Foram encontradas 50 questões.
4004168
Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Cristalândia Piauí-PI
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Cristalândia Piauí-PI
Provas:
A política nacional de inclusão social, ao tratar de
minorias vulnerabilizadas, busca garantir igualdade
formal e material. Entretanto, ao reconhecer
juridicamente a existência de grupos específicos —
como povos indígenas, comunidades quilombolas e
pessoas LGBTQIA+ — e prever ações afirmativas
direcionadas, pode ser interpretada como promotora
de privilégios legais, já que cria direitos distintos e
permanentes a determinados grupos sociais, o que,
segundo alguns críticos, comprometeria o princípio
da isonomia previsto na Constituição.
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4004167
Ano: 2025
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: IBED
Orgão: Pref. Cristalândia Piauí-PI
Disciplina: Direitos Humanos
Banca: IBED
Orgão: Pref. Cristalândia Piauí-PI
Provas:
O Programa Nacional de Direitos Humanos –
PNDH-3 (Decreto nº 7.037/2009) estruturou-se em
eixos que contemplam desde a promoção dos direitos
até a participação social e a memória histórica, sendo
instrumento normativo de execução obrigatória por
todos os entes federados. Sua principal inovação foi
transformar recomendações internacionais em
obrigações internas automáticas, evitando
necessidade de regulamentação legislativa posterior,
o que garante maior eficácia no cumprimento de
tratados internacionais de direitos humanos.
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4004166
Ano: 2025
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IBED
Orgão: Pref. Cristalândia Piauí-PI
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: IBED
Orgão: Pref. Cristalândia Piauí-PI
Provas:
No Brasil, o sistema presidencialista adotado pela
Constituição de 1988 garante ao Executivo amplos
poderes na formulação de políticas públicas, sendo o
Presidente responsável não apenas por sancionar leis
e executar políticas, mas também por determinar
unilateralmente o conteúdo e a forma de programas
nacionais. Essa concentração é atenuada pela atuação
do Legislativo, que, ao aprovar o orçamento e criar
comissões temáticas permanentes, interfere
diretamente na fase de implementação, podendo,
inclusive, vetar decretos presidenciais que
extrapolem o poder regulamentar.
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4004165
Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Cristalândia Piauí-PI
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Cristalândia Piauí-PI
Provas:
No ciclo de políticas públicas, as etapas de agenda
e formulação são diretamente influenciadas pela
capacidade técnica e financeira do ente executor.
Assim, em sistemas federativos descentralizados,
como o brasileiro, a etapa de implementação tende a
ser menos dependente de decisões políticas centrais e
mais sensível às prioridades locais. Essa característica
reforça o princípio da descentralização, mas pode
enfraquecer o alinhamento entre programas nacionais
e metas pactuadas, sobretudo quando os mecanismos
de monitoramento federal não têm caráter coercitivo.
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4004164
Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Cristalândia Piauí-PI
Disciplina: Administração Pública
Banca: IBED
Orgão: Pref. Cristalândia Piauí-PI
Provas:
A concepção contemporânea de políticas
públicas, ao ser institucionalizada no Brasil como
política de Estado — e não apenas de governo —
implica reconhecer que sua continuidade independe
da alternância partidária e que sua avaliação deve
privilegiar resultados de longo prazo. No entanto, ao
tratar especificamente das políticas de Direitos
Humanos, a Constituição Federal de 1988, apesar de
seu caráter democrático e garantidor, delega
majoritariamente aos entes federados a formulação e
execução autônoma dessas políticas, sem impor
mecanismos nacionais de coordenação ou de controle
federativo, o que explica as disparidades regionais.
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Não espalha
Prendemo-nos ao "eu te amo" como se fosse uma
convenção inadiável, uma etiqueta implacável. Seu
pronunciamento é uma sentença obrigatória, uma
sondagem diária da fidelidade.
Há aqueles que não saem de casa se o cônjuge
não retribui as palavrinhas mágicas.
Não sou adepto dessa birra e chantagem com
Beatriz. Que ela simplesmente me ame, sem depender
de provas, sem se ver ameaçada por testes
quantitativos.
Circula uma tirania de que precisamos falar
sempre, para que a companhia não tenha dúvidas
daquilo que sentimos.
Mas a jura não é tão importante quanto
demonstrar amor. E você pode expressar o carinho
silenciosamente, a lealdade secretamente.
Ou seja, é preferível proteger, confiar e selar a
empatia em atos de confluência a gritar votos aos
quatro ventos.
O que vale é agir amorosamente, é se preocupar
amorosamente, é se interessar pelo outro, é suprir o
seu par com atenção, é trocar a saudade pela
gentileza.
E, de repente, quem ama muito nem diz "eu te
amo", economiza no "eu te amo", porém é abundante
na prática da reciprocidade. É alguém que não se nega
a estar perto, acessível, consciente de sua influência.
Temos que observar mais o exemplo do que as
declarações: se a pessoa admira você, se a pessoa
incentiva você, se a pessoa elogia você, se a pessoa
ampara você, se a pessoa escuta você.
Esse arcabouço de comportamentos deve
prevalecer no romance. Não queira que o seu parceiro
diga a todo momento o que ele mesmo já realiza
naturalmente. É redundância.
Recordo um diálogo que vivi com a minha filha,
quando ela tinha 11 anos.
Na hora de dar boa-noite, reparei que ela estava
encabulada e arredia comigo. Tentei me aproximar.
− O que houve?
− Eu não sei se te amo. Não sei o que é amor −
ela me disse.
Não me senti mal. Não me senti desvalorizado.
Quem nunca se perguntou isso?
Há dias em que parece que você ama mais. Há
dias em que parece que você ama menos. Há dias em
que você se esquece de amar. Há dias em que você
ama em dobro.
Lembro que fiz carinho na sua cabeça, cantei "O
Leãozinho", de Caetano, e permaneci ao seu lado até
que adormecesse.
Quando jurei que ela já tinha apagado e não
estava mais me ouvindo, confidenciei:
− Amar é só gostar de ficar junto, filha.
Ela, inesperadamente, respondeu:
− Então, eu te amo, pai, mas não espalha.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabriciocarpinejar/2024/11/29/nao-espalha
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Não espalha
Prendemo-nos ao "eu te amo" como se fosse uma
convenção inadiável, uma etiqueta implacável. Seu
pronunciamento é uma sentença obrigatória, uma
sondagem diária da fidelidade.
Há aqueles que não saem de casa se o cônjuge
não retribui as palavrinhas mágicas.
Não sou adepto dessa birra e chantagem com
Beatriz. Que ela simplesmente me ame, sem depender
de provas, sem se ver ameaçada por testes
quantitativos.
Circula uma tirania de que precisamos falar
sempre, para que a companhia não tenha dúvidas
daquilo que sentimos.
Mas a jura não é tão importante quanto
demonstrar amor. E você pode expressar o carinho
silenciosamente, a lealdade secretamente.
Ou seja, é preferível proteger, confiar e selar a
empatia em atos de confluência a gritar votos aos
quatro ventos.
O que vale é agir amorosamente, é se preocupar
amorosamente, é se interessar pelo outro, é suprir o
seu par com atenção, é trocar a saudade pela
gentileza.
E, de repente, quem ama muito nem diz "eu te
amo", economiza no "eu te amo", porém é abundante
na prática da reciprocidade. É alguém que não se nega
a estar perto, acessível, consciente de sua influência.
Temos que observar mais o exemplo do que as
declarações: se a pessoa admira você, se a pessoa
incentiva você, se a pessoa elogia você, se a pessoa
ampara você, se a pessoa escuta você.
Esse arcabouço de comportamentos deve
prevalecer no romance. Não queira que o seu parceiro
diga a todo momento o que ele mesmo já realiza
naturalmente. É redundância.
Recordo um diálogo que vivi com a minha filha,
quando ela tinha 11 anos.
Na hora de dar boa-noite, reparei que ela estava
encabulada e arredia comigo. Tentei me aproximar.
− O que houve?
− Eu não sei se te amo. Não sei o que é amor −
ela me disse.
Não me senti mal. Não me senti desvalorizado.
Quem nunca se perguntou isso?
Há dias em que parece que você ama mais. Há
dias em que parece que você ama menos. Há dias em
que você se esquece de amar. Há dias em que você
ama em dobro.
Lembro que fiz carinho na sua cabeça, cantei "O
Leãozinho", de Caetano, e permaneci ao seu lado até
que adormecesse.
Quando jurei que ela já tinha apagado e não
estava mais me ouvindo, confidenciei:
− Amar é só gostar de ficar junto, filha.
Ela, inesperadamente, respondeu:
− Então, eu te amo, pai, mas não espalha.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabriciocarpinejar/2024/11/29/nao-espalha
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Não espalha
Prendemo-nos ao "eu te amo" como se fosse uma
convenção inadiável, uma etiqueta implacável. Seu
pronunciamento é uma sentença obrigatória, uma
sondagem diária da fidelidade.
Há aqueles que não saem de casa se o cônjuge
não retribui as palavrinhas mágicas.
Não sou adepto dessa birra e chantagem com
Beatriz. Que ela simplesmente me ame, sem depender
de provas, sem se ver ameaçada por testes
quantitativos.
Circula uma tirania de que precisamos falar
sempre, para que a companhia não tenha dúvidas
daquilo que sentimos.
Mas a jura não é tão importante quanto
demonstrar amor. E você pode expressar o carinho
silenciosamente, a lealdade secretamente.
Ou seja, é preferível proteger, confiar e selar a
empatia em atos de confluência a gritar votos aos
quatro ventos.
O que vale é agir amorosamente, é se preocupar
amorosamente, é se interessar pelo outro, é suprir o
seu par com atenção, é trocar a saudade pela
gentileza.
E, de repente, quem ama muito nem diz "eu te
amo", economiza no "eu te amo", porém é abundante
na prática da reciprocidade. É alguém que não se nega
a estar perto, acessível, consciente de sua influência.
Temos que observar mais o exemplo do que as
declarações: se a pessoa admira você, se a pessoa
incentiva você, se a pessoa elogia você, se a pessoa
ampara você, se a pessoa escuta você.
Esse arcabouço de comportamentos deve
prevalecer no romance. Não queira que o seu parceiro
diga a todo momento o que ele mesmo já realiza
naturalmente. É redundância.
Recordo um diálogo que vivi com a minha filha,
quando ela tinha 11 anos.
Na hora de dar boa-noite, reparei que ela estava
encabulada e arredia comigo. Tentei me aproximar.
− O que houve?
− Eu não sei se te amo. Não sei o que é amor −
ela me disse.
Não me senti mal. Não me senti desvalorizado.
Quem nunca se perguntou isso?
Há dias em que parece que você ama mais. Há
dias em que parece que você ama menos. Há dias em
que você se esquece de amar. Há dias em que você
ama em dobro.
Lembro que fiz carinho na sua cabeça, cantei "O
Leãozinho", de Caetano, e permaneci ao seu lado até
que adormecesse.
Quando jurei que ela já tinha apagado e não
estava mais me ouvindo, confidenciei:
− Amar é só gostar de ficar junto, filha.
Ela, inesperadamente, respondeu:
− Então, eu te amo, pai, mas não espalha.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
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Prendemo-nos ao "eu te amo" como se fosse uma
convenção inadiável, uma etiqueta implacável. Seu
pronunciamento é uma sentença obrigatória, uma
sondagem diária da fidelidade.
Há aqueles que não saem de casa se o cônjuge
não retribui as palavrinhas mágicas.
Não sou adepto dessa birra e chantagem com
Beatriz. Que ela simplesmente me ame, sem depender
de provas, sem se ver ameaçada por testes
quantitativos.
Circula uma tirania de que precisamos falar
sempre, para que a companhia não tenha dúvidas
daquilo que sentimos.
Mas a jura não é tão importante quanto
demonstrar amor. E você pode expressar o carinho
silenciosamente, a lealdade secretamente.
Ou seja, é preferível proteger, confiar e selar a
empatia em atos de confluência a gritar votos aos
quatro ventos.
O que vale é agir amorosamente, é se preocupar
amorosamente, é se interessar pelo outro, é suprir o
seu par com atenção, é trocar a saudade pela
gentileza.
E, de repente, quem ama muito nem diz "eu te
amo", economiza no "eu te amo", porém é abundante
na prática da reciprocidade. É alguém que não se nega
a estar perto, acessível, consciente de sua influência.
Temos que observar mais o exemplo do que as
declarações: se a pessoa admira você, se a pessoa
incentiva você, se a pessoa elogia você, se a pessoa
ampara você, se a pessoa escuta você.
Esse arcabouço de comportamentos deve
prevalecer no romance. Não queira que o seu parceiro
diga a todo momento o que ele mesmo já realiza
naturalmente. É redundância.
Recordo um diálogo que vivi com a minha filha,
quando ela tinha 11 anos.
Na hora de dar boa-noite, reparei que ela estava
encabulada e arredia comigo. Tentei me aproximar.
− O que houve?
− Eu não sei se te amo. Não sei o que é amor −
ela me disse.
Não me senti mal. Não me senti desvalorizado.
Quem nunca se perguntou isso?
Há dias em que parece que você ama mais. Há
dias em que parece que você ama menos. Há dias em
que você se esquece de amar. Há dias em que você
ama em dobro.
Lembro que fiz carinho na sua cabeça, cantei "O
Leãozinho", de Caetano, e permaneci ao seu lado até
que adormecesse.
Quando jurei que ela já tinha apagado e não
estava mais me ouvindo, confidenciei:
− Amar é só gostar de ficar junto, filha.
Ela, inesperadamente, respondeu:
− Então, eu te amo, pai, mas não espalha.
Fabrício Carpinejar - Texto Adaptado
https://www.otempo.com.br/opiniao/fabriciocarpinejar/2024/11/29/nao-espalha
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Não espalha
Prendemo-nos ao "eu te amo" como se fosse uma
convenção inadiável, uma etiqueta implacável. Seu
pronunciamento é uma sentença obrigatória, uma
sondagem diária da fidelidade.
Há aqueles que não saem de casa se o cônjuge
não retribui as palavrinhas mágicas.
Não sou adepto dessa birra e chantagem com
Beatriz. Que ela simplesmente me ame, sem depender
de provas, sem se ver ameaçada por testes
quantitativos.
Circula uma tirania de que precisamos falar
sempre, para que a companhia não tenha dúvidas
daquilo que sentimos.
Mas a jura não é tão importante quanto
demonstrar amor. E você pode expressar o carinho
silenciosamente, a lealdade secretamente.
Ou seja, é preferível proteger, confiar e selar a
empatia em atos de confluência a gritar votos aos
quatro ventos.
O que vale é agir amorosamente, é se preocupar
amorosamente, é se interessar pelo outro, é suprir o
seu par com atenção, é trocar a saudade pela
gentileza.
E, de repente, quem ama muito nem diz "eu te
amo", economiza no "eu te amo", porém é abundante
na prática da reciprocidade. É alguém que não se nega
a estar perto, acessível, consciente de sua influência.
Temos que observar mais o exemplo do que as
declarações: se a pessoa admira você, se a pessoa
incentiva você, se a pessoa elogia você, se a pessoa
ampara você, se a pessoa escuta você.
Esse arcabouço de comportamentos deve
prevalecer no romance. Não queira que o seu parceiro
diga a todo momento o que ele mesmo já realiza
naturalmente. É redundância.
Recordo um diálogo que vivi com a minha filha,
quando ela tinha 11 anos.
Na hora de dar boa-noite, reparei que ela estava
encabulada e arredia comigo. Tentei me aproximar.
− O que houve?
− Eu não sei se te amo. Não sei o que é amor −
ela me disse.
Não me senti mal. Não me senti desvalorizado.
Quem nunca se perguntou isso?
Há dias em que parece que você ama mais. Há
dias em que parece que você ama menos. Há dias em
que você se esquece de amar. Há dias em que você
ama em dobro.
Lembro que fiz carinho na sua cabeça, cantei "O
Leãozinho", de Caetano, e permaneci ao seu lado até
que adormecesse.
Quando jurei que ela já tinha apagado e não
estava mais me ouvindo, confidenciei:
− Amar é só gostar de ficar junto, filha.
Ela, inesperadamente, respondeu:
− Então, eu te amo, pai, mas não espalha.
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