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Apesar das atividades experimentais estarem há quase 200 anos nos currículos escolares, e apresentarem uma ampla variação nos possíveis planejamentos, nem por isso os professores têm familiaridade com essa atividade. A grande maioria das aulas de laboratórios se traduzem em aulas extremamente estruturadas com guias do tipo “receitas de cozinha”. (CARVALHO, 2010)
A seguir são feitas afirmações sobre práticas experimentais aplicadas a um ensino que visa a enculturação (alfabetização) científica dos alunos e o papel do professor nessas práticas.
Assinale verdadeira (V) ou falsa (F) em cada uma das afirmativas.
( ) As atividades experimentais precisam levar os alunos a utilizarem as concepções empírico-indutivistas da Ciência.
( ) As atividades experimentais devem criar um ambiente de aprendizagem que favoreça a argumentação dos alunos a partir dos dados obtidos e permita a incorporação, por parte destes alunos, de ferramentas matemáticas.
( ) As atividades experimentais elaboradas pelo professor devem proporcionar aos alunos, a transposição do conhecimento aprendido para a vida social.
( ) O professor tem que assumir o papel de transmissor do conhecimento, a fim de desenvolver nos alunos as habilidades estritamente operacionais, sem se preocupar com a contextualização.
( ) Quando o professor planeja uma aula demonstrativa, a principal estratégia de ensino deve ser de levar os alunos a predizer – observar – explicar.
A opção que indica a sequência correta, de cima para baixo, é
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A modelagem é a técnica responsável pela construção de peças do vestuário, através da leitura e interpretação de modelos específicos. Tal procedimento implica a tradução das formas da vestimenta e o estudo da silhueta, tecidos, entre outros elementos da peça a ser produzida.
Analise as afirmações a seguir e marque a correta.
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O tamanho de uma coleção vai depender principalmente da estratégia de comercialização da empresa mas, normalmente, o mínimo de uma coleção varia de
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A questão refere-se à figura 11, a seguir:

Legenda:
F, E1, E2, E3, P1, P2, P3, V, C1, C2, C3 = vazões mássicas em toneladas por hora;
XSoluto = frações mássicas de soluto nas diferentes correntes;
hF, hE1, hP1 = entalpias dos fluidos nas correntes F, E1 e P1, respectivamente , em KJ/Kg;
TE1, TE2, TE3 = temperaturas no interior dos evaporadores 1, 2 e 3, respectivamente, em °C;
TV1 = temperatura do vapor de aquecimento e do condensado produzido no primeiro efeito, em °C;
PE = pressão no interior do evaporador 1 em MPa;
U1, U2, U3 = Coeficientes globais de troca térmica dos evaporadores 1, 2 e 3, respectivamente, em Kcal/h.m2.°C;
A1, A2, A3 = áreas de troca térmica dos evaporadores 1, 2 e 3, respectivamente, em m2.
Considerando os dados apresentados na figura 11, a economia ou eficiência desse sistema será de aproximadamente
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- Gerenciamento de MemóriaAlgoritmos de Substituição de Páginas
- Gerenciamento de MemóriaFalha de Página (Page Fault)
Existem vários algoritmos para a escolha de páginas a substituir na memória, visando reduzir a frequência de falta de páginas, que levam em conta alguns dos fatores acima enumerados. Assinale a alternativa abaixo que NÃO contém um algoritmo para troca de páginas na memória:
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O direito à tristeza
As crianças têm dois deveres. Um, salutar, é o dever de crescer e parar de ser crianças. O outro, mais complicado, é o de ser felizes, ou melhor, de encenar a felicidade para os adultos.
Esses dois deveres são um pouco contraditórios, pois, crescendo e saindo da infância, a gente descobre, por exemplo, que os picolés não são de graça. Portanto, torna-se mais difícil saltitar sorrindo pelos parques à espera de que a máquina fotográfica do papai imortalize o momento. Em suma, se obedeço ao dever de crescer, desobedeço ao dever de ser feliz.
A descoberta dessa contradição pode levar uma criança a desistir de crescer. E pode fazer a tristeza (às vezes o desespero) de outra criança, incomodada pela tarefa de ser, para a família inteira, a representante da felicidade que os adultos perderam (por serem adultos, porque a vida é dura, porque doem as costas, porque o casamento é tenso, porque não sabemos direito o que desejamos).
A ideia da infância como um tempo específico, bem distinto da vida adulta, sem as atrapalhações dos desejos sexuais, sem os apertos da necessidade de ganhar a vida, é recente. Tem pouco mais de 200 anos. Idealizar a infância como tempo feliz é uma peça central do sentimento e da ideologia da modernidade.
É crucial lembrar-se disso na hora em que somos convidados a espreitar índices e sinais de depressão nas nossas crianças.
O convite é irresistível, pois a criança deprimida contraria nossa vontade de vê-la feliz. Um menino ou uma menina tristes nos privam de um espetáculo ao qual achamos que temos direito: o espetáculo da felicidade à qual aspiramos, da qual somos frustrados e que sobra para as crianças como uma tarefa. “Meu filho, minha filha, seja feliz por mim.”
É só escutar os adultos falando de suas crianças tristes para constatar que a vida da criança é sistematicamente desconhecida por aqueles que parecem se preocupar com a felicidade do rebento. “Como pode, com tudo que fazemos e fizemos por ela?” ou “Como pode, ele que não tem preocupação nenhuma, ele que é criança?”. A criança triste é uma espécie de desertor; abandonou seu lugar na peça da vida dos adultos, tirou sua fantasia de palhaço.
Conselho aos adultos (pais, terapeutas etc.): quando uma criança parece estar deprimida, o mais urgente não é reconhecer os “sinais” de uma doença e inventar jeitos de lhe devolver uma caricatura de sorriso. O mais urgente, para seu bem, é reconhecer que uma criança tem o DIREITO de estar triste, porque ela não é apenas um boneco cuja euforia deve nos consolar das perdas e danos de nossa existência; ela tem vida própria.
Mais uma observação para evitar a precipitação. Aparentemente, nas últimas décadas, a depressão se tornou uma doença muito comum. Será que somos mais tristes que nossos pais e antepassados próximos? Acredito que não. As más línguas dizem que a depressão foi promovida como doença pelas indústrias farmacêuticas, quando encontraram um remédio que podiam comercializar para “curá-la”. Mas isso seria o de menos. É mais importante notar que a depressão se tornou uma doença tão relevante (pelo número de doentes e pela gravidade do sofrimento) porque ela é um pecado contra o espírito do tempo. Quem se deprime não pega peixes e ainda menos sobe no bonde andando!$ ^{III)} !$.
Será que vamos conseguir transformar também a tristeza infantil num pecado?
Claro que sim. Aliás, amanhã, quando seu filho voltar da escola, além de verificar se ele não está com frieiras, veja também se ele não pegou uma deprê. E, se for o caso, dê um castigo, pois, afinal, como é que ele ousa fazer cara feia quando acabamos de lhe comprar um gameboy? Ora! E, se o castigo não bastar, pílulas e terapia nele. Qualquer coisa para evitar de admitir que a infância não é nenhum paraíso.
Contardo Calligaris
Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/revista/rf0205200405.htm. Acesso em 5 de outubro de 2015.
De acordo com a leitura do texto, analise as assertivas.
I. É consenso o fato de a depressão ser uma doença inventada com fins meramente lucrativos.
II. A felicidade na infância constitui-se como um sentimento compulsório sintomático da época em que vivemos.
III. Pegar peixes e subir no bonde andando são ações que significam metaforicamente estar em conformidade com o espírito do tempo.
Estão corretas as assertivas
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A seguir são feitas as seguintes afirmações:
I. Dentro do behaviorismo de Skinner, condicionamento operante é o processo no qual o reforçador vem imediatamente após uma resposta, cujo objetivo é aumentar a sua frequência.
II. Para Bruner, o desenvolvimento intelectual caracteriza-se por independência crescente da resposta em relação à natureza imediata do estímulo.
III. Segundo Piaget, só existe aprendizagem quando há acomodação, ou seja, uma reestruturação da estrutura cognitiva do indivíduo, a qual resulta em novos esquemas de assimilação.
IV. Vygotsky defende que é o desenvolvimento progressivo das estruturas intelectuais que nos torna capazes de aprender.
Estão corretas apenas as afirmações:
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Na sinalização por canal comum entre centrais telefônicas, o “rótulo” no protocolo da mensagem possui as seguintes informações:
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Em uma tomada de corrente trifásica com corrente nominal de 16A, ligada em circuito de tensão nominal de 220V e potência de trabalho de 1kVA, o fator de utilização é
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Assinale com V (verdadeiro) e F (falso) as afirmações apresentadas.
Quanto às argilas e suas propriedades, afirma-se que:
( ) Sua plasticidade varia conforme a quantidade de água, possuindo plasticidade nula quando seca.
( ) As argilas são impermeáveis quando secas à sombra.
( ) Elas apresentam impurezas que, às vezes, melhoram sua resistência e aumentam sua plasticidade. Outras vezes, ocasionam defeitos sobre a argila crua ou sobre o produto cozido.
( ) As argilas, quando secas, perdem resistência e adquirem peso.
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
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