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2689387 Ano: 2006
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: FJPF
Orgão: EMBRAPA

Read the following passage and then choose the most appropriate answer to the proposed iten.

Wars – can’t people live without them?

War is an ancient institution which has existed for thousands of years. Is it possible to persuade the human people to live without war? Wars were always wicked and usually foolish, but in the past people managed to live with them. Modern ingenuity has changed this. Either Man will abolish war, or war will abolish Man. For the present, it is nuclear weapons that cause the gravest danger, but bacteriological or chemical weapons may, before long, offer an even greater threat. If we are able to abolish nuclear weapons, our work will not be over. It will never be over until we have succeeded in abolishing war. To do this, we need to persuade mankind to have a different point of view as far as international questions are concerned, not as contests of force, in which the victory goes to the side which is most skilful in massacre, but by arbitration in accordance with agreed principles of law .It is not easy to change old mental habits, but this is what must be attempted.

There are some people who believe that the adoption of this or that ideology would prevent war. I believe this is a profound error. All ideologies are based upon dogmatic assertions which are, at best, doubtful, and at worst, totally false.Their adherents believe in them so fanatically that they are willing to go to war in support of them.

The movement of world opinion during the past years has been increased and it has become a commonplace that nuclear war must be avoided. Of course very difficult problems remain in the international sphere, but the spirit in which they are being approached is a better one than it used to be some years ago. It has begun to be thought, even by the powerful men who decide whether we shall live or die, that negotiations should reach agreements even if both sides do not find these agreements wholly satisfactory. It has begun to be understood that the important conflict nowadays is not between East and West or between the powerful countries and the weak ones, but between Man and the H-bomb.

Adapted from Politics and Ideologies by Bertrand Russell

Russell says that modern weapons

 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.

Primeiro animal clonado no mundo, a ovelha Dolly está sofrendo de artrite aos cinco anos e meio de idade. O anúncio, feito pelos cientistas envolvidos em sua criação, reabriu a polêmica sobre o envelhecimento precoce dos animais clonados e do desenvolvimento de problemas de saúde decorrentes de defeitos genéticos oriundos do processo de clonagem.

Segundo Ian Wilmut, que coordenou a equipe responsável pela clonagem de Dolly, a enfermidade atacou a pata traseira da ovelha. A artrite é uma doença comum entre ovelhas, mas costuma acometer os animais de idade mais avançada. Dolly nasceu em 1996 e, portanto, seria ainda muito nova para desenvolver artrite.

O surgimento imprevisto da doença reforça a teoria de que o processo de clonagem pode provocar defeitos genéticos graves.

- Infelizmente, essa é mais uma prova de que os procedimentos atuais de clonagem são ineficazes. Já sabíamos que somente uma pequena parcela dos embriões clonados chega a nascer, mas, agora, tudo indica que alguns destes animais se tornam mais vulneráveis a algumas doenças - afirmou Wilmut.

Segundo o cientista britânico, é muito difícil estabelecer, com toda a certeza, se Dolly desenvolveu a artrite em razão de ser um clone ou devido a um outro distúrbio não relacionado a esse fato. Ele pediu às empresas de biotecnologia e aos laboratórios que compartilhem informações sobre a saúde de animais clonados para que se possa detectar alterações em comum.

Alguns cientistas defendem a tese de que animais clonados seriam propensos ao envelhecimento precoce. A clonagem é feita a partir do DNA de um indivíduo maduro, inserido num óvulo. Dolly foi criada a partir do material genético de uma ovelha de seis anos e, por isso, os especialistas discutem se ela teria cinco anos (seu tempo de vida) ou onze anos (a idade do DNA usado).

- Os cientistas acreditam que podem combinar os genes de uma forma controlada, mas não podem. Esse controle é uma ilusão - afirmou Sarah Kite, diretora de pesquisa da União Britânica pela Abolição da Vivissecção.- A verdade é que ninguém compreende de que maneira exatamente os genes atuam e que tipo de problema podem desenvolver os animais sujeitados a técnicas de biotecnologia - disse.

Wilmut afirmou estar desiludido com o estado de Dolly, mas frisou que é necessário dar continuidade às investigações sobre técnicas de clonagem, que já produziram centenas de animais em todo o mundo.

- É uma tecnologia com diversas aplicações potenciais para o tratamento das doenças degenerativas. Só precisamos ter um pouco mais de cautela - afirmou.

Alguns cientistas consideram inevitável que a clonagem de seres humanos se converta em realidade, seja com fins reprodutivos, para casais que não podem ter filhos, ou terapêuticos, como fonte de células-tronco. Wilmut afirmou que os problemas de Dolly revelam que a criação de bebês clonados é precipitada.

- Já temos provas suficientes para dizer que seria completamente irresponsável pensar na criação de um ser humano por clonagem.

(O Globo, O Mundo/Ciência e Vida, 05.01.2002, p. 26.)

O texto NÃO é taxativo acerca da seguinte informação:

 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.

Primeiro animal clonado no mundo, a ovelha Dolly está sofrendo de artrite aos cinco anos e meio de idade. O anúncio, feito pelos cientistas envolvidos em sua criação, reabriu a polêmica sobre o envelhecimento precoce dos animais clonados e do desenvolvimento de problemas de saúde decorrentes de defeitos genéticos oriundos do processo de clonagem.

Segundo Ian Wilmut, que coordenou a equipe responsável pela clonagem de Dolly, a enfermidade atacou a pata traseira da ovelha. A artrite é uma doença comum entre ovelhas, mas costuma acometer os animais de idade mais avançada. Dolly nasceu em 1996 e, portanto, seria ainda muito nova para desenvolver artrite.

O surgimento imprevisto da doença reforça a teoria de que o processo de clonagem pode provocar defeitos genéticos graves.

- Infelizmente, essa é mais uma prova de que os procedimentos atuais de clonagem são ineficazes. Já sabíamos que somente uma pequena parcela dos embriões clonados chega a nascer, mas, agora, tudo indica que alguns destes animais se tornam mais vulneráveis a algumas doenças - afirmou Wilmut.

Segundo o cientista britânico, é muito difícil estabelecer, com toda a certeza, se Dolly desenvolveu a artrite em razão de ser um clone ou devido a um outro distúrbio não relacionado a esse fato. Ele pediu às empresas de biotecnologia e aos laboratórios que compartilhem informações sobre a saúde de animais clonados para que se possa detectar alterações em comum.

Alguns cientistas defendem a tese de que animais clonados seriam propensos ao envelhecimento precoce. A clonagem é feita a partir do DNA de um indivíduo maduro, inserido num óvulo. Dolly foi criada a partir do material genético de uma ovelha de seis anos e, por isso, os especialistas discutem se ela teria cinco anos (seu tempo de vida) ou onze anos (a idade do DNA usado).

- Os cientistas acreditam que podem combinar os genes de uma forma controlada, mas não podem. Esse controle é uma ilusão - afirmou Sarah Kite, diretora de pesquisa da União Britânica pela Abolição da Vivissecção.- A verdade é que ninguém compreende de que maneira exatamente os genes atuam e que tipo de problema podem desenvolver os animais sujeitados a técnicas de biotecnologia - disse.

Wilmut afirmou estar desiludido com o estado de Dolly, mas frisou que é necessário dar continuidade às investigações sobre técnicas de clonagem, que já produziram centenas de animais em todo o mundo.

- É uma tecnologia com diversas aplicações potenciais para o tratamento das doenças degenerativas. Só precisamos ter um pouco mais de cautela - afirmou.

Alguns cientistas consideram inevitável que a clonagem de seres humanos se converta em realidade, seja com fins reprodutivos, para casais que não podem ter filhos, ou terapêuticos, como fonte de células-tronco. Wilmut afirmou que os problemas de Dolly revelam que a criação de bebês clonados é precipitada.

- Já temos provas suficientes para dizer que seria completamente irresponsável pensar na criação de um ser humano por clonagem.

(O Globo, O Mundo/Ciência e Vida, 05.01.2002, p. 26.)

Das afirmações abaixo, NÃO pode ser atribuída ao coordenador da equipe responsável pela clonagem da ovelha Dolly a seguinte:

 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.

Primeiro animal clonado no mundo, a ovelha Dolly está sofrendo de artrite aos cinco anos e meio de idade. O anúncio, feito pelos cientistas envolvidos em sua criação, reabriu a polêmica sobre o envelhecimento precoce dos animais clonados e do desenvolvimento de problemas de saúde decorrentes de defeitos genéticos oriundos do processo de clonagem.

Segundo Ian Wilmut, que coordenou a equipe responsável pela clonagem de Dolly, a enfermidade atacou a pata traseira da ovelha. A artrite é uma doença comum entre ovelhas, mas costuma acometer os animais de idade mais avançada. Dolly nasceu em 1996 e, portanto, seria ainda muito nova para desenvolver artrite.

O surgimento imprevisto da doença reforça a teoria de que o processo de clonagem pode provocar defeitos genéticos graves.

- Infelizmente, essa é mais uma prova de que os procedimentos atuais de clonagem são ineficazes. Já sabíamos que somente uma pequena parcela dos embriões clonados chega a nascer, mas, agora, tudo indica que alguns destes animais se tornam mais vulneráveis a algumas doenças - afirmou Wilmut.

Segundo o cientista britânico, é muito difícil estabelecer, com toda a certeza, se Dolly desenvolveu a artrite em razão de ser um clone ou devido a um outro distúrbio não relacionado a esse fato. Ele pediu às empresas de biotecnologia e aos laboratórios que compartilhem informações sobre a saúde de animais clonados para que se possa detectar alterações em comum.

Alguns cientistas defendem a tese de que animais clonados seriam propensos ao envelhecimento precoce. A clonagem é feita a partir do DNA de um indivíduo maduro, inserido num óvulo. Dolly foi criada a partir do material genético de uma ovelha de seis anos e, por isso, os especialistas discutem se ela teria cinco anos (seu tempo de vida) ou onze anos (a idade do DNA usado).

- Os cientistas acreditam que podem combinar os genes de uma forma controlada, mas não podem. Esse controle é uma ilusão - afirmou Sarah Kite, diretora de pesquisa da União Britânica pela Abolição da Vivissecção.- A verdade é que ninguém compreende de que maneira exatamente os genes atuam e que tipo de problema podem desenvolver os animais sujeitados a técnicas de biotecnologia - disse.

Wilmut afirmou estar desiludido com o estado de Dolly, mas frisou que é necessário dar continuidade às investigações sobre técnicas de clonagem, que já produziram centenas de animais em todo o mundo.

- É uma tecnologia com diversas aplicações potenciais para o tratamento das doenças degenerativas. Só precisamos ter um pouco mais de cautela - afirmou.

Alguns cientistas consideram inevitável que a clonagem de seres humanos se converta em realidade, seja com fins reprodutivos, para casais que não podem ter filhos, ou terapêuticos, como fonte de células-tronco. Wilmut afirmou que os problemas de Dolly revelam que a criação de bebês clonados é precipitada.

- Já temos provas suficientes para dizer que seria completamente irresponsável pensar na criação de um ser humano por clonagem.

(O Globo, O Mundo/Ciência e Vida, 05.01.2002, p. 26.)

O sinal indicador da crase está mal empregado na frase:

 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.

Primeiro animal clonado no mundo, a ovelha Dolly está sofrendo de artrite aos cinco anos e meio de idade. O anúncio, feito pelos cientistas envolvidos em sua criação, reabriu a polêmica sobre o envelhecimento precoce dos animais clonados e do desenvolvimento de problemas de saúde decorrentes de defeitos genéticos oriundos do processo de clonagem.

Segundo Ian Wilmut, que coordenou a equipe responsável pela clonagem de Dolly, a enfermidade atacou a pata traseira da ovelha. A artrite é uma doença comum entre ovelhas, mas costuma acometer os animais de idade mais avançada. Dolly nasceu em 1996 e, portanto, seria ainda muito nova para desenvolver artrite.

O surgimento imprevisto da doença reforça a teoria de que o processo de clonagem pode provocar defeitos genéticos graves.

- Infelizmente, essa é mais uma prova de que os procedimentos atuais de clonagem são ineficazes. Já sabíamos que somente uma pequena parcela dos embriões clonados chega a nascer, mas, agora, tudo indica que alguns destes animais se tornam mais vulneráveis a algumas doenças - afirmou Wilmut.

Segundo o cientista britânico, é muito difícil estabelecer, com toda a certeza, se Dolly desenvolveu a artrite em razão de ser um clone ou devido a um outro distúrbio não relacionado a esse fato. Ele pediu às empresas de biotecnologia e aos laboratórios que compartilhem informações sobre a saúde de animais clonados para que se possa detectar alterações em comum.

Alguns cientistas defendem a tese de que animais clonados seriam propensos ao envelhecimento precoce. A clonagem é feita a partir do DNA de um indivíduo maduro, inserido num óvulo. Dolly foi criada a partir do material genético de uma ovelha de seis anos e, por isso, os especialistas discutem se ela teria cinco anos (seu tempo de vida) ou onze anos (a idade do DNA usado).

- Os cientistas acreditam que podem combinar os genes de uma forma controlada, mas não podem. Esse controle é uma ilusão - afirmou Sarah Kite, diretora de pesquisa da União Britânica pela Abolição da Vivissecção.- A verdade é que ninguém compreende de que maneira exatamente os genes atuam e que tipo de problema podem desenvolver os animais sujeitados a técnicas de biotecnologia - disse.

Wilmut afirmou estar desiludido com o estado de Dolly, mas frisou que é necessário dar continuidade às investigações sobre técnicas de clonagem, que já produziram centenas de animais em todo o mundo.

- É uma tecnologia com diversas aplicações potenciais para o tratamento das doenças degenerativas. Só precisamos ter um pouco mais de cautela - afirmou.

Alguns cientistas consideram inevitável que a clonagem de seres humanos se converta em realidade, seja com fins reprodutivos, para casais que não podem ter filhos, ou terapêuticos, como fonte de células-tronco. Wilmut afirmou que os problemas de Dolly revelam que a criação de bebês clonados é precipitada.

- Já temos provas suficientes para dizer que seria completamente irresponsável pensar na criação de um ser humano por clonagem.

(O Globo, O Mundo/Ciência e Vida, 05.01.2002, p. 26.)

Das modificações feitas na frase “Alguns cientistas defendem a tese de que animais clonados seriam propensos ao envelhecimento precoce”, a que lhe altera fundamentalmente o sentido é:

 

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Primeiro animal clonado no mundo, a ovelha Dolly está sofrendo de artrite aos cinco anos e meio de idade. O anúncio, feito pelos cientistas envolvidos em sua criação, reabriu a polêmica sobre o envelhecimento precoce dos animais clonados e do desenvolvimento de problemas de saúde decorrentes de defeitos genéticos oriundos do processo de clonagem.

Segundo Ian Wilmut, que coordenou a equipe responsável pela clonagem de Dolly, a enfermidade atacou a pata traseira da ovelha. A artrite é uma doença comum entre ovelhas, mas costuma acometer os animais de idade mais avançada. Dolly nasceu em 1996 e, portanto, seria ainda muito nova para desenvolver artrite.

O surgimento imprevisto da doença reforça a teoria de que o processo de clonagem pode provocar defeitos genéticos graves.

- Infelizmente, essa é mais uma prova de que os procedimentos atuais de clonagem são ineficazes. Já sabíamos que somente uma pequena parcela dos embriões clonados chega a nascer, mas, agora, tudo indica que alguns destes animais se tornam mais vulneráveis a algumas doenças - afirmou Wilmut.

Segundo o cientista britânico, é muito difícil estabelecer, com toda a certeza, se Dolly desenvolveu a artrite em razão de ser um clone ou devido a um outro distúrbio não relacionado a esse fato. Ele pediu às empresas de biotecnologia e aos laboratórios que compartilhem informações sobre a saúde de animais clonados para que se possa detectar alterações em comum.

Alguns cientistas defendem a tese de que animais clonados seriam propensos ao envelhecimento precoce. A clonagem é feita a partir do DNA de um indivíduo maduro, inserido num óvulo. Dolly foi criada a partir do material genético de uma ovelha de seis anos e, por isso, os especialistas discutem se ela teria cinco anos (seu tempo de vida) ou onze anos (a idade do DNA usado).

- Os cientistas acreditam que podem combinar os genes de uma forma controlada, mas não podem. Esse controle é uma ilusão - afirmou Sarah Kite, diretora de pesquisa da União Britânica pela Abolição da Vivissecção.- A verdade é que ninguém compreende de que maneira exatamente os genes atuam e que tipo de problema podem desenvolver os animais sujeitados a técnicas de biotecnologia - disse.

Wilmut afirmou estar desiludido com o estado de Dolly, mas frisou que é necessário dar continuidade às investigações sobre técnicas de clonagem, que já produziram centenas de animais em todo o mundo.

- É uma tecnologia com diversas aplicações potenciais para o tratamento das doenças degenerativas. Só precisamos ter um pouco mais de cautela - afirmou.

Alguns cientistas consideram inevitável que a clonagem de seres humanos se converta em realidade, seja com fins reprodutivos, para casais que não podem ter filhos, ou terapêuticos, como fonte de células-tronco. Wilmut afirmou que os problemas de Dolly revelam que a criação de bebês clonados é precipitada.

- Já temos provas suficientes para dizer que seria completamente irresponsável pensar na criação de um ser humano por clonagem.

(O Globo, O Mundo/Ciência e Vida, 05.01.2002, p. 26.)

Dentre as modificações feitas na frase “Infelizmente, essa é mais uma prova de que os procedimentos atuais de clonagem são ineficazes”, a que contém erro de concordância é:

 

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Primeiro animal clonado no mundo, a ovelha Dolly está sofrendo de artrite aos cinco anos e meio de idade. O anúncio, feito pelos cientistas envolvidos em sua criação, reabriu a polêmica sobre o envelhecimento precoce dos animais clonados e do desenvolvimento de problemas de saúde decorrentes de defeitos genéticos oriundos do processo de clonagem.

Segundo Ian Wilmut, que coordenou a equipe responsável pela clonagem de Dolly, a enfermidade atacou a pata traseira da ovelha. A artrite é uma doença comum entre ovelhas, mas costuma acometer os animais de idade mais avançada. Dolly nasceu em 1996 e, portanto, seria ainda muito nova para desenvolver artrite.

O surgimento imprevisto da doença reforça a teoria de que o processo de clonagem pode provocar defeitos genéticos graves.

- Infelizmente, essa é mais uma prova de que os procedimentos atuais de clonagem são ineficazes. Já sabíamos que somente uma pequena parcela dos embriões clonados chega a nascer, mas, agora, tudo indica que alguns destes animais se tornam mais vulneráveis a algumas doenças - afirmou Wilmut.

Segundo o cientista britânico, é muito difícil estabelecer, com toda a certeza, se Dolly desenvolveu a artrite em razão de ser um clone ou devido a um outro distúrbio não relacionado a esse fato. Ele pediu às empresas de biotecnologia e aos laboratórios que compartilhem informações sobre a saúde de animais clonados para que se possa detectar alterações em comum.

Alguns cientistas defendem a tese de que animais clonados seriam propensos ao envelhecimento precoce. A clonagem é feita a partir do DNA de um indivíduo maduro, inserido num óvulo. Dolly foi criada a partir do material genético de uma ovelha de seis anos e, por isso, os especialistas discutem se ela teria cinco anos (seu tempo de vida) ou onze anos (a idade do DNA usado).

- Os cientistas acreditam que podem combinar os genes de uma forma controlada, mas não podem. Esse controle é uma ilusão - afirmou Sarah Kite, diretora de pesquisa da União Britânica pela Abolição da Vivissecção.- A verdade é que ninguém compreende de que maneira exatamente os genes atuam e que tipo de problema podem desenvolver os animais sujeitados a técnicas de biotecnologia - disse.

Wilmut afirmou estar desiludido com o estado de Dolly, mas frisou que é necessário dar continuidade às investigações sobre técnicas de clonagem, que já produziram centenas de animais em todo o mundo.

- É uma tecnologia com diversas aplicações potenciais para o tratamento das doenças degenerativas. Só precisamos ter um pouco mais de cautela - afirmou.

Alguns cientistas consideram inevitável que a clonagem de seres humanos se converta em realidade, seja com fins reprodutivos, para casais que não podem ter filhos, ou terapêuticos, como fonte de células-tronco. Wilmut afirmou que os problemas de Dolly revelam que a criação de bebês clonados é precipitada.

- Já temos provas suficientes para dizer que seria completamente irresponsável pensar na criação de um ser humano por clonagem.

(O Globo, O Mundo/Ciência e Vida, 05.01.2002, p. 26.)

Modificou-se o sentido original da frase “A artrite é uma doença comum entre ovelhas, mas costuma acometer os animais de idade mais avançada” com a alteração feita em:

 

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Primeiro animal clonado no mundo, a ovelha Dolly está sofrendo de artrite aos cinco anos e meio de idade. O anúncio, feito pelos cientistas envolvidos em sua criação, reabriu a polêmica sobre o envelhecimento precoce dos animais clonados e do desenvolvimento de problemas de saúde decorrentes de defeitos genéticos oriundos do processo de clonagem.

Segundo Ian Wilmut, que coordenou a equipe responsável pela clonagem de Dolly, a enfermidade atacou a pata traseira da ovelha. A artrite é uma doença comum entre ovelhas, mas costuma acometer os animais de idade mais avançada. Dolly nasceu em 1996 e, portanto, seria ainda muito nova para desenvolver artrite.

O surgimento imprevisto da doença reforça a teoria de que o processo de clonagem pode provocar defeitos genéticos graves.

- Infelizmente, essa é mais uma prova de que os procedimentos atuais de clonagem são ineficazes. Já sabíamos que somente uma pequena parcela dos embriões clonados chega a nascer, mas, agora, tudo indica que alguns destes animais se tornam mais vulneráveis a algumas doenças - afirmou Wilmut.

Segundo o cientista britânico, é muito difícil estabelecer, com toda a certeza, se Dolly desenvolveu a artrite em razão de ser um clone ou devido a um outro distúrbio não relacionado a esse fato. Ele pediu às empresas de biotecnologia e aos laboratórios que compartilhem informações sobre a saúde de animais clonados para que se possa detectar alterações em comum.

Alguns cientistas defendem a tese de que animais clonados seriam propensos ao envelhecimento precoce. A clonagem é feita a partir do DNA de um indivíduo maduro, inserido num óvulo. Dolly foi criada a partir do material genético de uma ovelha de seis anos e, por isso, os especialistas discutem se ela teria cinco anos (seu tempo de vida) ou onze anos (a idade do DNA usado).

- Os cientistas acreditam que podem combinar os genes de uma forma controlada, mas não podem. Esse controle é uma ilusão - afirmou Sarah Kite, diretora de pesquisa da União Britânica pela Abolição da Vivissecção.- A verdade é que ninguém compreende de que maneira exatamente os genes atuam e que tipo de problema podem desenvolver os animais sujeitados a técnicas de biotecnologia - disse.

Wilmut afirmou estar desiludido com o estado de Dolly, mas frisou que é necessário dar continuidade às investigações sobre técnicas de clonagem, que já produziram centenas de animais em todo o mundo.

- É uma tecnologia com diversas aplicações potenciais para o tratamento das doenças degenerativas. Só precisamos ter um pouco mais de cautela - afirmou.

Alguns cientistas consideram inevitável que a clonagem de seres humanos se converta em realidade, seja com fins reprodutivos, para casais que não podem ter filhos, ou terapêuticos, como fonte de células-tronco. Wilmut afirmou que os problemas de Dolly revelam que a criação de bebês clonados é precipitada.

- Já temos provas suficientes para dizer que seria completamente irresponsável pensar na criação de um ser humano por clonagem.

(O Globo, O Mundo/Ciência e Vida, 05.01.2002, p. 26.)

As palavras óvulo, bebês e vulneráveis acentuam-se pelos mesmos fundamentos gramaticais que justificam os acentos gráficos em, respectivamente:

 

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Primeiro animal clonado no mundo, a ovelha Dolly está sofrendo de artrite aos cinco anos e meio de idade. O anúncio, feito pelos cientistas envolvidos em sua criação, reabriu a polêmica sobre o envelhecimento precoce dos animais clonados e do desenvolvimento de problemas de saúde decorrentes de defeitos genéticos oriundos do processo de clonagem.

Segundo Ian Wilmut, que coordenou a equipe responsável pela clonagem de Dolly, a enfermidade atacou a pata traseira da ovelha. A artrite é uma doença comum entre ovelhas, mas costuma acometer os animais de idade mais avançada. Dolly nasceu em 1996 e, portanto, seria ainda muito nova para desenvolver artrite.

O surgimento imprevisto da doença reforça a teoria de que o processo de clonagem pode provocar defeitos genéticos graves.

- Infelizmente, essa é mais uma prova de que os procedimentos atuais de clonagem são ineficazes. Já sabíamos que somente uma pequena parcela dos embriões clonados chega a nascer, mas, agora, tudo indica que alguns destes animais se tornam mais vulneráveis a algumas doenças - afirmou Wilmut.

Segundo o cientista britânico, é muito difícil estabelecer, com toda a certeza, se Dolly desenvolveu a artrite em razão de ser um clone ou devido a um outro distúrbio não relacionado a esse fato. Ele pediu às empresas de biotecnologia e aos laboratórios que compartilhem informações sobre a saúde de animais clonados para que se possa detectar alterações em comum.

Alguns cientistas defendem a tese de que animais clonados seriam propensos ao envelhecimento precoce. A clonagem é feita a partir do DNA de um indivíduo maduro, inserido num óvulo. Dolly foi criada a partir do material genético de uma ovelha de seis anos e, por isso, os especialistas discutem se ela teria cinco anos (seu tempo de vida) ou onze anos (a idade do DNA usado).

- Os cientistas acreditam que podem combinar os genes de uma forma controlada, mas não podem. Esse controle é uma ilusão - afirmou Sarah Kite, diretora de pesquisa da União Britânica pela Abolição da Vivissecção.- A verdade é que ninguém compreende de que maneira exatamente os genes atuam e que tipo de problema podem desenvolver os animais sujeitados a técnicas de biotecnologia - disse.

Wilmut afirmou estar desiludido com o estado de Dolly, mas frisou que é necessário dar continuidade às investigações sobre técnicas de clonagem, que já produziram centenas de animais em todo o mundo.

- É uma tecnologia com diversas aplicações potenciais para o tratamento das doenças degenerativas. Só precisamos ter um pouco mais de cautela - afirmou.

Alguns cientistas consideram inevitável que a clonagem de seres humanos se converta em realidade, seja com fins reprodutivos, para casais que não podem ter filhos, ou terapêuticos, como fonte de células-tronco. Wilmut afirmou que os problemas de Dolly revelam que a criação de bebês clonados é precipitada.

- Já temos provas suficientes para dizer que seria completamente irresponsável pensar na criação de um ser humano por clonagem.

(O Globo, O Mundo/Ciência e Vida, 05.01.2002, p. 26.)

O significado do texto ficará comprometido na frase “Dolly nasceu em 1996 e, portanto, seria ainda muito nova para desenvolver artrite”, caso a palavra em negrito seja substituída por:

 

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2690093 Ano: 2006
Disciplina: Comércio Internacional
Banca: FJPF
Orgão: EMBRAPA

Na estrutura da União Européia:

I- Cabe ao Conselho conciliar interesses nacionais e a iniciativa exclusiva de proposições.

II- Cabe à Comissão definir o interesse europeu e o monopólio da tomada de decisões.

III- Cabe ao Parlamento o monopólio da iniciativa de proposições.

Está(ão) correto(s) apenas o(s) item(ns):

Questão Desatualizada

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