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Foram encontradas 990 questões.

598129 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Ji-Paraná-RO
Renata foi ao cinema com seu filho e anotou todas as despesas na tabela a seguir:
enunciado 598131-1

Se ela gastou um total de R$ 86,00, o valor de cada doce, foi:
 

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598125 Ano: 2018
Disciplina: Pedagogia
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Ji-Paraná-RO
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A LDBEN estabelece que a frequência na Educação Infantil é controlada pela instituição de educação pré-escolar, sendo exigido do aluno a frequência mínima de:
 

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598120 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Ji-Paraná-RO
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Uma pizzaria serve uma pizza circular gigante dividida em oito fatias, com borda de catupiry na circunferência externa, medindo 15 cm a borda de cada fatia.
O valor da área dessa pizza é:
Adote π = 3
 

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598119 Ano: 2018
Disciplina: Estatística
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Ji-Paraná-RO

Em uma pesquisa a média aritmética das idades de um grupo com 21 agentes é 30 anos. No dia seguinte, Paulo se aposentou aos 70 anos e deixou o grupo.

Depois da aposentadoria de Paulo, a média aritmética das idades, em anos, do restante dos agentes será:

 

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598118 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Ji-Paraná-RO
Um grupo de amigos distribuiu certa quantidade de doces entre os alunos de uma turma. Se cada aluno receber cinco doces, sobrarão 25 doces para serem distribuídos. Para cada aluno receber seis doces serão necessários mais 50 doces.
O número de alunos dessa turma era:
 

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598117 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Ji-Paraná-RO

Texto para responder à questão.

Escrever

Eu disse uma vez que escrever é uma maldição. Não me lembro por que exatamente eu o disse, e com sinceridade. Hoje repito: é uma maldição, mas uma maldição que salva.

Não estou me referindo muito a escrever para jornal. Mas escrever aquilo que eventualmente pode se transformar num conto ou num romance. É uma maldição porque obriga e arrasta como um vício penoso do qual é quase impossível se livrar, pois nada o substitui. E é uma salvação.

Salva a alma presa, salva a pessoa que se sente inútil, salva o dia que se vive e que nunca se entende a menos que se escreva. Escrever é procurar entender, é procurar reproduzir o irreproduzível, é sentir até o último fim o sentimento que permaneceria apenas vago e sufocador. Escrever é também abençoar uma vida que não foi abençoada.

Que pena que só sei escrever quando espontaneamente a “coisa” vem. Fico assim à mercê do tempo. E, entre um verdadeiro escrever e outro, podem-se passar anos.

Me lembro agora com saudade da dor de escrever livros.

Clarice Lispector. A descoberta do mundo, 1999. (Adaptado)

Em "Hoje repito: é uma maldição, mas uma maldição que salva.” os dois-pontos:
 

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Como não ser feliz

Nós não nascemos pra ser felizes. Isso é uma descoberta, um anseio recente

A moça aproximou-se após esperar alguns minutos na fila da tarde de autógrafos na livraria e disparou, com um sorriso entredentes, á queima-roupa:

-Você é feliz? Respondi, afável mas secamente:

- Não!

- Jura? Não acredito!

A essa altura, começava a pensar, pelo teor da conversa, tratar-se de pura gozação. Mas vi que era a sério quando ela tascou: - Você passa a impressão de que é bem feliz... Pedi breve licença às pessoas na fila. E avancei no debate:

- Veja, nós não nascemos pra ser felizes. Isso é uma descoberta, um anseio recente. Há 200 anos, tudo que as pessoas queriam era sobreviver, chegar aos 30 anos... No começo dos tempos, você acha que o homem tinha tempo pra pensar em felicidade enquanto fugia dos dinossauros e outras ameaças? Ela ficou parada, certamente surpresa com argumento tão inusitado. Continuei:

- Quantas “pessoas felizes” você conhece?

- Não muitas - ela respondeu, já um tanto desolada.

- Eu não conheço nenhuma - sentenciei, quase amargo.

Ela riu um riso sem graça.Aliviei um pouco.

- O que acontece é que algumas pessoas são bem resolvidas com seu trabalho, têm uma vida familiar relativamente tranquila. Essas pessoas talvez pareçam felizes, não demonstram amargura com a vida. E talvez eu seja uma delas. Prefiro acreditar nisso.

Ela balançou a cabeça, resignada. E eu, concluindo meu pensamento:

- “Ser feliz” hoje em dia tem mais a ver com poder financeiro, desejos de consumo sem-fim, que com qualquer outra coisa. Mas pense comigo: se você não vive desesperadamente pelo dinheiro, não tem sonhos impossíveis, fica mais fácil viver, mais fluente, mais tranquilo.

A essa altura eu já me sentia protagonista da palestra “Lair Ribeiro para jovens que sonham com a felicidade”. Só que às avessas, ensinando não como ser feliz, mas como não ser.

- Se você dedica mais tempo ao lúdico e vive menos pressionado pela corrida do ouro que virou nosso tempo, você terá mais tempo para o que importa. Isso, talvez, seja felicidade, vai saber.

- É, mas... e o dinheiro? - ela retrucou, mostrando não sertão avoada assim.

- Se nos satisfizéssemos em ganhar apenas o necessário para viver bem, confortavelmente, sem sacrifícios, seria ótimo. Mas nossa natureza sempre pede m a is . E isso torna as pessoas bastante infelizes, viram escravas do dinheiro...

A fila já chiava, por conta da espera, interrompida por esse debate misterioso, para o qual os demais não foram convidados. Ainda ilustrei rapidamente, para finalizar, com um filme argentino obscuro que o vi há algum tempo, uma espécie de comédia surreal e filosófica em que dois funcionários de uma companhia elétrica ou de esgotos vagam pela cidade, vivendo situações estranhas e mesmo delirantes. Em dado momento, um fala ao outro: “Preciso ir, tenho que dormir, estou muito cansado.” Ao que o outro diz: “Ok, nos encontramos às sete então?” E o primeiro diz: “Não, preciso dormir pelo menos oito horas, senão não descanso.” O outro contra-ataca: “Essa história de dormir oito horas por dia é uma invenção burguesa. Você acha que no tempo das guerras as pessoas pensavam nisso? Na Idade Média, você acha que alguém dormia oito horas por dia?” O outro fica sem palavras.

Para arrematar nossa conversa, disse-lhe:

- É a mesma coisa. Um guerreiro assírio não devia pensar em felicidade, apenas em sobreviver à próxima guerra. Assim é que deveríamos pensar, em sobreviver à próxima guerra. E só.

Sorri. Ela também sorriu.

- Fiquei muito feliz de ter você aqui nesta tarde - ainda lhe disse (enfatizando a palavra feliz) à guisa de ironia, mas não sem verdade.

BALEIRO , Zeca. Como não ser feliz. Isto É, dez.2012. Disponível em http://istoe.com.br (Adaptado)

No contexto, o sentido das palavras destacadas em “- Eu não conheço nenhuma - SENTENCIEI, quase AMARGO.” equivale, correta e respectivamente, ao de:
 

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Como não ser feliz

Nós não nascemos pra ser felizes. Isso é uma descoberta, um anseio recente

A moça aproximou-se após esperar alguns minutos na fila da tarde de autógrafos na livraria e disparou, com um sorriso entredentes, á queima-roupa:

-Você é feliz? Respondi, afável mas secamente:

- Não!

- Jura? Não acredito!

A essa altura, começava a pensar, pelo teor da conversa, tratar-se de pura gozação. Mas vi que era a sério quando ela tascou: - Você passa a impressão de que é bem feliz... Pedi breve licença às pessoas na fila. E avancei no debate:

- Veja, nós não nascemos pra ser felizes. Isso é uma descoberta, um anseio recente. Há 200 anos, tudo que as pessoas queriam era sobreviver, chegar aos 30 anos... No começo dos tempos, você acha que o homem tinha tempo pra pensar em felicidade enquanto fugia dos dinossauros e outras ameaças? Ela ficou parada, certamente surpresa com argumento tão inusitado. Continuei:

- Quantas “pessoas felizes” você conhece?

- Não muitas - ela respondeu, já um tanto desolada.

- Eu não conheço nenhuma - sentenciei, quase amargo.

Ela riu um riso sem graça.Aliviei um pouco.

- O que acontece é que algumas pessoas são bem resolvidas com seu trabalho, têm uma vida familiar relativamente tranquila. Essas pessoas talvez pareçam felizes, não demonstram amargura com a vida. E talvez eu seja uma delas. Prefiro acreditar nisso.

Ela balançou a cabeça, resignada. E eu, concluindo meu pensamento:

- “Ser feliz” hoje em dia tem mais a ver com poder financeiro, desejos de consumo sem-fim, que com qualquer outra coisa. Mas pense comigo: se você não vive desesperadamente pelo dinheiro, não tem sonhos impossíveis, fica mais fácil viver, mais fluente, mais tranquilo.

A essa altura eu já me sentia protagonista da palestra “Lair Ribeiro para jovens que sonham com a felicidade”. Só que às avessas, ensinando não como ser feliz, mas como não ser.

- Se você dedica mais tempo ao lúdico e vive menos pressionado pela corrida do ouro que virou nosso tempo, você terá mais tempo para o que importa. Isso, talvez, seja felicidade, vai saber.

- É, mas... e o dinheiro? - ela retrucou, mostrando não sertão avoada assim.

- Se nos satisfizéssemos em ganhar apenas o necessário para viver bem, confortavelmente, sem sacrifícios, seria ótimo. Mas nossa natureza sempre pede m a is . E isso torna as pessoas bastante infelizes, viram escravas do dinheiro...

A fila já chiava, por conta da espera, interrompida por esse debate misterioso, para o qual os demais não foram convidados. Ainda ilustrei rapidamente, para finalizar, com um filme argentino obscuro que o vi há algum tempo, uma espécie de comédia surreal e filosófica em que dois funcionários de uma companhia elétrica ou de esgotos vagam pela cidade, vivendo situações estranhas e mesmo delirantes. Em dado momento, um fala ao outro: “Preciso ir, tenho que dormir, estou muito cansado.” Ao que o outro diz: “Ok, nos encontramos às sete então?” E o primeiro diz: “Não, preciso dormir pelo menos oito horas, senão não descanso.” O outro contra-ataca: “Essa história de dormir oito horas por dia é uma invenção burguesa. Você acha que no tempo das guerras as pessoas pensavam nisso? Na Idade Média, você acha que alguém dormia oito horas por dia?” O outro fica sem palavras.

Para arrematar nossa conversa, disse-lhe:

- É a mesma coisa. Um guerreiro assírio não devia pensar em felicidade, apenas em sobreviver à próxima guerra. Assim é que deveríamos pensar, em sobreviver à próxima guerra. E só.

Sorri. Ela também sorriu.

- Fiquei muito feliz de ter você aqui nesta tarde - ainda lhe disse (enfatizando a palavra feliz) à guisa de ironia, mas não sem verdade.

BALEIRO , Zeca. Como não ser feliz. Isto É, dez.2012. Disponível em http://istoe.com.br (Adaptado)

A frase, a seguir, que exemplifica o emprego da vírgula por inserção de um segmento entre sujeito e verbo é:
 

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598113 Ano: 2018
Disciplina: Fisioterapia
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Ji-Paraná-RO
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Observe as afirmativas a seguir sobre fisioterapia respiratória nas doenças pulmonares e assinale a alternativa correta.
 

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598111 Ano: 2018
Disciplina: Farmácia
Banca: IBADE
Orgão: Pref. Ji-Paraná-RO
Provas:
É importante que os ambientes da farmácia sejam integrados à Unidade de Saúde, próximos entre si e destinados exclusivamente às atividades do setor farmacêutico. Conforme o Manual de Estruturação Física das Unidades de Saúde (BRASIL, 2008), são sugeridos dois modelos para as farmácias nos ambientes das Unidades de Saúde, devendo um destes modelos apresentar apenas área para:
 

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