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Foram encontradas 378 questões.

1673469 Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Texto para a questão.
The title of this revised and expanded second edition indicates that Allen and Valette's book now includes materials specifically designed for the ESL classroom. There is a certain logic to gathering all "foreign" language teaching techniques together. However, some ESL teachers, especially the more linguistically grounded, may resist this yoking, feeling it to be a dilution rather than an enrichment. Such feelings may be reinforced by the book's format, which spreads itself among Spanish, German, French, and ESL materials designed for use on the elementary, intermediate and advanced levels. Still, ESL teachers of all orientations should find help here.
The authors advance no one basic method. Rather, their materials are suited to all methods. As they point out in the preface, even in the case of a brand new teacher who first meets with an established program, "the manner in which the content is presented to the student . . . is left to the determination of the teacher." And "manner" equals the "techniques" of the title. Techniques ranging from art work to organizing group activities to eavesdropping are organized according to a Dewey Decimal-like system for easy retrieval.
These techniques are distributed through four parts and an appendix of sample lesson plans. Part One gives an overview of the language classroom; Two uses traditional terminology to present techniques for teaching sound systems, grammar, and vocabulary; Three treats the developmental skills of listening, speaking, reading, and writing; and Four offers techniques for introducing students to the target culture. While experienced teachers may find the book a convenient supplement and rejuvenator, it is likely to be most attractive to new teachers who are accumulating their own arsenals of classroom techniques.
JJAMES E. FORD https://ojs.lib.byu.edu/spc/index.php/TESL/article/viewFile/2932/2706, download em 04/3/2016.
The pair of words below that in the text maintains an oppositional relationship is?
 

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Texto para a questão.
Uma conversa inicial
Todos nós somos pesquisadores desde pequenininhos. Na língua nativa, por exemplo, intuitivamente reproduzimos palavras que nos são apresentadas por nossa família, primeiro, e vamos conpreendendo que, ao pronunciar aquilo, temos um resultado e que, ao dizermos outra palavra, temos outra reação dos nossos próximos. E começamos a (re)produzir nossas primeiras frases, testando o resultado do que dizemos no lugar em que dizemos e para quem o dizemos. Presenciando esses atos de fala, vamos construindo o nosso repertório de palavras e de frases as quais vão passando a serem característicos de nós mesmos. Com isso, vamos formando uma consciência linguística por meio de hipóteses que se dão normalmente entre 0 e 3 anos e vão se firmando de 4 a 6 anos. Nessas fases, somos aprendizes da língua, autênticos pesquisadores da linguagem e do próprio mundo. Mas, vamos sair da área da Linguagem...; afinal, não é esse o propósito deste texto.
Ainda pequenos, vemos cores, formas, coisas estranhas que não compreendemos e pomo-nos a tentar compreender aquilo que vemos, comparando, testando, concluindo. Por exemplo, quantos entre vocês não pegaram uma descarga elétrica ao pôr o dedo na tomada? Quantos entre nós não descobrimos que temos sexos diferentes quando tivemos a oportunidade de ver o sexo oposto ao nosso?
Viu como somos pesquisadores?!! Não? Observe como em tudo o que foi dito acima há um pouco de testagem, de levantamento de dados, de reflexão sobre o resultado da pesquisa, de conclusões mais evidentes e palpáveis dos resultados de suas observações. Assim é que se faz pesquisa e é-se pesquisador.
Se pensarmos, então, por esse caminho, veremos que nossas mães são perfeitas pesquisadoras, pois sabem muito bem onde comprar com qualidade sem gastar muito; nossos pais também, pois sabem que, às vezes, mesmo você estudando numa escola mais cara, há uma série de variáveis que contribuem para sair mais barato. Eles comparam, avaliam, testam, ponderam, chegam a resultados os quais você fica sabendo logo, logo. Às vezes não concorda com a tomada de decisão deles, mas acredita que seja para o seu bem. E assim vai passando a vida. Eles praticamente fazem isso o tempo todo, mas você normalmente acha que seu pai ou sua mãe é um avarento, não é mesmo? Não são não! São excelentes pesquisadores, sim.
(...)
Na escola, a pesquisa nos é jogada nos peitos por muitos professores. Quase nenhum professor nos ensina como fazer a pesquisa que ele/ela acabou de passar. Os pais de vocês que o digam! Coitados! Quantas e quantas vezes não se veem obrigados a deixar seus afazeres para ajudá-lo(a) a pesquisar? Do contrário, vão amargar junto com você uma nota, uma média, um conceito não muito agradável. Aliás, existem situações em que a tal pesquisa vale a nota total da prova, ou a maior parte na avaliação sumativa. E aí? Como garantir uma boa nota na pesquisa? Não tem jeito: você tem que aprender a pesquisar, e isso só é possível fazendo. Quanto mais o seu professor for um estudioso daquilo que ele ensina, mais ele sabe sobre o ato de pesquisar e o papel que a pesquisa tem no processo de ensino e aprendizagem. E mais ainda ele será exigente nas pesquisas solicitadas a você e/ou à sua turma. Se não, qualquer “coisa” que você produzir vai satisfazê-lo.
Gostaria ainda de dizer que bem mais como uma nota a mais ou a única, a pesquisa deve ser encarada como um ato de estudo, de reflexão, de doação. E este material que ora chega às suas mãos quer promover isso. A pesquisa constitui – ainda que nem todos os professores tenham vislumbrado isto – a base de todo o conhecimento humano; afinal, o homem aprende quando ele próprio constrói o seu saber mediatizado pelo professor que passa a ser um direcionador, um encaminhador de suas leituras, um orientador de suas produções. Quando isso acontece, ambos saem ganhando, porque o ato educacional só se efetiva quando ele é coparticipativo, coprodutivo, coconstrutivo. E a pesquisa contribui para isso se ambos compreenderem os propósitos dela.
Boa leitura e excelentes pesquisas!
LISBÔA, Wandré G de C. O que é PESQUISAR? – Material didático produzido para o Ensino Fundamental. Belém/PA, 2009.
Em: “Quando isso acontece, ambos saem ganhando, porque o ato educacional só se efetiva quando ele é coparticipativo, coprodutivo, coconstrutivo”, as três últimas palavras se iniciam com o mesmo morfema. É correto dizer sobre eles que:
 

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1670907 Ano: 2015
Disciplina: Arquivologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
A forma de organização que dá visibilidade do organismo produtor do arquivo deixando clara as ligações entre os documentos por meio de uma lógica, diz respeito a:
 

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1670893 Ano: 2015
Disciplina: Odontologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Provas:

Sobre os anestésicos locais é correto afirmar:

 

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1670760 Ano: 2015
Disciplina: Odontologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
O fórceps utilizado para exodontia do elemento 24 é?
 

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Texto para a questão.
Uma conversa inicial
Todos nós somos pesquisadores desde pequenininhos. Na língua nativa, por exemplo, intuitivamente reproduzimos palavras que nos são apresentadas por nossa família, primeiro, e vamos conpreendendo que, ao pronunciar aquilo, temos um resultado e que, ao dizermos outra palavra, temos outra reação dos nossos próximos. E começamos a (re)produzir nossas primeiras frases, testando o resultado do que dizemos no lugar em que dizemos e para quem o dizemos. Presenciando esses atos de fala, vamos construindo o nosso repertório de palavras e de frases as quais vão passando a serem característicos de nós mesmos. Com isso, vamos formando uma consciência linguística por meio de hipóteses que se dão normalmente entre 0 e 3 anos e vão se firmando de 4 a 6 anos. Nessas fases, somos aprendizes da língua, autênticos pesquisadores da linguagem e do próprio mundo. Mas, vamos sair da área da Linguagem...; afinal, não é esse o propósito deste texto.
Ainda pequenos, vemos cores, formas, coisas estranhas que não compreendemos e pomo-nos a tentar compreender aquilo que vemos, comparando, testando, concluindo. Por exemplo, quantos entre vocês não pegaram uma descarga elétrica ao pôr o dedo na tomada? Quantos entre nós não descobrimos que temos sexos diferentes quando tivemos a oportunidade de ver o sexo oposto ao nosso?
Viu como somos pesquisadores?!! Não? Observe como em tudo o que foi dito acima há um pouco de testagem, de levantamento de dados, de reflexão sobre o resultado da pesquisa, de conclusões mais evidentes e palpáveis dos resultados de suas observações. Assim é que se faz pesquisa e é-se pesquisador.
Se pensarmos, então, por esse caminho, veremos que nossas mães são perfeitas pesquisadoras, pois sabem muito bem onde comprar com qualidade sem gastar muito; nossos pais também, pois sabem que, às vezes, mesmo você estudando numa escola mais cara, há uma série de variáveis que contribuem para sair mais barato. Eles comparam, avaliam, testam, ponderam, chegam a resultados os quais você fica sabendo logo, logo. Às vezes não concorda com a tomada de decisão deles, mas acredita que seja para o seu bem. E assim vai passando a vida. Eles praticamente fazem isso o tempo todo, mas você normalmente acha que seu pai ou sua mãe é um avarento, não é mesmo? Não são não! São excelentes pesquisadores, sim.
(...)
Na escola, a pesquisa nos é jogada nos peitos por muitos professores. Quase nenhum professor nos ensina como fazer a pesquisa que ele/ela acabou de passar. Os pais de vocês que o digam! Coitados! Quantas e quantas vezes não se veem obrigados a deixar seus afazeres para ajudá-lo(a) a pesquisar? Do contrário, vão amargar junto com você uma nota, uma média, um conceito não muito agradável. Aliás, existem situações em que a tal pesquisa vale a nota total da prova, ou a maior parte na avaliação sumativa. E aí? Como garantir uma boa nota na pesquisa? Não tem jeito: você tem que aprender a pesquisar, e isso só é possível fazendo. Quanto mais o seu professor for um estudioso daquilo que ele ensina, mais ele sabe sobre o ato de pesquisar e o papel que a pesquisa tem no processo de ensino e aprendizagem. E mais ainda ele será exigente nas pesquisas solicitadas a você e/ou à sua turma. Se não, qualquer “coisa” que você produzir vai satisfazê-lo.
Gostaria ainda de dizer que bem mais como uma nota a mais ou a única, a pesquisa deve ser encarada como um ato de estudo, de reflexão, de doação. E este material que ora chega às suas mãos quer promover isso. A pesquisa constitui – ainda que nem todos os professores tenham vislumbrado isto – a base de todo o conhecimento humano; afinal, o homem aprende quando ele próprio constrói o seu saber mediatizado pelo professor que passa a ser um direcionador, um encaminhador de suas leituras, um orientador de suas produções. Quando isso acontece, ambos saem ganhando, porque o ato educacional só se efetiva quando ele é coparticipativo, coprodutivo, coconstrutivo. E a pesquisa contribui para isso se ambos compreenderem os propósitos dela.
Boa leitura e excelentes pesquisas!
LISBÔA, Wandré G de C. O que é PESQUISAR? – Material didático produzido para o Ensino Fundamental. Belém/PA, 2009.
Na passagem: “– ainda que nem todos os professores tenham vislumbrado isto – ”, a esse recurso da linguagem utilizado pelo autor para dizer como o diz o que diz chamamos de:
 

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1670587 Ano: 2015
Disciplina: Biologia
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
A calvície, na espécie humana, é um tipo de herança influenciada pelo sexo. O gene responsável pela característica em questão está localizado em:
 

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1670461 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
As transformações que impactaram a educação brasileira nas últimas décadas, sobre a influência do neoliberalismo situaram a educação profissional como formadora de profissionais para o mercado de trabalho. A formação de nível técnica passou a ser considerada como forma de inserção imediata nos diversos setores de produção (industrial, agrícola, comercial) atraindo jovens e adultos que visavam, principalmente ao acesso a melhores oportunidades no mercado de trabalho. A educação no Brasil inteiro enfrenta graves problemas, sobretudo o baixo nível de aprendizagem – agora discutido largamente com o leque de indicadores criados e difundidos pelo governo federal. É compreensível que estes alunos tenham várias dificuldades, uma vez que interrompem seus estudos por muito tempo, e não mais estão familiarizados com questões acadêmicas, como ler, escrever, calcular e outras, ou sentem-se intimidados diante de dificuldades que se apresentam durante o curso. Estes problemas resultam em evasão que se apresenta como um fenômeno preocupante no sistema de ensino, uma vez que inviabiliza o alcance de metas engendrado pelas políticas educacionais. A pesquisa desenvolvida nos últimos anos teve questões relacionadas à evasão na Educação de Jovens e Adultos (EJA) como foco de interesse, vislumbrando alternativas que possam redimensionar essa problemática. O desejo de contribuir para que a escola brasileira possa oportunizar um ensino de qualidade à maioria da população, e, por outro lado, o reconhecimento do importante papel que o professor tem na condição desejada nos motivou a insistir nessa linha de investigação. (TORRES, 2010, p.14-21).
Lendo o texto acima, sobre Evasão Escolar (causas e consequências), marque a alternativa correta:
 

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1666394 Ano: 2015
Disciplina: Saúde Pública
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
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Marque a alternativa correta em relação ao exemplo de Saúde Pública, as ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único, organizado de acordo com as seguintes diretrizes:
 

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1666099 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: INAZ do Pará
Orgão: Pref. Cristiano Otoni-MG
Há um novo panorama educacional gerado pela entrada das tecnologias da comunicação e informação (TICs) que vem ocasionando, diferentes experiências e ampliações metodológicas para esta esfera. Estas tecnologias estão transformando, de forma significativa, a maneira de agir e refletir na educação. A incorporação destes novos recursos tecnológicos, para além da “simples” utilização na prática educativa, deve considerar a proposta metodológica que a sustenta. É importante analisar que, como afirma Almeida e Valente (2005, p. 8), o emprego das tecnologias da informação e comunicação “impõe mudanças nos métodos de trabalho dos professores, gerando modificações no funcionamento das instituições e no sistema educativo”. E é neste caminho que a formação docente vem como uma forma de fornecer respaldo para que o professor construa conhecimento sobre as tecnologias (tanto tecnicamente, quanto pedagogicamente) e perceba como, porque e quando integrá-las a sua prática pedagógica. A preparação dos professores é o ponto decisivo, pois os alunos estão quase sempre prontos para a utilização das tecnologias, enquanto a maioria dos professores não. Como nos lembra Barros (2007, p. 105 e 106), as aulas dadas tradicionalmente estão gerando desinteresse e atualização de informações pelas tecnologias por parte dos alunos, o que está abalando o conhecimento “inquestionável’ dos docentes, sendo assim, o “grande desafio consiste em integrar os professores com a cultura tecnológica para o processo de ensino e aprendizagem”.
Disponível em: http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2009/anais/pdf/3285_10. Acessado em: 28/03/2016.
Do ponto de vista das Tecnologias Educacionais e tomando o texto por base, marque a alternativa correta:
 

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