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A linguagem faz parte de uma função mais vasta, que é a capacidade de representar a realidade por meio de significados que se diferem de significantes. Essa sentença se relaciona com a:
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Em saúde mental em trânsito, José Sterza Justo delineia o conceito de “errância”, afirma o autor que essencialmente o que a sociedade atual estabelece ao ser humano não é apenas a obrigação de movimentação, de deslocamentos sócios geográficos temporários, sazonais ou peremptórios, tal como aconteceu em outros períodos sob a forma de grandes migrações. Trata-se, hoje, de uma condição de "errância", ou seja, deslocamentos incessantes sem uma orientação "certa” ou uma direção minimamente determinada.
As instituições tradicionais estruturadas em espaços fechados (fábricas, família, prisões, manicômios, asilos) estão sendo desmembradas e o sujeito, erradicado de espaços psicossociais fixos e estáveis, está sendo alocado em espaços abertos e posto em constante movimento. Com a ameaça da extinção do Estado paternalista, materializa-se a rescisão de seu contrato com os cidadãos. Eximindo-se cada vez mais de suas responsabilidades sociais, dentro da disposição natural do neoliberalismo, a minimização do
Estado pode ser ponderada como outro fator da produção da “errância”. Segundo o autor, a constituição do Estado moderno pautou-se pela imposição de unidades arbitrárias (desprendidas de quaisquer contornos culturais ou de tradições preexistentes), governadas pela irracionalidade econômica ou política, equiparando e homogeneizando, à força, uma miríade de diferenças e variações particularidades da experiência humana. O homem contemporâneo, afinal, tornou-se um degredado, um estrangeiro dentro de imediações mundanas que lhes foram impostas à sua revelia. A desterritorialização ou a condição de "errante" do homem moderno abarca distintos aspectos da vida. Na esfera do trabalho, por exemplo, com a crescente provisoriedade no emprego calcada em modalidades de contrato de trabalho mais transitórios e que buscam impedir o estreitamento do vínculo do trabalhador com a empresa. A reivindicação de movimentação constante ou em breves espaços de tempo obsta qualquer forma de constância e permanência da pessoa em algum lugar. Constitui vínculos afetivos e sociais bastante abreviados, pois a “errância” não se une com conexões afetivas estáveis e duradouras. A sobrevivência na condição de “errância” é mais complicada em grupo (uma família, um casal, por exemplo) e, assim, inviabiliza vínculos mais prolongados.
Em constante movimento, o sujeito distancia-se de seus valores, crenças, hábitos e costumes ligados à sua origem e se sujeita a um universo cultural polimorfo. Em muitos casos, o choque causado é insuportável (JUSTO, 2000). Assim, segundo o autor, seriam basicamente três aspectos da vida moderna impactadas pelo fenômeno da “errância”:
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O andamento do quadro esquizofrênico é incerto. Determinados pacientes se recuperam integralmente, alguns apresentam sintomas sem evolução da situação terapêutica e ainda, outros pacientes têm agravamento progressivo e cronificação do estado enfermo. Existem três classes de sintomas comumente relacionadas a esquizofrenia, a saber, iniciais, positivos e negativos. Os sintomas negativos seriam:
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A concepção vigorante na Psicologia sobre adolescência está profundamente atrelada a estereótipos e estigmas. Essa compreensão foi reforçada por algumas abordagens que a caracterizaram como uma etapa de confusões, estresse e luto. A partir dessas fontes, instalou-se uma concepção naturalista e universal sobre o adolescente que passou a ser partilhada pela Psicologia (CFP, 2002). Santos (1996), em uma pesquisa que mapeou historicamente as concepções de infância e adolescência abrangendo a Teologia, a Filosofia, a Psicologia e as Ciências Sociais, destaca dois autores que formularam grandes teorias que edificaram conceitos amplos que podem ser discutidos em sua proeminência social e que, segundo ele, expõem deficiências pelo fato de desvalerem o contexto social e cultural, tendendo a identificar bases universais em suas hipóteses.
Esses autores, apesar de mencionarem uma inter-relação entre o biológico e o cultural, destacam as estruturas internas como propulsionadoras do desenvolvimento, assim os adolescentes parecem nascer e viver em um vacuum sociocultural. Estes autores são:
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É razoável afirmar que sobre o papel do o papel do psicólogo dentro das organizações:
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408021
Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Godoy Moreira-PR
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Godoy Moreira-PR
Provas:
- SUSLei 8.080/1990: Lei Orgânica da SaúdeSistema Único de SaúdePrincípios, Objetivos, Diretrizes e Atribuições.Arts. 5º e 6º: Objetivos e Atribuições
No que tange à Lei nº 8.080/90, assinale a alternativa correta:
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408001
Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Godoy Moreira-PR
Disciplina: Saúde Pública
Banca: FAU-UNICENTRO
Orgão: Pref. Godoy Moreira-PR
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A VIII Conferência Nacional de Saúde (CNS) foi o marco da reforma sanitária do Brasil. Ocorreu em 1986 e constituiu-se na primeira conferência com participação popular. O movimento sanitário surgia requerendo o resgate da dívida social da era da ditadura militar. Sobre a VIII CNS é INCORRETO afirmar:
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A parceria entre a Psicologia Social e a Psicologia Clínica por meio da Psicologia Institucional apresentou-se como uma alternativa para a atuação no campo das organizações em contra posição à Psicologia Organizacional. Contudo, a Psicologia Institucional, no âmbito das organizações, não conseguiu o mesmo êxito obtido em outras áreas. Uma das razões elencadas pelos analistas foi:
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E NÃO QUE VAI DAR TEMPO?
Em 2009, quando o Rio de Janeiro foi escolhido para sediar a Olimpíada, o Brasil era outro: a economia crescia até então, o desemprego caía e a inflação estava sob controle. Aos olhos do mundo, o Cristo Redentor preparava a sua grande decolagem. Seis anos depois, os índices viraram de ponta-cabeça – e o país enfrenta uma crise como nunca se viu. Mas eis que nem tudo é desgraça: a oito meses da Olimpíada, para surpresa dos céticos, falta muito pouco para tudo ficar pronto. O Parque Olímpico está praticamente terminado. No terreno na Zona Oeste Carioca, onde ficaram as arenas de dezesseis modalidades esportivas, 94% do prometido está de pé. A obra mais atrasada, o centro olímpico de tênis, tem 85% as quadras e das arquibancadas no lugar e pôde sediar um evento-teste, neste mês, como programado. Mesmo os gastos, ao menos aqueles registrados na planilha oficial, permanecem dentro do razoável: as obras olímpicas vão totalizar 6,67 bilhões de reais, pouco mais de 1% acima do esperado. Como competidor global, não foi neste ano que o Brasil decolou. Mas como anfitrião, ele está pronto para fazer bonito. E não é que vai dar tempo? Revista Veja 2458, ano
46, nº 52. Editora Abril, 30 de dezembro de 2015, p.
77.
No fragmento: “Aos olhos do mundo o Cristo Redentor preparava a sua grande decolagem”, o sintagma sublinhado está empregado em sentido _____________(conotativo ou denotativo) e retoma:
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E NÃO QUE VAI DAR TEMPO?
Em 2009, quando o Rio de Janeiro foi escolhido para sediar a Olimpíada, o Brasil era outro: a economia crescia até então, o desemprego caía e a inflação estava sob controle. Aos olhos do mundo, o Cristo Redentor preparava a sua grande decolagem. Seis anos depois, os índices viraram de ponta-cabeça – e o país enfrenta uma crise como nunca se viu. Mas eis que nem tudo é desgraça: a oito meses da Olimpíada, para surpresa dos céticos, falta muito pouco para tudo ficar pronto. O Parque Olímpico está praticamente terminado. No terreno na Zona Oeste Carioca, onde ficaram as arenas de dezesseis modalidades esportivas, 94% do prometido está de pé. A obra mais atrasada, o centro olímpico de tênis, tem 85% as quadras e das arquibancadas no lugar e pôde sediar um evento-teste, neste mês, como programado. Mesmo os gastos, ao menos aqueles registrados na planilha oficial, permanecem dentro do razoável: as obras olímpicas vão totalizar 6,67 bilhões de reais, pouco mais de 1% acima do esperado. Como competidor global, não foi neste ano que o Brasil decolou. Mas como anfitrião, ele está pronto para fazer bonito. E não é que vai dar tempo? Revista Veja 2458, ano
46, nº 52. Editora Abril, 30 de dezembro de 2015, p.
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