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Foram encontradas 100 questões.

1586820 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Para receberem os recursos, de que trata o art. 3º da Lei n.º 8.142, de 28 de dezembro de 1990, os Municípios, os Estados e o Distrito Federal deverão contar com:
I - Fundo de Saúde.
lI- Conselho de Saúde, com composição paritária de acordo com o Decreto nº 99.438, de 7 de agosto de 1990.
IlI- plano de saúde.
IV- relatórios de gestão que permitam o controle de que trata o § 4º do art. 33 da Lei nº 8.080, de 19 de setembro de 1990.
V- contrapartida de recursos para a saúde no respectivo orçamento.
VI- Comissão de elaboração do Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS), previsto o prazo de dois anos para sua implantação.
Após a análise dos itens, marque a única alternativa correta:
 

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1573718 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Segundo a Política Nacional de Atenção Básica (Portaria n.º 2.436, de 21 de setembro de 2017), umas das atribuições do ACE é realizar cadastramento e atualização da base de imóveis para, exceto:
 

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1573685 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Na luta contra a dengue, um produto químico deve ser misturado com água na proporção de 1 /2 pacote para 10 litros de água. Quantos litros de água serão necessários para preparar a mistura se temos 30 pacotes do produto químico?
 

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1571849 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

BRIGA DE RUA.

Estava voltando da minha caminhada habitual, de manhã. Foi então que vi um carro imbicado na entrada da garagem de um edifício, com todas as portas abertas, e, antes que eu achasse estranho, comecei a ouvir gritos. Ao lado do carro, uma moça segurava um menino no colo, um garoto de uns quatro anos, que chorava muito. Chorava de medo e susto: sua mãe berrava com seu pai. Um pai igualmente descontrolado que a impedia de entrar no prédio com a criança. O que havia acontecido? Não sei, não os conheço, não imagino o que - motivou esse barraco, só sei que fiquei em choque diante da cena: uma mulher no auge da sua fúria, histérica, ordenando que aquele homem desaparecesse, que sumisse, e ele chorando e ao mesmo tempo segurando-a pelo braço, até que ela se desvencilhou e deu um tapão na cara dele, e outro, e a criança apavorada, e eu parada a poucos metros de distância, sem saber se acudia, se fugia, sem um celular para chamar alguém - vá que ele esteja armado? Aquilo poderia terminarem tragédia.

Com a ingenuidade que me é característica, cheguei a pedir, parem com isso, conversem depois, olhem as crianças, e foi então que me dei conta de que elas estavam mesmo no plural, havia outra criança presa a uma cadeirinha dentro do carro, uma menina de não mais que dois anos, que chorava era aquele homem desfigurado, impedindo a passagem dela também. A essa altura outros transeuntes pararam, circundamos o casal, mas todos 'sem ação, imobilizados pelo ditado "em briga de marido e mulher não se mete a colher", mas não se mete mesmo? Uma senhora tentou tirar o menino do colo da mãe para que ele não recebesse um safanão sem querer, mas o menino, lógico, não quis sair de onde estava, a despeito de todos os riscos que nem sabia que estava correndo, e o que mais me impressionava nem o menino que chorava diante de uma cena que jamais irá esquecer, mas a mulher, a mulher que não chorava, e sim berrava "NÃO TOCA EM MIMI", berrava "SAI DA MINHA FRENTE!", berrava e batia naquele homem que era duas vezes o seu tamanho, berrava de uma maneira surtada, assustadora, com uma voz que nem parecia vir dela, mas da fera que a habitava, berrava com uma raiva e um tormento que não podia ser maior. Ela havia chegado ao seu limite. Dali em diante, ela iria matá-lo, se matá-lo fosse possível.

Foi então que entendi como acontecem esses crimes passionais que ocorrem longe dos nossos olhos, entre quatro paredes: por algum motivo, um homem ou uma mulher. ou ambos tomam-se irracionais. Não se escutam, não conversam, não preservam os filhos, não percebem o entorno, viram dois selvagens, até que um deles escape ou morra.

Ela escapou. Um rapaz interveio, segurou o homem, e ela entrou no prédio com as duas crianças. Perdida a batalha, ele ficou socando o chão, fora de si. Tudo isso numa das avenidas mais movimentadas da cidade, às 11 horas da manhã. Voltei para casa arrasada. Tenho o estômago fraco para a estupidez e para a brutalidade, descontroles emocionais me parecem terrivelmente ameaçadores. Nunca saberei quem era a real vítima da história, quem estava com a razão, e não estranharia se hoje os encontrasse de mãos dadas, com as pazes feitas, que isso é mais comum do que se pensa. Mas a violência do ato existiu, e foi testemunhada por duas crianças.

Na verdade, por três crianças. O mundo adulto, ali, me fechava as portas.

(MEDEIROS, Martha. O Meu Melhor. 2012, p. 173/174/175)

Assinale a alternativa com o par de antônimos:

 

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1558518 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
O Manual de Controle da Leishmaniose Tegumentar Americana deve ser utilizado para responder a questão.
No tratamento da doença, a droga de primeira escolha é:
 

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1555154 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Enunciado 2746057-1
Em um terreno retangular com 700m2 de área, serão construídas 15 salas com forma retangular e 5m x 6m. Quanto s metros quadrados sobrarão de área livre?
 

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1554222 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
As Diretrizes Nacionais para a Prevenção e Controle de Epidemias de Dengue estabelece orientações sobre os "cenários", tratando de Período não epidêmico e Período Epidêmico. Sobre o assunto, analise as assertivas seguintes e marque a alternativa correta:
I -No Período não epidêmico, as diretrizes deverão ser utilizadas na elaboração e/ou adequação das estratégias estaduais e municipais, orientando a organização e o desenvolvimento da rotina das atividades de prevenção e controle da dengue no âmbito do sistema de saúde.
lI- No Período epidêmico, as diretrizes deverão ser utilizadas para a confecção de estratégias estaduais, regionais emunicipais de contingenciamento, independente de associações.
IlI- Considera-se Município em epidemia aquele com número de casos acima do esperado, de acordo com o diagrama de controle. Nos municípios de maior porte, deve-se levar em consideração o número de casos por região administrativa local.
 

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1550284 Ano: 2019
Disciplina: Saúde Pública
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
A Noções básicas sobre o vírus Zika deve ser utilizadas para responder a questão.
Analise as informações seguintes sobre o termo "tríplice epidemia":
I- refere-se à incidência de dengue, chikungunya e sarampo.
II - está associado a três tipos de vírus transmitidos por uma única espécie de mosquito.
IlI- o mosquito Aedes aegypti é o responsável pela "tríplice epidemia".
 

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1547733 Ano: 2019
Disciplina: Matemática
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA
Devo dividir 5000 litros de um produto em frascos de 2,5 dm 3 cada um. Quantos frascos vou precisar?
 

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1545212 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Ananindeua-PA

Chore e lute, filha.

Dentre as tantas lições que recebi e recebo de minha mãe, considero duas primordiais: chore sempre que quiser chorar, filha. Lute mesmo quando não quiser lutar, filha.

Sou filha de uma virginiana de origem germânica, regras rígidas, poucas palavras. Mas não houve uma única vez em que ela tenha me mandado engolir o choro, como tanto se ouve por aí. Pelo contrário, ela dizia, com sua escassa e preciosa doçura: "O choro é o xixi do coração, filha. Tem que deixar que ele saia". Aprendi a obedecer (porque não lhe obedecer segue sendo o erro mais certo de todos) e choro invariavelmente, abandonando constrangimentos e preocupação com olhares de terceiros.

Sobre a luta, ela nunca verbalizou. Preferiu, nesse caso, ser apenas um exemplo permanente. Por vezes, soltava frases duras como "Segure isso pelo chifre", "Mostre para o cavalo quem é o cavaleiro aqui", "Segure as rédeas da sua vida ou ela vai para onde quiser", "Mantenha só na sua mão a chave da sua felicidade", ou ainda "Deus nunca nos dá um fardo mais pesado do que podemos aguentar". As frases ficaram como marcas, mas, no fundo, sempre bastou observá-la, no presente e no passado corajoso.

Sua luta nunca foi barulhenta. Olhares. Gestos. Frases curtas em tom de voz sereno e firme. Longas cartas manuscritas. Venho, há anos, aprendendo nesse treinamento inconsciente a duelar sem armas, a gritar sem som, a intimidar com os olhos e a romper sem cortes.

Nunca a vi abandonar ideais, relativizar princípios ou tolerar afrontas. Sempre a vi lutar pelo que acredita e, sobretudo, por aqueles em quem acredita. Sempre a vi continuar acreditando, embora com os olhos um pouco inchados, de quem chorou por meia dúzia de minutos atrás da necessária porta do banheiro (porque filhos podem chorar no seu colo, mas ela, mãe germânica, chora sozinha).

Um dia ela me disse, em tom de confidência, que me achava muito corajosa. Eu quis, com todas as minhas forças, acreditar nesse elogio com o qual nunca nem ousaria sonhar. Ainda não acredito. Ainda me julgo borboleta, cheia de cores, leve, superficial e frágil. Ainda me tornarei como ela: árvore, raiz, tronco, verde e vida.

Por enquanto, em tempos estranhos, em campo minado, em terreno incerto, em pedras falsas e em total incerteza na vida, sigo no choro sincero, sigo na luta honesta. Sigo por mim, por ela, por tantos. Porque, como dizem por aí, luto só me serve se for verbo. E assim seguimos caminhando.

(MANUS, Ruth. Um dia ainda vamos rir de tudo isso. p. 67/68.).

Houve falha quanto à concordância na alternativa:

 

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