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Foram encontradas 40 questões.

1319072 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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De acordo com a doutrina de Pedro Lenza, na obra Direito Constitucional Esquematizado, os direitos civis e políticos são direitos fundamentais de ____________ geração (ou dimensão).

Assinale a alternativa que preenche corretamente a lacuna do trecho acima.

 

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1307435 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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A descrença banal na loucura alheia
O ano de 1968 tornou-se um marco para a definição de uma nova era no campo dos costumes. Depois de maio, a revolução sexual, a horizontalização da autoridade, a docilização do poder e a feminilização da cultura, que I) antes ocupavam um lugar periférico, tornam-se gradualmente a nossa nova forma de vida. Mas esta nova norma do desejo continha uma tese que foi sendo gradualmente esquecida ou integrada, ou seja, de que a loucura teria de ser escutada, porque ela tinha algo a dizer. Naquele momento a loucura era uma espécie de estilo de vida, meio beatnick, meio rock; meio alternativo, meio marginal. A loucura tinha uma face antropológica com um pé na Índia e outro nos habitantes de outros planetas. Feita de estados alterados de consciência, ela falava poeticamente, na voz dos excluídos, dos malditos e dos apocalípticos.
Em menos de 50 anos a loucura tornou-se novamente a psicose, a depressão, o pânico e as drogadições. Ela normalizou-se a tal ponto que uma vida sem loucura, no trabalho ou na política, no trânsito ou no amor, tornou-se uma vida sem sal. Com isso nossa cobiça pela adequação começou a crescer. Destituída de sua utopia e de sua potência transformativa, a loucura foi reduzida a loucura alheia, a uma diferença intolerável no modo de pensar. Lacan se perguntava por que um neurótico obsessivo não consegue ter nenhuma intuição de sua própria loucura quando encontrava outro neurótico obsessivo. Talvez isso exprima uma lei mais geral de que faz parte da loucura que ela não consiga se reconhecer fora de si mesma. Nossa paixão mais inútil pela identidade exclui do cálculo cotidiano que II) a loucura existe. Tornamo-nos tão obcecados pela lei que acreditamos que todos se relacionam com ela exatamente como nós.
Em meio a este tempo de organização de minorias em torno de modalidades de sofrimento e segregação, do feminino à negritude, da diversidade cultural ao respeito pelos animais considerando a iniquidade na distribuição de bens simbólicos e materiais da diversidade étnica à diversidade, é uma pena que a loucura tenha tão pouca expressão política entre as minorias. Isso mostra a indignidade normalopática a que se reduziu nossa situação. Não falo apenas do preconceito contra a doença mental, que permanece quase intocada em nossas pautas de reocupação do espaço público, em nosso debate ético e em nossas políticas de educação. É que parece ser próprio da loucura que ela seja antes de tudo do outro, como desqualificativo, e depois de tudo algo que não tem existência própria. O dito comum do preconceito na matéria afirma em coro: “É só falta de educação, ‘chilique’ que não rasga dinheiro. Folgados que adoram ‘se fazer de vítima’. Fraqueza moral de quem não tem fé ou força de vontade. Gente que quer chamar atenção.” Normais são apenas as limitações e obrigações “irracionais” que nós mesmos nos concedemos e nos impomos. Essa é a única loucura que tem direito à proteção e ao abrigo.
Aqueles que III) já atenderam pessoas com um sintoma como a cleptomania podem dizer como nossa cultura policial simplesmente descredita da existência desta forma de loucura. O mesmo para os pais de tantas anoréxicas, psicóticos e autistas. Idem para o pânico verdadeiro, para a depressão consolidada, para os delirantes alucinados, para os acumuladores, maníacos por compras ou sexo. O que dizer então das pequenas loucuras como não urinar em banheiros públicos, não falar com estranhos, não se permitir usar certas roupas. No quadro geral todas as loucuras se equivalem, mas isso não deveria nos eximir de reconhecer sua existência. Quando se trata de loucura, o único universal é que somos todos exceções.
(Fonte: Texto adaptado – Revista Mente & Cérebro – setembro/2015)
Analise as afirmações que são feitas em relação às diferentes ocorrências de ‘que’ e sua classificação morfológica.
I. A ocorrência da linha 03 é um advérbio.
II. Na linha 18, é um pronome relativo.
III. Na linha 33, é um pronome relativo.
Quais estão INCORRETAS?
 

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1306415 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Analise as seguintes assertivas sobre os poderes da Administração Pública:

I. O abuso de poder se verifica quando o agente extrapola a sua competência, e o desvio de poder é verificado quando o agente desvirtua a finalidade do ato administrativo.

II. O poder de polícia tem como finalidade restringir ou condicionar bens e atividades individuais em benefício do bem comum.

III. O poder hierárquico se expressa pela possibilidade de o Poder Público emitir decretos, regulamentos e outras normas que orientam os agentes públicos e a sociedade em geral.

Quais estão corretas?

 

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1298250 Ano: 2015
Disciplina: Veterinária
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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De acordo com a Resolução nº 587/1992, a inscrição na Dívida referente à __________ será feita após o respectivo __________; e, a decorrente de __________, uma vez transitada em julgado a decisão condenatória administrativa.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

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823332 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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A descrença banal na loucura alheia
O ano de 1968 tornou-se um marco para a definição de uma nova era no campo dos costumes. Depois de maio, a revolução sexual, a horizontalização da autoridade, a docilização do poder e a feminilização da cultura, que antes ocupavam um lugar periférico, tornam-se gradualmente a nossa nova forma de vida. Mas esta nova norma do desejo continha uma tese que foi sendo gradualmente esquecida ou integrada, ou seja, de que a loucura teria de ser escutada, porque ela tinha algo a dizer. Naquele momento a loucura era uma espécie de estilo de vida, meio beatnick, meio rock; meio alternativo, meio marginal. A loucura tinha uma face antropológica com um pé na Índia e outro nos habitantes de outros planetas. Feita de estados alterados de consciência, ela falava poeticamente, na voz dos excluídos, dos malditos e dos apocalípticos.
Em menos de 50 anos a loucura tornou-se novamente a psicose, a depressão, o pânico e as drogadições. Ela normalizou-se a tal ponto que uma vida sem loucura, no trabalho ou na política, no trânsito ou no amor, tornou-se uma vida sem sal. Com isso nossa cobiça pela adequação começou a crescer. Destituída de sua utopia e de sua potência transformativa, a loucura foi reduzida a loucura alheia, a uma diferença intolerável no modo de pensar. Lacan se perguntava por que um neurótico obsessivo não consegue ter nenhuma intuição de sua própria loucura quando encontrava outro neurótico obsessivo. Talvez isso exprima uma lei mais geral de que faz parte da loucura que ela não consiga se reconhecer fora de si mesma. Nossa paixão mais inútil pela identidade exclui do cálculo cotidiano que a loucura existe. Tornamo-nos tão obcecados pela lei que acreditamos que todos se relacionam com ela exatamente como nós.
Em meio a este tempo de organização de minorias em torno de modalidades de sofrimento e segregação, do feminino à negritude, da diversidade cultural ao respeito pelos animais considerando a iniquidade na distribuição de bens simbólicos e materiais da diversidade étnica à diversidade, é uma pena que a loucura tenha tão pouca expressão política entre as minorias. Isso mostra a indignidade normalopática a que se reduziu nossa situação. Não falo apenas do preconceito contra a doença mental, que permanece quase intocada em nossas pautas de reocupação do espaço público, em nosso debate ético e em nossas políticas de educação. É que parece ser próprio da loucura que ela seja antes de tudo do outro, como desqualificativo, e depois de tudo algo que não tem existência própria. O dito comum do preconceito na matéria afirma em coro: “É só falta de educação, ‘chilique’ que não rasga dinheiro. Folgados que adoram ‘se fazer de vítima’. Fraqueza moral de quem não tem fé ou força de vontade. Gente que quer chamar atenção.” Normais são apenas as limitações e obrigações “irracionais” que nós mesmos nos concedemos e nos impomos. Essa é a única loucura que tem direito à proteção e ao abrigo.
Aqueles que já atenderam pessoas com um sintoma como a cleptomania podem dizer como nossa cultura policial simplesmente descredita da existência desta forma de loucura. O mesmo para os pais de tantas anoréxicas, psicóticos e autistas. Idem para o pânico verdadeiro, para a depressão consolidada, para os delirantes alucinados, para os acumuladores, maníacos por compras ou sexo. O que dizer então das pequenas loucuras como não urinar em banheiros públicos, não falar com estranhos, não se permitir usar certas roupas. No quadro geral todas as loucuras se equivalem, mas isso não deveria nos eximir de reconhecer sua existência. Quando se trata de loucura, o único universal é que somos todos exceções.
(Fonte: Texto adaptado – Revista Mente & Cérebro – setembro/2015)
Analise as propostas de supressão de palavras do texto, desconsiderando eventuais sinais de pontuação e uso de letras maiúsculas.
I. A loucura.
II. novamente.
III. intolerável.
Quais provocam mudanças de sentido?
 

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805661 Ano: 2015
Disciplina: Veterinária
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Quanto às penalidades, analise as afirmações abaixo à luz do Decreto nº 64.704/1969, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) Cabe ao CRMV o poder de disciplinar penalidades a Médicos Veterinários.
( ) Trata-se de pena disciplinar a suspensão do exercício profissional, ad referendum do CFMV.
( ) O Médico Veterinário inscrito no CRMV/GO que infringir o Regulamento e o Código de Ética profissional sofrerá penalidade aplicada pelo conselho ao qual pertence.
( ) Advertência e censura, ambas confidenciais, são penas disciplinares aplicáveis pelos Conselhos de Medicina Veterinária.
( ) Denúncias contra membros dos Conselhos poderão ser recebidas com ou sem acompanhamento de elementos comprobatórios do alegado.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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804533 Ano: 2015
Disciplina: Direito Civil
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Assinale, dentre as alternativas que seguem, aquela que contempla hipótese de responsabilidade subjetiva.
 

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804300 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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O volume de um cilindro reto inscrito em um cubo de volume igual a 200 cm³ é:
 

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803822 Ano: 2015
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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A negação da sentença: Pedro tem carteira de habilitação classe B ou C, é logicamente equivalente a:
 

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801495 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: CRMV-PR
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Para a resolução da questão desta prova, considere os seguintes detalhes: (1) o mouse está configurado para uma pessoa que o utiliza com a mão direita (destro) e usa, com maior frequência, o botão esquerdo, que possui as funcionalidades de seleção ou de arrastar normal, entre outras. O botão da direita serve para ativar o menu de contexto ou de arrastar especial; (2) os botões do mouse estão devidamente configurados com a velocidade de duplo clique; (3) os programas utilizados nesta prova foram instalados com todas as suas configurações padrão, entretanto, caso tenham sido realizadas alterações que impactem na resolução da questão, elas serão alertadas no texto da questão ou mostradas visualmente, se necessário; (4) no enunciado e resposta de algumas questões, existem palavras que foram digitadas entre aspas, apenas para destacá-las. Nesse caso, para resolver a questão, desconsidere as aspas e atente somente para o texto propriamente dito; e (5) para resolver as questões desta prova considere, apenas, os recursos disponibilizados para os candidatos, tais como essas orientações, os textos introdutórios das questões, os enunciados propriamente ditos e os dados e informações disponíveis nas Figuras da questão, se houver.
Para responder à questão, observe a Figura.
Enunciado 801495-1
Figura: Utilização do Windows Explorer (Windows 8.1 Pro)
O que deve ocorrer se for clicado no botão Inverter seleção?
 

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