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Zygmunt Bauman defende que “Ser moderno passou a significar, como significa hoje em dia, ser incapaz de parar e ainda menos capaz de ficar parado. Movemo-nos e continuaremos a nos mover não tanto pelo ‘adiamento da satisfação’, como sugeriu Max Weber, mas por causa da impossibilidade de atingir a satisfação: o horizonte da satisfação, a linha de chegada do esforço, o momento da auto-congratulação tranquila movem-se rápido demais”. (BAUMAN, 2001, p. 37). O autor ainda argumenta dizendo que a esse respeito não há muitos elementos que diferenciem nossa condição da de nossos avós.
Nesse sentido apresenta duas características que fazem de nossa forma de modernidade nova e diferente. Uma destas características diz respeito
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Segundo a autora Mary Rangel (2008), o ensino por e para a aprendizagem é ensino comprometido com a garantia cidadã do conhecimento.
Alguns princípios são adequados a que esse propósito de comprometimento se realize, são eles, os princípio
I. da consideração ao conhecimento espontâneo do aluno (saber que ele constrói nas vivências cotidianas, nos conceitos que forma na prática, nas comunicações e interações sociais) é uma das referências articuladoras do ensino-aprendizagem.
II. do significado do conteúdo que se ensina-aprende para a vida, para a emancipação, para a realização pessoal, social, política, é relevante à própria motivação da aprendizagem.
III. do ensinar-aprender a pensar, a fazê-lo de modo mais profundo, amplo e sistemático, pela reflexão, análise, conclusão, desenvolve condições de compreender, aplicar, criar.
IV. da concretização de conceitos em fatos, exemplos, imagens, objetos, também amplia os sentidos e motivos para aprender.
Estão corretas as afirmativas
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A formação de profissionais de educação para administração, planejamento, inspeção, supervisão e orientação educacional para a educação básica será feita em cursos de graduação em pedagogia ou em nível de pós- graduação a critério da instituição de ensino, garantida nesta formação, a base comum nacional.
A LDB nº 9.394/96 no Art. 67 prevê que os sistemas de ensino promoverão a valorização dos profissionais da educação, assegurando-lhes, inclusive nos termos dos estatutos e dos planos de carreira do magistério público:
I. Aperfeiçoamento profissional continuado, inclusive com licenciamento periódico remunerado para esse fim.
II. Progressão funcional baseada na titulação ou habilitação, e na avaliação de desempenho.
III. Período reservado a estudos, planejamento e avaliação, incluído na carga de trabalho.
IV. Ingresso exclusivamente por concurso público, condições adequadas de trabalho e piso salarial profissional.
Estão corretas as afirmativas
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Na obra “Pedagogia Profana” (2010), Jorge Larrosa apresenta uma discussão em torno do que ele nomeou a lição. Nesse texto, coloca- nos uma reflexão sobre o ensinar e o aprender e sobre o quanto professores e alunos são afetados nesse processo.
Assim sendo nas afirmativas abaixo, é correto afirmar que
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A autora Mírian Grinspun, na obra intitulada “A Prática dos Orientadores Educacionais” (2012), coloca que entre 1977 e 1993 os Orientadores Educacionais exigiam uma Orientação que atendesse às reais necessidades educacionais.
Ao referir-se à Orientação Educaional como caixa preta, a autora coloca que
I. continuará sendo considerada dessa forma enquanto a própria educação assim for considerada.
II. assume hoje uma posição menos crítica e precisa avançar nesse sentido.
III. caracteriza-se como um processo cujos objetivos eram a resolução dos problemas e o ajustamento dos alunos.
IV. recorreu a uma indefinição quanto ao que se pretende da Orientação, perfeitamente observável ao longo de sua trajetória.
Estão corretas as afirmativas
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Segundo a autora Ana Beatriz Barbosa Silva, na obra “Bullying: mentes perigosas nas Escolas” (2010), nem toda a situação de violência na Escola pode ser considerada bullying.
Por esse motivo, a autora lista alguns critérios que devem ser considerados para que se efetue o diagnóstico de um caso de bullying. São eles:
I. a vítima tem que ser alvo dos ataques de forma repetitiva durante um determinado período de tempo.
II. os ataques não têm nenhuma motivação que possam justificá-lo.
III. os ataques geralmente tem relação com uma situação de conflito entre os envolvidos.
IV. sempre existe um desequilíbrio de poder entre o agressor e a vítima.
Estão corretas apenas as afirmativas
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O Código de Ética dos Orientadores Educacionais do Brasil tem por finalidade estabelecer normas de conduta a esses profissionais da educação.
No Título I-Das Responsabilidades Gerais, Capítulo I-Deveres Fundamentais, no Art. 1º é dever fundamental do Orientador Educacional
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Questão de classe
Por J. R. Guzzo
Uma das crenças mais resistentes do pensamento que imagina a si próprio como o mais moderno, democrático e popular do Brasil é a lenda da inocência dos criminosos pobres. Por essa maneira de ver as coisas, um crime não é um crime se o autor nasceu no lado errado da vida, cresceu dentro da miséria e não conheceu os suportes básicos de uma família regular, de uma escola capaz de tirá-lo da ignorância e do convívio com gente de bem. De acordo com as fábulas sociais atualmente em vigência, pessoas assim não tiveram a oportunidade de ser cidadãos decentes – e por isso ficam dispensadas de ser cidadãos decentes. Ninguém as ajudou; ninguém lhes deu o que faltou em sua vida. Como compensação por esse azar, devem ser autorizadas a cometer delitos – ou, no mínimo, considera-se que não é justo responsabilizá-las pelos atos que praticaram, por piores que sejam. Na verdade, segundo a teoria socialmente virtuosa, não existem criminosos neste país quando se trata de roubo, latrocínio, sequestro e outras ações de violência extrema – a menos que tenham sido cometidos por cidadãos com patrimônio e renda superiores a determinado nível. E de quem seria, nos demais casos, a responsabilidade? Essa é fácil: “a culpa é da sociedade”.
Toda essa conversa é bem cansativa quando se sabe perfeitamente, desde que Moisés anunciou os Dez Mandamentos, que certas práticas são um mal em si mesmas, e ponto-final; não apareceu nas sociedades humanas, de lá para cá, nenhuma novidade capaz de mudar esse entendimento fundamental.
Um crime não deixa de ser um crime pelo fato de ser cometido por uma pessoa pobre, da mesma forma que ser pobre, apenas, não significa ser honesto. Mas e daí? Em nosso pensamento penalmente correto, a ideia de que as culpas são sobretudo uma questão de classe é verdade científica, tão indiscutível quanto a existência do ângulo reto. Por esse tipo de ciência, um homicídio não é “matar alguém”, como diz o Código Penal Brasileiro; para tanto, é preciso que o matador pertença pelo menos à classe média. Daí para baixo, o assassinato de um ser humano é apenas um “fenômeno social”. Fim da discussão. No mais, segundo os devotos da absolvição automática para os criminosos que dispõem de atestado de pobreza, “somos todos culpados”. Nada como as culpas coletivas para que não haja culpa alguma – e para que todos ganhem o direito de se declarar em paz perante sua própria consciência.
Embora não faça parte dos programas, de nenhum partido ou governo, essa é a fé praticada pela maioria das nossas altas autoridades – junto com as camadas superiores da Ordem dos Advogados do Brasil, juristas de renome e estrelas do mundo intelectual, artístico e sociológico. A mídia, de modo geral, os acompanha. Há aliados de peso nos salões de mais alta renda da nação, onde é de bom-tom deplorar a “criminalização da pobreza”; é comum, quando se reúnem, haver mais seguranças do lado de fora do que convidados do lado de dentro. A moda do momento, para todos, é escandalizar-se com a proposta de redução da maioridade penal de 18 para 16 anos, em caso de crimes graves. Não se trata de uma questão de ideologia, ou de moral. A punição pela prática de crimes tem, obrigatoriamente, de começar em algum ponto, e 16 anos é uma idade tão boa quanto 18 – é impossível, na verdade, saber qual o número ideal. Mas o tema se tornou um divisor entre o bem e o mal – sendo que o mal, claro, é a redução, já declarada “coisa da direita selvagem”. Alega-se que o número de menores de 18 anos que praticam crimes violentos é muito pequeno e que a mudança não iria resolver o problema da criminalidade no Brasil. Ambas as afirmações são verdadeiras e sem nenhuma importância. Quem está dizendo o contrário? O objetivo da medida é punir delitos que hoje ficam legalmente sem punição – e nada mais. Também é verdade que pessoas de 60 anos cometem poucos crimes, e nem por isso se propõe que se tornem livres de responder por seus atos. Também é verdade que os crimes não vão desaparecer com nenhum tipo de lei – e nem por isso se elimina o Código Penal.
Talvez esteja na hora de pensar que existe alguma coisa profundamente errada com a paixão pela tese de que a desigualdade social é a grande culpada pela criminalidade no Brasil. Segundo o governo, a redução da pobreza está passando por um avanço inédito na história; nesse caso, deveria haver uma redução proporcional no número de crimes, não é? Mas o crime só aumenta. Ou não houve o progresso que se diz, ou a tese está frouxa. Como fica?
Revista Veja, 03 de junho de 2015. (adaptado)
No texto, algumas expressões aparecem entre aspas, dentre elas: “a culpa é da sociedade”, “somos todos culpados” e “coisa da direita selvagem”.
Sobre o uso das aspas nessas expressões, é INCORRETO afirmar que
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Giacaglia argumenta que “apesar de ter a obrigação não só como educador, mas também legal e quase que prioritária na prevenção e tentativa de erradicação das drogas na escola, o Or.E. não deve e não pode tentar resolver o problema sozinho. Toda a equipe da escola, e até de fora dela, deve estar envolvida, cada qual atuando dentro de suas atribuições.” (2010, p. 322).
Considerando tal afirmativa, são atribuições do Orientador Educacional, no que se refere às drogas:
I. Ser capaz de detectar alunos que possivelmente estariam fazendo uso de drogas.
II. Prover informações sobre o assunto para alunos, pais, professores e demais funcionários.
III. Estar muito bem informado sobre as drogas: tipos, características, estatísticas gerais de usos mais comuns consumidos na região.
IV. Trazer, se possível e na medida do necessário, depoimentos de ex-drogados.
Estão corretas as afirmativas
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De acordo com Elisa Rosa, autora do texto “Orientação Sexual na adolescência: uma experiência com jovens da escola pública” no livro “Psicologia e o compromisso social” (2003), sexualidade é definida como
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