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1349774
Ano: 2019
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-Sertão
Orgão: IF Sertão
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-Sertão
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Considerando a Lei nº 9.394/1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, assinale a alternativa incorreta.
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Texto II (Mafalda, de Quino) para a questão.

No último quadrinho dessa tirinha de Quino, temos um uso inadequado dos verbos, segundo a norma padrão, mas comumente empregado na coloquialidade, o equívoco é:
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Em seu clássico estudo relativo à “formação do homem grego”, Werner Jaeger (Gallimard, 1960) demonstra como o nascimento e a evolução do conceito de cultura universal “resume toda a história da educação grega, da ética e da política reunidas, sendo isto uma das principais características da Paidéia”. Observe as três seguintes assertivas acerca das relações entre Politéia e Paidéia na Antiguidade Clássica:
I - Primeiro a estabelecer uma Filosofia da Educação na cultura ocidental, Platão a via como necessária à formação do espírito. Ao ensino cabia o conhecimento em geral, mas a educação visava a uma boa conduta de vida, a virtude. Tendo como grande questão a cidade ideal, preocupava-se em como formar homens que, conhecendo o bem, se fizessem aptos a praticá-lo, estabelecendo, assim, a justiça como dimensão social da virtude. Daí que a ação do Estado deveria dar-se no sentido de garantir que os princípios educativos não se corrompessem. Para tanto, opõe-se a todo individualismo, propondo, na República, uma parentalidade generalizada, sustentada num comunismo educativo de mulheres e crianças.
II - Apesar de seguir Platão no entendimento de que pertencem as crianças ao Estado e, por isso, não deve o processo educativo ser deixado aos cuidados dos pais, Aristóteles discordava de seu comunismo educativo. Confundiam-se nele duas instâncias educativas, a privada, dos pais, e a pública, do Estado. Efeito da pretensão de uma comunidade absoluta, desconsiderava o fato de a cidade ser uma pluralidade diante da qual a expectativa de unidade não poderia significar uniformidade. Nesse sentido, a experiência paterna permitiria adaptar uma visão geral, a educação para a cidade, ao particular da vida das crianças. Daí a necessidade de que para estes, como para os professores, institua-se um regime de liberdade vigiada, destinada a construir equilíbrios: entre o poder do Estado e as realidades sociais e pedagógicas, entre a orientação comum dada à juventude e a adaptação do ensino à diversidade dos temperamentos.
III - Quando comparadas às dos períodos históricos seguintes, as elaborações clássicas das relações entre Politéia e Paidéia caracterizam-se pelo fato das referências ali feitas ao político direcionarem-se, apesar de suas diferenças internas, à ação dos indivíduos, condicionando a boa qualidade da pólis à qualidade da vida individual dos seus habitantes. Essa é a ideia-força ali predominante, por isso a ética é a força motriz de todo investimento pedagógico. O empenho essencial do conhecimento deve ser descobrir o bem, possibilitando o comportamento virtuoso. De modo que o fim último é educar para si mesmo, em busca do crescimento individual, pessoal e não a prosperidade e felicidade da cidade. O Estado é ali pensado a serviço do indivíduo.
Sobre essas assertivas, está correto afirmar:
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Leia o texto a seguir e responda ao que se pede:
As primeiras cosmogonias filosóficas, propostas pelos milesianos e pelos pitagóricos, podem ser vistas como variações do monismo corporalista: a diversidade das coisas existentes provinda de uma única physis corpórea (seja água, ou ar, ou unidade numérica). Todavia, a própria divergência entre os pensadores — cada qual apontando um tipo de arché e um tipo de processo capaz de transformá-la em tantas e tão diferenciadas coisas — suscitou a necessidade de se investigarem os recursos humanos de conhecimento, buscando-se um caminho de certeza que superasse as opiniões múltiplas e discrepantes. Assim, o binômio unidade/pluridade deslocou-se da esfera cosmológica para reaparecer sob a forma de oposição entre verdade única e multiplicidade de opiniões. Essa encruzilhada do pensamento — que fecundou toda a investigação filosófica posterior — manifesta-se em Heráclito de Éfeso, mas foi sobretudo marcada pela escola de Eléia.
CAVALCANTE DE SOUSA, José. Os Filósofos Pré-Socráticos: fragmentos, doxografia e comentários. São Paulo: Abril Cultural, 1996. p. 25.
Considerando a leitura do texto, qual a alternativa CORRETA:
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“Por outro lado, na Europa de hoje o homem de rebanho se apresenta como a única espécie de homem permitida, e glorifica seus atributos, que o tornaram manso, tratável e útil ao rebanho, como sendo as virtudes propriamente humanas: a saber, espírito comunitário, benevolência, diligência, moderação, modéstia, indulgência, compaixão”.
NIETZSCHE. Além do bem e do mal. São Paulo: Companhia das Letras, 1992, p. 97-98.
Qual a solução apresentada por Nietzsche para que a raça humana supere a decadência?
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Texto I para a questão.
Viúva na praia
Rubem Braga
Ivo viu a uva; eu vi a viúva. Ia passando na praia, vi a viúva, a viúva na praia me fascinou. Deitei-me na areia, fiquei a contemplar a viúva.
O enterro passara sob a minha janela; o morto eu o conhecera vagamente; no café da esquina a gente se cumprimentava às vezes, murmurando “bom dia”; era um homem forte, de cara vermelha; as poucas vezes que o encontrei com a mulher ele não me cumprimentou, fazia que não me via; e eu também. Lembro-me de que uma vez perguntei as horas ao garçom, e foi aquele homem que respondeu; agradeci; este foi nosso maior diálogo. Só ia à praia aos domingos, mas ia de carro, um “Citroen”, com a mulher, o filho e a barraca, para outra praia mais longe. A mulher ia às vezes à praia com o menino, em frente à minha esquina, mas só no verão. Eu passava de longe; sabia quem era, que era casada, que talvez me conhecesse de vista; eu não a olhava de frente.
A morte do homem foi comentada no café; eu soube, assim, que ele passara muitos meses doente, sofrera muito, morrera muito magro e sem cor. Eu não dera por sua falta, nem soubera de sua doença.
E agora estou deitado na areia, vendo a sua viúva. Deve uma viúva vir à praia? Nossa praia não é nenhuma festa; tem pouca gente; além disso, vamos supor que ela precise trazer o menino, pois nunca a vi sozinha na praia. E seu maiô é preto. Não que o tenha comprado por luto; já era preto. E ela tem, como sempre, um ar decente; não olha para ninguém, a não ser para o menino, que deve ter uns dois anos.
Se eu fosse casado, e morresse, gostaria de saber que alguns dias depois minha viúva iria à praia com meu filho — foi isso o que pensei, vendo a viúva. É bem bonita, a viúva. Não é dessas que chamam a atenção; é discreta, de curvas discretas, mas certas. Imagino que deve ter 27 anos; talvez menos, talvez mais, até 30. Os cabelos são bem negros; os olhos são um pouco amendoados, o nariz direito, a boca um pouco dentucinha, só um pouco; a linha do queixo muito nítida.
Ergueu-se, porque, contra suas ordens, o garoto voltou a entrar n’água. Se eu fosse casado, e morresse, talvez ficasse um pouco ressentido ao pensar que, alguns dias depois, um homem — um estranho, que mal conheço de vista, do café — estaria olhando o corpo de minha mulher na praia. Mesmo que olhasse sem impertinência, antes de maneira discreta, como que distraído.
Mas eu não morri; e eu sou o outro homem. E a idéia de que o defunto ficaria ressentido se acaso imaginasse que eu estaria aqui a reparar no corpo de sua viúva, essa idéia me faz achá-lo um tolo, embora, a rigor, eu não possa lhe imputar essa idéia, que é minha. Eu estou vivo, e isso me dá uma grande superioridade sobre ele.
Vivo! Vivo como esse menino que ri, jogando água no corpo da mãe que vai buscá-lo. Vivo como essa mulher que pisa a espuma e agora traz ao colo o garoto já bem crescido. O esforço faz-lhe tensos os músculos dos braços e das coxas; é bela assim, marchando com a sua carga querida.
Agora o garoto fica brincando junto à barraca e é ela que vai dar um mergulho rápido, para se limpar da areia. Volta. Não, a viúva não está de luto, a viúva está brilhando de sol, está vestida de água e de luz. Respira fundo o vento do mar, tão diferente daquele ar triste do quarto fechado do doente, em que viveu meses. Vendo seu homem se finar; vendo-o decair de sua glória de homem fortão de cara vermelha e de seu império de homem da mulher e pai do filho, vendo-o fraco e lamentável, impertinente e lamurioso como um menino, às vezes até ridículo, às vezes até nojento…
Ah, não quero pensar nisso. Respiro também profundamente o ar limpo e livre. Ondas espoucam ao sol. O sol brilha nos cabelos e na curva de ombro da viúva. Ela está sentada, quieta, séria, uma perna estendida, outra em ângulo. 0 sol brilha também em seu joelho. O sol ama a viúva. Eu vejo a viúva.
(Rio, setembro, 1958)
Texto extraído do livro “Ai de ti, Copacabana”, Editora do Autor – Rio de Janeiro, 1960, pág. 129.
Julgue os itens e assinale a alternativa correta.
I - A palavra viúva no primeiro parágrafo exerce, nas quatro situações em que aparece, a função de objeto direto.
II - A palavra viúva no primeiro parágrafo exerce, em três situações, a função de objeto direto e em uma, a função de sujeito.
III - No primeiro parágrafo, a expressão "na praia" em "ia passando na praia," pode ser classificada como objeto indireto.
IV - O pronome "me", em "Deitei-me", exerce a função de objeto direto pleonástico.
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Marque a alternativa CORRETA:
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Assinale a alternativa INCORRETA:
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A compreensão da avaliação da aprendizagem como um meio e não um fim, implica reconhecer, na avaliação, um caráter formativo e, portanto, com intenções de interferir positivamente no processo pedagógico. Dentre suas características, a avaliação possui uma função diagnóstica, que possibilita:
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Observa-se, em artigo de Sônia Barreto (2012, Estudos Filosóficos), que se apresentam os diálogos empreendidos por Martin Heidegger (1889-1976) com a obra Kant, particularmente com sua Crítica da razão pura, um esclarecedor ponto de elaboração das relações entre Metafísica e Crítica da Metafísica. Acerca destas, podemos afirmar:
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