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Em uma caixa há doze dúzias de laranjas, sobre as quais sabe-se que:
I - há pelo menos duas laranjas estragadas;
II - dadas seis quaisquer dessas laranjas, há pelo menos duas não estragadas.
Sobre essas doze dúzias de laranjas, deduz-se que:
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Sem A, não se tem B.
Sem B, não se tem C.
Assim, conclui-se que:
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Sobre os amigos Marcos, Renato e Waldo, sabe-se que:
I - Se Waldo é flamenguista, então Marcos não é tricolor;
II - Se Renato não é vascaíno, então Marcos é tricolor;
III - Se Renato é vascaíno, então Waldo não é flamenguista.
Logo, deduz-se que:
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Com relação a conjuntos vegetacionais do Brasil, analise as três descrições a seguir:
I . Velhas terras, solos rasos e fortemente erodidos ou pedregosos. Estação seca irregular e intensa. Formações: floresta xerófila, arbustiva espinhosa, arbustiva suculenta, campo limpo.
II . Interpenetração das florestas do Chaco, central e atlântica. Formações: floresta pluvial, floresta xerófila, savana, consorciações de Copernicia, Mauritia, gramíneas e ciperáceas. Planície de inundação do rio Paraguai.
III . Flora cosmopolita tropical, halófila e xerófila. Flora Atlântica sobre areias recentes justamarítimas. Formações: floresta esclerófila, comunidades halófilas, xerófilas, hidrófilas e litófilas.
As três descrições acima correspondem, respectivamente, aos conjuntos vegetacionais:
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A Ecologia da Paisagem integra conhecimentos de várias áreas, mas, apesar de recente, já possui uma terminologia própria. Destacam-se aqui três definições, na perspectiva ecológica, de um pequeno glossário dessa área:
I. Capacidade da paisagem (ou das unidades da paisagem) de facilitar os fluxos biológicos. A conectividade depende da proximidade dos elementos de habitat, da densidade de corredores, e da permeabilidade da matriz.
II. Áreas homogêneas (numa determinada escala) de uma unidade da paisagem, que se distinguem das unidades vizinhas e têm extensões espaciais reduzidas e não lineares.
III. Paisagem que apresenta uma estrutura contendo mancha, corredores e matriz (pelo menos dois desses elementos).
As definições acima correspondem, respectivamente, a:
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Ao descrever uma espécie, os autores devem seguir as regras do Código Internacional de Nomenclatura, que apresentam, entre outras, os nomes dos tipos das espécies e subespécies, tais como: Lectótipo, Síntipo, Parátipo e Holótipo. Sobre o tema, analise as definições a seguir:
1 . Exemplar único, designado ou indicado como espécime- tipo de um táxon nominal do grupo da espécie, por ocasião da publicação original.
2 . Todo espécime de uma série-tipo além do holótipo.
3 . Cada exemplar de uma série-tipo da qual não se designou holótipo. Antigamente os exemplares eram designados cótipos.
4 . Um, dentre vários sintipos, designado como espécime-tipo de um táxon nominal do grupo da espécie. Essa designação é feita somente quando o autor original não designou um holótipo.
Holótipo e Lectótipo correspondem, respectivamente, às definições:
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Um dos índices mais utilizados para medir a diversidade biológica, ou simplesmente biodiversidade, é o índice de Shannon & Wiener. Esse índice se origina na teoria da informação e é adaptado aos estudos ecológicos. A sua fórmula é:
H’= - ∑ Pi log Pi onde:
I. Pi é a frequência relativa da espécie i que é igual a ni / N, onde N é o número total de indivíduos do ecossistema analisado e ni é o número de indivíduos da espécie i.
II. O sinal negativo antes do símbolo de somatório é necessário para que o valor da diversidade H’ seja positivo.
III. A base do logaritmo na fórmula não está especificada, mas sempre se usa o logaritmo na base 2.
Está correto o que se afirma em:
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