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Nas reações acima, dois hidrocarbonetos diferentes, A e B, são convertidos em uma mesma substância C. Ambas as reações são chamadas de hidrogenação catalítica, pois tratam da adição de hidrogênio na presença de catalisador de platina. Acerca das substâncias e das reações em apreço, julgue o item que se segue.
As substâncias A e B são isômeros de cadeia.
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Nas reações acima, dois hidrocarbonetos diferentes, A e B, são convertidos em uma mesma substância C. Ambas as reações são chamadas de hidrogenação catalítica, pois tratam da adição de hidrogênio na presença de catalisador de platina. Acerca das substâncias e das reações em apreço, julgue o item que se segue.
As cadeias carbônicas das substâncias A e B são classificadas como acíclicas, ramificadas, insaturadas e homogêneas, e a cadeia carbônica da substância C é classificada como acíclica, ramificada, saturada e homogênea.
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Nos motores a combustão dos automóveis, devido à alta temperatura interna, o oxigênio e o nitrogênio do ar combinam-se, gerando o gás NO:
N2 (g) + O2 (g) º 2 NO (g). (1)
Lançado na atmosfera, o gás NO pode reagir com o oxigênio, produzindo NO2:
2 NO (g) + O2 (g) º 2 NO2 (g). (2)
Este, por sua vez, reage com a água da chuva, produzindo HNO3 e HNO2. O HNO3, um ácido forte, é um dos responsáveis pelo fenômeno da chuva ácida:
2 NO2 (g) + H2O (l) º HNO3 (aq) + HNO2 (aq). (3)
Com base nessas informações, julgue o item abaixo.
A produção de NO2 a partir de NO — reação (2) — é mais eficiente na alta atmosfera, onde a pressão é menor.
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Nos motores a combustão dos automóveis, devido à alta temperatura interna, o oxigênio e o nitrogênio do ar combinam-se, gerando o gás NO:
N2 (g) + O2 (g) º 2 NO (g). (1)
Lançado na atmosfera, o gás NO pode reagir com o oxigênio, produzindo NO2:
2 NO (g) + O2 (g) º 2 NO2 (g). (2)
Este, por sua vez, reage com a água da chuva, produzindo HNO3 e HNO2. O HNO3, um ácido forte, é um dos responsáveis pelo fenômeno da chuva ácida:
2 NO2 (g) + H2O (l) º HNO3 (aq) + HNO2 (aq). (3)
Com base nessas informações, julgue o item abaixo.
Se os equilíbrios representados pelas reações (2) e (3) estiverem deslocados para a direita, isso fará que o equilíbrio representado pela reação (1) também se desloque para a direita.
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Nos motores a combustão dos automóveis, devido à alta temperatura interna, o oxigênio e o nitrogênio do ar combinam-se, gerando o gás NO:
N2 (g) + O2 (g) º 2 NO (g). (1)
Lançado na atmosfera, o gás NO pode reagir com o oxigênio, produzindo NO2:
2 NO (g) + O2 (g) º 2 NO2 (g). (2)
Este, por sua vez, reage com a água da chuva, produzindo HNO3 e HNO2. O HNO3, um ácido forte, é um dos responsáveis pelo fenômeno da chuva ácida:
2 NO2 (g) + H2O (l) º HNO3 (aq) + HNO2 (aq). (3)
Com base nessas informações, julgue o item abaixo.
Sabendo que o gás NO2 reage com oxigênio, produzindo ozônio — NO2 + O2 º NO + O3 —, pode-se concluir que a presença de NO2 na baixa atmosfera é benéfica, pois o ozônio formado filtra os raios solares, não permitindo que a radiação ultravioleta atinja a biosfera.
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Nos motores a combustão dos automóveis, devido à alta temperatura interna, o oxigênio e o nitrogênio do ar combinam-se, gerando o gás NO:
N2 (g) + O2 (g) º 2 NO (g). (1)
Lançado na atmosfera, o gás NO pode reagir com o oxigênio, produzindo NO2:
2 NO (g) + O2 (g) º 2 NO2 (g). (2)
Este, por sua vez, reage com a água da chuva, produzindo HNO3 e HNO2. O HNO3, um ácido forte, é um dos responsáveis pelo fenômeno da chuva ácida:
2 NO2 (g) + H2O (l) º HNO3 (aq) + HNO2 (aq). (3)
Com base nessas informações, julgue o item abaixo.
O gás NO2 é classificado como um óxido básico, pois reage com água, produzindo dois ácidos conjugados: o HNO3 e o HNO2.
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Nos motores a combustão dos automóveis, devido à alta temperatura interna, o oxigênio e o nitrogênio do ar combinam-se, gerando o gás NO:
N2 (g) + O2 (g) º 2 NO (g). (1)
Lançado na atmosfera, o gás NO pode reagir com o oxigênio, produzindo NO2:
2 NO (g) + O2 (g) º 2 NO2 (g). (2)
Este, por sua vez, reage com a água da chuva, produzindo HNO3 e HNO2. O HNO3, um ácido forte, é um dos responsáveis pelo fenômeno da chuva ácida:
2 NO2 (g) + H2O (l) º HNO3 (aq) + HNO2 (aq). (3)
Com base nessas informações, julgue o item abaixo.
As substâncias HNO3 e HNO2 são denominadas, respectivamente, ácido nítrico e ácido nitroso.
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Um dos problemas mais graves enfrentados pelos países em desenvolvimento, tanto pela falta de recursos como pela pouca fiscalização, é a poluição do ar e da água. Em rios em que a poluição ainda não causou danos extremos, basta cessar o lançamento de poluentes em suas águas para haver uma auto-reparação. No caso de lagos e lagoas, o processo de despoluição é mais lento e consiste na substituição gradual da água. Considere o modelo em que o fluxo de água em uma lagoa provoca a diluição de substâncias, sem levar em conta a sedimentação de poluentes, sua ação biológica etc. Considere também que: (I) as vazões de entrada e de saída de água da lagoa são constantes e iguais, valendo " L/s; (II) quando a água entra na lagoa, ela se mistura rapidamente, de maneira homogênea; (III) o volume da lagoa é constante e igual a V L; (IV) os poluentes saem da lagoa pelo fluxo de saída; (V) a poluição provém de uma indústria instalada às margens da lagoa; (VI) a partir de determinado momento, em obediência à Lei n.º 6.938, de 31/8/81, que estabelece a Política Nacional do Meio Ambiente, a indústria cessou totalmente a emissão de poluentes. Para esse modelo, t = 0 corresponde ao instante em que cessou a emissão de poluentes, P0 é a quantidade de detritos químicos existentes na lagoa nesse instante e P = P(t) é a quantidade de poluentes dissolvidos na água, no instante t $ 0. Supondo, ainda, que a variação da quantidade de poluentes, por unidade de tempo, é proporcional à quantidade total existente na lagoa, em cada instante, o modelo descrito pode ser representado pela equação diferencial \( \dfrac{dP}{dt}=-\dfrac{\alpha}{V}P \), em que " > 0 e V > 0. Com base na situação hipotética apresentada, julgue o seguinte item.
Considere que, apesar dos protestos populares, a indústria não tenha cessado de poluir a lagoa, depositando continuamente uma quantidade Q —constante—de poluentes, podendo agora o modelo que descreve P(t) ser representado pela equação diferencial \( \dfrac{dP}{dt}+\dfrac{\alpha}{V}P=Q \). Nessas condições, é correto afirmar que \( P(t)=(P_0-\dfrac{V}{\alpha}Q)e^{-\dfrac{\alpha}{V}t}+\dfrac{V}{\alpha}Q \) é solução dessa equação e que se \( P_0 > \dfrac{V}{\alpha}Q \), a quantidade de poluentes diminui com o tempo, tendendo a estabilizar-se em \( \dfrac{V}{\alpha}Q \).
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Um dos problemas mais graves enfrentados pelos países em desenvolvimento, tanto pela falta de recursos como pela pouca fiscalização, é a poluição do ar e da água. Em rios em que a poluição ainda não causou danos extremos, basta cessar o lançamento de poluentes em suas águas para haver uma auto-reparação. No caso de lagos e lagoas, o processo de despoluição é mais lento e consiste na substituição gradual da água. Considere o modelo em que o fluxo de água em uma lagoa provoca a diluição de substâncias, sem levar em conta a sedimentação de poluentes, sua ação biológica etc. Considere também que: (I) as vazões de entrada e de saída de água da lagoa são constantes e iguais, valendo " L/s; (II) quando a água entra na lagoa, ela se mistura rapidamente, de maneira homogênea; (III) o volume da lagoa é constante e igual a V L; (IV) os poluentes saem da lagoa pelo fluxo de saída; (V) a poluição provém de uma indústria instalada às margens da lagoa; (VI) a partir de determinado momento, em obediência à Lei n.º 6.938, de 31/8/81, que estabelece a Política Nacional do Meio Ambiente, a indústria cessou totalmente a emissão de poluentes. Para esse modelo, t = 0 corresponde ao instante em que cessou a emissão de poluentes, P0 é a quantidade de detritos químicos existentes na lagoa nesse instante e P = P(t) é a quantidade de poluentes dissolvidos na água, no instante t $ 0. Supondo, ainda, que a variação da quantidade de poluentes, por unidade de tempo, é proporcional à quantidade total existente na lagoa, em cada instante, o modelo descrito pode ser representado pela equação diferencial \( \dfrac{dP}{dt}=-\dfrac{\alpha}{V}P \), em que " > 0 e V > 0. Com base na situação hipotética apresentada, julgue o seguinte item.
A solução da equação diferencial citada, considerando que P(0) = P0, é a função \( P(t)=P_0e^{\dfrac{\alpha}{V}t} \). Assim, segundo o modelo estabelecido, jamais o nível de poluição chegará a zero.
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Um dos problemas mais graves enfrentados pelos países em desenvolvimento, tanto pela falta de recursos como pela pouca fiscalização, é a poluição do ar e da água. Em rios em que a poluição ainda não causou danos extremos, basta cessar o lançamento de poluentes em suas águas para haver uma auto-reparação. No caso de lagos e lagoas, o processo de despoluição é mais lento e consiste na substituição gradual da água. Considere o modelo em que o fluxo de água em uma lagoa provoca a diluição de substâncias, sem levar em conta a sedimentação de poluentes, sua ação biológica etc. Considere também que: (I) as vazões de entrada e de saída de água da lagoa são constantes e iguais, valendo " L/s; (II) quando a água entra na lagoa, ela se mistura rapidamente, de maneira homogênea; (III) o volume da lagoa é constante e igual a V L; (IV) os poluentes saem da lagoa pelo fluxo de saída; (V) a poluição provém de uma indústria instalada às margens da lagoa; (VI) a partir de determinado momento, em obediência à Lei n.º 6.938, de 31/8/81, que estabelece a Política Nacional do Meio Ambiente, a indústria cessou totalmente a emissão de poluentes. Para esse modelo, t = 0 corresponde ao instante em que cessou a emissão de poluentes, P0 é a quantidade de detritos químicos existentes na lagoa nesse instante e P = P(t) é a quantidade de poluentes dissolvidos na água, no instante t $ 0. Supondo, ainda, que a variação da quantidade de poluentes, por unidade de tempo, é proporcional à quantidade total existente na lagoa, em cada instante, o modelo descrito pode ser representado pela equação diferencial \( \dfrac{dP}{dt}=-\dfrac{\alpha}{V}P \), em que " > 0 e V > 0. Com base na situação hipotética apresentada, julgue o seguinte item.
Considerando que a função P(t) é duas vezes diferenciável, conclui-se que o seu gráfico tem a concavidade voltada para baixo.
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