Foram encontradas 30 questões.
1434016
Ano: 2009
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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É proibido embaraçar ou impedir, por qualquer meio, o livre trânsito de pedestres ou veículos nas ruas, praças, passeios, estradas e caminhos públicos, exceto para efeito de obras:
I. quando, comprovadamente, não houver nenhuma possibilidade de depositar os materiais no interior dos rédios e terrenos, será tolerada a descarga e permanência dos mesmos nas vias públicas, desde que se ocupe, no máximo, metade do passeio por detrás de tapumes, deixando a outra metade livre e limpa de areia ou outro obstáculo que dificulte a passagem dos pedestres.
II. quando o passeio for estreito, não permitindo a montagem de tapumes, poderá ser usado todo o passeio, desde que sejam colocados protetores de corpos, utilizando 1,50m (um metro e cinqüenta centímetros) da pista de rolamento para passagem de pedestre, condicionada à prévia avaliação técnica da Prefeitura Municipal.
III. quando, comprovadamente, não houver nenhuma possibilidade de produzir concretos no interior dos prédios e terrenos, será tolerada a sua confecção nas vias públicas, desde que se ocupe, no máximo, um terço da pista de rolamento, condicionado a prévia utilização de protetores de corpos e sinalização vermelha claramente visível durante o dia e luminosa à noite.
Verifica-se que estão CORRETAS as afirmativas:
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O Amor seja Sincero
A transparência é um dos mais valiosos pontos de equilíbrio e de referência nos desdobramentos de processos institucionais e no estabelecimento sadio de relações interpessoais. Nos âmbitos internacional e institucional, nos processos de controladoria e na prática das auditorias, fica claro o quanto é ouro a transparência, que, comprometida, qual seja o nível, os prejuízos são enormes. Entre os maiores comprometimentos está a conduta pessoal não transparente no manuseio de coisas, no estabelecimento dos relacionamentos e no exercício de responsabilidades. Trata-se de um comprometimento tão grave que não poupa nenhuma das instituições - políticas, governamentais, privadas ou religiosas - de grandes dificuldades, levando-as ao fracasso ou à incompetência no atendimento de seus propósitos, finalidades e missão.
Considerando-se a pessoa, sua autoridade, o desenvolvimento de seu potencial de liderança e o bem que pode fazer, tudo é proporcional à capacidade de ser transparente. No entanto, não é tão simples. O descartável da configuração contemporânea está temperando o desafio de ser transparente, aportando riscos sempre mais graves para o presente e futuro da sociedade e da humanidade. Há sempre um comprometimento da transparência, seja pela fluidez na personalidade, por comprometimentos na estrutura do próprio caráter, por conveniências e, mais grave, por perversidades que nascem do desejo de poder e do apego ao dinheiro.
É triste observar o que está se tornando configuração cultural pela prática da mentira. Esta tem sido um forte contraponto, minando a grandeza e a nobreza da transparência, qualidades estas que se conquistam com um permanente exercício e por meio de disciplina, que diariamente deve corrigir vícios e relativizações perigosas quanto à palavra pronunciada, ações efetivadas e sinceridade em todos os atos, sem deixar de considerar aqueles de menor monta social e política, os domésticos e rotineiros. A preciosidade da transparência é uma construção e uma conquista. Não é um produto pronto, disponível em lojas e supermercados. Seu lugar é a interioridade, a personalidade, o caráter, a capacidade de participar de processos com lisura e dignidade. O apóstolo Paulo, dirigindo-se em Carta aos Romanos, conhecedor deste desafio que aflige a humanidade e envenena o seu percurso, recomenda a sinceridade no amor: “O amor seja sincero. Detestai o mal, apegai-vos ao bem” (Rm 12,9). O amor sincero é apreço pela verdade.
Há um compromisso prioritário e irrenunciável que é não comprometer a verdade por uma visão interesseira ou adulterada. Há um poder, com o uso da palavra, que está ao alcance de todos. O controle mais eficaz é a própria consciência e o uso adequado da liberdade. É comum a adulteração da verdade no uso da palavra, quando se espalha uma leitura distorcida da realidade e se avalia de maneira estreitada uma circunstância ou uma conduta. Hoje, é sempre maior o risco de comprometimentos da verdade e, consequentemente, do amor sincero, em razão da necessidade de assegurar, nas questões maiores ou rotineiras, um voto para si, especialmente quando se trata de cuidar da própria imagem. Compreendeu-se que a tentativa de manipulação da verdade é mais rentável. Está sendo travada uma luta insana em se tratando da apropriação autoritária e uniforme da palavra. É uma clara pretensão de poder que precisa ser permanentemente desmontada sob pena de totalitarismos, manipulações e prejuízos grandes para a vida da humanidade.
A liberdade do uso da palavra tem recebido balizamentos nas legislações exatamente para que se tenha clareza a respeito dos limites e implicações do seu uso. Do contrário, as sociedades continuarão reféns dos poderosos, dos ditadores, dos iconoclastas e dos mentirosos. Por isso, toda consciência amante da verdade é chamada à dupla tarefa de vigilância e denúncia crítica. Este é um compromisso determinante da consciência cristã. Paulo apóstolo também recorda, escrevendo aos Gálatas, que “para a liberdade Cristo nos libertou”. É a liberdade da verdade que liberta e que põe o cristão em alerta diante de qualquer concessão ativa ou passiva à mentira.
Cada cidadão tem uma grande responsabilidade não só pela palavra contrária ao pensamento, mas também por todo poder da palavra - que não serve à verdade para maior comunhão na comunidade e no relacionamento cotidiano. O comprometimento da verdade, em qualquer circunstância ou grau, afeta o amor sincero que se deve a cada pessoa. Isso prejudica a própria dignidade, gerando degradação moral e pessoal. No exercício para a conquista da transparência ajuda um provérbio árabe: “Somos senhores das palavras que não pronunciamos, mas escravos das que nos escapam”.
(AZEVEDO, Walmor Oliveira de. “ O amor seja sincero”. Estado de Minas – Caderno Opinião, 9 de
Outubro de 2009 ).
“A liberdade do uso da palavra tem recebido balizamentos nas legislações exatamente para que se tenha clareza a respeito dos limites e implicações do seu uso”.
O conectivo “para que” estabelece com a oração anterior uma relação semântica de:
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1407768
Ano: 2009
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Suponha que um empresário tenha afixado uma placa publicitária do seu estabelecimento, sem licença da Prefeitura, avançando sobre o passeio e impedindo a livre circulação de pedestres na área de calçada.
Diante desse fato, qual o procedimento deve adotar o fiscal deposturas:
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1407429
Ano: 2009
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Assinale as assertivas abaixo para, em seguida, assinalar a opção CORRETA:
I. O Conselho Municipal de Desenvolvimento Urbano de Governador Valadares - CMDU é órgão colegiado de natureza deliberativa e de apoio à fiscalização.
II. Compete ao CMDU auxiliar o Poder Público nas questões urbanas e ambientais do Município, opinando e orientando sobre os casos omissos no Plano Diretor encaminhado ao Executivo Municipal.
III. O CMDU poderá avocar a si o exame de assuntos relevantes para a política urbana e opinar previamente sobre os planos e programas anuais e plurianuais de trabalhos relativos às questões tratadas no Plano Diretor.
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1403915
Ano: 2009
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Assinale a alternativa CORRETA:
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O Amor seja Sincero
A transparência é um dos mais valiosos pontos de equilíbrio e de referência nos desdobramentos de processos institucionais e no estabelecimento sadio de relações interpessoais. Nos âmbitos internacional e institucional, nos processos de controladoria e na prática das auditorias, fica claro o quanto é ouro a transparência, que, comprometida, qual seja o nível, os prejuízos são enormes. Entre os maiores comprometimentos está a conduta pessoal não transparente no manuseio de coisas, no estabelecimento dos relacionamentos e no exercício de responsabilidades. Trata-se de um comprometimento tão grave que não poupa nenhuma das instituições - políticas, governamentais, privadas ou religiosas - de grandes dificuldades, levando-as ao fracasso ou à incompetência no atendimento de seus propósitos, finalidades e missão.
Considerando-se a pessoa, sua autoridade, o desenvolvimento de seu potencial de liderança e o bem que pode fazer, tudo é proporcional à capacidade de ser transparente. No entanto, não é tão simples. O descartável da configuração contemporânea está temperando o desafio de ser transparente, aportando riscos sempre mais graves para o presente e futuro da sociedade e da humanidade. Há sempre um comprometimento da transparência, seja pela fluidez na personalidade, por comprometimentos na estrutura do próprio caráter, por conveniências e, mais grave, por perversidades que nascem do desejo de poder e do apego ao dinheiro.
É triste observar o que está se tornando configuração cultural pela prática da mentira. Esta tem sido um forte contraponto, minando a grandeza e a nobreza da transparência, qualidades estas que se conquistam com um permanente exercício e por meio de disciplina, que diariamente deve corrigir vícios e relativizações perigosas quanto à palavra pronunciada, ações efetivadas e sinceridade em todos os atos, sem deixar de considerar aqueles de menor monta social e política, os domésticos e rotineiros. A preciosidade da transparência é uma construção e uma conquista. Não é um produto pronto, disponível em lojas e supermercados. Seu lugar é a interioridade, a personalidade, o caráter, a capacidade de participar de processos com lisura e dignidade. O apóstolo Paulo, dirigindo-se em Carta aos Romanos, conhecedor deste desafio que aflige a humanidade e envenena o seu percurso, recomenda a sinceridade no amor: “O amor seja sincero. Detestai o mal, apegai-vos ao bem” (Rm 12,9). O amor sincero é apreço pela verdade.
Há um compromisso prioritário e irrenunciável que é não comprometer a verdade por uma visão interesseira ou adulterada. Há um poder, com o uso da palavra, que está ao alcance de todos. O controle mais eficaz é a própria consciência e o uso adequado da liberdade. É comum a adulteração da verdade no uso da palavra, quando se espalha uma leitura distorcida da realidade e se avalia de maneira estreitada uma circunstância ou uma conduta. Hoje, é sempre maior o risco de comprometimentos da verdade e, consequentemente, do amor sincero, em razão da necessidade de assegurar, nas questões maiores ou rotineiras, um voto para si, especialmente quando se trata de cuidar da própria imagem. Compreendeu-se que a tentativa de manipulação da verdade é mais rentável. Está sendo travada uma luta insana em se tratando da apropriação autoritária e uniforme da palavra. É uma clara pretensão de poder que precisa ser permanentemente desmontada sob pena de totalitarismos, manipulações e prejuízos grandes para a vida da humanidade.
A liberdade do uso da palavra tem recebido balizamentos nas legislações exatamente para que se tenha clareza a respeito dos limites e implicações do seu uso. Do contrário, as sociedades continuarão reféns dos poderosos, dos ditadores, dos iconoclastas e dos mentirosos. Por isso, toda consciência amante da verdade é chamada à dupla tarefa de vigilância e denúncia crítica. Este é um compromisso determinante da consciência cristã. Paulo apóstolo também recorda, escrevendo aos Gálatas, que “para a liberdade Cristo nos libertou”. É a liberdade da verdade que liberta e que põe o cristão em alerta diante de qualquer concessão ativa ou passiva à mentira.
Cada cidadão tem uma grande responsabilidade não só pela palavra contrária ao pensamento, mas também por todo poder da palavra - que não serve à verdade para maior comunhão na comunidade e no relacionamento cotidiano. O comprometimento da verdade, em qualquer circunstância ou grau, afeta o amor sincero que se deve a cada pessoa. Isso prejudica a própria dignidade, gerando degradação moral e pessoal. No exercício para a conquista da transparência ajuda um provérbio árabe: “Somos senhores das palavras que não pronunciamos, mas escravos das que nos escapam”.
(AZEVEDO, Walmor Oliveira de. “ O amor seja sincero”. Estado de Minas – Caderno Opinião, 9 de
Outubro de 2009 ).
A frase que fecha o 3º § do texto tem caráter:
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1400991
Ano: 2009
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Direito Urbanístico
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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São passíveis de regularização urbanística e fundiária os assentamentos:
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1400727
Ano: 2009
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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Ao agente da autoridade municipal de trânsito compete:
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1400498
Ano: 2009
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUMARC
Orgão: Pref. Governador Valadares-MG
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As infrações administrativas para serem validamente instituídas carecem de:
I. Legalidade - as infrações administrativas e suas correspondentes sanções tem que ser instituídas por lei.
II. Tipicidade - a configuração da infração administrativa tem que ser suficientemente clara, para não deixar dúvida sobre a identidade do comportamento irregular.
III. Proporcionalidade - as sanções devem guardar uma relação de proporcionalidade com a gravidade da infração.
Verifica-se que estão CORRETAS as afirmativas:
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O Amor seja Sincero
A transparência é um dos mais valiosos pontos de equilíbrio e de referência nos desdobramentos de processos institucionais e no estabelecimento sadio de relações interpessoais. Nos âmbitos internacional e institucional, nos processos de controladoria e na prática das auditorias, fica claro o quanto é ouro a transparência, que, comprometida, qual seja o nível, os prejuízos são enormes. Entre os maiores comprometimentos está a conduta pessoal não transparente no manuseio de coisas, no estabelecimento dos relacionamentos e no exercício de responsabilidades. Trata-se de um comprometimento tão grave que não poupa nenhuma das instituições - políticas, governamentais, privadas ou religiosas - de grandes dificuldades, levando-as ao fracasso ou à incompetência no atendimento de seus propósitos, finalidades e missão.
Considerando-se a pessoa, sua autoridade, o desenvolvimento de seu potencial de liderança e o bem que pode fazer, tudo é proporcional à capacidade de ser transparente. No entanto, não é tão simples. O descartável da configuração contemporânea está temperando o desafio de ser transparente, aportando riscos sempre mais graves para o presente e futuro da sociedade e da humanidade. Há sempre um comprometimento da transparência, seja pela fluidez na personalidade, por comprometimentos na estrutura do próprio caráter, por conveniências e, mais grave, por perversidades que nascem do desejo de poder e do apego ao dinheiro.
É triste observar o que está se tornando configuração cultural pela prática da mentira. Esta tem sido um forte contraponto, minando a grandeza e a nobreza da transparência, qualidades estas que se conquistam com um permanente exercício e por meio de disciplina, que diariamente deve corrigir vícios e relativizações perigosas quanto à palavra pronunciada, ações efetivadas e sinceridade em todos os atos, sem deixar de considerar aqueles de menor monta social e política, os domésticos e rotineiros. A preciosidade da transparência é uma construção e uma conquista. Não é um produto pronto, disponível em lojas e supermercados. Seu lugar é a interioridade, a personalidade, o caráter, a capacidade de participar de processos com lisura e dignidade. O apóstolo Paulo, dirigindo-se em Carta aos Romanos, conhecedor deste desafio que aflige a humanidade e envenena o seu percurso, recomenda a sinceridade no amor: “O amor seja sincero. Detestai o mal, apegai-vos ao bem” (Rm 12,9). O amor sincero é apreço pela verdade.
Há um compromisso prioritário e irrenunciável que é não comprometer a verdade por uma visão interesseira ou adulterada. Há um poder, com o uso da palavra, que está ao alcance de todos. O controle mais eficaz é a própria consciência e o uso adequado da liberdade. É comum a adulteração da verdade no uso da palavra, quando se espalha uma leitura distorcida da realidade e se avalia de maneira estreitada uma circunstância ou uma conduta. Hoje, é sempre maior o risco de comprometimentos da verdade e, consequentemente, do amor sincero, em razão da necessidade de assegurar, nas questões maiores ou rotineiras, um voto para si, especialmente quando se trata de cuidar da própria imagem. Compreendeu-se que a tentativa de manipulação da verdade é mais rentável. Está sendo travada uma luta insana em se tratando da apropriação autoritária e uniforme da palavra. É uma clara pretensão de poder que precisa ser permanentemente desmontada sob pena de totalitarismos, manipulações e prejuízos grandes para a vida da humanidade.
A liberdade do uso da palavra tem recebido balizamentos nas legislações exatamente para que se tenha clareza a respeito dos limites e implicações do seu uso. Do contrário, as sociedades continuarão reféns dos poderosos, dos ditadores, dos iconoclastas e dos mentirosos. Por isso, toda consciência amante da verdade é chamada à dupla tarefa de vigilância e denúncia crítica. Este é um compromisso determinante da consciência cristã. Paulo apóstolo também recorda, escrevendo aos Gálatas, que “para a liberdade Cristo nos libertou”. É a liberdade da verdade que liberta e que põe o cristão em alerta diante de qualquer concessão ativa ou passiva à mentira.
Cada cidadão tem uma grande responsabilidade não só pela palavra contrária ao pensamento, mas também por todo poder da palavra - que não serve à verdade para maior comunhão na comunidade e no relacionamento cotidiano. O comprometimento da verdade, em qualquer circunstância ou grau, afeta o amor sincero que se deve a cada pessoa. Isso prejudica a própria dignidade, gerando degradação moral e pessoal. No exercício para a conquista da transparência ajuda um provérbio árabe: “Somos senhores das palavras que não pronunciamos, mas escravos das que nos escapam”.
(AZEVEDO, Walmor Oliveira de. “ O amor seja sincero”. Estado de Minas – Caderno Opinião, 9 de
Outubro de 2009 ).
Classifica-se o texto de Dom Walmor “O Amor seja Sincero”, como, predominantemente:
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