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A compreensão da harmonia dos trechos musicais é elemento fundamental para compreender o discurso. Dessa forma, os encadeamentos harmônicos são importantes para a interpretação musical.
A partir da análise do trecho, as cadências identificadas são:
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A música popular no Brasil teve movimentos significativos no século XX, gerando atores importantes seja como intérpretes seja como compositores. Muitas das músicas compostas fazem parte do repertório executado ainda hoje, fazendo uma relação atemporal para as novas gerações de ouvintes.
Relacione o título da composição, na Coluna |, com o compositor correspondente, na Coluna Il.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
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Estruturada para atender às demandas do século XXI, a Base Nacional Comum Curricular (BNCC, 2018) alinha-se às diretrizes internacionais ao propor um desenvolvimento pessoal orientado para competências essenciais tanto para a vida cotidiana quanto para o mercado de trabalho. Dessa forma, a BNCC sugere um currículo que integra as artes, incluindo a música, como elementos essenciais para o desenvolvimento integral dos estudantes.
Considerando-se a proposta de formação integral por competências da BNCC e o ensino coletivo de instrumentos no contexto Prova Tipo 1 escolar, as abordagens pedagógicas contemporâneas indicam que o docente deve
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O Nordeste brasileiro conservou vários dos aspectos herdados da cultura musical europeia associada a elementos indígenas, dentre outros. Dessa mescla cultural, um modo musical em particular tem destaque. Na partitura abaixo, a composição foi idealizada nesse modo, o qual tem características marcantes dentro da teoria musical.

A denominação do modo usado na composição pode ser descrita como
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As formas musicais são pilares da composição com predominância da sua estruturação nos períodos Barroco e Clássico Musical Europeu. No Brasil, as formas musicais foram amplamente utilizadas na música erudita e serviram como exemplo de práticas composicionais no seu uso na música popular. Canções, cantigas de roda e chorinhos famosos, como Brasileirinho, de Waldir Azevedo, são exemplos do uso da forma musical estilizada.
Nesse contexto, esses exemplos se referem à forma musical
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Tendo como base as possibilidades criativas de adaptação, orquestração e arranjo, a melodia acima, disposta para a flauta transversal, poderia ser executada por outros instrumentos musicais. Tratando-se das naturezas instrumentais, compreende-se que são diversas as mudanças de tonalidade de acordo com o instrumento transpositor.
Nesse contexto, dadas as afirmativas,
I. Trompete Bb, em Ré maior; Trombone, em Dó maior.
II. Trompa Eb, em Lá maior; Tuba Sib, em Ré maior.
III. Trompa em F, em Sol maior; Trompete D, em Sí bemol.
IV. Clarinete A, em Mi maior; Flauta G, em Fá maior.
verifica-se que está/ão correta/s
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O recenseamento da população indígena no Brasil é realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e constitui um instrumento fundamental para conhecer a distribuição, o tamanho e as condições de vida desses povos no território nacional. O censo demográfico de 2022 revelou que a população indígena do país correspondia a 1.693.535 pessoas, o que representa 0,83% do total dos habitantes do país. Entre 2010 e 2022, o aumento dessa população foi de 88,82%.
Dadas as afirmativas sobre as explicações do crescimento no número de indígenas no período intercensitário,
I. Aperfeiçoamento do mapeamento das localidades indígenas, em que o IBGE ampliou o rastreamento das Terras Indígenas (TIs) e incluiu, de forma mais sistemática, a identificação de comunidades indígenas rurais e urbanas situadas fora desses territórios.
II. Substituição do processo de identificação das populações indígenas isoladas, anteriormente conduzido pela Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), pelo levantamento realizado no âmbito do Censo Demográfico do IBGE.
III. Obrigatoriedade da atuação de indígenas na condição de recenseadores em seus territórios, e priorização da realização do recenseamento de forma virtual em comunidades de difícil acesso.
IV. Ampliação da pergunta de pertencimento étnico: “Você se considera indígena?” para pessoas que residem fora de terras oficialmente demarcadas ou em contextos urbanos.
verifica-se que estão corretas apenas
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Desde o período colonial, a organização territorial de Alagoas esteve profundamente vinculada à produção de canade-açúcar, introduzida com a colonização portuguesa. As áreas mais férteis cobertas por ecossistemas da Mata Atlântica foram amplamente ocupadas pelo monocultivo, estruturando uma economia primária fortemente dependente do setor sucroalcooleiro. Entretanto, nas últimas décadas, a crise enfrentada por esse segmento produtivo tem provocado transformações no uso da terra. Nesse contexto, áreas anteriormente destinadas à cana-de-açúcar vêm sendo gradativamente substituídas pelo cultivo de eucalipto, indicando a adoção de estratégias de planejamento territorial voltadas à expansão do complexo madeira-papel-celulose em espaços economicamente fragilizados da Zona da Mata alagoana.
LIMA, L. G.; Barbosa, J. L. Do monocultivo da cana ao monocultivo do eucalipto, duas faces de uma mesma tragédia: considerações sobre o complexo madeira-papel-celulose em Alagoas, 2021. Disponível em: https://revista.fct.unesp.br/index.php/nera/article/view/8740. Acesso em: 28 fev. 2026.
Apesar das pretensões econômicas, a expansão de monoculturas de eucalipto, em ambientes anteriormente ocupados pela cana-de-açúcar, resulta em
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O geógrafo Milton Santos apresenta uma interpretação crítica da globalização que permanece atual no mundo contemporâneo. Em sua análise, esse processo não deve ser compreendido apenas sob a perspectiva econômica, pois envolve também dimensões sociais, culturais e políticas. O autor questiona a visão de uma globalização pautada em um processo homogêneo, destacando seu caráter complexo, contraditório e multifacetado.
Na perspectiva de Milton Santos, a globalização revela-se a partir da existência de três mundos como
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O termo racismo ambiental surgiu nos Estados Unidos na década de 1980, sendo atribuído ao ativista afro-americano Benjamin Chavis Jr., durante protestos contra a instalação de um aterro de resíduos tóxicos em uma comunidade majoritariamente negra no Condado de Warren, no Estado da Carolina do Norte. O local foi selecionado para o aterro, não por ser a melhor escolha no fator ambiental, mas sim, por aparentar não oferecer resistências contra a ação. Assim, o termo passou a designar a relação entre desigualdade racial e a distribuição injusta de impactos ambientais negativos.
Discussões iniciais sobre racismo ambiental: uma questão de injustiça (Adaptado). Revbea. São Paulo, v. 19, n. 7: 17-29, 2024. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/index.php/revbea/article/view/19008. Acesso em: 20 fev. 2026.
Nesse contexto, dadas as afirmativas,
I. Populações negras, quilombolas, ribeirinhas e periféricas vivem em áreas mais perigosas e sem infraestrutura, quando comparadas a outros segmentos sociais.
II. Falta de saneamento básico, de água potável e de coleta de lixo em áreas periféricas é bem maior do que em áreas nobres, caracterizando o acesso desigual à infraestrutura.
III. Instalação de indústrias poluentes, de aterros sanitários e de grandes obras em áreas habitadas por minorias, sem consulta prévia à população local.
IV. Aumento da vulnerabilidade a deslizamentos, de inundações e de calor extremo, devido à localização precária das moradias e à ausência de medidas de mitigação.
verifica-se que é/são característica/s válida/s que indica/m racismo ambiental
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