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Foram encontradas 100 questões.

667548 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
BRIGA DE RUA.
Estava voltando da minha caminhada habitual, de manhã. Foi então que vi um carro imbicado na entrada da garagem de um edifício, com todas as portas abertas, e, antes que eu achasse estranho, comecei a ouvir gritos. Ao lado do carro, uma moça segurava um menino no colo, um garoto de uns quatro anos, que chorava muito. Chorava de medo e susto: sua mãe berrava com seu pai. Um pai igualmente descontrolado que a impedia de entrar no prédio com a criança. O que havia acontecido? Não sei, não os conheço, não imagino o que - motivou esse barraco, só sei que fiquei em choque diante da cena: uma mulher no auge da sua fúria, histérica, ordenando que aquele homem desaparecesse, que sumisse, e ele chorando e ao mesmo tempo segurando-a pelo braço, até que ela se desvencilhou e deu um tapão na cara dele, e outro, e a criança apavorada, e eu parada a poucos metros de distância, sem saber se acudia, se fugia, sem um celular para chamar alguém - vá que ele esteja armado? Aquilo poderia terminarem tragédia.
Com a ingenuidade que me é característica, cheguei a pedir, parem com isso, conversem depois, olhem as crianças, e foi então que me dei conta de que elas estavam mesmo no plural, havia outra criança presa a uma cadeirinha dentro do carro, uma menina de não mais que dois anos, que chorava era aquele homem desfigurado, impedindo a passagem dela também. A essa altura outros transeuntes pararam, circundamos o casal, mas todos 'sem ação, imobilizados pelo ditado "em briga de marido e mulher não se mete a colher", mas não se mete mesmo? Uma senhora tentou tirar o menino do colo da mãe para que ele não recebesse um safanão(I) sem querer, mas o menino, lógico, não quis sair de onde estava, a despeito de todos os riscos que nem sabia que estava correndo, e o que mais me impressionava nem o menino que chorava diante de uma cena que jamais irá esquecer, mas a mulher, a mulher que não chorava(II), e sim berrava "NÃO TOCA EM MIMI", berrava "SAI DA MINHA FRENTE!", berrava e batia naquele homem que era duas vezes o seu tamanho, berrava de uma maneira surtada, assustadora, com uma voz que nem parecia vir dela, mas da fera que a habitava, berrava com uma raiva e um tormento que não podia ser maior. Ela havia chegado ao seu limite. Dali em diante, ela iria matá-lo, se matá-lo fosse possível(III).
Foi então que entendi como acontecem esses crimes passionais que ocorrem longe dos nossos olhos, entre quatro paredes: por algum motivo, um homem ou uma mulher. ou ambos tomam-se irracionais. Não se escutam, não conversam, não preservam os filhos, não percebem o entorno, viram dois selvagens, até que um deles escape ou morra.
Ela escapou. Um rapaz interveio, segurou o homem, e ela entrou no prédio com as duas crianças. Perdida a batalha, ele ficou socando o chão, fora de si. Tudo isso numa das avenidas mais movimentadas da cidade, às 11 horas da manhã. Voltei para casa arrasada. Tenho o estômago fraco para a estupidez e para a brutalidade, descontroles emocionais me parecem terrivelmente ameaçadores. Nunca saberei quem era a real vítima da história, quem estava com a razão, e não estranharia se hoje os encontrasse de mãos dadas, com as pazes feitas, que isso é mais comum do que se pensa. Mas a violência do ato existiu, e foi testemunhada por duas crianças.
Na verdade, por três crianças. O mundo adulto, ali, me fechava as portas.
(MEDEIROS, Martha. O Meu Melhor. 2012, p. 173/174/175)
No seguinte grupo de orações destacadas do 2° parágrafo do texto:
I. "( ... ) para que ele não recebesse um safanão( ... )".
lI. "( ... )que não chorava( ... )".
III. "( ... )se matá-lo fosse possível ( ... )".
Tem-se, respectivamente, as orações subordinadas:
 

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667410 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

Chore e lute, filha.

Dentre as tantas lições que recebi e recebo de minha mãe, considero duas primordiais: chore sempre que quiser chorar, filha. Lute mesmo quando não quiser lutar, filha.

Sou filha de uma virginiana de origem germânica, regras rígidas, poucas palavras. Mas não houve uma única vez em que ela tenha me mandado engolir o choro, como tanto se ouve por aí. Pelo contrário, ela dizia, com sua escassa e preciosa doçura: "O choro é o xixi do coração, filha. Tem que deixar que ele saia". Aprendi a obedecer (porque não lhe obedecer segue sendo o erro mais certo de todos) e choro invariavelmente, abandonando constrangimentos e preocupação com olhares de terceiros.

Sobre a luta, ela nunca verbalizou(A). Preferiu, nesse caso, ser apenas um exemplo permanente. Por vezes, soltava frases duras como "Segure isso pelo chifre", "Mostre para o cavalo quem é o cavaleiro aqui", "Segure as rédeas da sua vida(B) ou ela vai para onde quiser", "Mantenha só na sua mão a chave da sua felicidade", ou ainda "Deus nunca nos dá um fardo mais pesado do que podemos aguentar". As frases ficaram como marcas, mas, no fundo, sempre bastou observá-la, no presente e no passado corajoso.

Sua luta nunca foi barulhenta. Olhares. Gestos. Frases curtas em tom de voz sereno e firme. Longas cartas manuscritas. Venho, há anos, aprendendo nesse treinamento inconsciente a duelar sem armas, a gritar sem som, a intimidar com os olhos e a romper sem cortes.

Nunca a vi abandonar(C) ideais, relativizar princípios ou tolerar afrontas. Sempre a vi lutar pelo que acredita e, sobretudo, por aqueles em quem acredita. Sempre a vi continuar acreditando, embora com os olhos um pouco inchados, de quem chorou por meia dúzia de minutos atrás da necessária porta do banheiro (porque filhos podem chorar no seu colo, mas ela, mãe germânica, chora sozinha).

Um dia ela me disse(D), em tom de confidência, que me achava muito corajosa. Eu quis, com todas as minhas forças, acreditar nesse elogio com o qual nunca nem ousaria sonhar. Ainda não acredito. Ainda me julgo borboleta, cheia de cores, leve, superficial e frágil. Ainda me tornarei como ela: árvore, raiz, tronco, verde e vida.

Por enquanto, em tempos estranhos, em campo minado, em terreno incerto, em pedras falsas e em total incerteza na vida, sigo no choro sincero, sigo na luta honesta. Sigo por mim, por ela, por tantos. Porque, como dizem por aí, luto só me serve se for verbo. E assim seguimos caminhando.

(MANUS, Ruth. Um dia ainda vamos rir de tudo isso. p. 67/68.).

O termo entre parênteses não foi classificado com correção em:

 

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633841 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
A média de reprovação em um Concurso Público foi de 56%. Quantas pessoas foram aprovadas nesse concurso com 3.400 candidatos inscritos?
 

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567116 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

BRIGA DE RUA.

Estava voltando da minha caminhada habitual, de manhã. Foi então que vi um carro imbicado na entrada da garagem(D) de um edifício, com todas as portas abertas, e, antes que eu achasse estranho, comecei a ouvir gritos. Ao lado do carro, uma moça segurava um menino no colo, um garoto de uns quatro anos, que chorava muito. Chorava de medo e susto: sua mãe berrava com seu pai. Um pai igualmente descontrolado que a impedia de entrar no prédio com a criança. O que havia acontecido? Não sei, não os conheço, não imagino o que - motivou esse barraco, só sei que fiquei em choque diante da cena: uma mulher no auge da sua fúria, histérica, ordenando que aquele homem desaparecesse, que sumisse, e ele chorando e ao mesmo tempo segurando-a pelo braço, até que ela se desvencilhou e deu um tapão na cara dele, e outro, e a criança apavorada, e eu parada a poucos metros de distância, sem saber se acudia, se fugia, sem um celular para chamar alguém - vá que ele esteja armado? Aquilo poderia terminarem tragédia.

Com a ingenuidade que me é característica, cheguei a pedir, parem com isso, conversem depois, olhem as crianças, e foi então que me dei conta de que elas estavam mesmo no plural, havia outra criança presa a uma cadeirinha dentro do carro, uma menina de não mais que dois anos, que chorava era aquele homem desfigurado, impedindo a passagem dela também. A essa altura outros transeuntes pararam, circundamos o casal, mas todos 'sem ação, imobilizados pelo ditado "em briga de marido e mulher não se mete a colher", mas não se mete mesmo? Uma senhora tentou tirar o menino do colo da mãe para que ele não recebesse um safanão sem querer, mas o menino, lógico, não quis sair de onde estava, a despeito de todos os riscos que nem sabia que estava correndo, e o que mais me impressionava nem o menino que chorava diante de uma cena que jamais irá esquecer, mas a mulher, a mulher que não chorava, e sim berrava "NÃO TOCA EM MIMI", berrava "SAI DA MINHA FRENTE!", berrava e batia naquele homem que era duas vezes o seu tamanho, berrava de uma maneira surtada, assustadora, com uma voz que nem parecia vir dela, mas da fera que a habitava(B), berrava com uma raiva e um tormento que não podia ser maior. Ela havia chegado ao seu limite. Dali em diante, ela iria matá-lo, se matá-lo fosse possível.

Foi então que entendi como acontecem esses crimes passionais que ocorrem longe dos nossos olhos, entre quatro paredes: por algum motivo, um homem ou uma mulher. ou ambos tomam-se irracionais. Não se escutam, não conversam, não preservam os filhos, não percebem o entorno, viram dois selvagens, até que um deles escape ou morra.

Ela escapou. Um rapaz interveio(A), segurou o homem, e ela entrou no prédio com as duas crianças. Perdida a batalha, ele ficou socando o chão, fora de si. Tudo isso numa das avenidas mais movimentadas da cidade, às 11 horas da manhã. Voltei para casa arrasada. Tenho o estômago fraco para a estupidez e para a brutalidade, descontroles emocionais me parecem terrivelmente ameaçadores. Nunca saberei quem era a real vítima da história, quem estava com a razão, e não estranharia se hoje os encontrasse de mãos dadas, com as pazes feitas, que isso é mais comum do que se pensa. Mas a violência do ato existiu(C), e foi testemunhada por duas crianças.

Na verdade, por três crianças. O mundo adulto, ali, me fechava as portas.

(MEDEIROS, Martha. O Meu Melhor. 2012, p. 173/174/175)

A alternativa em que há uso conotativo do termo destacado entre parênteses é:

 

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483204 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Leia a frase de Luís Fernando Veríssimo e responda o que se pede na questão:
"A família não nasce pronta; constrói-se aos poucos e é o melhor laboratório do amor. Em casa, entre pais e filhos, pode-se aprender a amar, ter respeito, fé, solidariedade, companheirismo e outros sentimentos."
A acentuação se dá por ditongo aberto em:
 

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355479 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
" Estudantes de Hong Kong boicotam aulas em desafio a Pequim Milhares de estudantes protestaram nesta segunda-feira em Hong Kong, no primeiro dia de uma campanha de duas semanas de boicote às aulas( ... )".
(Disponível em: https://istoe. com. br/estudantes-d e-hong
-kong-boicotam-a u las - em-desafio-a-pequim/ . Acesso em: 02 set.2019).
Sobre o assunto, analise as afirmações seguintes e marque a alternativa correta:
I- A finalidade desse protesto visa manter a pressão sobre o governo leal a Pequim, que, até o momento, não fez nenhuma concessão ao movimento pró- democracia.

II- No dia que marcava o retorno às aulas após as férias de verão os estudantes formaram correntes humanas diante dos centros de ensino.
IlI- Em vários hospitais, enfermeiros formaram filas nos corredores e exibiram cartazes.
IV- Pequim, que expressa apoio total ao governo de Hong Kong intensificou as ameaças.
 

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278003 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
BRIGA DE RUA.
Estava voltando da minha caminhada habitual, de manhã. Foi então que vi um carro imbicado na entrada da garagem de um edifício, com todas as portas abertas, e, antes que eu achasse estranho, comecei a ouvir gritos. Ao lado do carro, uma moça segurava um menino no colo, um garoto de uns quatro anos, que chorava muito. Chorava de medo e susto: sua mãe berrava com seu pai. Um pai igualmente descontrolado que a impedia de entrar no prédio com a criança. O que havia acontecido? Não sei, não os conheço, não imagino o que - motivou esse barraco, só sei que fiquei em choque diante da cena: uma mulher no auge da sua fúria, histérica, ordenando que aquele homem desaparecesse, que sumisse, e ele chorando e ao mesmo tempo segurando-a pelo braço, até que ela se desvencilhou e deu um tapão na cara dele, e outro, e a criança apavorada, e eu parada a poucos metros de distância, sem saber se acudia, se fugia, sem um celular para chamar alguém - vá que ele esteja armado? Aquilo poderia terminarem tragédia.
Com a ingenuidade que me é característica, cheguei a pedir, parem com isso, conversem depois, olhem as crianças, e foi então que me dei conta de que elas estavam mesmo no plural, havia outra criança presa a uma cadeirinha dentro do carro, uma menina de não mais que dois anos, que chorava era aquele homem desfigurado, impedindo a passagem dela também. A essa altura outros transeuntes pararam, circundamos o casal, mas todos 'sem ação, imobilizados pelo ditado "em briga de marido e mulher não se mete a colher", mas não se mete mesmo? Uma senhora tentou tirar o menino do colo da mãe para que ele não recebesse um safanão sem querer, mas o menino, lógico, não quis sair de onde estava, a despeito de todos os riscos que nem sabia que estava correndo, e o que mais me impressionava nem o menino que chorava diante de uma cena que jamais irá esquecer, mas a mulher, a mulher que não chorava, e sim berrava "NÃO TOCA EM MIMI", berrava "SAI DA MINHA FRENTE!", berrava e batia naquele homem que era duas vezes o seu tamanho, berrava de uma maneira surtada, assustadora, com uma voz que nem parecia vir dela, mas da fera que a habitava, berrava com uma raiva e um tormento que não podia ser maior. Ela havia chegado ao seu limite. Dali em diante, ela iria matá-lo, se matá-lo fosse possível.
Foi então que entendi como acontecem esses crimes passionais que ocorrem longe dos nossos olhos, entre quatro paredes: por algum motivo, um homem ou uma mulher. ou ambos tomam-se irracionais. Não se escutam, não conversam, não preservam os filhos, não percebem o entorno, viram dois selvagens, até que um deles escape ou morra.
Ela escapou. Um rapaz interveio, segurou o homem, e ela entrou no prédio com as duas crianças. Perdida a batalha, ele ficou socando o chão, fora de si. Tudo isso numa das avenidas mais movimentadas da cidade, às 11 horas da manhã. Voltei para casa arrasada. Tenho o estômago fraco para a estupidez e para a brutalidade, descontroles emocionais me parecem terrivelmente ameaçadores. Nunca saberei quem era a real vítima da história, quem estava com a razão, e não estranharia se hoje os encontrasse de mãos dadas, com as pazes feitas, que isso é mais comum do que se pensa. Mas a violência do ato existiu, e foi testemunhada por duas crianças.
Na verdade, por três crianças. O mundo adulto, ali, me fechava as portas.
(MEDEIROS, Martha. O Meu Melhor. 2012, p. 173/174/175)
O vocábulo cuja acentuação gráfica se justifica pela mesma regra de "estômago" é:
 

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160166 Ano: 2019
Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Conforme preceitua o Estatuto da Criança e do Adolescente, é dever de todos prevenir a ocorrência de ameaça ou violação dos direitos da criança e do adolescente. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios deverão atuar de forma articulada na elaboração de políticas públicas e na execução de ações destinadas a coibir o uso de castigo físico ou de tratamento cruel ou degradante e difundir formas não violentas de educação de crianças e de adolescentes, tendo como principais ações, exceto:
 

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1638029 Ano: 2019
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
" O governo federal alterou o decreto que proibia as queimadas em todo o país durante o período da seca, e passou a permitir em todo o país durante o período da seca, e passou a permitir queimadas para fins agrícolas fora da Amazônia Legal. Com isso, esse tipo de queimada permanecerá proibido apenas no perímetro da Amazônia Legal ( ... )".
(Disponível em: https://g 1 .globo.com/politica/noticia/2019/08/31
/governo-alterae creto-e-restri ng e-proibicao-de-queimada-a-amazaniaegal. ghtml . Acesso em: 02 set.2019).
A Amazônia Legal compreende todo o território de:
Questão Anulada e Desatualizada

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1597740 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
No modelo de atenção em saúde fundamentado na assistência multiprofissional em saúde da família, são consideradas atividades típicas do Agente Comunitário de Saúde, em sua área geográfica de atuação, dentre elas a realização de visitas domiciliares regulares e periódicas para acolhimento e acompanhamento:
Questão Anulada e Desatualizada

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