Foram encontradas 187 questões.
Leitura tem queda dramática – e preocupante –
pelo mundo
Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no
Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para
nossa saúde?
Uma queda vertiginosa no número de leitores está
atingindo diversas partes do planeta – e a tendência
é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da
Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Uni
dos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu
mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa
parcela recua cerca de 3%, algo “significativo e muito
preocupante”, afirma Jill Sonke, diretora do Centro de
Artes em Medicina da Universidade da Flórida.
O levantamento também mostra a desigualdade no
acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito
é maior para afro-americanos, pessoas com menor
renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.
“Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais
frequência, observamos mudanças mesmo dentro
desses grupos”, alertou Jessica Bone, pesquisadora
sênior de estatística e epidemiologia da University
College London.
No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira
vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a
daqueles que recorrem à literatura nos momentos de
lazer. A conclusão é da pesquisa “Retratos da Leitura
no Brasil”, do Instituto Pró-Livro.
A mais recente edição do levantamento mostrou que,
em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram
“não-leitores”, contra 47% dos leitores. Em 2019, eram
52% leitores e 48% não-leitores.
Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais:
estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43
milhões de leitores homens no Brasil.
O único segmento da população brasileira que não
teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias
de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.
Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leitura--tem-queda-dramatica-e-preocupante-pelo-mundo.ghtml
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Leitura tem queda dramática – e preocupante –
pelo mundo
Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no
Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para
nossa saúde?
Uma queda vertiginosa no número de leitores está
atingindo diversas partes do planeta – e a tendência
é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da
Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Uni
dos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu
mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa
parcela recua cerca de 3%, algo “significativo e muito
preocupante”, afirma Jill Sonke, diretora do Centro de
Artes em Medicina da Universidade da Flórida.
O levantamento também mostra a desigualdade no
acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito
é maior para afro-americanos, pessoas com menor
renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.
“Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais
frequência, observamos mudanças mesmo dentro
desses grupos”, alertou Jessica Bone, pesquisadora
sênior de estatística e epidemiologia da University
College London.
No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira
vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a
daqueles que recorrem à literatura nos momentos de
lazer. A conclusão é da pesquisa “Retratos da Leitura
no Brasil”, do Instituto Pró-Livro.
A mais recente edição do levantamento mostrou que,
em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram
“não-leitores”, contra 47% dos leitores. Em 2019, eram
52% leitores e 48% não-leitores.
Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais:
estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43
milhões de leitores homens no Brasil.
O único segmento da população brasileira que não
teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias
de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.
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Leitura tem queda dramática – e preocupante –
pelo mundo
Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no
Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para
nossa saúde?
Uma queda vertiginosa no número de leitores está
atingindo diversas partes do planeta – e a tendência
é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da
Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Uni
dos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu
mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa
parcela recua cerca de 3%, algo “significativo e muito
preocupante”, afirma Jill Sonke, diretora do Centro de
Artes em Medicina da Universidade da Flórida.
O levantamento também mostra a desigualdade no
acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito
é maior para afro-americanos, pessoas com menor
renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.
“Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais
frequência, observamos mudanças mesmo dentro
desses grupos”, alertou Jessica Bone, pesquisadora
sênior de estatística e epidemiologia da University
College London.
No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira
vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a
daqueles que recorrem à literatura nos momentos de
lazer. A conclusão é da pesquisa “Retratos da Leitura
no Brasil”, do Instituto Pró-Livro.
A mais recente edição do levantamento mostrou que,
em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram
“não-leitores”, contra 47% dos leitores. Em 2019, eram
52% leitores e 48% não-leitores.
Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais:
estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43
milhões de leitores homens no Brasil.
O único segmento da população brasileira que não
teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias
de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.
Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leitura--tem-queda-dramatica-e-preocupante-pelo-mundo.ghtml
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pelo mundo
Ler livros tem sido algo cada vez menos comum – seja no
Brasil, na Europa ou nos EUA. O que isso significa para
nossa saúde?
Uma queda vertiginosa no número de leitores está
atingindo diversas partes do planeta – e a tendência
é preocupante. De acordo com um estudo da Universidade da Flórida e do University College London, da
Inglaterra, a quantidade de pessoas nos Estados Uni
dos que mantêm o hábito da leitura por prazer caiu
mais de 40% nos últimos 20 anos. A cada ano, essa
parcela recua cerca de 3%, algo “significativo e muito
preocupante”, afirma Jill Sonke, diretora do Centro de
Artes em Medicina da Universidade da Flórida.
O levantamento também mostra a desigualdade no
acesso à leitura dos americanos: a retração no hábito
é maior para afro-americanos, pessoas com menor
renda ou escolaridade e moradores de áreas rurais.
“Mas, embora as pessoas com maior nível de escolaridade e as mulheres continuem lendo com mais
frequência, observamos mudanças mesmo dentro
desses grupos”, alertou Jessica Bone, pesquisadora
sênior de estatística e epidemiologia da University
College London.
No Brasil, a situação também é drástica. Pela primeira
vez, a parcela dos que não leem livros é maior que a
daqueles que recorrem à literatura nos momentos de
lazer. A conclusão é da pesquisa “Retratos da Leitura
no Brasil”, do Instituto Pró-Livro.
A mais recente edição do levantamento mostrou que,
em 2024, 53% dos entrevistados se consideraram
“não-leitores”, contra 47% dos leitores. Em 2019, eram
52% leitores e 48% não-leitores.
Na comparação entre os sexos, mulheres leem mais:
estima-se que elas sejam 50 milhões, contra 43
milhões de leitores homens no Brasil.
O único segmento da população brasileira que não
teve queda no número de leitores foi nas faixas etárias
de 11 a 13 anos e de mais de 70 anos.
Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2026/02/06/leitura--tem-queda-dramatica-e-preocupante-pelo-mundo.ghtml
Com base no Texto 1, a análise comparativa dos dados sobre leitura no Brasil e nos EUA revela que:
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4112711
Ano: 2026
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Disciplina: Ética na Administração Pública
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
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O sigilo profissional é um dever do servidor
público em relação às informações obtidas no exercício de suas funções.
Assinale a alternativa que indica corretamente uma situação que configura violação desse dever.
Assinale a alternativa que indica corretamente uma situação que configura violação desse dever.
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A proatividade é uma qualidade desejável no servidor público, especialmente no cargo de assistente
administrativo.
Assinale a alternativa que define corretamente essa competência.
Assinale a alternativa que define corretamente essa competência.
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Os documentos de arquivo permanente são aqueles que já cumpriram sua finalidade administrativa, mas
possuem valor que justifica sua preservação definitiva.
Assinale a alternativa que indica corretamente o tipo de valor atribuído a esses documentos.
Assinale a alternativa que indica corretamente o tipo de valor atribuído a esses documentos.
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4112708
Ano: 2026
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Provas:
O servidor público, que utiliza sistemas informatizados no trabalho, deve zelar pelo sigilo das informações acessadas.
Assinale a alternativa que indica corretamente uma conduta adequada nesse contexto.
Assinale a alternativa que indica corretamente uma conduta adequada nesse contexto.
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4112707
Ano: 2026
Disciplina: Atendimento ao Público
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Disciplina: Atendimento ao Público
Banca: FEPESE
Orgão: Pref. Florianópolis-SC
Provas:
A escuta ativa é uma habilidade de comunicação
essencial para o servidor que realiza atendimento ao
público.
Assinale a alternativa que define corretamente essa prática.
Assinale a alternativa que define corretamente essa prática.
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A elaboração de relatórios administrativos
é uma atribuição comum ao cargo de assistente
administrativo.
Assinale a alternativa que indica corretamente uma característica fundamental desse tipo de documento.
Assinale a alternativa que indica corretamente uma característica fundamental desse tipo de documento.
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Cadernos
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