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Foram encontradas 181 questões.

2639156 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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No Art. 40 da Lei 11.494/2007, (FUNDEB), os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão implantar Planos de Carreira e remuneração dos profissionais da educação básica, de modo a assegurar:

I – a remuneração condigna dos profissionais na educação básica da rede pública;

II- integração entre o trabalho individual e a proposta pedagógica da escola;

III- a melhoria da qualidade de ensino e da aprendizagem;

IV – Os Planos de Carreira deverão contemplar capacitação profissional especialmente voltada à formação continuada com vistas na melhoria da qualidade do ensino.

Assinale a(s) preposição (ões) CORRETA (S):

 

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2639155 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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De acordo com a Lei 11.494, de 20 de junho de 2007, que regulamenta o Fundo de manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (FUNDEB), no seu Art.. 22, estabelece:

 

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2639154 Ano: 2019
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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De acordo com a Lei Nº 8.069, de 13 de julho de 1990, Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), no seu Art. 56: Os dirigentes de estabelecimentos de ensino fundamental comunicarão ao Conselho Tutelar os casos de:

I - maus-tratos envolvendo seus alunos;

II - reiteração de faltas injustificadas e de evasão escolar;

III - elevados níveis de repetência.

IV - aluno com falta de material escolar.

De acordo com o referido artigo do ECA, podemos considerar como FALSA (S) a (s) preposição (ões):

 

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2639153 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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De acordo com o que disserta a Lei 9394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional (LDB), no seu Art. 59. Os estabelecimentos de ensino assegurarão aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação:

I - currículos, métodos, técnicas, recursos educativos e organização específicos para atender às suas necessidades;

II- terminalidade específica para aqueles que não puderem atingir o nível exigido para a conclusão do ensino fundamental, em virtude de suas deficiências, e aceleração para concluir em menor tempo o programa escolar para os superdotados;

III- professores com especialização adequada em nível médio ou superior, para atendimento especializado, bem como professores do ensino regular capacitados para a integração desses educandos nas classes comuns;

IV – educação especial para o trabalho, visando a sua efetiva integração na vida em sociedade, inclusive condições adequadas para os que não revelarem capacidade de inserção no trabalho competitivo, mediante articulação como os órgãos oficiais afins, bem como para aqueles que apresentam uma habilidade superior nas áreas artística, intelectual ou psicomotora;

V – acesso igualitário aos benefícios dos programas sociais suplementares disponíveis para o respectivo nível do ensino regular.

Podemos considerar CORRETAS:

 

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2639152 Ano: 2019
Disciplina: Pedagogia
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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De acordo com o que disserta a Lei 9394/96, Lei de Diretrizes e Bases da Educação Brasileira (LDB), no seu Art. 1º:

I- A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais.

II- Esta Lei disciplina a educação escolar, que se desenvolve predominantemente, por meio do ensino, em instituições próprias.

III- A educação escolar deverá vincular se especificamente ao ensino acadêmico e tradicional.

IV- A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social.

Assinale a alternativa que apresente somente as preposições CORRETAS.

 

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2639151 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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A ocorrência de crase é obrigatória em:

 

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2639150 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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Assinale a alternativa correta, segundo o padrão culto da Língua Portuguesa:

 

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2639149 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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Assinale a alternativa em que a partícula “se” exerce a mesma função que a presente nesta frase: “Ela não cansa de queixar-se”.

 

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2639148 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

Em entrevista ao Jornal do Professor, o professor e pesquisador Vitor Henrique Paro, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), diz que o diretor tem de ser um educador, que saiba se relacionar com os outros educadores.

“Na gestão empresarial, você contrata alguém para fazer o controle dos outros. Na escola, o trabalho tem de ser muito mais livre, tem de ser autônomo, tem de ser um trabalho com professores, com eles dialogando e desenvolvendo o trabalho da melhor forma possível”, defende Paro.

Em sua visão, a melhor solução é a direção colegiada, com o trabalho da escola dividido entre coordenadores e a coordenação do trabalho humano coletivo a cargo da direção. “Três ou quatro cabeças pensam mais que uma, e seria mais democrático”, acredita.

Com mestrado em educação pela USP, doutorado em educação pela PUC-SP e livre docência em educação pela USP, Paro é autor de uma extensa bibliografia. Ele coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração Escolar (Gepae) da USP.

Jornal do ProfessorPara o senhor, o que são boas práticas de gestão escolar?

Vítor Henrique Paro – Para mim, gestão e administração são sinônimas. A boa gestão ou a boa administração é aquela que usa os recursos da forma mais adequada possível para atingir determinados fins. A utilização desses recursos envolve todos aqueles que trabalham, seja no nível mais baixo ou no mais alto, se houver uma hierarquização. Boa gestão é aquela em que a escola atinge os seus objetivos. É aquela que utiliza, da forma mais adequada possível, os seus recursos de várias ordens, como o material escolar, o próprio conhecimento, a cultura que se pretende proporcionar à população que aprende. A boa gestão escolar é aquela que utiliza os meios da forma mais adequada aos fins. Então aí surge um determinante: os fins é que têm de condicionar os meios. Isso em toda boa administração. Eu costumo dar o exemplo de que não vou para uma pescaria levando uma metralhadora e nem vou para a guerra usando uma vara de pescar. Meios adequados aos fins. Os fins condicionam os meios. Na empresa capitalista, por exemplo, cujo fim é a apropriação do excedente, ela pode ser inclusive autoritária. O autoritarismo não nega o fim. Pelo contrário, se não tiver certo autoritarismo e desrespeito à subjetividade do trabalhador não há produção de excedente.

A escola não existe para produzir lucro e nem para se apropriar do trabalho de ninguém, mas ela existe como direito a seres humano-históricos. Seres que fazem a sua história, que são sujeitos. Os objetivos são de emancipação humana, de formação de sujeitos, sujeitos entendidos como autores, seres que têm vontades, que têm sonhos, desejos e que criam e buscam valores, realizando objetivos. Se esse é o fim da educação, então, em qualquer gestão, o primeiro item que tem de se levar em conta é que o meio de realizar isso deve ser adequado ao fim. Então, a boa educação escolar é aquela cujos objetivos são perseguidos utilizando meios adequados a esses objetivos.

O senhor concorda que administrar uma escola de forma eficiente é bem diferente de administrar uma empresa?

– A escola não é diferente da empresa; a escola é antagônica à empresa. O objetivo da empresa é o da ganância. Isso não é moralismo, não. É ciência. O empresário não é mau por fazer isso. Ele só procura fazer o melhor negócio possível e se apropria daquilo que foi construído pelo produtor. O trabalhador é o produtor. Ele produz o valor que é apropriado pelo capitalista. Ele não paga o trabalho do trabalhador, ele paga o salário. A maior parte do trabalho, o valor produzido na empresa, é apropriada pelo capital e pelo Estado porque o capital também paga impostos. Por isso que, em grande medida, o Estado vive a serviço do capital. A empresa para atender os seus objetivos utiliza meios adequados aos seus objetivos. Esses meios são meios de dominação. Na escola, ela tem de utilizar meios adequados aos seus objetivos, que não são de dominação, mas democráticos, de criar o cidadão autônomo, que tem direitos. Para fazer isso tem de utilizar um método que não é antagônico aos seus interesses. Essa questão da metodologia se estuda e se trabalha na formação de professores, estudando a sociologia, a filosofia, a história da educação, a psicologia, a antropologia, a economia política, a didática e se chega a uma conclusão muito simples: se a educação é formação de sujeitos, o educando só aprende se quiser. Não se pode forçá-lo. Ele aprende sendo sujeito. Se o objetivo da educação é formar sujeito, o seu modo de educar não pode educar sendo contrário à criança. É a criança que se tem de ouvir, é o adolescente que se tem de ouvir. Você precisa da concordância do educando. Não se pode educar sendo contrário ao educando. Isso é um componente técnico como está demonstrado em toda a ciência da pedagogia e da educação desenvolvida no século XX, desde Piaget. Então para você fazer isso, tem de utilizar maneiras de tratá-lo que sejam de acordo com a vontade dele.

No último parágrafo o entrevistado, destaca a criança e o adolescente, que não se pode educar sendo contrário ao educando, assim salienta a importância de:

 

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2639147 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
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INTERPRETAÇÃO DE TEXTO

Em entrevista ao Jornal do Professor, o professor e pesquisador Vitor Henrique Paro, da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), diz que o diretor tem de ser um educador, que saiba se relacionar com os outros educadores.

“Na gestão empresarial, você contrata alguém para fazer o controle dos outros. Na escola, o trabalho tem de ser muito mais livre, tem de ser autônomo, tem de ser um trabalho com professores, com eles dialogando e desenvolvendo o trabalho da melhor forma possível”, defende Paro.

Em sua visão, a melhor solução é a direção colegiada, com o trabalho da escola dividido entre coordenadores e a coordenação do trabalho humano coletivo a cargo da direção. “Três ou quatro cabeças pensam mais que uma, e seria mais democrático”, acredita.

Com mestrado em educação pela USP, doutorado em educação pela PUC-SP e livre docência em educação pela USP, Paro é autor de uma extensa bibliografia. Ele coordena o Grupo de Estudos e Pesquisas em Administração Escolar (Gepae) da USP.

Jornal do ProfessorPara o senhor, o que são boas práticas de gestão escolar?

Vítor Henrique Paro – Para mim, gestão e administração são sinônimas. A boa gestão ou a boa administração é aquela que usa os recursos da forma mais adequada possível para atingir determinados fins. A utilização desses recursos envolve todos aqueles que trabalham, seja no nível mais baixo ou no mais alto, se houver uma hierarquização. Boa gestão é aquela em que a escola atinge os seus objetivos. É aquela que utiliza, da forma mais adequada possível, os seus recursos de várias ordens, como o material escolar, o próprio conhecimento, a cultura que se pretende proporcionar à população que aprende. A boa gestão escolar é aquela que utiliza os meios da forma mais adequada aos fins. Então aí surge um determinante: os fins é que têm de condicionar os meios. Isso em toda boa administração. Eu costumo dar o exemplo de que não vou para uma pescaria levando uma metralhadora e nem vou para a guerra usando uma vara de pescar. Meios adequados aos fins. Os fins condicionam os meios. Na empresa capitalista, por exemplo, cujo fim é a apropriação do excedente, ela pode ser inclusive autoritária. O autoritarismo não nega o fim. Pelo contrário, se não tiver certo autoritarismo e desrespeito à subjetividade do trabalhador não há produção de excedente.

A escola não existe para produzir lucro e nem para se apropriar do trabalho de ninguém, mas ela existe como direito a seres humano-históricos. Seres que fazem a sua história, que são sujeitos. Os objetivos são de emancipação humana, de formação de sujeitos, sujeitos entendidos como autores, seres que têm vontades, que têm sonhos, desejos e que criam e buscam valores, realizando objetivos. Se esse é o fim da educação, então, em qualquer gestão, o primeiro item que tem de se levar em conta é que o meio de realizar isso deve ser adequado ao fim. Então, a boa educação escolar é aquela cujos objetivos são perseguidos utilizando meios adequados a esses objetivos.

O senhor concorda que administrar uma escola de forma eficiente é bem diferente de administrar uma empresa?

– A escola não é diferente da empresa; a escola é antagônica à empresa. O objetivo da empresa é o da ganância. Isso não é moralismo, não. É ciência. O empresário não é mau por fazer isso. Ele só procura fazer o melhor negócio possível e se apropria daquilo que foi construído pelo produtor. O trabalhador é o produtor. Ele produz o valor que é apropriado pelo capitalista. Ele não paga o trabalho do trabalhador, ele paga o salário. A maior parte do trabalho, o valor produzido na empresa, é apropriada pelo capital e pelo Estado porque o capital também paga impostos. Por isso que, em grande medida, o Estado vive a serviço do capital. A empresa para atender os seus objetivos utiliza meios adequados aos seus objetivos. Esses meios são meios de dominação. Na escola, ela tem de utilizar meios adequados aos seus objetivos, que não são de dominação, mas democráticos, de criar o cidadão autônomo, que tem direitos. Para fazer isso tem de utilizar um método que não é antagônico aos seus interesses. Essa questão da metodologia se estuda e se trabalha na formação de professores, estudando a sociologia, a filosofia, a história da educação, a psicologia, a antropologia, a economia política, a didática e se chega a uma conclusão muito simples: se a educação é formação de sujeitos, o educando só aprende se quiser. Não se pode forçá-lo. Ele aprende sendo sujeito. Se o objetivo da educação é formar sujeito, o seu modo de educar não pode educar sendo contrário à criança. É a criança que se tem de ouvir, é o adolescente que se tem de ouvir. Você precisa da concordância do educando. Não se pode educar sendo contrário ao educando. Isso é um componente técnico como está demonstrado em toda a ciência da pedagogia e da educação desenvolvida no século XX, desde Piaget. Então para você fazer isso, tem de utilizar maneiras de tratá-lo que sejam de acordo com a vontade dele.

A escola não é diferente da empresa; a escola é antagônica à empresa. O objetivo da empresa é o da ganância. Isso não é moralismo, não. É ciência. Na escola, ela tem de utilizar meios adequados aos seus objetivos, que não são de dominação, mas democráticos. Para o entrevistado, Vitor Henrique Paro, a escola precisa:

 

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