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Foram encontradas 315 questões.

2307672 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
A gente não quer só comida, a gente
quer postar e quer ganhar like
Viva a internet. Antigamente, era preciso berrar, de preferência de cima de um montinho, aquilo que você queria tornar público. Se fosse um sermão, era preciso descolar uma montanha. Ainda assim, não se conseguia angariar muita gente. Jesus, por exemplo, foi o "influencer" mais popular da era pré-digital e só conseguiu juntar 11 seguidores em vida. Parece que tinha um décimo segundo, mas deu unfollow.
A internet operou uma revolução. Qualquer um consegue atingir o mundo inteiro. "Quantos talentos desconhecidos vão surgir!", pensou-se. "Quanta ciência! Quanta poesia!" Ledo engano.
"Desde que meu bebê nasceu não consegui tempo pra fazer cocô!", postou hoje de manhã a mãe de um recém-nascido. "Sem tempo pra nada!" Embora não tenha conseguido tempo pra fazer cocô, vale notar que ela conseguiu postar essa frase no Facebook e, em seguida, responder aos comentários, o que deixa muito claro quais são as prioridades da minha geração.
Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar. Acabei de postar no Instagram um pedaço do meu sapato pisando sobre um azulejo com a legenda "o chão que eu piso". O que eu quero dizer com essa estupidez? Menor ideia. Mas acho que tem menos a ver com o que a gente quer dizer e mais com o que a gente quer sentir.
Alguma coisa acontece no meu coração cada vez que eu recebo um like. Há quem chame essa coisa de dopamina, o hormônio da recompensa. Antes do advento do like, a gente recebia raras recompensas. Era preciso tirar uma nota dez, fazer um golaço, ganhar uma promoção, enfim, era preciso fazer alguma coisa que prestasse. E eis que o demônio inventou o like – a dopamina ao alcance dos dedos. Basta um clique.
Todo mundo virou junkie. O like é a nova heroína. Olha pro seu lado. Um pai posta que ama passar tempo com o filho enquanto o bebê torra ao sol, desesperado. Um espectador posta que tá amando ver o show de rock que ele não vê, um insone posta que não tá conseguindo dormir sem perceber que não dá pra postar e dormir ao mesmo tempo. Não importa. Entre dormir e colher like, ela prefere o like. Tudo, Simba, tudo o que o sol toca, a comida, o drink, o cachorro, o filho, o chão, o teto, tudo passou a ser visto como fonte indireta de dopamina.
Nesses momentos é bom lembrar da frase do cacique Seattle: "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que não dava pra comer like”.
Unflllow : deixar de seguir
Like : gostar, curtir
Junkie: viciado
Gregório Duvivier ( 20/11/2017)
A palavra em que a acentuação ocorre unicamente em vista da presença do hiato é
 

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2307671 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
A gente não quer só comida, a gente
quer postar e quer ganhar like
Viva a internet. Antigamente, era preciso berrar, de preferência de cima de um montinho, aquilo que você queria tornar público. Se fosse um sermão, era preciso descolar uma montanha. Ainda assim, não se conseguia angariar muita gente. Jesus, por exemplo, foi o "influencer" mais popular da era pré-digital e só conseguiu juntar 11 seguidores em vida. Parece que tinha um décimo segundo, mas deu unfollow.
A internet operou uma revolução. Qualquer um consegue atingir o mundo inteiro. "Quantos talentos desconhecidos vão surgir!", pensou-se. "Quanta ciência! Quanta poesia!" Ledo engano.
"Desde que meu bebê nasceu não consegui tempo pra fazer cocô!", postou hoje de manhã a mãe de um recém-nascido. "Sem tempo pra nada!" Embora não tenha conseguido tempo pra fazer cocô, vale notar que ela conseguiu postar essa frase no Facebook e, em seguida, responder aos comentários, o que deixa muito claro quais são as prioridades da minha geração.
Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar. Acabei de postar no Instagram um pedaço do meu sapato pisando sobre um azulejo com a legenda "o chão que eu piso". O que eu quero dizer com essa estupidez? Menor ideia. Mas acho que tem menos a ver com o que a gente quer dizer e mais com o que a gente quer sentir.
Alguma coisa acontece no meu coração cada vez que eu recebo um like. Há quem chame essa coisa de dopamina, o hormônio da recompensa. Antes do advento do like, a gente recebia raras recompensas. Era preciso tirar uma nota dez, fazer um golaço, ganhar uma promoção, enfim, era preciso fazer alguma coisa que prestasse. E eis que o demônio inventou o like – a dopamina ao alcance dos dedos. Basta um clique.
Todo mundo virou junkie. O like é a nova heroína. Olha pro seu lado. Um pai posta que ama passar tempo com o filho enquanto o bebê torra ao sol, desesperado. Um espectador posta que tá amando ver o show de rock que ele não vê, um insone posta que não tá conseguindo dormir sem perceber que não dá pra postar e dormir ao mesmo tempo. Não importa. Entre dormir e colher like, ela prefere o like. Tudo, Simba, tudo o que o sol toca, a comida, o drink, o cachorro, o filho, o chão, o teto, tudo passou a ser visto como fonte indireta de dopamina.
Nesses momentos é bom lembrar da frase do cacique Seattle: "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que não dava pra comer like”.
Unflllow : deixar de seguir
Like : gostar, curtir
Junkie: viciado
Gregório Duvivier ( 20/11/2017)
No texto, o autor
 

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2307670 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
A gente não quer só comida, a gente
quer postar e quer ganhar like
Viva a internet. Antigamente, era preciso berrar, de preferência de cima de um montinho, aquilo que você queria tornar público. Se fosse um sermão, era preciso descolar uma montanha. Ainda assim, não se conseguia angariar muita gente. Jesus, por exemplo, foi o "influencer" mais popular da era pré-digital e só conseguiu juntar 11 seguidores em vida. Parece que tinha um décimo segundo, mas deu unfollow.
A internet operou uma revolução. Qualquer um consegue atingir o mundo inteiro. "Quantos talentos desconhecidos vão surgir!", pensou-se. "Quanta ciência! Quanta poesia!" Ledo engano.
"Desde que meu bebê nasceu não consegui tempo pra fazer cocô!", postou hoje de manhã a mãe de um recém-nascido. "Sem tempo pra nada!" Embora não tenha conseguido tempo pra fazer cocô, vale notar que ela conseguiu postar essa frase no Facebook e, em seguida, responder aos comentários, o que deixa muito claro quais são as prioridades da minha geração.
Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar. Acabei de postar no Instagram um pedaço do meu sapato pisando sobre um azulejo com a legenda "o chão que eu piso". O que eu quero dizer com essa estupidez? Menor ideia. Mas acho que tem menos a ver com o que a gente quer dizer e mais com o que a gente quer sentir.
Alguma coisa acontece no meu coração cada vez que eu recebo um like. Há quem chame essa coisa de dopamina, o hormônio da recompensa. Antes do advento do like, a gente recebia raras recompensas. Era preciso tirar uma nota dez, fazer um golaço, ganhar uma promoção, enfim, era preciso fazer alguma coisa que prestasse. E eis que o demônio inventou o like – a dopamina ao alcance dos dedos. Basta um clique.
Todo mundo virou junkie. O like é a nova heroína. Olha pro seu lado. Um pai posta que ama passar tempo com o filho enquanto o bebê torra ao sol, desesperado. Um espectador posta que tá amando ver o show de rock que ele não vê, um insone posta que não tá conseguindo dormir sem perceber que não dá pra postar e dormir ao mesmo tempo. Não importa. Entre dormir e colher like, ela prefere o like. Tudo, Simba, tudo o que o sol toca, a comida, o drink, o cachorro, o filho, o chão, o teto, tudo passou a ser visto como fonte indireta de dopamina.
Nesses momentos é bom lembrar da frase do cacique Seattle: "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que não dava pra comer like”.
Unflllow : deixar de seguir
Like : gostar, curtir
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Gregório Duvivier ( 20/11/2017)
"Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar.”
O recurso acima, utilizado pelo autor para se referir ao vocábulo “geração”, citado no parágrafo anterior, é chamado de
 

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2303972 Ano: 2020
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Sobre o controle de acesso de pessoas ao estabelecimento sob vigilância e responsabilidade do vigilante, assinale a afirmativa que representa uma postura inaceitável.

 

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2303971 Ano: 2020
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Sabemos que a ronda faz parte das atribuições do vigilante. Considerando que nos termos do art. 18 da Portaria nº 33.233/2012, a vigilância patrimonial é exercida nos limites do imóvel vigiado e as rondas são classificadas como

 

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2303970 Ano: 2020
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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De acordo com a Portaria nº 3.233/2012, para o exercício da profissão, o vigilante deverá atender aos requisitos a seguir, a exceção de um. Assinale-o.

 

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2303969 Ano: 2020
Disciplina: Direito Civil
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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De acordo com o art. 98 do Código Civil, são públicos os bens do domínio nacional pertencentes às pessoas jurídicas de direito público interno; todos os outros são particulares, seja qual for à pessoa a que pertencerem. Assinale a opção que apresente apenas Bens Públicos.
 

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2303968 Ano: 2020
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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No desempenho da função de vigilante, pode-se observar a organização e limpeza do ambiente quando:

 

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2303967 Ano: 2020
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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São diligências que o vigilante realiza para verificar irregularidades, cuja finalidade é cobrir os espaços vazios existentes entre pontos fixos de segurança. O fragmento acima se refere à descrição do conceito de

 

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2303966 Ano: 2020
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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O seguinte conceito: “Tem por objetivo evitar que uma ocorrência indesejável ocorra. Ela pode ser realizada através do emprego, antecipado e ostensivo de agentes da segurança pública ou de segurança privada, de planejamento, políticas, normas e procedimentos, e de sistemas eletrônicos de segurança.”, refere-se à vigilância

 

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