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- GeometriaGeometria PlanaCircunferências e CírculosComprimento da circunferência e do arco de circunferência
Há alguns modelos de Discos Rígidos que têm rotações estimadas em 7200 RPM. RPM é o mesmo que Rotações Por Minuto.
Um experimento consiste em inserir o disco de rotação 7200 RPM como roda de um pequeno carrinho.
Considerando que o raio do disco seja 5 cm, assinale a opção que indica o espaço percorrido pelo carrinho, após um minuto, sem haver atrito entre o disco e solo.
Obs.: Use !$ \pi =3 !$
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2307764
Ano: 2020
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
Disciplina: TI - Banco de Dados
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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Em um banco de dados relacional, deseja-se realizar uma consulta na qual o resultado seja uma tabela com todos os registros da tabela CLIENTES, cujo campo SALARIO seja maior do que R$ 1.000,00, sendo o resultado ordenado por nome e de forma crescente.
A sintaxe SQL correspondente é
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2307763
Ano: 2020
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
Disciplina: Informática
Banca: Instituto Access
Orgão: Câm. Mangaratiba-RJ
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No uso dos recursos do processador de textos Writer da suíte Libre Office 7.0.0.3, em Português,
I. a execução de um atalho de teclado converte uma palavra ou frase selecionada de maiúsculas em minúsculas e vice-versa.
II. a pressão de um ícone por meio do ponteiro do mouse possibilita a inserção de uma tabela em um texto digitado.
O atalho de teclado e o ícone são, respectivamente,
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A Amazon é a maior loja de comércio eletrônico do mundo e, atualmente, conta com quase 60 milhões de clientes ativos. Sua base de dados é estimada em 42 TB, mas certamente é muito maior que isso.
(Disponível em: https://www.infowester.com/blog/os-maiores-bancos-de-dados-domundo/. Acesso em 03/10/2020)
Sabe-se que 1 Byte = 8 bits, 1 KB= 1024 Bytes, 1 MB= 1024 KB, 1 GB = 1024 MB e que 1 TB = 1024 GB.
De acordo com as informações apresentadas, a base de dados da Amazon possui
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A planta de um laboratório tem o seguinte esboço:
Sabendo que:
I - !$ \overline{AB} = \overline{AE} = 2m !$ e o ângulo entre !$ \overline{AB} !$ e !$ \overline{AE} !$ mede 90°.
II - !$ \overline{ED} = \overline{BC} = 1m !$ e que !$ \overline{BC} !$ é paralelo à !$ \overline{ED} !$, assim como !$ \overline{CD} !$ é paralelo à !$ \overline{BE} !$.
Com base nos dados apresentados e considerando !$ \sqrt{2} = 1,4 !$, o valor da área ABCDE (em m²) é:
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A gente não quer só comida, a gente
quer postar e quer ganhar like
quer postar e quer ganhar like
Viva a internet. Antigamente, era preciso berrar, de preferência de cima de um montinho, aquilo que você queria tornar público. Se fosse um sermão, era preciso descolar uma montanha. Ainda assim, não se conseguia angariar muita gente. Jesus, por exemplo, foi o "influencer" mais popular da era pré-digital e só conseguiu juntar 11 seguidores em vida. Parece que tinha um décimo segundo, mas deu unfollow.
A internet operou uma revolução. Qualquer um consegue atingir o mundo inteiro. "Quantos talentos desconhecidos vão surgir!", pensou-se. "Quanta ciência! Quanta poesia!" Ledo engano.
"Desde que meu bebê nasceu não consegui tempo pra fazer cocô!", postou hoje de manhã a mãe de um recém-nascido. "Sem tempo pra nada!" Embora não tenha conseguido tempo pra fazer cocô, vale notar que ela conseguiu postar essa frase no Facebook e, em seguida, responder aos comentários, o que deixa muito claro quais são as prioridades da minha geração.
Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar. Acabei de postar no Instagram um pedaço do meu sapato pisando sobre um azulejo com a legenda "o chão que eu piso". O que eu quero dizer com essa estupidez? Menor ideia. Mas acho que tem menos a ver com o que a gente quer dizer e mais com o que a gente quer sentir.
Alguma coisa acontece no meu coração cada vez que eu recebo um like. Há quem chame essa coisa de dopamina, o hormônio da recompensa. Antes do advento do like, a gente recebia raras recompensas. Era preciso tirar uma nota dez, fazer um golaço, ganhar uma promoção, enfim, era preciso fazer alguma coisa que prestasse. E eis que o demônio inventou o like – a dopamina ao alcance dos dedos. Basta um clique.
Todo mundo virou junkie. O like é a nova heroína. Olha pro seu lado. Um pai posta que ama passar tempo com o filho enquanto o bebê torra ao sol, desesperado. Um espectador posta que tá amando ver o show de rock que ele não vê, um insone posta que não tá conseguindo dormir sem perceber que não dá pra postar e dormir ao mesmo tempo. Não importa. Entre dormir e colher like, ela prefere o like. Tudo, Simba, tudo o que o sol toca, a comida, o drink, o cachorro, o filho, o chão, o teto, tudo passou a ser visto como fonte indireta de dopamina.
Nesses momentos é bom lembrar da frase do cacique Seattle: "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que não dava pra comer like”.
Unflllow : deixar de seguir
Like : gostar, curtir
Junkie: viciado
Gregório Duvivier ( 20/11/2017)
Em relação à concordância verbal, assinale a afirmativa correta.
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A gente não quer só comida, a gente
quer postar e quer ganhar like
quer postar e quer ganhar like
Viva a internet. Antigamente, era preciso berrar, de preferência de cima de um montinho, aquilo que você queria tornar público. Se fosse um sermão, era preciso descolar uma montanha. Ainda assim, não se conseguia angariar muita gente. Jesus, por exemplo, foi o "influencer" mais popular da era pré-digital e só conseguiu juntar 11 seguidores em vida. Parece que tinha um décimo segundo, mas deu unfollow.
A internet operou uma revolução. Qualquer um consegue atingir o mundo inteiro. "Quantos talentos desconhecidos vão surgir!", pensou-se. "Quanta ciência! Quanta poesia!" Ledo engano.
"Desde que meu bebê nasceu não consegui tempo pra fazer cocô!", postou hoje de manhã a mãe de um recém-nascido. "Sem tempo pra nada!" Embora não tenha conseguido tempo pra fazer cocô, vale notar que ela conseguiu postar essa frase no Facebook e, em seguida, responder aos comentários, o que deixa muito claro quais são as prioridades da minha geração.
Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar. Acabei de postar no Instagram um pedaço do meu sapato pisando sobre um azulejo com a legenda "o chão que eu piso". O que eu quero dizer com essa estupidez? Menor ideia. Mas acho que tem menos a ver com o que a gente quer dizer e mais com o que a gente quer sentir.
Alguma coisa acontece no meu coração cada vez que eu recebo um like. Há quem chame essa coisa de dopamina, o hormônio da recompensa. Antes do advento do like, a gente recebia raras recompensas. Era preciso tirar uma nota dez, fazer um golaço, ganhar uma promoção, enfim, era preciso fazer alguma coisa que prestasse. E eis que o demônio inventou o like – a dopamina ao alcance dos dedos. Basta um clique.
Todo mundo virou junkie. O like é a nova heroína. Olha pro seu lado. Um pai posta que ama passar tempo com o filho enquanto o bebê torra ao sol, desesperado. Um espectador posta que tá amando ver o show de rock que ele não vê, um insone posta que não tá conseguindo dormir sem perceber que não dá pra postar e dormir ao mesmo tempo. Não importa. Entre dormir e colher like, ela prefere o like. Tudo, Simba, tudo o que o sol toca, a comida, o drink, o cachorro, o filho, o chão, o teto, tudo passou a ser visto como fonte indireta de dopamina.
Nesses momentos é bom lembrar da frase do cacique Seattle: "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que não dava pra comer like”.
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Gregório Duvivier ( 20/11/2017)
“Antigamente, era preciso berrar, de preferência de cima de um montinho...”. O verbo flexionado nos mesmos tempo e modo em que está o destacado acima, encontra-se na frase:
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A gente não quer só comida, a gente
quer postar e quer ganhar like
quer postar e quer ganhar like
Viva a internet. Antigamente, era preciso berrar, de preferência de cima de um montinho, aquilo que você queria tornar público. Se fosse um sermão, era preciso descolar uma montanha. Ainda assim, não se conseguia angariar muita gente. Jesus, por exemplo, foi o "influencer" mais popular da era pré-digital e só conseguiu juntar 11 seguidores em vida. Parece que tinha um décimo segundo, mas deu unfollow.
A internet operou uma revolução. Qualquer um consegue atingir o mundo inteiro. "Quantos talentos desconhecidos vão surgir!", pensou-se. "Quanta ciência! Quanta poesia!" Ledo engano.
"Desde que meu bebê nasceu não consegui tempo pra fazer cocô!", postou hoje de manhã a mãe de um recém-nascido. "Sem tempo pra nada!" Embora não tenha conseguido tempo pra fazer cocô, vale notar que ela conseguiu postar essa frase no Facebook e, em seguida, responder aos comentários, o que deixa muito claro quais são as prioridades da minha geração.
Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar. Acabei de postar no Instagram um pedaço do meu sapato pisando sobre um azulejo com a legenda "o chão que eu piso". O que eu quero dizer com essa estupidez? Menor ideia. Mas acho que tem menos a ver com o que a gente quer dizer e mais com o que a gente quer sentir.
Alguma coisa acontece no meu coração cada vez que eu recebo um like. Há quem chame essa coisa de dopamina, o hormônio da recompensa. Antes do advento do like, a gente recebia raras recompensas. Era preciso tirar uma nota dez, fazer um golaço, ganhar uma promoção, enfim, era preciso fazer alguma coisa que prestasse. E eis que o demônio inventou o like – a dopamina ao alcance dos dedos. Basta um clique.
Todo mundo virou junkie. O like é a nova heroína. Olha pro seu lado. Um pai posta que ama passar tempo com o filho enquanto o bebê torra ao sol, desesperado. Um espectador posta que tá amando ver o show de rock que ele não vê, um insone posta que não tá conseguindo dormir sem perceber que não dá pra postar e dormir ao mesmo tempo. Não importa. Entre dormir e colher like, ela prefere o like. Tudo, Simba, tudo o que o sol toca, a comida, o drink, o cachorro, o filho, o chão, o teto, tudo passou a ser visto como fonte indireta de dopamina.
Nesses momentos é bom lembrar da frase do cacique Seattle: "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que não dava pra comer like”.
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Gregório Duvivier ( 20/11/2017)
“Antes do advento do like, a gente recebia raras recompensas.” A palavra destacada, na frase acima, pode ser substituída sem perda de sentido por
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A gente não quer só comida, a gente
quer postar e quer ganhar like
quer postar e quer ganhar like
Viva a internet. Antigamente, era preciso berrar, de preferência de cima de um montinho, aquilo que você queria tornar público. Se fosse um sermão, era preciso descolar uma montanha. Ainda assim, não se conseguia angariar muita gente. Jesus, por exemplo, foi o "influencer" mais popular da era pré-digital e só conseguiu juntar 11 seguidores em vida. Parece que tinha um décimo segundo, mas deu unfollow.
A internet operou uma revolução. Qualquer um consegue atingir o mundo inteiro. "Quantos talentos desconhecidos vão surgir!", pensou-se. "Quanta ciência! Quanta poesia!" Ledo engano.
"Desde que meu bebê nasceu não consegui tempo pra fazer cocô!", postou hoje de manhã a mãe de um recém-nascido. "Sem tempo pra nada!" Embora não tenha conseguido tempo pra fazer cocô, vale notar que ela conseguiu postar essa frase no Facebook e, em seguida, responder aos comentários, o que deixa muito claro quais são as prioridades da minha geração.
Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar. Acabei de postar no Instagram um pedaço do meu sapato pisando sobre um azulejo com a legenda "o chão que eu piso". O que eu quero dizer com essa estupidez? Menor ideia. Mas acho que tem menos a ver com o que a gente quer dizer e mais com o que a gente quer sentir.
Alguma coisa acontece no meu coração cada vez que eu recebo um like. Há quem chame essa coisa de dopamina, o hormônio da recompensa. Antes do advento do like, a gente recebia raras recompensas. Era preciso tirar uma nota dez, fazer um golaço, ganhar uma promoção, enfim, era preciso fazer alguma coisa que prestasse. E eis que o demônio inventou o like – a dopamina ao alcance dos dedos. Basta um clique.
Todo mundo virou junkie. O like é a nova heroína. Olha pro seu lado. Um pai posta que ama passar tempo com o filho enquanto o bebê torra ao sol, desesperado. Um espectador posta que tá amando ver o show de rock que ele não vê, um insone posta que não tá conseguindo dormir sem perceber que não dá pra postar e dormir ao mesmo tempo. Não importa. Entre dormir e colher like, ela prefere o like. Tudo, Simba, tudo o que o sol toca, a comida, o drink, o cachorro, o filho, o chão, o teto, tudo passou a ser visto como fonte indireta de dopamina.
Nesses momentos é bom lembrar da frase do cacique Seattle: "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que não dava pra comer like”.
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Gregório Duvivier ( 20/11/2017)
“Se fosse um sermão, era preciso descolar uma montanha: Ainda assim, não se conseguia angariar muita gente”.
O conectivo destacado no período acima introduz, em relação ao que antes se afirmou, uma
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A gente não quer só comida, a gente
quer postar e quer ganhar like
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Viva a internet. Antigamente, era preciso berrar, de preferência de cima de um montinho, aquilo que você queria tornar público. Se fosse um sermão, era preciso descolar uma montanha. Ainda assim, não se conseguia angariar muita gente. Jesus, por exemplo, foi o "influencer" mais popular da era pré-digital e só conseguiu juntar 11 seguidores em vida. Parece que tinha um décimo segundo, mas deu unfollow.
A internet operou uma revolução. Qualquer um consegue atingir o mundo inteiro. "Quantos talentos desconhecidos vão surgir!", pensou-se. "Quanta ciência! Quanta poesia!" Ledo engano.
"Desde que meu bebê nasceu não consegui tempo pra fazer cocô!", postou hoje de manhã a mãe de um recém-nascido. "Sem tempo pra nada!" Embora não tenha conseguido tempo pra fazer cocô, vale notar que ela conseguiu postar essa frase no Facebook e, em seguida, responder aos comentários, o que deixa muito claro quais são as prioridades da minha geração.
Sim, faço parte dela, e minhas redes sociais não me deixam negar. Acabei de postar no Instagram um pedaço do meu sapato pisando sobre um azulejo com a legenda "o chão que eu piso". O que eu quero dizer com essa estupidez? Menor ideia. Mas acho que tem menos a ver com o que a gente quer dizer e mais com o que a gente quer sentir.
Alguma coisa acontece no meu coração cada vez que eu recebo um like. Há quem chame essa coisa de dopamina, o hormônio da recompensa. Antes do advento do like, a gente recebia raras recompensas. Era preciso tirar uma nota dez, fazer um golaço, ganhar uma promoção, enfim, era preciso fazer alguma coisa que prestasse. E eis que o demônio inventou o like – a dopamina ao alcance dos dedos. Basta um clique.
Todo mundo virou junkie. O like é a nova heroína. Olha pro seu lado. Um pai posta que ama passar tempo com o filho enquanto o bebê torra ao sol, desesperado. Um espectador posta que tá amando ver o show de rock que ele não vê, um insone posta que não tá conseguindo dormir sem perceber que não dá pra postar e dormir ao mesmo tempo. Não importa. Entre dormir e colher like, ela prefere o like. Tudo, Simba, tudo o que o sol toca, a comida, o drink, o cachorro, o filho, o chão, o teto, tudo passou a ser visto como fonte indireta de dopamina.
Nesses momentos é bom lembrar da frase do cacique Seattle: "Quando a última árvore tiver caído, quando o último rio tiver secado, quando o último peixe for pescado, vocês vão entender que não dava pra comer like”.
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Gregório Duvivier ( 20/11/2017)
No texto, predomina a linguagem
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