Quando a ocupação do alvo não acompanha
diretamente a concentração livre por cinética lenta de
dissociação, a eficácia relaciona-se ao tempo de
residência e à farmacologia persistente. Em cenários de
alvos reciclantes e turnover rápido, a tradução PK/PD
exige métricas além de Cmax/AUC. Qual proposição
reflete o desenho e a inferência mais apropriados para
tal condição?
Modelos PBPK que integram inibição
competitiva de OATP1B1/1B3 e BCRP podem
superestimar AUC sistêmica quando a fração de
eliminação biliar não é corretamente parametrizada,
sobretudo em compostos com extração intermediária,
alta ligação plasmática e metabolismo misto.
Considerando desenhos de estudo e calibração de
parâmetros, qual proposição sintetiza a estratégia mais
robusta para inferir o impacto clínico da inibição?
A LGPD (Lei 13.709/2018) exige princípios de
finalidade, minimização e transparência, além de
controles técnicos/administrativos: autenticação forte,
perfis de acesso, registros de auditoria, criptografia em
trânsito/repouso, gestão de incidentes e privacidade
desde a concepção. Qual implementação atende a
esses requisitos?
O compêndio SHEA 2022 e documentos
CDC/NHSN enfatizam pacote centrado em: elevação da
cabeceira, higiene oral com escovação diária, tubos
com aspiração subglótica, minimização de sedação
com testes de respiração espontânea, manutenção
adequada da pressão do cuff e evitar trocas rotineiras
de circuito. Qual sequência operacional está mais
alinhada?
Os Core Elements do CDC destacam liderança,
responsabilidade, ação, rastreio/relato e educação; na
linha de frente, a enfermagem contribui verificando
alergias/indicação, culturas antes da primeira dose,
documentação de duração/indicação, time-out 48–72 h,
IV-VO, monitorização de eventos e comunicação
interprofissional. Qual plano assistencial correto?
O guia internacional EPUAP/NPIAP/PPPIA
(2019) recomenda avaliação estruturada de risco (p.ex.,
Braden), reposicionamento individualizado, superfícies
de suporte, manejo de umidade/nutrição, mobilização
precoce e curativos profiláticos sobre
proeminências/dispositivos, desencorajando anéis de
borracha e fricção. Qual protocolo reflete este
arcabouço?
Recomendações ASPEN/ESPEN apoiam
confirmação inicial do posicionamento, cabeceira 30–
45°, início precoce quando indicado, avaliação clínica
contínua de tolerância e manejo de GRV com critérios
padronizados; quando monitorado, muitos consensos
sugerem segurar oferta apenas se GRV >500 mL,
associando medidas como pró-cinético e reavaliação
diária. À luz dessas diretrizes, qual sequência
operacional está mais alinhada?
A OMS recomenda cuidado centrado na
pessoa, controle proporcional de sintomas e decisão
compartilhada; no Brasil, CFM 1.995/2012 normatiza
Diretivas Antecipadas de Vontade e o COFEN 564/2017
sustenta princípios éticos da enfermagem. Qual
conjunto de ações melhor traduz esse arcabouço?
A NRP 8ª ed. (AAP/AHA) e o consenso AHA
2020 destacam: aquecer, posicionar, secar/estimular,
avaliar respiração/FC, iniciar VPP com ar ambiente em
termo, usar oximetria pré-ductal e titrar O₂ conforme
metas. Qual sequência inicial está correta?