Foram encontradas 210 questões.
2677684
Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
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Os papéis de trabalho são identificados por meio de código alfabético ou alfanumérico. Considerando o Manual de Auditoria da Controladoria Geral do Município do Rio de Janeiro, as folhas subsidiárias de nível 1 são codificadas com:
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1422237
Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
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Texto: A civilização contra o porrete
Recentemente, a 20 quilômetros da cidade de Frankfurt, Alemanha, pesquisadores encontraram um sítio arqueológico de sete mil anos, onde uma aldeia inteira teria sido exterminada por vizinhos inimigos enquanto dormia. Além dos golpes fatais na cabeça de cada um, havia, nesses restos mortais, sinais de torturas variadas espalhados pelos corpos das vítimas. Para começar, todos tinham as pernas quebradas, provavelmente para que não pudessem escapar à tortura.
Como os agrupamentos humanos do neolítico não passavam de algumas dezenas de pessoas, o número de mortos massacrados a porrete, incluindo crianças, seria equivalente a algo em torno de 40 milhões de brasileiros, se sofrêssemos hoje um ataque das mesmas proporções. Diante disso, Hiroshima e Nagasaki não teriam passado de um entrevero desimportante, sem maiores pretensões e consequências.
Não deve ser, portanto, verdade que o homem nasce bom e se torna mau, que nasce puro e a sociedade o corrompe com seus hábitos, com seu desenvolvimento e progresso. Mesmo que não existisse o semelhante, o homem encontraria onde exprimir sua violência. O bon sauvage que Jean-Jacques Rousseau, um precursor da democracia moderna, anunciou no século XVIII, nunca existiu. O homem sempre foi violento e essa violência nunca foi provocada apenas por necessidades incontroláveis como a fome. Na verdade, a violência apenas como fruto de necessidades é, ao contrário, uma característica dos outros animais.
A violência é uma perversão da natureza humana. Ela está na origem da espécie, em sua luta pela sobrevivência, mas também no desejo de se impor ao outro. O homem é, por exemplo, o único animal capaz de torturar um seu igual, o único a fazer da violência uma manifestação cultural.
Grande parte dos crimes cometidos em nossas ruas é provocada por um desejo incontrolável produzido por nós mesmos, sem que a vítima tenha nada a ver com isso. Na maior parte das vezes, esse desejo tem origem em nosso exibicionismo, na necessidade de conquistarmos o que o outro já tem, fruto da propaganda que nos fala todo dia das maravilhas que não estão a nosso alcance. Só a educação pode evitar essa prática criminosa do desejo. Ou a civilização.
A civilização, ao contrário do que certos naturistas querem, inclusive alguns pais do Iluminismo, como o próprio Rousseau, é um conjunto de arranjos impostos às relações humanas para evitar a inevitável violência que não temos individualmente forças para conter. É como se fossem regras restritivas e sucessivas, criadas pela consciência humana por medo de sua própria violência. Um jeito de conviver com seu semelhante, sem necessidade de se impor pelo porrete.
É provável que nunca consigamos extinguir a violência entre os homens; mas essa fatalidade não justifica sermos solidários ou mesmo complacentes com ela. O papel da civilização será sempre o de domesticar a violência, criar condições para que ela não seja admissível e muito menos indispensável, seja na forma de guerras coletivas, seja na de conflitos individuais. Nenhum de seus formatos é justo, mesmo que exercido em nome de ideologias, de programas políticos, de lutas pelo poder. Se as ideias exigem violência para se concretizarem, elas devem estar erradas.
Cacá Diegues. O Globo, 30/08/2015. Fragmento.
Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/a-civilizacao-contra-porrete-17344948#ixzz3kiZVuJ3E
Em sua argumentação, o autor refere-se aos “pais" do
Iluminismo e especificamente a Jean-Jacques Rousseau, com
o propósito de:Recentemente, a 20 quilômetros da cidade de Frankfurt, Alemanha, pesquisadores encontraram um sítio arqueológico de sete mil anos, onde uma aldeia inteira teria sido exterminada por vizinhos inimigos enquanto dormia. Além dos golpes fatais na cabeça de cada um, havia, nesses restos mortais, sinais de torturas variadas espalhados pelos corpos das vítimas. Para começar, todos tinham as pernas quebradas, provavelmente para que não pudessem escapar à tortura.
Como os agrupamentos humanos do neolítico não passavam de algumas dezenas de pessoas, o número de mortos massacrados a porrete, incluindo crianças, seria equivalente a algo em torno de 40 milhões de brasileiros, se sofrêssemos hoje um ataque das mesmas proporções. Diante disso, Hiroshima e Nagasaki não teriam passado de um entrevero desimportante, sem maiores pretensões e consequências.
Não deve ser, portanto, verdade que o homem nasce bom e se torna mau, que nasce puro e a sociedade o corrompe com seus hábitos, com seu desenvolvimento e progresso. Mesmo que não existisse o semelhante, o homem encontraria onde exprimir sua violência. O bon sauvage que Jean-Jacques Rousseau, um precursor da democracia moderna, anunciou no século XVIII, nunca existiu. O homem sempre foi violento e essa violência nunca foi provocada apenas por necessidades incontroláveis como a fome. Na verdade, a violência apenas como fruto de necessidades é, ao contrário, uma característica dos outros animais.
A violência é uma perversão da natureza humana. Ela está na origem da espécie, em sua luta pela sobrevivência, mas também no desejo de se impor ao outro. O homem é, por exemplo, o único animal capaz de torturar um seu igual, o único a fazer da violência uma manifestação cultural.
Grande parte dos crimes cometidos em nossas ruas é provocada por um desejo incontrolável produzido por nós mesmos, sem que a vítima tenha nada a ver com isso. Na maior parte das vezes, esse desejo tem origem em nosso exibicionismo, na necessidade de conquistarmos o que o outro já tem, fruto da propaganda que nos fala todo dia das maravilhas que não estão a nosso alcance. Só a educação pode evitar essa prática criminosa do desejo. Ou a civilização.
A civilização, ao contrário do que certos naturistas querem, inclusive alguns pais do Iluminismo, como o próprio Rousseau, é um conjunto de arranjos impostos às relações humanas para evitar a inevitável violência que não temos individualmente forças para conter. É como se fossem regras restritivas e sucessivas, criadas pela consciência humana por medo de sua própria violência. Um jeito de conviver com seu semelhante, sem necessidade de se impor pelo porrete.
É provável que nunca consigamos extinguir a violência entre os homens; mas essa fatalidade não justifica sermos solidários ou mesmo complacentes com ela. O papel da civilização será sempre o de domesticar a violência, criar condições para que ela não seja admissível e muito menos indispensável, seja na forma de guerras coletivas, seja na de conflitos individuais. Nenhum de seus formatos é justo, mesmo que exercido em nome de ideologias, de programas políticos, de lutas pelo poder. Se as ideias exigem violência para se concretizarem, elas devem estar erradas.
Cacá Diegues. O Globo, 30/08/2015. Fragmento.
Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/a-civilizacao-contra-porrete-17344948#ixzz3kiZVuJ3E
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1420438
Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
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Texto: A civilização contra o porrete
Recentemente, a 20 quilômetros da cidade de Frankfurt, Alemanha, pesquisadores encontraram um sítio arqueológico de sete mil anos, onde uma aldeia inteira teria sido exterminada por vizinhos inimigos enquanto dormia. Além dos golpes fatais na cabeça de cada um, havia, nesses restos mortais, sinais de torturas variadas espalhados pelos corpos das vítimas. Para começar, todos tinham as pernas quebradas, provavelmente para que não pudessem escapar à tortura.
Como os agrupamentos humanos do neolítico não passavam de algumas dezenas de pessoas, o número de mortos massacrados a porrete, incluindo crianças, seria equivalente a algo em torno de 40 milhões de brasileiros, se sofrêssemos hoje um ataque das mesmas proporções. Diante disso, Hiroshima e Nagasaki não teriam passado de um entrevero desimportante, sem maiores pretensões e consequências.
Não deve ser, portanto, verdade que o homem nasce bom e se torna mau, que nasce puro e a sociedade o corrompe com seus hábitos, com seu desenvolvimento e progresso. Mesmo que não existisse o semelhante, o homem encontraria onde exprimir sua violência. O bon sauvage que Jean-Jacques Rousseau, um precursor da democracia moderna, anunciou no século XVIII, nunca existiu. O homem sempre foi violento e essa violência nunca foi provocada apenas por necessidades incontroláveis como a fome. Na verdade, a violência apenas como fruto de necessidades é, ao contrário, uma característica dos outros animais.
A violência é uma perversão da natureza humana. Ela está na origem da espécie, em sua luta pela sobrevivência, mas também no desejo de se impor ao outro. O homem é, por exemplo, o único animal capaz de torturar um seu igual, o único a fazer da violência uma manifestação cultural.
Grande parte dos crimes cometidos em nossas ruas é provocada por um desejo incontrolável produzido por nós mesmos, sem que a vítima tenha nada a ver com isso. Na maior parte das vezes, esse desejo tem origem em nosso exibicionismo, na necessidade de conquistarmos o que o outro já tem, fruto da propaganda que nos fala todo dia das maravilhas que não estão a nosso alcance. Só a educação pode evitar essa prática criminosa do desejo. Ou a civilização.
A civilização, ao contrário do que certos naturistas querem, inclusive alguns pais do Iluminismo, como o próprio Rousseau, é um conjunto de arranjos impostos às relações humanas para evitar a inevitável violência que não temos individualmente forças para conter. É como se fossem regras restritivas e sucessivas, criadas pela consciência humana por medo de sua própria violência. Um jeito de conviver com seu semelhante, sem necessidade de se impor pelo porrete.
É provável que nunca consigamos extinguir a violência entre os homens; mas essa fatalidade não justifica sermos solidários ou mesmo complacentes com ela. O papel da civilização será sempre o de domesticar a violência, criar condições para que ela não seja admissível e muito menos indispensável, seja na forma de guerras coletivas, seja na de conflitos individuais. Nenhum de seus formatos é justo, mesmo que exercido em nome de ideologias, de programas políticos, de lutas pelo poder. Se as ideias exigem violência para se concretizarem, elas devem estar erradas.
Cacá Diegues. O Globo, 30/08/2015. Fragmento.
Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/a-civilizacao-contra-porrete-17344948#ixzz3kiZVuJ3E
No quinto parágrafo, há um verbo e vários pronomes
flexionados na primeira pessoa do plural. Nesse contexto,
essa flexão abrange, além do autor:Recentemente, a 20 quilômetros da cidade de Frankfurt, Alemanha, pesquisadores encontraram um sítio arqueológico de sete mil anos, onde uma aldeia inteira teria sido exterminada por vizinhos inimigos enquanto dormia. Além dos golpes fatais na cabeça de cada um, havia, nesses restos mortais, sinais de torturas variadas espalhados pelos corpos das vítimas. Para começar, todos tinham as pernas quebradas, provavelmente para que não pudessem escapar à tortura.
Como os agrupamentos humanos do neolítico não passavam de algumas dezenas de pessoas, o número de mortos massacrados a porrete, incluindo crianças, seria equivalente a algo em torno de 40 milhões de brasileiros, se sofrêssemos hoje um ataque das mesmas proporções. Diante disso, Hiroshima e Nagasaki não teriam passado de um entrevero desimportante, sem maiores pretensões e consequências.
Não deve ser, portanto, verdade que o homem nasce bom e se torna mau, que nasce puro e a sociedade o corrompe com seus hábitos, com seu desenvolvimento e progresso. Mesmo que não existisse o semelhante, o homem encontraria onde exprimir sua violência. O bon sauvage que Jean-Jacques Rousseau, um precursor da democracia moderna, anunciou no século XVIII, nunca existiu. O homem sempre foi violento e essa violência nunca foi provocada apenas por necessidades incontroláveis como a fome. Na verdade, a violência apenas como fruto de necessidades é, ao contrário, uma característica dos outros animais.
A violência é uma perversão da natureza humana. Ela está na origem da espécie, em sua luta pela sobrevivência, mas também no desejo de se impor ao outro. O homem é, por exemplo, o único animal capaz de torturar um seu igual, o único a fazer da violência uma manifestação cultural.
Grande parte dos crimes cometidos em nossas ruas é provocada por um desejo incontrolável produzido por nós mesmos, sem que a vítima tenha nada a ver com isso. Na maior parte das vezes, esse desejo tem origem em nosso exibicionismo, na necessidade de conquistarmos o que o outro já tem, fruto da propaganda que nos fala todo dia das maravilhas que não estão a nosso alcance. Só a educação pode evitar essa prática criminosa do desejo. Ou a civilização.
A civilização, ao contrário do que certos naturistas querem, inclusive alguns pais do Iluminismo, como o próprio Rousseau, é um conjunto de arranjos impostos às relações humanas para evitar a inevitável violência que não temos individualmente forças para conter. É como se fossem regras restritivas e sucessivas, criadas pela consciência humana por medo de sua própria violência. Um jeito de conviver com seu semelhante, sem necessidade de se impor pelo porrete.
É provável que nunca consigamos extinguir a violência entre os homens; mas essa fatalidade não justifica sermos solidários ou mesmo complacentes com ela. O papel da civilização será sempre o de domesticar a violência, criar condições para que ela não seja admissível e muito menos indispensável, seja na forma de guerras coletivas, seja na de conflitos individuais. Nenhum de seus formatos é justo, mesmo que exercido em nome de ideologias, de programas políticos, de lutas pelo poder. Se as ideias exigem violência para se concretizarem, elas devem estar erradas.
Cacá Diegues. O Globo, 30/08/2015. Fragmento.
Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/a-civilizacao-contra-porrete-17344948#ixzz3kiZVuJ3E
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903349
Ano: 2015
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
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- Gestão de ProcessosBPM: Gerenciamento de Processos de NegócioCiclo de Vida do BPM
- Gestão de ProcessosModelagem de Processos de Negócio
- Gestão de ProcessosMelhoria Contínua de Processos
No contexto da Tecnologia da Informação, um tipo de gerenciamento
integra todos os processos de negócios de uma organização
para tornar os processos individuais mais eficientes,
não somente melhorando a eficácia de execução, como
também fornecendo as ferramentas para medir o desempenho
e identificar oportunidades de melhoria. Esse tipo de gerenciamento
é conhecido pela sigla:
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903348
Ano: 2015
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
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A figura abaixo oferece uma visão empresarial da informação
e da tecnologia da informação.

Os níveis organizacionais I, II e III indicados na figura são denominados, respectivamente:

Os níveis organizacionais I, II e III indicados na figura são denominados, respectivamente:
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903347
Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
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O texto mostrado abaixo foi digitado no editor de textos
MSOffice Word 2013 BR.
O Rio de Janeiro foi o primeiro município brasileiro a ter um órgão dedicado exclusivamente ao controle interno. A Controladoria Geral do Município, criada em dezembro de 1993 pela Lei n° 4.015 e Lei n° 4.814, tem como funções principais exercer o controle contábil, financeiro, orçamentário, operacional e patrimonial das entidades da Administração Direta, Indireta e Fundacional quanto á legalidade, legitimidade, economicidade, razoabilidade, aplicação das subvenções e renúncias de receitas.
Ao texto foram aplicados os recursos listados a seguir:
• negrito à citação “Controladoria Geral do Município" por meio da execução de um atalho de teclado.
• alinhamento justificado por meio do acionamento de um ícone específico.
O atalho de teclado e o ícone acionados para isso foram, respectivamente:
O Rio de Janeiro foi o primeiro município brasileiro a ter um órgão dedicado exclusivamente ao controle interno. A Controladoria Geral do Município, criada em dezembro de 1993 pela Lei n° 4.015 e Lei n° 4.814, tem como funções principais exercer o controle contábil, financeiro, orçamentário, operacional e patrimonial das entidades da Administração Direta, Indireta e Fundacional quanto á legalidade, legitimidade, economicidade, razoabilidade, aplicação das subvenções e renúncias de receitas.
Ao texto foram aplicados os recursos listados a seguir:
• negrito à citação “Controladoria Geral do Município" por meio da execução de um atalho de teclado.
• alinhamento justificado por meio do acionamento de um ícone específico.
O atalho de teclado e o ícone acionados para isso foram, respectivamente:
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903346
Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
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Além da impressão propriamente dita, as impressoras
multifuncionais 3 X 1 incorporam outras duas funções básicas,
que são:
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903345
Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Provas:
A figura (I) abaixo ilustra recursos que são mostrados na
Faixa de Opções, quando se aciona uma das guias da Barra
de Menus da figura (II), durante a criação de uma apresentação de slides no software Powerpoint do pacote MSOffice
2010 BR.

A guia acionada na barra de menus foi:

A guia acionada na barra de menus foi:
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903344
Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
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Para acessar o site da Controladoria Geral do Município do Rio
de Janeiro por meio do browser Firefox Mozilla, um Técnico de
Controle digitou a URL http://www.rio.rj.gov.br/web/cgm no
espaço destinado a essa finalidade, indicado na figura abaixo,
e pressionou a tecla Enter.

A URL foi digitada em um recurso do browser conhecido por barra de:

A URL foi digitada em um recurso do browser conhecido por barra de:
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903343
Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
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A planilha abaixo foi criada no Excel 2013 BR.

Nessa planilha, a coluna EMPRESA VENCEDORA foi determinada por meio da função SE, com uso do recurso conhecido por referência absoluta, aplicado sobre as células que indicam o fornecedor do produto. Nessas condições, a expressão inserida na célula F7 foi:

Nessa planilha, a coluna EMPRESA VENCEDORA foi determinada por meio da função SE, com uso do recurso conhecido por referência absoluta, aplicado sobre as células que indicam o fornecedor do produto. Nessas condições, a expressão inserida na célula F7 foi:
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