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Foram encontradas 60 questões.

641976 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Seja a função receita gerada por um produto, em uma determinada empresa, conhecida e dada por R(x) = – 4x2 + 80x. Quantas unidades deverão ser produzidas do produto “x” para que sua receita seja maximizada?
 

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641656 Ano: 2014
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Determinada empresa utiliza o Modelo de Lote Econômico na gestão dos seus estoques. Deseja-se, com sua utilização, a minimização de seus custos anuais com estoques. São utilizadas 5.000 unidades de matéria-prima anualmente, que são consumidas de forma constante ao longo desse período. Estima-se que o custo para manter uma unidade em estoque seja de R$ 4,00/ano e que cada pedido para renovação dos estoques custe R$ 100,00. De posse desses dados, apure a quantidade por lote que deverá ser produzida para que seja minimizado o custo total de estoque, considerando que todos os demais custos envolvidos (armazenagem, financeiros, seguros etc) sejam nulos.
 

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O número de capitalizações para um capital quadruplicar se aplicado à taxa de 18% ao ano, capitalizado mensalmente, é dado pela expressão
 

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Em 13 de agosto de 2013, Pedro pegou emprestada a quantia de R$ 40.000,00, das mãos de Paulo, à taxa composta de 5% ao mês. Em 13 de novembro do mesmo ano, Pedro pagou a Paulo a quantia de R$ 21.005,00. O valor que Pedro desembolsou, em 13 de dezembro de 2013, para liquidar sua dívida junto a Paulo, foi de
 

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O convescote dos “inconfiáveis
O grande convescote da elite global começa amanhã em Davos, com uma péssima notícia para esse público, em especial para os governantes: a maioria da sociedade (56%) não confia nos governos.
Mas, atenção, tampouco tem grande confiança nas corporações, justamente as que sustentam o Fórum Econômico Mundial. São dados do Barômetro Elderman de Confiança, pesquisa feita anualmente e que desta vez ouviu 33 mil pessoas em 27 países, Brasil inclusive.
Por falar em Brasil, o governo até que se sai bem: 57% confiam nele, dois pontos acima de 2013.
O dado mais chocante para o empresariado é o fato de que, embora o nível geral de confiança no business permaneça firme em 58%, a pesquisa mostrou que dos oito grupos de cidadãos monitorados, só funcionários governamentais são menos confiáveis que os CEOs (executivos-chefes), a palavra que mais se ouve em Davos.
Ganham as pessoas comuns, especialmente os acadêmicos, seguidos pelos peritos técnicos e por empregados normais.
Talvez ainda mais chocante seja o fato de que, em muitos países, em situação de crise, os pesquisados preferem a informação de um empregado em vez da de um CEO.
Na Espanha, por exemplo, o placar é de 41% a 13% em favor dos mortais comuns contra os big bosses. Mesmo nos EUA, em que o sucesso se mede geralmente pela ascensão na carreira, há um virtual empate entre os que preferem informações dos executivos (31%) e o que recorreriam, na crise, a um empregado (29%).
Não são dados que me surpreendam. Frequentador de Davos há 22 anos, fui testemunha ocular do tratamento que os CEOs (e o próprio Fórum) davam a Nouriel Roubini, tido como o único mago capaz de ter previsto a grande crise de 2008/09.
Até a eclosão da crise, ele era o profeta do apocalipse, ano após ano, mas ninguém lhe dava bola. Ficava no mesmo hotel que um mero jornalista de país emergente (eu), um três estrelas familiar. No café da manhã, Roubini estava sempre só, lendo seu Financial Times.
O que concluir dessas cenas? Que os executivos não tinham a mais leve noção de que Roubini poderia estar certo. Depois que caiu o raio em um céu que a elite via azul, Roubini mudou de hotel e sua agenda ficou sobrecarregada. Passou a ser tratado como adivinho, coisa que não é, mesmo porque em economia é impossível adivinhar.
Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável. Neste ano, o humor está mudando, como constata Ruchir Sharma, chefe de mercados emergentes e de macroeconomia global da Morgan Stanley: no meio da década passada, a taxa média de crescimento dos mercados emergentes bateu em 7% ao ano pela primeira vez na história e levou os que fazem previsões a bombar as implicações.
Acontece que, em 2013, o crescimento médio caiu de volta para 4%.
Só falta agora acreditar que essa queda é para sempre e que a moda dos emergentes acabou. Será ou apenas entrou no modo “pausa”? A ver.
(Clóvis Rossi. Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/
clovisrossi/2014/01/1400464-o-convescote-dos-inconfiaveis.shtml.)
A palavra “imparável”, presente no trecho “Por falar nisso, em Davos como em outras plateias, os últimos anos foram marcados pela sensação de que a ascensão dos emergentes era imparável.” (11º§), é formada por qual(is) processo(s) morfológico(s)?
 

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639670 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Um economista, nas atribuições do seu cargo desempenhado, deverá determinar a inflação acumulada pelo IGP-M no período dos últimos seis meses para efetuar uma correção contratual. Assim, se os índices apurados de inflação foram de 1% no primeiro, terceiro e sexto meses, e os de deflação de 0,70% nos demais meses, marque a alternativa que exprime o valor aproximado a ser utilizado no reajustamento dos preços desse contrato.
 

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Um veículo zero quilômetro é vendido à vista por R$ 40.000,00. Um cliente oferece como entrada seu veículo usado, que foi prontamente aceito pela concessionária pelo valor de R$ 22.000,00. O valor restante, ou seja, R$ 18.000,00, foi financiado à taxa de 24% ao ano, em dez prestações mensais, segundo a Tabela Price.
Considerando que (1 + 0,02)–10 0,82, o saldo devedor desse financiamento, imediatamente após o pagamento da terceira prestação, desconsiderando-se os centavos, é de
 

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632189 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
As autoridades monetárias regulam o funcionamento do sistema financeiro nacional, pois os bancos comerciais, múltiplos e instituições financeiras possuem a capacidade de criar ou destruir meios de pagamentos, interferindo na quantidade de moeda à disposição da sociedade para trocar, transacionar e especular com a moeda. Um dos modos é o gerenciamento dos depósitos compulsórios dessas instituições financeiras junto ao Banco Central em especial, obtido através do coeficiente do multiplicador bancário. Desse modo, admitindo que você seja o economista/gestor da autoridade monetária, calcule e assinale o valor do multiplicador bancário do mercado (k) dessa economia, sabendo-se que o somatório dos depósitos iniciais (M0) seja de R$ 10.000 (em bilhões) e a taxa do depósito compulsório (r) igual a 30%.
 

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629433 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
Uma empresa realizou estudos internos a fim de obter, através de pesquisas de mercado e dos dados disponíveis em seu sistema de faturamento, suas funções de demanda e oferta, de modo que pudesse, ao final, realizar cálculos e estimar os seus e os excedentes dos seus consumidores. Assim, ao final dos estudos econômicos, o setor de economia forneceu as funções demanda f(x)= 21 – x, bem como a função oferta como sendo f(x) = x2 + 15.
De posse desses dados, assinale a alternativa que representa, respectivamente, o excedente do consumidor e do produtor.
 

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629396 Ano: 2014
Disciplina: Economia
Banca: IDECAN
Orgão: BANDES
No período compreendido entre os anos de 1967 a 1973, caracterizado por vários autores da literatura econômica como sendo o de acontecimento do “milagre brasileiro”, a economia brasileira perpassou um período de altas taxas de crescimento econômico.
Com base nessa informação, assinale a alternativa correta sobre o desenvolvimento econômico desse período.
 

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