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1374082
Ano: 2009
Disciplina: Odontologia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Odontologia
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Assinale a alternativa INCORRETA quanto à função da saliva:
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Uma gestante na 36ª semana de gravidez evolui com edema de membros inferiores e tem Pressão Arterial de 145 x 90 mmHg. Não apresenta queixa alguma, exceto que havia percebido maior edema nos membros inferiores.
A avaliação mais CORRETA do caso seria:
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Em outubro de 1987, morre a tia da menina Leide das Neves, uma das primeiras vítimas do Césio 137. Sabe-se que ela recebeu uma grande quantidade de radiação corpo todo (acima de 1000 Rem).
O que deve ter ocorrido com a vítima?
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Em avaliação de rotina de um paciente de 64 anos de idade, tabagista e etilista, foi detectada ao hemograma uma anemia, com hemoglobina de 10,5 g%. Os outros achados ao hemograma são: Global de leucócitos de 8.500 com diferencial normal
Plaquetas de 475.000 (VR = 150.000 a 450.000)
VCM = 60fl (VR = 80 a 100 fl)
CHCM = 28 g\dl (VR = 31 a 36 g\dl)
HCM = 24 pg (VR = 26 a 34 pg)
Das opções abaixo, qual a principal hipótese diagnóstica para a anemia deste paciente?
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Sabe-se que os raios X podem interagir com a matéria encontrada na sua trajetória. Qual o efeito caracterizado pela energia do fóton incidente menor que a energia de ligação dos elétrons?
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1373575
Ano: 2009
Disciplina: Psiquiatria
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Psiquiatria
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Com relação ao texto: Pessoas e bens: sobre a cidadania dos curatelados, de Pedro Gabriel Delgado, podemos afirmar, EXCETO:
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Haesbaert (2004:337) cita Milton Santos para explicar os reflexos do “meio técnico-científico informacional” contemporâneo.
Neste contexto, é INCORRETO afirmar:
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Atente para o fragmento da introdução, por Ângela Kleiman, aos artigos constitutivos do livro “Gêneros Textuais e Ensino” (org. DIONÍSIO, Ângela Paiva et alii):
“A proposta dos PCN de fundamentar o ensino da língua materna, tanto oral quanto escrita, nos gêneros do discurso, desencadeou uma relevante e significativa atividade de pesquisa visando, primeiro, descrever uma diversidade considerável de gêneros a partir dos heterogêneos textos que os atualizam e, segundo, apresentar sugestões didáticas para o uso dos textos enquanto exemplares e fonte de referência de um determinado gênero. Ambos são objetivos louváveis – tanto o linguístico-discursivo como o educacional – , que contribuem para tornar uma tarefa sempre presente no cotidiano do professor – como escolher um “bom” texto – numa atividade menos ambígua, menos árdua, menos onerosa. Ao contrário do que geralmente acontece com novas propostas impostas pelos órgãos governamentais, devido ao interesse teórico da noção de gênero, a concretização da proposta dos parâmetros nacionais pode não vir a se constituir em mais uma exigência e uma sobrecarga feitas a um profissional já demais exigido e sobrecarregado”. (p.7)
Considerando o ponto de vista de Kleiman, é correto afirmar, EXCETO:
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O Amor seja Sincero
A transparência é um dos mais valiosos pontos de equilíbrio e de referência nos desdobramentos de processos institucionais e no estabelecimento sadio de relações interpessoais. Nos âmbitos internacional e institucional, nos processos de controladoria e na prática das auditorias, fica claro o quanto é ouro a transparência, que, comprometida, qual seja o nível, os prejuízos são enormes. Entre os maiores comprometimentos está a conduta pessoal não transparente no manuseio de coisas, no estabelecimento dos relacionamentos e no exercício de responsabilidades. Trata-se de um comprometimento tão grave que não poupa nenhuma das instituições - políticas, governamentais, privadas ou religiosas - de grandes dificuldades, levando-as ao fracasso ou à incompetência no atendimento de seus propósitos, finalidades e missão.
Considerando-se a pessoa, sua autoridade, o desenvolvimento de seu potencial de liderança e o bem que pode fazer, tudo é proporcional à capacidade de ser transparente. No entanto, não é tão simples. O descartável da configuração contemporânea está temperando o desafio de ser transparente, aportando riscos sempre mais graves para o presente e futuro da sociedade e da humanidade. Há sempre um comprometimento da transparência, seja pela fluidez na personalidade, por comprometimentos na estrutura do próprio caráter, por conveniências e, mais grave, por perversidades que nascem do desejo de poder e do apego ao dinheiro.
É triste observar o que está se tornando configuração cultural pela prática da mentira. Esta tem sido um forte contraponto, minando a grandeza e a nobreza da transparência, qualidades estas que se conquistam com um permanente exercício e por meio de disciplina, que diariamente deve corrigir vícios e relativizações perigosas quanto à palavra pronunciada, ações efetivadas e sinceridade em todos os atos, sem deixar de considerar aqueles de menor monta social e política, os domésticos e rotineiros. A preciosidade da transparência é uma construção e uma conquista. Não é um produto pronto, disponível em lojas e supermercados. Seu lugar é a interioridade, a personalidade, o caráter, a capacidade de participar de processos com lisura e dignidade. O apóstolo Paulo, dirigindo-se em Carta aos Romanos, conhecedor deste desafio que aflige a humanidade e envenena o seu percurso, recomenda a sinceridade no amor: “O amor seja sincero. Detestai o mal, apegai-vos ao bem” (Rm 12,9). O amor sincero é apreço pela verdade.
Há um compromisso prioritário e irrenunciável que é não comprometer a verdade por uma visão interesseira ou adulterada. Há um poder, com o uso da palavra, que está ao alcance de todos. O controle mais eficaz é a própria consciência e o uso adequado da liberdade. É comum a adulteração da verdade no uso da palavra, quando se espalha uma leitura distorcida da realidade e se avalia de maneira estreitada uma circunstância ou uma conduta. Hoje, é sempre maior o risco de comprometimentos da verdade e, consequentemente, do amor sincero, em razão da necessidade de assegurar, nas questões maiores ou rotineiras, um voto para si, especialmente quando se trata de cuidar da própria imagem. Compreendeu-se que a tentativa de manipulação da verdade é mais rentável. Está sendo travada uma luta insana em se tratando da apropriação autoritária e uniforme da palavra. É uma clara pretensão de poder que precisa ser permanentemente desmontada sob pena de totalitarismos, manipulações e prejuízos grandes para a vida da humanidade.
A liberdade do uso da palavra tem recebido balizamentos nas legislações exatamente para que se tenha clareza a respeito dos limites e implicações do seu uso. Do contrário, as sociedades continuarão reféns dos poderosos, dos ditadores, dos iconoclastas e dos mentirosos. Por isso, toda consciência amante da verdade é chamada à dupla tarefa de vigilância e denúncia crítica. Este é um compromisso determinante da consciência cristã. Paulo apóstolo também recorda, escrevendo aos Gálatas, que “para a liberdade Cristo nos libertou”. É a liberdade da verdade que liberta e que põe o cristão em alerta diante de qualquer concessão ativa ou passiva à mentira.
Cada cidadão tem uma grande responsabilidade não só pela palavra contrária ao pensamento, mas também por todo poder da palavra - que não serve à verdade para maior comunhão na comunidade e no relacionamento cotidiano. O comprometimento da verdade, em qualquer circunstância ou grau, afeta o amor sincero que se deve a cada pessoa. Isso prejudica a própria dignidade, gerando degradação moral e pessoal. No exercício para a conquista da transparência ajuda um provérbio árabe: “Somos senhores das palavras que não pronunciamos, mas escravos das que nos escapam”.
(AZEVEDO, Walmor Oliveira de. “ O amor seja sincero”. Estado de Minas – Caderno Opinião, 9 de
Outubro de 2009 ).
“É comum a adulteração da verdade no uso da palavra, quando se espalha uma leitura distorcida da realidade e se avalia de maneira estreitada uma circunstância ou uma conduta”.
No fragmento, os termos sublinhados alterariam o sentido do texto se fossem substituídos, respectivamente, por:
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Para Almeida, 1997. p. 18. “A função peculiar da enfermagem é prestar a assistência ao indivíduo sadio ou doente, família ou comunidade, no desempenho de atividades para promover, manter ou recuperar a saúde”.
Dentro desta definição da função da enfermagem, percebe-se coerência com o pensamento da autora nas seguintes afirmativas, EXCETO:
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