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Foram encontradas 40 questões.

A respeito do Plano Nacional de Educação (PNE), podemos afirmar que:

 

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Analisando as sentenças:

I - A vista disso, devemos tomar sérias medidas.

II - Não fale tal coisa as pessoas.

III - Dia a dia a empresa foi crescendo.

IV - Não ligo aquilo que me disse.

Observando-se o item em destaque, podemos afirmar que não deve(m) ter sinal indicador de crase apenas a(s) sentença(s):

IV.

 

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2281284 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Campina Grande-PB

Éticos: da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades. Políticos: dos direitos de cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática. Estéticos: da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e culturais. Os princípios acima são encontrados no seguinte documento:

 

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2281079 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Campina Grande-PB

Sobre a história da educação no Brasil, podemos afirmar que:

Escreva V para VERDADEIRO e F para FALSO:

( ) O padre Manuel da Nóbrega chefiou a primeira missão da ordem religiosa em 1549.

( ) Em 1800 houve a expulsão dos jesuítas (reformas pombalinas), passando a ser instituído o ensino público e laico.

( ) Os escravos negros, na época da escravidão do Brasil, conseguiram todos os direitos à educação, igual ao homem branco, estudavam nos colégios religiosos ou iam à Europa.

( ) Dom João VI, ao chegar ao Brasil, abriu Academias Militares (Academia Real da Marinha (1808) e Academia Real Militar (1810)), Escolas de Medicina (a partir de 1808, na Bahia e no Rio de Janeiro), Museu Real (1818), a Biblioteca Real (1810) e o Jardim Botânico (1810).

( ) A primeira escola de formação dos professores ("Escola Normal") foi a Escola Normal de Niterói, fundada em 1835.

A sequência CORRETA é:

 

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Leia o texto abaixo para responder à questão.

UM ESCRITOR NASCE

Nasci numa tarde de julho, na pequena cidade onde havia uma cadeia, uma igreja e uma escola bem próximas umas das outras, e que se chamava Turmalinas. A cadeia era velha, descascada na parede dos fundos. Deus sabe como os presos lá dentro viviam e comiam, mas exercia sobre nós uma fascinação inelutável (era o lugar onde se fabricavam gaiolas, vassouras, flores de papel, bonecos de pau). A igreja também era velha, porém não tinha o mesmo prestígio. E a escola, nova de quatro ou cinco anos, era o lugar menos estimado de todos. Foi aí que nasci.

Nasci na sala do 3o ano, sendo a professora D. Emerenciana Barbosa, que Deus a tenha. Até então, era analfabeto e despretensioso. Lembro-me: nesse dia de julho, o sol que descia da serra era bravo e parado.(b) A aula era de Geografia, e a professora traçava no quadro-negro nomes de países distantes. As cidades vinham surgindo na ponte dos nomes, e Paris era uma torre ao lado de uma ponte e um rio. A Inglaterra não se enxergava bem no nevoeiro, um esquimó, um condor surgia misteriosamente, trazendo países inteiros.(a) Então, nasci. De repente nasci, isto é, senti necessidade de escrever. Nunca pensara no que podia sair do papel e do lápis, a não ser bonecos sem pescoço, com cinco riscos representando as mãos. Nesse momento, porém, minha mão avançou para a carteira à procura de um objeto, achou-o, apertou-o irresistivelmente, escreveu alguma coisa parecida com a narração de uma viagem de Turmalinas ao Polo Norte.

É talvez a mais curta narração no gênero. Dez linhas, inclusive o naufrágio e a visita ao vulcão. Eu escrevia com o rosto ardendo, e a mão veloz tropeçando sobre complicações ortográficas, mas passava adiante(d). Isso durou talvez um quarto de hora, e valeu-me a interpelação de D. Emerenciana.

– Juquita, que você está fazendo?

O rosto ficou mais quente, não respondi. Ela insistiu:

– Me dá esse papel aí… me dá aqui.

Eu relutava, mas seus óculos eram imperiosos. Sucumbido, levantei-me, o braço duro segurando a ponta do papel, a classe toda olhava para mim, gozando o espetáculo da humilhação(c). D. Emerenciana passou os óculos pelo papel e, com assombro para mim, declarou à classe:

– Vocês estão rindo do Juquita. Não façam isso. Ele fez uma descrição muito chique, mostrou que está aproveitando bem as aulas.

Uma pausa, e rematou:

– Continue, Juquita. Você ainda será um grande escritor.

A maioria, na sala, não avaliava o que fosse um grande escritor. Eu próprio não avaliava. Mas sabia que no Rio de Janeiro havia um homem pequenino, de cabeça enorme, que fazia discursos muito compridos e era inteligentíssimo. Devia ser, com certeza, um grande escritor, e em meus nove anos achei que a professora me comparava a Rui Barbosa.

(Carlos Drummond de Andrade. Contos de Aprendiz. 4a Edição, Editora do Autor)

Ao descrever objetos e realidades, o autor insere na descrição a presença de seus estados de espírito, suas impressões pessoais, provocados pelos objetos e realidades descritas. Todos os trechos abaixo, extraídos do texto, comprovam o que foi dito, EXCETO:

 

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Cuidado: Não permita que crianças utilizem indevidamente esta embalagem. Utilizá-la como capuz ou máscara provoca sufocação.

O texto acima é uma advertência que vem estampada em sacolas plásticas de lojas e supermercados. A palavra adequada que pode unir os dois enunciados indicando uma relação semântica adequada é:

 

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2280445 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: UEPB
Orgão: Pref. Campina Grande-PB

Investimento por aluno

Nesta tabela verificamos a valor anual estimado em reais, nas séries iniciais do Ensino Fundamental, da zona urbana, no ano de 2012 (Revista Nova Escola)

Enunciado 2712181-1

Com base no gráfico acima, escreva C para CERTO e E para ERRADO

( ) As medidas foram positivas, mas os fundos ainda não garantem a igualdade entre estados que arrecadam valores desiguais.

( ) O aumento e a distribuição mais igualitária de recursos não precisam, necessariamente, vir acompanhados de políticas de colaboração técnica e pedagógica.

( ) No Brasil, há uma desacordo entre o que acontece nas escolas e as políticas públicas.

( ) Todos os estados brasileiros são tratados de forma igualitária no que se refere ao trato com a educação, inclusive com o investimento no aluno.

Esta CORRETA a sequência:

 

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“Sonhar cansa, como qualquer outra coisa; e, com a velhice, nós, os pobres, já que não podemos economizar dinheiro, passamos a
economizar ambições.”

BRAGA, Rubem .200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 1992.

Sobre a pontuação do trecho, pode-se afirmar:

I - A sexta vírgula foi usada para separa a oração adverbial causal de sua principal, que traz sentido de consequência.

II - A quarta e a quinta vírgulas foram usadas para separar um aposto.

III - A primeira vírgula foi usada para separar duas orações coordenadas.

IV - A segunda e a terceira vírgulas foram usadas para separar adjunto adverbial deslocado, com sentido temporal.

Concluímos que estão corretas apenas:

I, II e III
II, III e IV
 

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Leia o excerto abaixo a respeito de uma personagem de telenovela:

“Quanto a Laura, ficou claro que sua maldade tem proporções oceânicas: continuou com suas perfídias mesmo depois de conquistar a fama que desejava.”

Marque a alternativa correta relativa à figura de linguagem presente no enunciado acima.

 

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Qual das frases abaixo pode ser considerada proposição lógica?

 

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