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A percepção cria problemas de comunicação para as organizações porque as pessoas expostas à mesma comunicação e informação podem acabar tendo ideias e compreensões completamente diferentes. Após se ter uma informação inicial sobre uma pessoa, um evento e/ou um processo, a tendência é preencher lacunas de informação faltante, supondo que os fatos desconhecidos são coerentes com o que já se conhece. Esse problema de percepção é denominado
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Para converter uma temperatura expressa na escala Celsius (C) para as escalas Kelvin (K) e Fahrenheit (F) utilizam- se, respectivamente, as fórmulas:
!$ K = C + 273,15 !$ e !$ F = { \Large { 9 \over 5}} C + 32 !$
Desse modo, uma temperatura de 223 K na escala Kelvin é expressa na escala Fahrenheit como:
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A organização de arquivos, como de qualquer outro setor numa instituição, pressupõe o desenvolvimento de várias etapas de trabalho. Uma dessas etapas é a que trata de verificar se a estrutura, as atividades e a documentação de uma instituição correspondem à sua realidade operacional, constatando pontos de atrito, de falhas ou lacunas existentes no complexo administrativo. Essa fase intitula-se
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Texto 1
Obrigado eu
Nesses tempos modernos, eu me pergunto: o que pode essa língua?
Tinha eu quatorze anos de idade, quando o meu pai começou a implicar com o meu jeito de falar. Ele não entendia o tal do “falou, bicho”, já que bicho não fala. Quando eu dizia “é isso aí, amizade”, ele me perguntava se eu era mesmo amigo daquela pessoa.
Com a jovem guarda, uma enxurrada de palavras novas começaram a se espalhar pelos quatro cantos do país e cada novidade que eu trazia pra casa era motivo de quase briga. Ele não entendia o que era “papo furado” tampouco “é uma brasa, mora”. Toda vez que eu falava brasa, ele resmungava: Onde é que está quente? Na verdade, eu achava tudo isso um saco.
Essas novidades na língua portuguesa não começaram com Roberto Carlos. São mais velhas que o rei, acredite. O meu pai falava “supimpa”, por exemplo, e eu nem ligava.
Bom, aí o tempo foi passando, o mundo girando e novas palavras aparecendo. Apareceram as palavras deletar, postar, escanear, digitalizar, essas coisas todas. Teve a onda do inglês que transformou o estagiário em trainee, o entrega em domicílio em delivery, a liquidação em sale e o retorno em feedback. Inventaram o pet shop, internet banking e o smartphone.
Minhas filhas, quando adolescentes, tive de engolir o “mó legal” e o “sussa”. Sem contar o “então”, depois de qualquer pergunta:
– Que horas são?
– Então...
– Você vai pra praia no final de semana?
– Então...
– Então...
– Você vai pra praia no final de semana?
– Então...
Mas passou como tudo tende a passar, como tudo tem de passar.
Na escrita, já me acostumei com o blz no lugar de beleza, com o vc no lugar de você, abs no lugar de abraços e com o tks no lugar do thank you. Já me acostumei com as risadas que viraram rs rs rs, hahaha ou hehehe.
O que está me deixando implicado agora, do mesmo jeito que o meu pai implicava com o bicho e a brasa, é o que vem depois do obrigado. Eu sempre falei de nada,mas agora é diferente.
– Obrigado.
– Imagine...
– Imagine...
Mas isso não é nada. O pior de tudo é quando você diz obrigado e a pessoa responde:
– Obrigado eu.
VILLAS, Alberto. Obrigado eu. Disponível em:
<http://www.cartacapital.- com.br/cultura/obrigado-eu-6844.html>. Acesso em: 7 abr. 2015. (Adaptado).
No texto, nas respostas dadas pelas filhas adolescentes, o termo “então” é seguido por reticências. Essas reticências indicam
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Byte é uma unidade padronizada de 8 bits (dígitos binários) usada para especificar o tamanho ou a capacidade de um dispositivo de armazenamento de dados. Quantos valores numéricos, no máximo, podem ser armazenados, em um byte?
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Um secretário, ao exercer suas funções diárias, deve ser
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- Organização e Administração de ArquivosArquivamento e Ordenação de DocumentosMétodos de Arquivamento (Ordenação de Documentos)
Um método de documentação é dividido em classes, conforme os assuntos, partindo-se do gênero para a espécie e desta para a minúcia. Seu plano inicial não precisa ir além das necessidades imediatas, sendo abertas novas classes à medida que outras necessidades forem surgindo. Essa descrição refere-se ao método
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Texto 1
Obrigado eu
Nesses tempos modernos, eu me pergunto: o que pode essa língua?(B)
Tinha eu quatorze anos de idade, quando o meu pai começou a implicar com o meu jeito de falar. Ele não entendia o tal do “falou, bicho”, já que bicho não fala. Quando eu dizia “é isso aí, amizade”, ele me perguntava se eu era mesmo amigo daquela pessoa.
Com a jovem guarda, uma enxurrada de palavras novas começaram a se espalhar pelos quatro cantos do país e cada novidade que eu trazia pra casa era motivo de quase briga. Ele não entendia o que era “papo furado” tampouco “é uma brasa, mora”. Toda vez que eu falava brasa, ele resmungava: Onde é que está quente? Na verdade, eu achava tudo isso um saco.
Essas novidades na língua portuguesa não começaram com Roberto Carlos. São mais velhas que o rei, acredite. O meu pai falava “supimpa”(C), por exemplo, e eu nem ligava.
Bom, aí o tempo foi passando, o mundo girando e novas palavras aparecendo(A). Apareceram as palavras deletar, postar, escanear, digitalizar, essas coisas todas. Teve a onda do inglês que transformou o estagiário em trainee, o entrega em domicílio em delivery, a liquidação em sale e o retorno em feedback. Inventaram o pet shop, internet banking e o smartphone.
Minhas filhas, quando adolescentes, tive de engolir o “mó legal” e o “sussa”. Sem contar o “então”, depois de qualquer pergunta:
– Que horas são?
– Então...
– Você vai pra praia no final de semana?
– Então...
– Então...
– Você vai pra praia no final de semana?
– Então...
Mas passou como tudo tende a passar, como tudo tem de passar.
Na escrita, já me acostumei com o blz no lugar de beleza, com o vc no lugar de você, abs no lugar de abraços e com o tks(D) no lugar do thank you. Já me acostumei com as risadas que viraram rs rs rs, hahaha ou hehehe.
O que está me deixando implicado agora, do mesmo jeito que o meu pai implicava com o bicho e a brasa, é o que vem depois do obrigado. Eu sempre falei de nada,mas agora é diferente.
– Obrigado.
– Imagine...
– Imagine...
Mas isso não é nada. O pior de tudo é quando você diz obrigado e a pessoa responde:
– Obrigado eu.
VILLAS, Alberto. Obrigado eu. Disponível em:
<http://www.cartacapital.- com.br/cultura/obrigado-eu-6844.html>. Acesso em: 7 abr. 2015. (Adaptado).
Releia o texto 1 e leia texto 2 para responder à questão.
Texto 2

Disponível em: <https://redacaoressucat.files.wordpress.com/2010/02/texto_informal_ formal.jpg>. Acesso em: 7 abr. 2015.
Comparando os textos 1 e 2, percebe-se uma diferença no emprego de expressões equivalentes. As expressões que evidenciam essa afirmação são as seguintes:
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Ao lidar com a ligação telefônica de um cliente insatisfeito, o secretário deve
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Faz parte do cabeçalho de uma carta comercial a
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