Foram encontradas 545 questões.
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No quadro a seguir, estão relacionadas as datas das faltas sem justificativa e dos atrasos dos quatro funcionários desse escritório durante o mês de maio de 2015.
Funcionário Faltas sem justificativa Atrasos
Ana 11/5 -
Maria 25/5 e 26/5 11/5
Pedro - 6/5, 13/5 e 14/5
Roberto 4/5 18/5 e 19/5
Seguindo rigorosamente a regra, foram advertidos em maio de 2015, os seguintes funcionários:
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Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Pref. Rio Janeiro-RJ
Orgão: Câm. Rio Janeiro-RJ
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BK25 – XY44 – WP18
O número máximo de documentos oficiais que podem ser identificados segundo esse código é:
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Considere-se um grupo formado por 8 pessoas, cada uma com uma carteira contendo dinheiro. É verdade que:
− todas possuem na carteira, no mínimo, R$ 24,00;
− a pessoa que possui mais dinheiro na carteira, possui R$ 75,00;
− a média das quantias existentes nas oito carteiras é igual a R$ 32,00.
A segunda maior quantia que uma dessas pessoas pode possuir corresponde a:
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Ele se mudou para o sobrado da chapelaria para melhor escrever o primeiro capítulo, que compreende, apenas, a arte de andar no centro da cidade. Não sabe qual capítulo será o mais importante, no fim de tudo. O Rio é uma cidade muito grande, guardada por morros, de cima dos quais pode-se abarcá-la, por partes, com o olhar, mas o centro é mais diversificado e obscuro e antigo, o centro não tem um morro verdadeiro; como ocorre com o centro das coisas em geral, que ou é plano ou é raso, o centro da cidade tem apenas uma pequena colina, indevidamente chamada de morro da Saúde, e para se ver o centro de cima, e assim mesmo parcialmente, é preciso ir ao morro de Santa Teresa, mas esse morro não fica em cima da cidade, fica meio de lado, e dele não dá para se ter a menor ideia de como é o centro, não se veem as calçadas das ruas, quando muito vê-se em certos dias o ar poluído pousado sobre a cidade.
Rubem Fonseca. In: Romance negro e outras histórias. São Paulo:
Cia das Letras, 1992. Página 16. Fragmento.
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Texto III: O copo ou o sapato?
Sempre me pareceu um pouco absurdo, até mesmo cruel, comparar um filme com o livro que lhe deu origem. É como se me perguntassem: “o que você prefere, um copo ou um sapato?” Naturalmente, um copo é mais adequado para beber do que um sapato. Em contrapartida, prefiro sapato para caminhar.
A primeira grande diferença entre um livro e um filme tem a ver com os custos da sua produção, algo que se reflete na liberdade de criação e, portanto, no objeto final. Explico-me: um romance fica barato. Escrever continua a ser um trabalho solitário, silencioso, artesanal. Um filme, pelo contrário, custa rios de dinheiro, e envolve um vasto número de pessoas. Um diretor nunca está sozinho. Frequentemente é forçado a fazer compromissos, escolhendo caminhos em que não acredita totalmente.
José Eduardo Agualusa. O Globo, 25/05/2015. Fragmento
“O que você prefere, um copo ou um sapato?” Essa interrogação é apresentada no texto para marcar:
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