Foram encontradas 275 questões.
O Brasil possui hoje 184.960 animais
abandonados ou resgatados por maus tratos, sob
a tutela das ONGs e grupos de Protetores. Dos
mais de 184 mil animais tutelados, 177.562
(96%) são cães e 7.398 (4%) são gatos. Os
abrigos de médio porte destacam-se por tutelar
mais de 60 mil animais. Portanto, são
responsáveis por mais de 40% da população de
pets disponíveis para adoção. Grande parte dos
recursos para o financiamento das ONGs vêm de
fontes privadas, pessoas, famílias, comunidades
e empresas locais que apoiam as entidades por
meio de contribuições e doações permanentes.
Conforme cálculos sobre o consumo de ração nas
instituições, percebe-se que 80kg de ração em
doações alimentam 30 animais adultos durante
um mês sem haver sobras. Sendo assim uma
instituição precisaria de quantos kg de ração para
alimentar 50 animais adultos durante um mês e
meio?
Fonte: https://institutopetbrasil
Fonte: https://institutopetbrasil
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O PIB (Produto Interno Bruto) é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade, geralmente em um ano. Todos os países calculam o seu PIB nas suas respectivas moedas. O PIB do Brasil em 2023, por exemplo, foi de R$ 10,9 trilhões. No último trimestre divulgado (1 º trimestre de 2024), o valor foi de R$ 2. 713 ,9 bilhões. Este valor está compreendido entre:
Fonte: https://www.ibge.gov.br/explica/pib.php
Fonte: https://www.ibge.gov.br/explica/pib.php
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A propriedade fundamental das proporções garante que o produto dos meios é igual ao produto dos extremos. Sendo assim numa proporção onde os meios e os extremos são respectivamente 4, 6, 3x e 2x, é possível concluir que x pode ser um número:
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No campo da matemática temas como mínimo múltiplo comum e máximo divisor comum são
fundamentais na resolução de situações-problema. As afirmações abaixo fazem relação com os tópicos citados.
I - O MDC entre dois números consecutivos é sempre igual a 1.
II - Quando temos dois ou mais números e um dos números È divisor dos demais, então ele é o MDC.
III - Entre dois números primos, o MMC ser· o produto entre eles.
IV - Entre dois números em que o maior é divisível pelo menor, o MMC será o menor deles.
Sobre as afirmações, é correto que:
I - O MDC entre dois números consecutivos é sempre igual a 1.
II - Quando temos dois ou mais números e um dos números È divisor dos demais, então ele é o MDC.
III - Entre dois números primos, o MMC ser· o produto entre eles.
IV - Entre dois números em que o maior é divisível pelo menor, o MMC será o menor deles.
Sobre as afirmações, é correto que:
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Identifique qual das sentenças a seguir apresenta
desvio de concordância nominal.
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Nas palavras jogaço e glóbulo ocorrem sufixos
que denotam, respectivamente, os graus
aumentativo e diminutivo. O par de palavras que
também apresenta sufixos que indicam o
aumentativo e o diminutivo, na mesma ordem, é:
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A sentença a seguir cuja forma verbal está
conjugada na segunda pessoa do plural é:
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O elemento em destaque é um pronome indefinido apenas em:
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Leia
o texto
a
seguir para
responder à questão.
Sumido
Me
dei
disseram “Você anda sumido” e me
conta de que era verdade. Eu também, fazia
tempo que não me via. O que teria acontecido
comigo? Não me encontrava nos lugares em que
costumava ir. Perguntava por mim e as pessoas
diziam que havia tempo não me viam. E faziam a pergunta: “Que fim você levou?”. Eu não tinha a menor ideia. A última vez que me vira fora,
deixa ver... Eu não me lembrava!
Eu teria morrido? Impossível, na última
vez em que me vira eu estava bem. Não tinha, que eu soubesse, nenhum problema grave de
saúde. E, mesmo, eu teria visto o convite para o
meu enterro no jornal. O nome fatalmente me
chamaria a atenção.
Eu podia ter mudado de cidade. Era isso.
Podia ter ido para outro lugar, podia estar em
outro lugar naquele momento. Mas por que iria
embora assim, sem dizer nada para ninguém, sem
me despedir nem de mim? Sempre fomos muito
ligados.
No outro
dia fui a um
lugar que eu costumava frequentar muito e perguntei se tinham me visto. Não
era gente conhecida, precisei me descrever. Não foi difícil porque me
usei como modelo. “Eu sou um cara, assim, como
eu. Mesma altura, tudo.” Não tinham me visto.
Que coisa. Pensei: como é que alguém pode
simplesmente desaparecer desse jeito? Foi então
que comecei, confesso, a pensar nas vantagens de
estar sumido.
Não me encontrar em lugar algum me
dava uma espécie de liberdade. Podia fazer o que
bem entendesse, sem o risco de dar comigo e eu
dizer “Você, hein?” e eu ser obrigado a me dizer
alguma coisa como “Vai ver se eu não estou lá na
esquina”. Mudei por completo de
comportamento. Me tornei outro! Que
maravilha. Agora, mesmo que me encontrasse,
eu não me reconheceria. Comecei a fazer coisas
que até eu duvidaria, se fosse eu. O que mais
gostava de ouvir das pessoas espantadas com a
minha mudança era: “Nem parece você”. Claro que não parecia eu. Eu não era eu. Eu era outro!
Passei a me exceder, embriagado pela minha
nova liberdade.
A verdade é que estar longe dos meus
olhos me deixou fora de mim. Ou fora do outro.
E um dia ouvi uma mulher indignada com o meu
assédio gritar: “Você não se enxerga, não?.” Foi
uma revelação. Claro, era isso. Eu não estava
sumido. Eu simplesmente não me enxergava.
Como podia me encontrar nos lugares onde me
procurava se não me enxergava?
Todo aquele tempo eu estivera lá·,
presente, embaixo, por assim dizer, do meu nariz,
e não me vira. Por um lado, fiquei aliviado. Eu
estava vivo e bem, não precisava me preocupar.
Por outro lado, foi uma decepção. Concluí que
não tem jeito, estamos sempre,
irremediavelmente, conosco, mesmo quando
pensamos ter nos livrado de nós. A gente não
desaparece. A gente às vezes só não se enxerga.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo:
Objetiva, 2020.
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Leia
o texto
a
seguir para
responder à questão.
Sumido
Me
dei
disseram “Você anda sumido” e me
conta de que era verdade. Eu também, fazia
tempo que não me via. O que teria acontecido
comigo? Não me encontrava nos lugares em que
costumava ir. Perguntava por mim e as pessoas
diziam que havia tempo não me viam. E faziam a pergunta: “Que fim você levou?”. Eu não tinha a menor ideia. A última vez que me vira fora,
deixa ver... Eu não me lembrava!
Eu teria morrido? Impossível, na última
vez em que me vira eu estava bem. Não tinha, que eu soubesse, nenhum problema grave de
saúde. E, mesmo, eu teria visto o convite para o
meu enterro no jornal. O nome fatalmente me
chamaria a atenção.
Eu podia ter mudado de cidade. Era isso.
Podia ter ido para outro lugar, podia estar em
outro lugar naquele momento. Mas por que iria
embora assim, sem dizer nada para ninguém, sem
me despedir nem de mim? Sempre fomos muito
ligados.
No outro
dia fui a um
lugar que eu costumava frequentar muito e perguntei se tinham me visto. Não
era gente conhecida, precisei me descrever. Não foi difícil porque me
usei como modelo. “Eu sou um cara, assim, como
eu. Mesma altura, tudo.” Não tinham me visto.
Que coisa. Pensei: como é que alguém pode
simplesmente desaparecer desse jeito? Foi então
que comecei, confesso, a pensar nas vantagens de
estar sumido.
Não me encontrar em lugar algum me
dava uma espécie de liberdade. Podia fazer o que
bem entendesse, sem o risco de dar comigo e eu
dizer “Você, hein?” e eu ser obrigado a me dizer
alguma coisa como “Vai ver se eu não estou lá na
esquina”. Mudei por completo de
comportamento. Me tornei outro! Que
maravilha. Agora, mesmo que me encontrasse,
eu não me reconheceria. Comecei a fazer coisas
que até eu duvidaria, se fosse eu. O que mais
gostava de ouvir das pessoas espantadas com a
minha mudança era: “Nem parece você”. Claro que não parecia eu. Eu não era eu. Eu era outro!
Passei a me exceder, embriagado pela minha
nova liberdade.
A verdade é que estar longe dos meus
olhos me deixou fora de mim. Ou fora do outro.
E um dia ouvi uma mulher indignada com o meu
assédio gritar: “Você não se enxerga, não?.” Foi
uma revelação. Claro, era isso. Eu não estava
sumido. Eu simplesmente não me enxergava.
Como podia me encontrar nos lugares onde me
procurava se não me enxergava?
Todo aquele tempo eu estivera lá·,
presente, embaixo, por assim dizer, do meu nariz,
e não me vira. Por um lado, fiquei aliviado. Eu
estava vivo e bem, não precisava me preocupar.
Por outro lado, foi uma decepção. Concluí que
não tem jeito, estamos sempre,
irremediavelmente, conosco, mesmo quando
pensamos ter nos livrado de nós. A gente não
desaparece. A gente às vezes só não se enxerga.
VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio
século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo:
Objetiva, 2020.
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