado de ansiedade não é obviamente uma saída

O ajuste de economia e sociedade a uma revolução tecnológica pode ser lento e doloroso. Pode haver desemprego crônico para muitas categorias de trabalhadores, como aconteceu na "era das revoluções" na Europa; pode cair a participação dos salários na renda nacional, em favor do capital. Não está nem de longe certo, porém, que o cenário será de catástrofe. Enfim, do ponto de vista individual, é possível navegar no meio da tormenta.

A automação vai criar novos tipos de tarefas, como ocorre desde o século 18. Pode criar oportunidades para quem faz a comunicação ("interface") dos serviços automatizados com o restante do público (além de emprego para criadores e gerentes dessas tecnologias, claro).

As manufaturas serão ainda mais mecanizadas, como tem acontecido faz quase 250 anos. Organização de informação, logística e estoques, contabilidade, serviços financeiros básicos, tradução, reconhecimento de padrões, previsões estatísticas elementares, construção civil e diagnósticos legais e médicos estão sendo automatizados. Mas alguém terá de "treinar" esses sistemas artificiais, comunicar seus resultados a pessoas, cuidar de seus efeitos humanos e éticos, consertar e aperfeiçoar máquinas ou criar novos usos para robôs virtuais ou mecânicos, como contam Daron Acemoglu e Pascual Restrepo em artigo sobre como pensar a revolução econômica ("Artificial Intelligence, Automation and Work", 2018, na internet).

Devem surgir mais atividades a exigir raciocínio complexo, decisão em situações ambivalentes, comparações, solução abstrata de problemas, negociação, mediação. Ou em serviços que envolvam atividade física, empatia e comunicação, como em entretenimento ou cuidados especializados de educação. E daí? É possível tirar alguma conclusão para a pós-graduação que se pretende fazer no ano que vem? Difícil, claro. Mas a própria automatização mostra caminhos.

O treinamento quantitativo (matemática, em português claro) pode ajudar a navegar nesse novo universo, mesmo que você jamais venha a ser engenheiro, programador, matemático ou analista de big data. Vai fazer diferença ter conhecimento técnico de sistemas de computação, de máquinas inteligentes e de tratamento de dados, o bastante ao menos para gerenciá-los ou pensar suas potencialidades nos negócios. Esse treinamento permite que se faça a ponte entre o mundo ultratécnico e outras atividades humanas e profissionais. Além do mais, melhor ter uma formação que facilite novos aprendizados adiante. Uma base quantitativa pode ser relevante.

Aprender a trabalhar com o que está bem fora do núcleo da revolução técnica é uma alternativa. Isto é, dedicar-se àquelas atividades como serviços que envolvam simultaneamente presença física, empatia e comunicação, diga-se outra vez. O que está fadado ao fim ou a pagar pouco é a atividade mecânica, rotineira, padronizada.

O mero fato de se dedicar a uma pós-graduação "sinaliza", como dizem os economistas, a capacidade de se esforçar. Mas esse efeito talvez entre em declínio. Mais importante, talvez, seja: a) estudar aquilo que lhe dê fundamentos sólidos para aprender mais, mais tarde; b) preparar-se para o trabalho fora do núcleo tecnológico da revolução, ou: c) mergulhar no olho do furacão e se tornar um especialista da área.

FREIRE,V.T. Pós virtual deve tornar relativo o valor de cursos tradicionais. Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/educacao/2018/01/1953329-o-que-se-ganha-com-uma-pos.shtml>.. Acesso em: 04 nov. 2019

O principal recurso utilizado pelo autor para defender sua tese é o/a:

Questão Anulada

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