Recomendações ASPEN/ESPEN apoiam
confirmação inicial do posicionamento, cabeceira 30–
45°, início precoce quando indicado, avaliação clínica
contínua de tolerância e manejo de GRV com critérios
padronizados; quando monitorado, muitos consensos
sugerem segurar oferta apenas se GRV >500 mL,
associando medidas como pró-cinético e reavaliação
diária. À luz dessas diretrizes, qual sequência
operacional está mais alinhada?