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Foram encontradas 40 questões.

750339 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Segundo a autora Mírian Grinspun (2008), “o papel da Orientação na escola será de argumentar, discutir e refletir sobre as problemáticas existentes de forma a tornar o aluno, principalmente, mais crítico e consciente da sociedade evidenciando os conceitos de parceria, coletividade, solidariedade, entre outros, para um país que se quer mais justo, mais humano e mais solidário”.
Para isso, segundo a autora, a Orientação Educacional deve seguir existindo
I. através de novas percepções e significados-ajudando a superar os desafios.
II. trabalhando com novos eixos pragmáticos da educação.
III. Envolvendo valores, também, atitudes e emoções.
IV. resgatando determinados padrões pedagógicos e sociais.
Estão corretas as afirmativas
 

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750020 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
As ações de assistência estudantil previstas no Programa Nacional de Assistência Estudantil devem considerar a necessidade de viabilizar a igualdade de oportunidades, contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico e agir
 

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749945 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O Decreto nº 72.846/73 regulamenta a profissão de Orientador Educacional. Entre as atribuições privativas do Orientador Educacional, é apontado
 

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749856 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL

O Decreto nº 7.234/2010 define que as ações de assistência estudantil serão executadas por instituições federais de ensino superior, abrangendo os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia.

Serão atendidas, no âmbito do PNAES (Programa Nacional de Assistência Estudantil) prioritariamente estudantes oriundos da rede pública de educação básica, ou com uma renda percapta familiar de até

 

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749554 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Questão de classe
Por J. R. Guzzo
Uma das crenças mais resistentes do pensamento que imagina a si próprio como o mais moderno, democrático e popular do Brasil é a lenda da inocência dos criminosos pobres. Por essa maneira de ver as coisas, um crime não é um crime se o autor nasceu no lado errado da vida, cresceu dentro da miséria e não conheceu os suportes básicos de uma família regular, de uma escola capaz de tirá-lo da ignorância e do convívio com gente de bem. De acordo com as fábulas sociais atualmente em vigência, pessoas assim não tiveram a oportunidade de ser cidadãos decentes – e por isso ficam dispensadas de ser cidadãos decentes. Ninguém as ajudou; ninguém lhes deu o que faltou em sua vida. Como compensação por esse azar, devem ser autorizadas a cometer delitos – ou, no mínimo, considera-se que não é justo responsabilizá-las pelos atos que praticaram, por piores que sejam. Na verdade, segundo a teoria socialmente virtuosa, não existem criminosos neste país quando se trata de roubo, latrocínio, sequestro e outras ações de violência extrema – a menos que tenham sido cometidos por cidadãos com patrimônio e renda superiores a determinado nível. E de quem seria, nos demais casos, a responsabilidade? Essa é fácil: “a culpa é da sociedade”.
Toda essa conversa é bem cansativa quando se sabe perfeitamente, desde que Moisés anunciou os Dez Mandamentos, que certas práticas são um mal em si mesmas, e ponto-final; não apareceu nas sociedades humanas, de lá para cá, nenhuma novidade capaz de mudar esse entendimento fundamental.
Um crime não deixa de ser um crime pelo fato de ser cometido por uma pessoa pobre, da mesma forma que ser pobre, apenas, não significa ser honesto. Mas e daí? Em nosso pensamento penalmente correto, a ideia de que as culpas são sobretudo uma questão de classe é verdade científica, tão indiscutível quanto a existência do ângulo reto. Por esse tipo de ciência, um homicídio não é “matar alguém”, como diz o Código Penal Brasileiro; para tanto, é preciso que o matador pertença pelo menos à classe média. Daí para baixo, o assassinato de um ser humano é apenas um “fenômeno social”. Fim da discussão. No mais, segundo os devotos da absolvição automática para os criminosos que dispõem de atestado de pobreza, “somos todos culpados”. Nada como as culpas coletivas para que não haja culpa alguma – e para que todos ganhem o direito de se declarar em paz perante sua própria consciência.
Embora não faça parte dos programas, de nenhum partido ou governo, essa é a fé praticada pela maioria das nossas altas autoridades – junto com as camadas superiores da Ordem dos Advogados do Brasil, juristas de renome e estrelas do mundo intelectual, artístico e sociológico. A mídia, de modo geral, os acompanha. Há aliados de peso nos salões de mais alta renda da nação, onde é de bom-tom deplorar a “criminalização da pobreza”; é comum, quando se reúnem, haver mais seguranças do lado de fora do que convidados do lado de dentro. A moda do momento, para todos, é escandalizar-se com a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, em caso de crimes graves. Não se trata de uma questão de ideologia, ou de moral. A punição pela prática de crimes tem, obrigatoriamente, de começar em algum ponto, e 16 anos é uma idade tão boa quanto 18 – é impossível, na verdade, saber qual o número ideal. Mas o tema se tornou um divisor entre o bem e o mal – sendo que o mal, claro, é a redução, já declarada “coisa da direita selvagem”. Alega-se que o número de menores de 18 anos que praticam crimes violentos é muito pequeno e que a mudança não iria resolver o problema da criminalidade no Brasil. Ambas as afirmações são verdadeiras e sem nenhuma importância. Quem está dizendo o contrário? O objetivo da medida é punir delitos que hoje ficam legalmente sem punição – e nada mais. Também é verdade que pessoas de 60 anos cometem poucos crimes, e nem por isso se propõe que se tornem livres de responder por seus atos. Também é verdade que os crimes não vão desaparecer com nenhum tipo de lei – e nem por isso se elimina o Código Penal.
Talvez esteja na hora de pensar que existe alguma coisa profundamente errada com a paixão pela tese de que a desigualdade social é a grande culpada pela criminalidade no Brasil. Segundo o governo, a redução da pobreza está passando por um avanço inédito na história; nesse caso, deveria haver uma redução proporcional no número de crimes, não é? Mas o crime só aumenta. Ou não houve o progresso que se diz, ou a tese está frouxa. Como fica?
Revista Veja, 03 de junho de 2015. (adaptado)
Em qual das alternativas o elemento sublinhado funciona como uma conjunção?
 

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748329 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
De acordo com o Jose Gimeno Sacristán no texto “A educação que temos, a educação que queremos”, o qual faz parte da obra “A Educação no século XXI: os desafios do futuro imediato” (2008), vivemos um momento de crise e consequentemente uma crise do próprio projeto sobre o que significa a educação. O autor coloca que, na atualidade, parece não haver mais lugar para as ideologias.
Nesse sentido, seria correto afirmar que a condição pós-moderna é
 

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744034 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Grinspun (2012), ao relatar sobre uma experiência com representantes de turma na qual a prática dos representantes estava muito distante de se prestar a uma prática política democrática, realiza uma reflexão sobre nosso papel enquanto educadores que somos e, desse modo, coloca que é nosso papel
 

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734190 Ano: 2015
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Em “Modernidade Líquida” (2001), o autor Zygmunt Bauman discorre sobre as características do tempo em que vivemos. Para tanto, utiliza-se da metáfora dos líquidos e dos sólidos para apresentar as modificações acarretadas em nossas vidas. Desse modo, argumenta que vivemos na atualidade a partir de múltiplas mudanças e que os padrões e configurações não são mais dados. Salienta que “Os poderes que liquefazem passaram do “sistema” para a “sociedade”, da “política” para “as políticas da vida”
[...]. (BAUMAN, 2001, p. 14) [grifos do autor].
Na correnteza de tal posicionamento, é correto afirmar que
 

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728410 Ano: 2015
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O Decreto nº 5.154/2004 estabelece que a articulação entre a educação profissional técnica de nível médio e o ensino médio dar-se-á de forma:
I. Integrada.
II. Concomitante.
III. Subsequente.
IV. Interdisciplinar.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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Ernesto é servidor público federal e conta com vinte e sete anos de efetivo exercício no serviço público. De acordo com a Constituição Federal de 1988, para se aposentar voluntariamente, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, ele deverá ter, no mínimo,

Questão Desatualizada

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