Leia o texto abaixo e responda a questão a seguir.
A pronúncia ”u” para o ”l” de fim de palavras pode ter uma íntima relação com a formação do plural e com a famosa ”confusão” entre fazer o plural em ”us”, como em ”degraus”, ou em ”is” como em ”sais”. Etimologicamente, o plural em ”is” ocorre em palavras que, na forma plural, resultavam num /l/intervocálico que posteriormente caiu; assim, passamos de sol > soles > soes > sóis. Como os falantes normalmente não conhecem os processos históricos por trás das palavras de sua língua, eles se ancoram na sua forma atual para a ela aplicarem os processos morfológicos pertinentes.
Texto adaptado de BASSO, Renato Miguel e GONÇALVES, Rodrigo Tadeu. História concisa da língua
portuguesa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.
A afirmação contida nas três últimas linhas do texto revela um processo de formação e transformação linguística denominado:
Leia o texto abaixo e responda a questão a seguir.
A pronúncia ”u” para o ”l” de fim de palavras pode ter uma íntima relação com a formação do plural e com a famosa ”confusão” entre fazer o plural em ”us”, como em ”degraus”, ou em ”is” como em ”sais”. Etimologicamente, o plural em ”is” ocorre em palavras que, na forma plural, resultavam num /l/intervocálico que posteriormente caiu; assim, passamos de sol > soles > soes > sóis. Como os falantes normalmente não conhecem os processos históricos por trás das palavras de sua língua, eles se ancoram na sua forma atual para a ela aplicarem os processos morfológicos pertinentes.
Texto adaptado de BASSO, Renato Miguel e GONÇALVES, Rodrigo Tadeu. História concisa da língua
portuguesa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.
De acordo com o texto acima, a formação do plural está correta somente na alternativa:
Leia o texto abaixo e responda a questão a seguir.
A pronúncia ”u” para o ”l” de fim de palavras pode ter uma íntima relação com a formação do plural e com a famosa ”confusão” entre fazer o plural em ”us”, como em ”degraus”, ou em ”is” como em ”sais”. Etimologicamente, o plural em ”is” ocorre em palavras que, na forma plural, resultavam num /l/intervocálico que posteriormente caiu; assim, passamos de sol > soles > soes > sóis. Como os falantes normalmente não conhecem os processos históricos por trás das palavras de sua língua, eles se ancoram na sua forma atual para a ela aplicarem os processos morfológicos pertinentes.
Texto adaptado de BASSO, Renato Miguel e GONÇALVES, Rodrigo Tadeu. História concisa da língua
portuguesa. Petrópolis, RJ: Vozes, 2014.
A regra contida no texto sobre a formação dos plurais em -is é válida para a maioria das palavras terminadas em -I. Todavia, há exceções, como as palavras que formam o plural em -eis ou -es.
Considerando estas exceções, assinale a alternativa em que os plurais das palavras estão corretos:
Nos últimos anos, a Igreja Católica vivenciou uma situação inusitada no processo de sucessão de sua principal liderança. Desde fins da Idade Média, todos os Papas foram eleitos após a morte de seu antecessor. Exceção a essa regra ocorreu com a:
O chamado “Plano Real” foi um programa econômico adotado no Brasil em meados da década de 1990. Um de seus articuladores foi Fernando Henrique Cardoso, então Ministro da Fazenda. Assumia o cargo de Presidente da República no período:
Juscelino, querendo se vingar de seu desafeto político, decidiu incendiar a residência de Leopoldo, situado em vizinhança com alta circulação de transeuntes. Instado a resolver o caso, o Corpo de Bombeiros atendeu prontamente a ocorrência, de modo a evitar um prejuízo maior. Porém, diante da intensidade das labaredas e da absoluta necessidade, a equipe de bombeiros teve que danificar o telhado e o muro divisório da vizinha Jocasta. A partir dessa situação hipotética, é correto afirmar que o ato praticado pelos bombeiros:
Aprígio era servidor público estável, mas acabou sofrendo a perda do cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado. Dias depois, sua vaga passou a ser ocupada por outro servidor público estável, o Sr. Ananias. Inconformado, Aprígio buscou outras provas que corroborassem a sua inocência e, por meio delas, ajuizou a ação pertinente para invalidar aquela sentença que lhe havia retirado o cargo. Assim, obtendo êxito na ação intentada, conseguiu o desfazimento da demissão com a invalidação daquela sentença. Diante do fato hipotético, e em conformidade com a Constituição Federal, é correto afirmar que: