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Foram encontradas 40 questões.

758417 Ano: 2015
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Com relação às Despesas Públicas, é correto afirmar que
 

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758341 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Procuram-se estudantes
Além do mico-leão-dourado e do lobo-guará, outro mamífero tropical parece caminhar para a extinção.
Por Thomaz Wood Jr.
Diz-se que uma espécie encontra-se ameaçada quando a população decresce a ponto de situá-la em condição de extinção. Tal processo é fruto da exploração econômica e do desenvolvimento material, e atinge aves e mamíferos em todo o planeta. Nos trópicos, esse pode ser o caso dos estudantes. Curiosamente, enquanto a população de alunos aumenta, a de estudantes parece diminuir. Paradoxo? Parece, mas talvez não seja.
Aluno é aquele que atende regularmente a um curso, de qualquer nível, duração ou especialidade, com a suposta finalidade de adquirir conhecimento ou de ter direito a um título. Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê-la, para o seu benefício e o da sociedade. O aluno recebe. O estudante busca. Quando o sistema funciona, todos os alunos tendem a se tornar estudantes. Quando o sistema falha, eles se divorciam. É o que parece ocorrer entre nós: enquanto o número de alunos nos ensinos fundamental, médio e superior cresce, assombram-nos sinais do desaparecimento de estudantes entre as massas discentes.
Alguns grupos de estudantes sobrevivem, aqui e acolá, preservados em escolas movidas por nobres ideais e boas práticas, verdadeiros santuários ecológicos. Sabe-se da existência de tais grupos nos mais diversos recantos do planeta: na Coreia do Sul, na Finlândia e até mesmo no Piauí. Entretanto, no mais das vezes, o que se veem são alunos a agir como espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas, como agentes do aprendizado e do próprio destino.
Alunos entram e saem da sala de aula em bandos malemolentes, sentam-se nas carteiras escolares como no sofá de suas casas, diante da tevê, a aguardar que o show tenha início. Após 20 minutos, se tanto, vêm o tédio e o sono. Incapazes de se concentrar, eles se espreguiçam e bocejam. Então, recorrem ao iPhone, à internet e às mídias sociais. Mergulhados nos fragmentos comunicativos do penico digital, lambuzam-se de interrogações, exclamações e interjeições. Ali o mundo gira, e o tempo voa. Saem de cena deduções matemáticas, descobertas científicas, fatos históricos e o que mais o plantonista da lousa estiver recitando. Ocupam seu lugar o resultado do futebol, o programa de quinta-feira e a praia do fim de semana.
As razões para o aumento do número de alunos são conhecidas: a expansão dos ensinos fundamental, médio e superior, ocorrida aos trancos e barrancos, nas últimas décadas. A qualidade caminhando trôpega, na sombra da quantidade. Já o processo de extinção dos estudantes suscita muitas especulações e poucas certezas. Colegas professores, frustrados e desanimados, apontam para o espírito da época: para eles, o desaparecimento dos estudantes seria o fruto amargo de uma sociedade doente, que festeja o consumismo e o prazer raso e imediato, que despreza o conhecimento e celebra a ignorância, e que prefere a imagem à substância.
Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Múltiplos grupos de interesse, em ação na educação e cercanias, garantem a fossilização, resistindo a mudanças, por ideologia de outra era ou por pura preguiça. Aqui e acolá, disfarçam o conservadorismo com aulas-shows, tablets e pedagogia pop. Mudam para que tudo fique como está.
Outros observadores apontam um fenômeno que pode ser causa-raiz do processo de extinção dos estudantes: trata-se da dificuldade que os jovens de hoje enfrentam para amadurecer e desenvolver-se intelectualmente. A permissividade criou uma geração mimada, infantilizada e egocêntrica, incapaz de sair da própria pele e de transcender o próprio umbigo.
São crianças eternas, a tomarem o mundo ao redor como extensão delas próprias, que não conseguem perceber o outro, mergulhar em outros sistemas de pensamento e articular novas ideias. Repetem clichês. Tomam como argumentos o que copiam e colam de entradas da Wikipédia e do que mais encontram nas primeiras linhas do Google. E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem com eles próprios. Aprender cansa. Pensar dói.
Disponível em: WWW.cartacapital.com.br/revista/794/procuram-seestudantes.760.html> Acesso em: 15 jun. 2015.
São mantidas as informações originais e a correção gramatical, ao se substituir
 

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Considere as seguintes informações :
I. O servidor público federal não aprovado no estágio probatório será exonerado.
II. A posse em outro cargo inacumulável é uma das formas de vacância de cargo.
III. A exoneração é uma forma de provimento de cargo público.
IV. A idade mínima de dezoito anos é um dos requisitos básicos para investidura em cargo público.
V. A nomeação far-se-á em caráter efetivo, para cargos de confiança vagos.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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749434 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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As normas vigentes que regem a despesa pública, permitem que a mesma possa ser classificada de maneira funcional, institucional ou, ainda, segundo a natureza. Do ponto de vista da natureza, investimentos devem ser classificados como
 

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735295 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Procuram-se estudantes
Além do mico-leão-dourado e do lobo-guará, outro mamífero tropical parece caminhar para a extinção.
Por Thomaz Wood Jr.
Diz-se que uma espécie encontra-se ameaçada quando a população decresce a ponto de situá-la em condição de extinção. Tal processo é fruto da exploração econômica e do desenvolvimento material, e atinge aves e mamíferos em todo o planeta. Nos trópicos, esse pode ser o caso dos estudantes. Curiosamente, enquanto a população de alunos aumenta, a de estudantes parece diminuir. Paradoxo? Parece, mas talvez não seja.
Aluno é aquele que atende regularmente a um curso, de qualquer nível, duração ou especialidade, com a suposta finalidade de adquirir conhecimento ou de ter direito a um título. Já o estudante é um ser autônomo, que busca uma nova competência e pretende exercê-la, para o seu benefício e o da sociedade. O aluno recebe. O estudante busca. Quando o sistema funciona, todos os alunos tendem a se tornar estudantes. Quando o sistema falha, eles se divorciam. É o que parece ocorrer entre nós: enquanto o número de alunos nos ensinos fundamental, médio e superior cresce, assombram-nos sinais do desaparecimento de estudantes entre as massas discentes.
Alguns grupos de estudantes sobrevivem, aqui e acolá, preservados em escolas movidas por nobres ideais e boas práticas, verdadeiros santuários ecológicos. Sabe-se da existência de tais grupos nos mais diversos recantos do planeta: na Coreia do Sul, na Finlândia e até mesmo no Piauí. Entretanto, no mais das vezes, o que se veem são alunos a agir como espectadores passivos de um processo no qual deveriam atuar como protagonistas, como agentes do aprendizado e do próprio destino.
Alunos entram e saem da sala de aula em bandos malemolentes, sentam-se nas carteiras escolares como no sofá de suas casas, diante da tevê, a aguardar que o show tenha início. Após 20 minutos, se tanto, vêm o tédio e o sono. Incapazes de se concentrar, eles se espreguiçam e bocejam. Então, recorrem ao iPhone, à internet e às mídias sociais. Mergulhados nos fragmentos comunicativos do penico digital, lambuzam-se de interrogações, exclamações e interjeições. Ali o mundo gira, e o tempo voa. Saem de cena deduções matemáticas, descobertas científicas, fatos históricos e o que mais o plantonista da lousa estiver recitando. Ocupam seu lugar o resultado do futebol, o programa de quinta-feira e a praia do fim de semana.
As razões para o aumento do número de alunos são conhecidas: a expansão dos ensinos fundamental, médio e superior, ocorrida aos trancos e barrancos, nas últimas décadas. A qualidade caminhando trôpega, na sombra da quantidade. Já o processo de extinção dos estudantes suscita muitas especulações e poucas certezas. Colegas professores, frustrados e desanimados, apontam para o espírito da época: para eles, o desaparecimento dos estudantes seria o fruto amargo de uma sociedade doente, que festeja o consumismo e o prazer raso e imediato, que despreza o conhecimento e celebra a ignorância, e que prefere a imagem à substância.
Especialistas de índole crítica advogam que os estudantes estão em extinção porque a própria escola tornou-se anacrônica, tentando ainda domesticar um público do século XXI com métodos e conteúdos do século XIX. Múltiplos grupos de interesse, em ação na educação e cercanias, garantem a fossilização, resistindo a mudanças, por ideologia de outra era ou por pura preguiça. Aqui e acolá, disfarçam o conservadorismo com aulas-shows, tablets e pedagogia pop. Mudam para que tudo fique como está.
Outros observadores apontam um fenômeno que pode ser causa-raiz do processo de extinção dos estudantes: trata-se da dificuldade que os jovens de hoje enfrentam para amadurecer e desenvolver-se intelectualmente. A permissividade criou uma geração mimada, infantilizada e egocêntrica, incapaz de sair da própria pele e de transcender o próprio umbigo.
São crianças eternas, a tomarem o mundo ao redor como extensão delas próprias, que não conseguem perceber o outro, mergulhar em outros sistemas de pensamento e articular novas ideias. Repetem clichês. Tomam como argumentos o que copiam e colam de entradas da Wikipédia e do que mais encontram nas primeiras linhas do Google. E criticam seus mestres, incapazes de diverti-los e de fazê-los se sentir bem com eles próprios. Aprender cansa. Pensar dói.
Disponível em: WWW.cartacapital.com.br/revista/794/procuram-seestudantes.760.html> Acesso em: 15 jun. 2015.
Leia as frases seguintes:
I. Busca-se alunos interessados.
II. Aqui não se encontra alunos interessados.
III. Tratam-se de alunos, não de estudantes.
IV. Precisa-se de estudantes, não de alunos.
As normas de concordância verbal estão plenamente respeitadas na construção da(s) frase(s)
 

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732701 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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O pagamento de juros, comissões e outros encargos de operações de crédito internas e externas contratadas, bem como da dívida pública mobiliária são um exemplo de despesa
 

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729354 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Segundo a Lei nº 4.320/64, no que se refere às classificações da Receita Orçamentária Corrente, relacione a coluna da esquerda com a coluna da direita:
1. Receita Agropecuária
2. Receita Patrimonial
3. Receita Tributária
4. Receita de Serviços
5. Receita Industrial
( ) IPTU, taxa de licenciamento de veículos
( ) Receita de Serviços Industriais
( ) Vendas de produtos agrícolas
( ) Concessões e Permissões
( ) Comunicação, transporte, serviços recreativos
( ) Participações e outras receitas patrimoniais
A sequência correta, de cima para baixo, é:
 

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Ernesto é servidor público federal e conta com vinte e sete anos de efetivo exercício no serviço público. De acordo com a Constituição Federal de 1988, para se aposentar voluntariamente, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, ele deverá ter, no mínimo,

Questão Desatualizada

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1476938 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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De acordo com o disposto nas Normas Brasileiras de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, o sistema contábil esta estruturado em subsistemas de informações. Dentre eles, é correto afirmar:
Questão Desatualizada

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1476916 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
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Analise as assertivas a seguir sobre os Restos a Pagar.

I. Os Restos a Pagar (processados e não processados) podem ser controlados nos Anexos I e II do Balanço Orçamentário a partir do ano subsequente ao que foi inscrito.

II. Os Restos a Pagar (processados e não processados) inscritos no exercício são evidenciados no lado dos "Ingressos" do Balanço Financeiro, para compensar sua inclusão na Despesa Orçamentária da citada demonstração, conforme determina o parágrafo único do artigo 103 da Lei Federal nº 4.320/1964.

III. Os Restos a Pagar (processados e não processados) são controlados nos Anexos I e II do Balanço Orçamentário a partir do ano subsequente ao que foi inscrito.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)

Questão Desatualizada

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