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Foram encontradas 113 questões.

2677684 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Os papéis de trabalho são identificados por meio de código alfabético ou alfanumérico. Considerando o Manual de Auditoria da Controladoria Geral do Município do Rio de Janeiro, as folhas subsidiárias de nível 1 são codificadas com:
 

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1422237 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
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Texto: A civilização contra o porrete

Recentemente, a 20 quilômetros da cidade de Frankfurt, Alemanha, pesquisadores encontraram um sítio arqueológico de sete mil anos, onde uma aldeia inteira teria sido exterminada por vizinhos inimigos enquanto dormia. Além dos golpes fatais na cabeça de cada um, havia, nesses restos mortais, sinais de torturas variadas espalhados pelos corpos das vítimas. Para começar, todos tinham as pernas quebradas, provavelmente para que não pudessem escapar à tortura.

Como os agrupamentos humanos do neolítico não passavam de algumas dezenas de pessoas, o número de mortos massacrados a porrete, incluindo crianças, seria equivalente a algo em torno de 40 milhões de brasileiros, se sofrêssemos hoje um ataque das mesmas proporções. Diante disso, Hiroshima e Nagasaki não teriam passado de um entrevero desimportante, sem maiores pretensões e consequências.

Não deve ser, portanto, verdade que o homem nasce bom e se torna mau, que nasce puro e a sociedade o corrompe com seus hábitos, com seu desenvolvimento e progresso. Mesmo que não existisse o semelhante, o homem encontraria onde exprimir sua violência. O bon sauvage que Jean-Jacques Rousseau, um precursor da democracia moderna, anunciou no século XVIII, nunca existiu. O homem sempre foi violento e essa violência nunca foi provocada apenas por necessidades incontroláveis como a fome. Na verdade, a violência apenas como fruto de necessidades é, ao contrário, uma característica dos outros animais.

A violência é uma perversão da natureza humana. Ela está na origem da espécie, em sua luta pela sobrevivência, mas também no desejo de se impor ao outro. O homem é, por exemplo, o único animal capaz de torturar um seu igual, o único a fazer da violência uma manifestação cultural.

Grande parte dos crimes cometidos em nossas ruas é provocada por um desejo incontrolável produzido por nós mesmos, sem que a vítima tenha nada a ver com isso. Na maior parte das vezes, esse desejo tem origem em nosso exibicionismo, na necessidade de conquistarmos o que o outro já tem, fruto da propaganda que nos fala todo dia das maravilhas que não estão a nosso alcance. Só a educação pode evitar essa prática criminosa do desejo. Ou a civilização.

A civilização, ao contrário do que certos naturistas querem, inclusive alguns pais do Iluminismo, como o próprio Rousseau, é um conjunto de arranjos impostos às relações humanas para evitar a inevitável violência que não temos individualmente forças para conter. É como se fossem regras restritivas e sucessivas, criadas pela consciência humana por medo de sua própria violência. Um jeito de conviver com seu semelhante, sem necessidade de se impor pelo porrete.

É provável que nunca consigamos extinguir a violência entre os homens; mas essa fatalidade não justifica sermos solidários ou mesmo complacentes com ela. O papel da civilização será sempre o de domesticar a violência, criar condições para que ela não seja admissível e muito menos indispensável, seja na forma de guerras coletivas, seja na de conflitos individuais. Nenhum de seus formatos é justo, mesmo que exercido em nome de ideologias, de programas políticos, de lutas pelo poder. Se as ideias exigem violência para se concretizarem, elas devem estar erradas.

Cacá Diegues. O Globo, 30/08/2015. Fragmento.
Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/a-civilizacao-contra-porrete-17344948#ixzz3kiZVuJ3E
Em sua argumentação, o autor refere-se aos “pais" do Iluminismo e especificamente a Jean-Jacques Rousseau, com o propósito de:
 

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1420438 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
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Texto: A civilização contra o porrete

Recentemente, a 20 quilômetros da cidade de Frankfurt, Alemanha, pesquisadores encontraram um sítio arqueológico de sete mil anos, onde uma aldeia inteira teria sido exterminada por vizinhos inimigos enquanto dormia. Além dos golpes fatais na cabeça de cada um, havia, nesses restos mortais, sinais de torturas variadas espalhados pelos corpos das vítimas. Para começar, todos tinham as pernas quebradas, provavelmente para que não pudessem escapar à tortura.

Como os agrupamentos humanos do neolítico não passavam de algumas dezenas de pessoas, o número de mortos massacrados a porrete, incluindo crianças, seria equivalente a algo em torno de 40 milhões de brasileiros, se sofrêssemos hoje um ataque das mesmas proporções. Diante disso, Hiroshima e Nagasaki não teriam passado de um entrevero desimportante, sem maiores pretensões e consequências.

Não deve ser, portanto, verdade que o homem nasce bom e se torna mau, que nasce puro e a sociedade o corrompe com seus hábitos, com seu desenvolvimento e progresso. Mesmo que não existisse o semelhante, o homem encontraria onde exprimir sua violência. O bon sauvage que Jean-Jacques Rousseau, um precursor da democracia moderna, anunciou no século XVIII, nunca existiu. O homem sempre foi violento e essa violência nunca foi provocada apenas por necessidades incontroláveis como a fome. Na verdade, a violência apenas como fruto de necessidades é, ao contrário, uma característica dos outros animais.

A violência é uma perversão da natureza humana. Ela está na origem da espécie, em sua luta pela sobrevivência, mas também no desejo de se impor ao outro. O homem é, por exemplo, o único animal capaz de torturar um seu igual, o único a fazer da violência uma manifestação cultural.

Grande parte dos crimes cometidos em nossas ruas é provocada por um desejo incontrolável produzido por nós mesmos, sem que a vítima tenha nada a ver com isso. Na maior parte das vezes, esse desejo tem origem em nosso exibicionismo, na necessidade de conquistarmos o que o outro já tem, fruto da propaganda que nos fala todo dia das maravilhas que não estão a nosso alcance. Só a educação pode evitar essa prática criminosa do desejo. Ou a civilização.

A civilização, ao contrário do que certos naturistas querem, inclusive alguns pais do Iluminismo, como o próprio Rousseau, é um conjunto de arranjos impostos às relações humanas para evitar a inevitável violência que não temos individualmente forças para conter. É como se fossem regras restritivas e sucessivas, criadas pela consciência humana por medo de sua própria violência. Um jeito de conviver com seu semelhante, sem necessidade de se impor pelo porrete.

É provável que nunca consigamos extinguir a violência entre os homens; mas essa fatalidade não justifica sermos solidários ou mesmo complacentes com ela. O papel da civilização será sempre o de domesticar a violência, criar condições para que ela não seja admissível e muito menos indispensável, seja na forma de guerras coletivas, seja na de conflitos individuais. Nenhum de seus formatos é justo, mesmo que exercido em nome de ideologias, de programas políticos, de lutas pelo poder. Se as ideias exigem violência para se concretizarem, elas devem estar erradas.

Cacá Diegues. O Globo, 30/08/2015. Fragmento.
Disponível em: http://oglobo.globo.com/opiniao/a-civilizacao-contra-porrete-17344948#ixzz3kiZVuJ3E
No quinto parágrafo, há um verbo e vários pronomes flexionados na primeira pessoa do plural. Nesse contexto, essa flexão abrange, além do autor:
 

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903349 Ano: 2015
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
No contexto da Tecnologia da Informação, um tipo de gerenciamento integra todos os processos de negócios de uma organização para tornar os processos individuais mais eficientes, não somente melhorando a eficácia de execução, como também fornecendo as ferramentas para medir o desempenho e identificar oportunidades de melhoria. Esse tipo de gerenciamento é conhecido pela sigla:
 

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903348 Ano: 2015
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
A figura abaixo oferece uma visão empresarial da informação e da tecnologia da informação.

enunciado 903348-1

Os níveis organizacionais I, II e III indicados na figura são denominados, respectivamente:
 

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903346 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Além da impressão propriamente dita, as impressoras multifuncionais 3 X 1 incorporam outras duas funções básicas, que são:
 

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903344 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Para acessar o site da Controladoria Geral do Município do Rio de Janeiro por meio do browser Firefox Mozilla, um Técnico de Controle digitou a URL http://www.rio.rj.gov.br/web/cgm no espaço destinado a essa finalidade, indicado na figura abaixo, e pressionou a tecla Enter.

enunciado 903344-1

A URL foi digitada em um recurso do browser conhecido por barra de:
 

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903342 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
No Windows 7 BR, os atalhos de teclado enunciado 903342-1 + enunciado 903342-2

devem ser executados, respectivamente, com as seguintes finalidades:
 

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903339 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
Um Técnico de Controle da CGM digitou o texto mostrado abaixo, no Word 2010 BR.

enunciado 903339-1

Foram realizados os procedimentos descritos a seguir:

• No texto, a sigla enunciado 903339-2 foi criada por meio de um recurso que gera um efeito artístico.

• citação Controladoria Geral do Município foi aplicado um estilo disponível no editor.

• Ao texto foi aplicado um tipo de alinhamento.

Nessas condições, os recursos que geram o efeito artístico, o estilo e o tipo de alinhamento denominam-se, respectivamente:
 

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903338 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: CGM Rio Janeiro-RJ
A planilha abaixo foi criada no Excel 2010 BR.

enunciado 903338-1

Foram realizados os procedimentos descritos a seguir:

• Em E7, E8 e E9, foi utilizada a função MÍNIMO para determinar o menor preço entre as cotações das empresas fornecedoras.

• Em F7, foi inserida a expressão =SE(E7=B7;$B$6;SE(E7=C7;$C$6;$D$6)), que emprega o conceito de referência absoluta com base no menor preço apurado. Essa célula foi copiada para F8 e F9, por meio dos atalhos Ctrl + C e Ctrl + V.

• Em E11, é mostrado o valor total da licitação, resultante da soma das células E7, E8 e E9.

Nessas condições, foram inseridas nas células E9 e E11, respectivamente, as seguintes expressões:
 

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