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De acordo com o que dispõe o Código Civil, são também responsáveis pela reparação civil:
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Samuel, em 2006, fez uma aplicação de renda fixa com um depósito de R$ 1.000,00. A partir de então, a cada ano, o saldo em conta dobra de valor. Os juros produzidos pelo capital devem ser divididos entre seus três filhos de maneira exata (sem que sobre um único centavo de real). Assim, um ano em que se poderá fazer esta divisão é:
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Segundo os entendimentos do Supremo Tribunal Federal acerca dos temas tributários, assinale a alternativa correta:
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A QUESTÃO A SEGUIR ESTÁ RELACIONADA AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
Nunca se criticou tanto e tão acidamente a educação brasileira quanto agora. E merecidamente, pois é péssima. E, para que ela se mova, ainda é pouco o que criticamos. Mas não podemos perder a perspectiva histórica. Nunca tivemos uma educação tão vibrante e em tão rápida transformação. Vamos entender o paradoxo. Nossa educação é ruim porque sofreu quatro séculos e meio de abandono. Foi nos últimos cinquenta anos que tudo começou a acontecer. E, obviamente, é pouco tempo para recuperar os séculos perdidos e para evitar os solavancos e as incompetências do crescimento açodado.
O desleixo passado nos deixa sequelas muito mais graves do que aquelas geradas pelas trapalhadas das décadas recentes.
Ouvimos muitas lamúrias sobre o vácuo educacional, após a expulsão dos jesuítas. De fato, a cidade de São Paulo ficou sem escolas formais por 43 anos. Mas, enquanto funcionaram, seus colégios cobriam apenas 0,1% da população.
Nossa educação era compatível com a mediocridade intelectual da época. Mesmo a educação das elites era débil e improvisada. No dizer de Bastos Ávila, era "um ensino de inutilidades ornamentais". O que havia era uma educação péssima para as elites e quase nada para os demais. Pergunta o visitante John Luckoc: "O que pode ensinar quem nada sabe?... Não havia outro meio, portanto, senão permitir que as crianças crescessem selvagens, em meio a uma chusma de escravos e vagabundos da pior espécie com quem testemunham e aprendem a praticar todas as vilanias de que sua tenra idade era capaz".
O professor ensinava a um aluno de cada vez, era tudo o que ele sabia fazer. Como resultado, os outros ficavam inquietos e indisciplinados, gerando a necessidade da palmatória. Não havia seriação. Os alunos podiam entrar e sair da escola em qualquer período do ano. Da mesma forma, não havia a "grade curricular". A Aritmética não era lecionada simultaneamente ao Português, e a leitura e a escrita eram ensinadas em separado. Durante todo o Império, não houve prédios escolares em São Paulo nem móveis didáticos. Em Ubatuba, por exemplo, os alunos tinham de estudar em pé.
Em suma, a principal razão do atraso de hoje é o início tardio, pois as escolas só começaram a tomar alguma consistência no século XX. Portanto, nosso retardo educativo vem menos do que fizemos mal nas últimas décadas e mais do não feito nos quatro séculos precedentes. Mas a nós, tataranetos, não se permite complacência. Justamente por estarmos tão atrasados, temos de recuperar o tempo perdido.
CASTRO, Cláudio de Moura. A culpa é do tataravô. Veja. Adaptado.
Atente para a frase abaixo:
"O desleixo passado nos deixa sequelas muito mais graves do que aquelas geradas pelas trapalhadas das décadas recentes."
Com a declaração em destaque, o articulista
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Marque a alternativa INCORRETA:
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A QUESTÃO A SEGUIR ESTÁ RELACIONADA AO TEXTO ABAIXO
TEXTO
Nunca se criticou tanto e tão acidamente a educação brasileira quanto agora. E merecidamente, pois é péssima. E, para que ela se mova, ainda é pouco o que criticamos. Mas não podemos perder a perspectiva histórica. Nunca tivemos uma educação tão vibrante e em tão rápida transformação. Vamos entender o paradoxo. Nossa educação é ruim porque sofreu quatro séculos e meio de abandono. Foi nos últimos cinquenta anos que tudo começou a acontecer. E, obviamente, é pouco tempo para recuperar os séculos perdidos e para evitar os solavancos e as incompetências do crescimento açodado.
O desleixo passado nos deixa sequelas muito mais graves do que aquelas geradas pelas trapalhadas das décadas recentes.
Ouvimos muitas lamúrias sobre o vácuo educacional, após a expulsão dos jesuítas. De fato, a cidade de São Paulo ficou sem escolas formais por 43 anos. Mas, enquanto funcionaram, seus colégios cobriam apenas 0,1% da população.
Nossa educação era compatível com a mediocridade intelectual da época. Mesmo a educação das elites era débil e improvisada. No dizer de Bastos Ávila, era "um ensino de inutilidades ornamentais". O que havia era uma educação péssima para as elites e quase nada para os demais. Pergunta o visitante John Luckoc: "O que pode ensinar quem nada sabe?... Não havia outro meio, portanto, senão permitir que as crianças crescessem selvagens, em meio a uma chusma de escravos e vagabundos da pior espécie com quem testemunham e aprendem a praticar todas as vilanias de que sua tenra idade era capaz".
O professor ensinava a um aluno de cada vez, era tudo o que ele sabia fazer. Como resultado, os outros ficavam inquietos e indisciplinados, gerando a necessidade da palmatória. Não havia seriação. Os alunos podiam entrar e sair da escola em qualquer período do ano. Da mesma forma, não havia a "grade curricular". A Aritmética não era lecionada simultaneamente ao Português, e a leitura e a escrita eram ensinadas em separado. Durante todo o Império, não houve prédios escolares em São Paulo nem móveis didáticos. Em Ubatuba, por exemplo, os alunos tinham de estudar em pé.
Em suma, a principal razão do atraso de hoje é o início tardio, pois as escolas só começaram a tomar alguma consistência no século XX. Portanto, nosso retardo educativo vem menos do que fizemos mal nas últimas décadas e mais do não feito nos quatro séculos precedentes. Mas a nós, tataranetos, não se permite complacência. Justamente por estarmos tão atrasados, temos de recuperar o tempo perdido.
CASTRO, Cláudio de Moura. A culpa é do tataravô. Veja. Adaptado.
O autor do texto, no que se refere à Educação no Brasil,
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TEXTO
Nunca se criticou tanto e tão acidamente a educação brasileira quanto agora. E merecidamente, pois é péssima. E, para que ela se mova, ainda é pouco o que criticamos. Mas não podemos perder a perspectiva(a) histórica. Nunca tivemos uma educação tão vibrante e em tão rápida transformação(b). Vamos entender o paradoxo(c). Nossa educação é ruim porque sofreu quatro séculos e meio de abandono. Foi nos últimos cinquenta anos que tudo começou a acontecer. E, obviamente, é pouco tempo para recuperar os séculos perdidos e para evitar os solavancos(d) e as incompetências(d) do crescimento açodado(b).
O desleixo passado nos deixa sequelas muito mais graves do que aquelas geradas pelas trapalhadas(d) das décadas recentes.
Ouvimos muitas lamúrias sobre o vácuo educacional, após a expulsão dos jesuítas. De fato, a cidade de São Paulo ficou sem escolas formais por 43 anos. Mas, enquanto funcionaram, seus colégios cobriam apenas 0,1% da população.
Nossa educação era compatível com a mediocridade intelectual da época. Mesmo a educação das elites era débil e improvisada. No dizer de Bastos Ávila, era "um ensino de inutilidades ornamentais(c)". O que havia era uma educação péssima para as elites e quase nada para os demais. Pergunta o visitante John Luckoc: "O que pode ensinar quem nada sabe?... Não havia outro meio, portanto, senão permitir que as crianças crescessem selvagens, em meio a uma chusma de escravos e vagabundos da pior espécie com quem testemunham e aprendem a praticar todas as vilanias de que sua tenra idade era capaz".
O professor ensinava a um aluno de cada vez, era tudo o que ele sabia fazer. Como resultado, os outros ficavam inquietos e indisciplinados, gerando a necessidade da palmatória. Não havia seriação. Os alunos podiam entrar e sair da escola em qualquer período do ano. Da mesma forma, não havia a "grade curricular". A Aritmética não era lecionada simultaneamente ao Português, e a leitura e a escrita eram ensinadas em separado. Durante todo o Império, não houve prédios escolares em São Paulo nem móveis didáticos. Em Ubatuba, por exemplo, os alunos tinham de estudar em pé.
Em suma, a principal razão do atraso de hoje é o início tardio, pois as escolas só começaram a tomar alguma consistência no século XX. Portanto, nosso retardo educativo vem menos do que fizemos mal nas últimas décadas e mais do não feito nos quatro séculos precedentes. Mas a nós, tataranetos, não se permite complacência. Justamente por estarmos tão atrasados, temos de recuperar o tempo perdido.
CASTRO, Cláudio de Moura. A culpa é do tataravô. Veja. Adaptado.
Em relação ao léxico do texto, é correto afirmar:
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Nunca se criticou tanto e tão acidamente a educação brasileira quanto agora. E merecidamente, pois é péssima. E, para que ela se mova, ainda é pouco o que criticamos. Mas não podemos perder a perspectiva histórica. Nunca tivemos uma educação tão vibrante e em tão rápida transformação. Vamos entender o paradoxo. Nossa educação é ruim porque sofreu quatro séculos e meio de abandono. Foi nos últimos cinquenta anos que tudo começou a acontecer. E, obviamente, é pouco tempo para recuperar os séculos perdidos e para evitar os solavancos e as incompetências do crescimento açodado.
O desleixo passado nos deixa sequelas muito mais graves(c) do que aquelas geradas pelas trapalhadas das décadas recentes.
Ouvimos muitas lamúrias sobre o vácuo educacional, após a expulsão dos jesuítas. De fato, a cidade de São Paulo ficou sem escolas formais por 43 anos. Mas, enquanto funcionaram, seus colégios cobriam apenas 0,1% da população.
Nossa educação era compatível com a mediocridade intelectual da época(d). Mesmo a educação das elites era débil e improvisada. No dizer de Bastos Ávila, era "um ensino de inutilidades ornamentais". O que havia era uma educação péssima para as elites e quase nada para os demais. Pergunta o visitante John Luckoc: "O que pode ensinar quem nada sabe?... Não havia outro meio, portanto, senão permitir que as crianças crescessem selvagens, em meio a uma chusma de escravos e vagabundos da pior espécie com quem testemunham e aprendem a praticar todas as vilanias de que sua tenra idade era capaz".
O professor ensinava a um aluno de cada vez(b), era tudo o que ele sabia fazer. Como resultado, os outros ficavam inquietos e indisciplinados, gerando a necessidade da palmatória. Não havia seriação. Os alunos podiam entrar e sair da escola em qualquer período do ano. Da mesma forma, não havia a "grade curricular". A Aritmética não era lecionada simultaneamente ao Português(a), e a leitura e a escrita eram ensinadas em separado. Durante todo o Império, não houve prédios escolares em São Paulo nem móveis didáticos. Em Ubatuba, por exemplo, os alunos tinham de estudar em pé.
Em suma, a principal razão do atraso de hoje é o início tardio, pois as escolas só começaram a tomar alguma consistência no século XX. Portanto, nosso retardo educativo vem menos do que fizemos mal nas últimas décadas e mais do não feito nos quatro séculos precedentes. Mas a nós, tataranetos, não se permite complacência. Justamente por estarmos tão atrasados, temos de recuperar o tempo perdido.
CASTRO, Cláudio de Moura. A culpa é do tataravô. Veja. Adaptado.
Quanto ao predicado, o nome é o núcleo central da informação em:
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Observe a planilha abaixo:

Em B3 temos a fórmula =A1*A2+B2, se mesclarmos as células A2 e B2, o valor de B3 será:
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2522209
Ano: 2016
Disciplina: Direito Empresarial (Comercial)
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
Disciplina: Direito Empresarial (Comercial)
Banca: IMA
Orgão: Câm. Estreito-MA
Provas:
Nos contratos bancários, havendo abusividade das cláusulas, o julgador, segundo o entendimento do STJ:
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