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Um apartamento, no valor de R$ 300.000,00, é adquirido com entrada de 20% de seu valor e restante financiado em vinte anos, com prestações mensais e consecutivas, à taxa nominal de 12% ao ano pelo Sistema de Amortização Constante (SAC). O valor da centésima primeira prestação será de
 

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O convescote dos “inconfiáveis
O grande convescote da elite global começa amanhã em Davos, com uma péssima notícia para esse público, em especial para os governantes: a maioria da sociedade (56%) não confia nos governos.
Mas, atenção, tampouco tem grande confiança nas corporações, justamente as que sustentam o Fórum Econômico Mundial. São dados do Barômetro Elderman de Confiança, pesquisa feita anualmente e que desta vez ouviu 33 mil pessoas em 27 países, Brasil inclusive.
Por falar em Brasil, o governo até que se sai bem: 57% confiam nele, dois pontos acima de 2013.
O dado mais chocante para o empresariado é o fato de que, embora o nível geral de confiança no business permaneça firme em 58%, a pesquisa mostrou que dos oito grupos de cidadãos monitorados, só funcionários governamentais são menos confiáveis que os CEOs (executivos-chefes), a palavra que mais se ouve em Davos.
Ganham as pessoas comuns, especialmente os acadêmicos, seguidos pelos peritos técnicos e por empregados normais.
Talvez ainda mais chocante seja o fato de que, em muitos países, em situação de crise, os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.
Na Espanha, por exemplo, o placar é de 41% a 13% em favor dos mortais comuns contra os big bosses. Mesmo nos EUA, em que o sucesso se mede geralmente pela ascensão na carreira, há um virtual empate entre os que preferem informações dos executivos (31%) e o que recorreriam, na crise, a um empregado (29%).
Não são dados que me surpreendam. Frequentador de Davos há 22 anos, fui testemunha ocular do tratamento que os CEOs (e o próprio Fórum) davam a Nouriel Roubini, tido como o único mago capaz de ter previsto a grande crise de 2008/09.
Até a eclosão da crise, ele era o profeta do apocalipse, ano após ano, mas ninguém lhe dava bola. Ficava no mesmo hotel que um mero jornalista de país emergente (eu), um três estrelas familiar. No café da manhã, Roubini estava sempre só, lendo seu Financial Times.
O que concluir dessas cenas? Que os executivos não tinham a mais leve noção de que Roubini poderia estar certo. Depois que caiu o raio em um céu que a elite via azul, Roubini mudou de hotel e sua agenda ficou sobrecarregada. Passou a ser tratado como adivinho, coisa que não é, mesmo porque em economia é impossível adivinhar.
Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável. Neste ano, o humor está mudando, como constata Ruchir Sharma, chefe de mercados emergentes e de macroeconomia global da Morgan Stanley: no meio da década passada, a taxa média de crescimento dos mercados emergentes bateu em 7% ao ano pela primeira vez na história e levou os que fazem previsões a bombar as implicações.
Acontece que, em 2013, o crescimento médio caiu de volta para 4%.
Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou. Será ou apenas entrou no modo “pausa”? A ver.
(Clóvis Rossi. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
clovisrossi/2014/01/1400464-o-convescote-dos-inconfiaveis.shtml.)
O principal objetivo do texto é
 

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O convescote dos “inconfiáveis
O grande convescote da elite global começa amanhã em Davos, com uma péssima notícia para esse público, em especial para os governantes: a maioria da sociedade (56%) não confia nos governos.
Mas, atenção, tampouco tem grande confiança nas corporações, justamente as que sustentam o Fórum Econômico Mundial. São dados do Barômetro Elderman de Confiança, pesquisa feita anualmente e que desta vez ouviu 33 mil pessoas em 27 países, Brasil inclusive.
Por falar em Brasil, o governo até que se sai bem: 57% confiam nele, dois pontos acima de 2013.
O dado mais chocante para o empresariado é o fato de que, embora o nível geral de confiança no business permaneça firme em 58%, a pesquisa mostrou que dos oito grupos de cidadãos monitorados, só funcionários governamentais são menos confiáveis que os CEOs (executivos-chefes), a palavra que mais se ouve em Davos.
Ganham as pessoas comuns, especialmente os acadêmicos, seguidos pelos peritos técnicos e por empregados normais.
Talvez ainda mais chocante seja o fato de que, em muitos países, em situação de crise, os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.
Na Espanha, por exemplo, o placar é de 41% a 13% em favor dos mortais comuns contra os big bosses. Mesmo nos EUA, em que o sucesso se mede geralmente pela ascensão na carreira, há um virtual empate entre os que preferem informações dos executivos (31%) e o que recorreriam, na crise, a um empregado (29%).
Não são dados que me surpreendam. Frequentador de Davos há 22 anos, fui testemunha ocular do tratamento que os CEOs (e o próprio Fórum) davam a Nouriel Roubini, tido como o único mago capaz de ter previsto a grande crise de 2008/09.
Até a eclosão da crise, ele era o profeta do apocalipse, ano após ano, mas ninguém lhe dava bola. Ficava no mesmo hotel que um mero jornalista de país emergente (eu), um três estrelas familiar. No café da manhã, Roubini estava sempre só, lendo seu Financial Times.
O que concluir dessas cenas? Que os executivos não tinham a mais leve noção de que Roubini poderia estar certo. Depois que caiu o raio em um céu que a elite via azul, Roubini mudou de hotel e sua agenda ficou sobrecarregada. Passou a ser tratado como adivinho, coisa que não é, mesmo porque em economia é impossível adivinhar.
Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável. Neste ano, o humor está mudando, como constata Ruchir Sharma, chefe de mercados emergentes e de macroeconomia global da Morgan Stanley: no meio da década passada, a taxa média de crescimento dos mercados emergentes bateu em 7% ao ano pela primeira vez na história e levou os que fazem previsões a bombar as implicações.
Acontece que, em 2013, o crescimento médio caiu de volta para 4%.
Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou. Será ou apenas entrou no modo “pausa”? A ver.
(Clóvis Rossi. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
clovisrossi/2014/01/1400464-o-convescote-dos-inconfiaveis.shtml.)
Analisando o trecho “... os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.” (6º§), é correto afirmar que houve
 

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535602 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Determinada empresa do setor de petróleo deverá estimar a receita total gerada de hoje até o esgotamento completo de um poço de petróleo após sua exploração interrupta, quando ocorrerá sua inutilização econômica. Considerando que esse poço de petróleo produz 800 toneladas por mês e sua produção finalizará em 20 anos (240 meses), assinale a alternativa que exprime, em milhões de reais, a receita total gerada por ele, sabendo-se que daqui a “t” meses, o preço por tonelada de petróleo extraído será estimado em f(t)= – 0,01t2 + 8t + 500.
 

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Um determinado projeto prevê investimento inicial de R$ 205.000,00 e entradas de R$ 66.000,00 após um ano, R$ 54.450,00 após dois anos e R$ 133.100,00 após 3 anos. Os tempos de 1 ano, 2 anos e 3 anos são contados a partir da data do investimento de R$ 205.000,00.
Considerando a capitalização anual, a Taxa Interna de Retorno (TIR) desse projeto é
 

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Pedro viajou com sua família para a praia à velocidade média de 50 km/h e gastou 12 horas de efetiva direção, ou seja, descontando as paradas para lanche, abastecimento e outros. Se Pedro tivesse desenvolvido a velocidade média de 80 km/h, nas mesmas condições, desconsiderando as paradas para lanche, abastecimento e outros, gastaria
 

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532312 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Considere a função de produção de um serralheiro de janelas como sendo !$ P=10x\large{2\over3} !$, em que P é o número de janelas produzidas por semana, com certo número fixo de funcionários, e x o número de soldadeiras utilizadas.
Quantas janelas serão produzidas por semana, caso sejam utilizadas nove soldadeiras?
 

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Uma das grandes novidades trazidas pela nova legislação contábil é a criação da conta “Ajustes de Avaliação Patrimonial”, cuja função é receber os valores pertencentes ao patrimônio da entidade e que tiveram seus valores revistos. Na prática, o ajuste de avaliação patrimonial pode ser entendido como uma espécie de correção dos valores de ativos e passivos em relação ao valor justo, conceito que acompanha a nova rubrica contábil. Essa conta contábil deverá ser registrada no subgrupo do Balanço Patrimonial denominado
 

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Sobre os ativos intangíveis, é INCORRETO afirmar que
 

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504638 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
A economia capixaba perpassou, assim como a economia brasileira, no seu avançar, diversos períodos marcados por características personalíssimas desse estado da federação brasileira. Sobre a evolução da economia do estado do Espírito Santo, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) Até a primeira metade do século XX, a economia capixaba apresentava-se estagnada, tendo seus índices de crescimento menores do que a média nacional.
( ) Na década de 50, com o início da crise do café no Brasil, houve um rompimento do equilíbrio e da dinâmica tradicional da cafeicultura capixaba, abrindo-se novas frentes de diversificação econômica. Na década de 60, o Espírito Santo apresentava um quadro econômico desalentador. A agricultura correspondia à metade da produção global da economia do estado e, em termos de finanças públicas, o café respondia por 35%, quase 2/3 da arrecadação estadual, o que agravou ainda mais a crise da economia capixaba.
( ) A indústria que, até a década de 1950, crescera negativamente devido, em sua grande parte, à situação de crise da economia cafeeira, teve sua taxa de crescimento extremamente oposta em menos de uma década, tendo a criação do Banco de Desenvolvimento do Estado do Espírito Santo, em 1958.
( ) O Plano de Ação 1975/1979 implantado pelo governo do estado do Espírito Santo – que visava o desenvolvimento de projetos na infraestrutura e na siderurgia e a diversificação agrícola no território capixaba – proporcionou o crescimento das atividades de exportação de minério de ferro e de produtos siderúrgicos pelo Complexo Portuário de Vitória / Tubarão, o que ensejou na construção de moderna infraestrutura econômica em torno da Grande Vitória.
A sequência está correta em
 

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