Foram encontradas 268 questões.
Disciplina: Segurança Privada e Transportes
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
No estudo de pré-viabilidade de um sistema de transportes, foi utilizada uma regressão linear para estimar o percentual de viagens por transporte coletivo com base em um parâmetro que relaciona o grau de motorização e a população. Foi obtida a seguinte relação: yi = 0,877 – 0,00086 xi, onde:
- yi = percentual de viagens por transporte coletivo na zona i (viagens atraídas + produzidas);
- xi = grau de motorização (número de carros particulares/1.000 habitante) na zona i.
Considerando o grau de motorização de 1 carro por cada habitante na zona 1, então, o percentual de viagens por transporte coletivo na zona 1 mais próximo do resultado utilizando a equação é:
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O Código Penal Brasileiro trata sobre a relevância da omissão. Dessa forma, a omissão é penalmente relevante quando o omitente devia e podia agir para evitar o resultado. O dever de agir incumbe a quem, EXCETO:
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Semana Nacional de Trânsito 2020 traz o tema “Perceba o risco, proteja a vida”
A Semana Nacional de Trânsito é comemorada anualmente entre os dia87s 18 e 25 de setembro. Em 2020, o tema abordado “Perceba o risco, proteja a vida” chama a atenção da população sobre os perigos no trânsito, bem como outros riscos à saúde do cidadão.
Ações em todo o país são realizadas por instituições e órgãos do Sistema Nacional de Trânsito com o objetivo de conscientizar todos os envolvidos, sejam eles motoristas, passageiros, motociclistas, ciclistas ou pedestres.
Em 2020, por ocasião da pandemia Covid-19, as ações serão realizadas de modo online, simultaneamente com as ações do Movimento Maio Amarelo, reforçando ainda mais o alcance da mensagem.
Segundo o Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o objetivo da Semana Nacional de Trânsito é conscientizar a população sobre a importância da mudança de atitude, evidenciando que cada um é responsável pela segurança de todos e, por isso, deve perceber os riscos e proteger a própria vida e a dos demais ao seu redor. Espera- -se que as pessoas adotem novos comportamentos, valorizando a vida e, assim, seja possível reduzir o elevado número de lesões e de mortes causadas pelos acidentes de trânsito no Brasil.
(Ministério da Infraestrutura. Semana Nacional de Trânsito 2020. Disponível em: https://www.gov.br/infraestrutura/ptbr/ assuntos/transito/conteudo-denatran/semana-nacional-de-transito- 2020. Acesso em: 22/11/2020.)
Segundo as ideias apresentadas, é possível afirmar que o objetivo do texto é:
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Na implementação de um Sistema de Controle Interno, faz- -se necessária a elaboração de um planejamento das ações. Por meio da formulação de referido planejamento são definidos objetivos para a seleção de programas de ações e para a execução das mesmas. Nesse planejamento, são definidas metodologias que devem seguir premissas básicas a serem respeitadas para que todo o processo tenha coerência e sustentação. São etapas a serem seguidas na elaboração do planejamento, EXCETO:
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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
Considerando as normas gerais de circulação e conduta descritas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB), analise as afirmativas a seguir.
I. O trânsito de veículos sobre calçadas, passeios e acostamentos jamais será permitido.
II. Veículos destinados a socorro de incêndio e salvamento possuem livre estacionamento, parada e circulação quando em serviço de urgência e devidamente identificados por dispositivos regulamentares de alarme sonoro e iluminação vermelha intermitente.
III. Quando proibida a parada na via, o estacionamento deverá restringir-se ao tempo indispensável para embarque ou desembarque de passageiros.
Está correto o que se afirma apenas em
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O dia em que a Suécia acordou com o trânsito ‘virado do avesso’
“Emocionante” é a palavra mais usada por Jan Ramqvist, de 77 anos, para descrever a sensação de participar da missão que mudou a rotina de motoristas e ciclistas suecos em todo o país: começar a dirigir, pela primeira vez, no lado direito da pista.
Ramqvist era um engenheiro de tráfego recém-formado, de 26 anos, na cidade de Malmö, quando a polêmica mudança de mão foi implementada, em 3 de setembro de 1967. A data é oficialmente conhecida como Högertrafikomläggningen (desvio do tráfego para a direita, em tradução livre) ou simplesmente Dagen H (Dia-H). A missão de Ramqvist e seus colegas era ajudar a colocar a Suécia na mesma “direção” que seus vizinhos europeus – a maioria havia seguido a tendência mundial de dirigir carros à direita.
Além de melhorar a reputação internacional do país, o governo sueco estava cada vez mais preocupado com a segurança. O número de veículos registrados nas estradas havia disparado de 862.992 na década anterior para 1.976.248 na época do Dagen H, segundo a Statistics Sweden. A população do país era de cerca de 7,8 milhões.
Apesar de seguirem a mão inglesa, muitos suecos já possuíam carros com o volante no lado esquerdo, próprios para a direção pela direita – fossem comprados no exterior ou mesmo dos principais fabricantes de carros suecos, como a Volvo, que escolheram seguir a tendência.
Mas acreditava-se que essa fosse uma das causas do aumento no número de acidentes de trânsito fatais – de 595 em 1950 para 1.313 em 1966 –, juntamente à ocorrência frequente de colisões nas fronteiras da Suécia com a Dinamarca, Noruega e Finlândia.
“O mercado de carros na Suécia não era tão grande e costumávamos comprar carros com volante à esquerda”, explica Lars Magnusson, professor de história econômica da Universidade de Uppsala, na Suécia. “Mas isso significava que você estaria sentado do lado oposto do que fazia sentido.”
No período que antecedeu o Dagen H, cada município teve de lidar com diversas questões – desde repintar as marcações nas estradas até realocar sinais de trânsito e pontos de ônibus. [...]
Cerca de 360 mil placas de trânsito tiveram de ser trocadas em todo o país, o que foi feito em um único dia antes da inversão da mão. Funcionários municipais e militares trabalharam juntos até tarde da noite para garantir que a tarefa fosse cumprida antes do Dagen H, um domingo. Para isso, todo o tráfego, exceto o essencial, foi interditado nas estradas.
Mas, quando o Dagen H finalmente chegou, o trabalho árduo parecia ter valido a pena. Os suecos começaram a
dirigir com cautela do lado direito das estradas de todo o país, precisamente às 5h da manhã de 3 de setembro de 1967, após uma contagem regressiva no rádio.
Olof Palme, o ministro sueco da Comunicação (que mais tarde se tornou primeiro-ministro), entrou no ar para dizer que o movimento representava “uma mudança muito grande em nossa existência diária, em nossa vida cotidiana”. “Eu ouso dizer que nunca antes um país investiu tanto trabalho pessoal e dinheiro para alcançar uniformidade com as regras de tráfego internacional”, anunciou.
No total, o projeto custou o equivalente a cerca de 2,6 bilhões de coroas suecas (US$ 316 milhões) em valores atuais. Mas o historiador econômico Lars Magnusson argumenta que esse valor é relativamente baixo, dada a escala do plano – o maior projeto de infraestrutura que a Suécia já viu. Para efeito de comparação, basta olhar o orçamento total de 2017 concedido à Administração Sueca de Transportes (agência do governo responsável pelo planejamento de transportes) para estradas e ferrovias – cerca de 25 bilhões de coroas suecas (US$ 2,97 bilhões).
Em termos de segurança, o projeto foi declarado um sucesso quase imediatamente. À medida que os suecos iniciavam sua semana de trabalho, no dia seguinte ao Dagen H, 157 acidentes de trânsito de pequeno porte foram registrados em todo o país, um pouco abaixo da média de uma segunda-feira típica. Ninguém morreu nos acidentes.
No total, 1.077 pessoas morreram em acidentes e 21.001 ficaram feridas em 1967, ano do Dagen H, menos que em 1965, quando foram registrados 1.313 mortos e 23.618 feridos. Isso se deve em grande parte à cautela extra adotada pelos suecos após a transição e à campanha nacional promovida pelo Estado. Levou mais três anos até que as taxas de acidentes e mortes retornassem aos seus níveis originais, período em que o número de carros continuou a aumentar rapidamente em todo o país.
O investimento em planejamento e logística necessários para preparar as estradas ajudou claramente a evitar a confusão entre os motoristas. Mas grande parte do orçamento do governo para o Dagen H também foi gasto em iniciativas de comunicação destinadas a educar os suecos sobre a mudança. Na teoria, não parecia fácil: em um referendo realizado em 1955, 83% da população tinha sido contra a alteração.
A campanha educativa contemplava anúncios de televisão, rádio e jornais, além de palestras nas escolas. O Dagen H tinha seu próprio logotipo, estampado em outdoors, ônibus e caixas de leite. Houve até um concurso para selecionar uma trilha sonora para a mudança – a música Håll dig till höger Svensson (título do livro de Peter Kronborg) foi selecionada em uma votação nacional, chegando ao top cinco da parada de sucessos sueca.
Enquanto isso, a televisão estatal contratou celebridades globais para aparecer em seus programas mais populares, projetados para atrair grandes audiências, que seriam informadas sobre o Dagen H. “Os políticos perceberam que não era suficiente ter um programa educativo, precisavam de uma campanha publicitária”, ri Kronborg. “A ambição não era atingir 99%, mas 100%.”
Ao mesmo tempo, Lars Magnusson acrescenta que a “cultura do conformismo” e a confiança nas autoridades da época prevaleceram, ajudando a possibilitar a mudança da opinião pública. “Naquela época, a imprensa era menos crítica e estava relatando o que diziam os especialistas. Se os especialistas afirmassem que não seria muito caro e que beneficiaria a todos, suponho que a mídia aceitaria e que o público aceitaria também.”
(SAVAGE, Maddy. O dia em que a Suécia acordou com o trânsito “virado do avesso”. BBC CAPITAL, 28 set. 2018. Tradução disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/vert-cap-45592900.)
“Cerca de 360 mil placas de trânsito tiveram que ser trocadas em todo país, o que foi feito em um único dia antes da inversão da mão. Funcionários municipais e militares trabalharam juntos até tarde da noite para garantir que a tarefa fosse cumprida antes do Dagen H, um domingo. Para isso, todo o tráfego, exceto o essencial, foi interditado nas estradas.” (7º§) Acerca das formas verbais “tiveram” e “trabalharam”, analise as afirmativas a seguir.
I. Do ponto de vista morfológico, os dois verbos estão flexionados na terceira pessoa do plural.
II. Ambos os verbos estão flexionados no pretérito perfeito do indicativo para exprimir fatos totalmente concluídos.
III. Como recurso expressivo para tornar os fatos mais vivos e próximos do leitor, os dois verbos estão flexionados no presente do indicativo.
IV. O tempo verbal dessas formas faz referência a fatos que não haviam chegado ao fim no momento em que outro fato aconteceu.
Estão corretas apenas as afirmativas
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Para oferecer um suporte de comunicação adequado às mais diferentes necessidades das organizações, sejam elas públicas ou privadas, diversos tipos de textos são utilizados pelos profissionais que atuam no ambiente administrativo. Conhecer as características e a finalidade de cada um desses documentos é muito importante para a eficiência e a eficácia do processo de comunicação. Assinale a definição INCORRETA de um dos documentos que compõem a redação administrativa.
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Trânsito: reflexo da sociedade
O trânsito é o indicador mais perfeito de como anda a sociedade brasileira. Reflete a violência, o desprezo pelas leis, arrogância néscia, o desrespeito para com o próximo, o egoísmo e o “jeitinho brasileiro”. Nada poderia demonstrar com mais exatidão quais são os defeitos principais desse povo e apontar melhor caminho para corrigi-lo.
A cada ano, os números relativos a mortes em incidentes (muitos chamados erroneamente de “acidentes”) de trânsito tornam-se mais assustadores. Cerca de 500 mil mortos por ano é mais que qualquer guerra atualmente em disputa no mundo. Poucos países vivenciam a experiência de produzirem centenas de milhares de novos assassinos anualmente. Quanto mais, acharem isso normal.
O brasileiro, tão criativo, orgulhoso de seu “jeitinho” que arruma soluções para tudo não parece perceber que, contra regras, não deve haver jeitinho. Não há lugar para estacionar, o brasileiro criativo estaciona em local proibido. O brasileiro criativo está com pressa, mas o sinal está fechado, e imagina que o vermelho significa “siga em frente”.
O egoísmo, personalizado no “jeitinho”, consiste em não reconhecer que há diversos outros semelhantes que compartilham das vias públicas e mereceriam igual respeito. Ao pensar que sua pressa ou sua comodidade são prioritárias, torna-se vítimas igualmente de outros que assim pensam. Todos somos reféns dos motoristas embriagados, imprudentes, que nos “cortam” ou que estacionam em frente a nossas garagens.
Fora a violência dos próprios incidentes, quantos crimes não começaram com discussões no trânsito? Tantos quantos começaram em brigas de vizinhos, brigas em boate e situações banais, que refletem a índole agressiva de um povo.
Sempre que não houver um agente da lei por perto, haverá a tendência de que absurdos ocorram pois o respeito ao próximo é substituído pelo temor à multa.
Como resolver isso? Matar todos os motoristas imprudentes antes que matem outros? Não dá. Gastar fortunas enfiando agentes de trânsito em cada esquina 24 horas por dia? Muito caro. Talvez. Educar desde pequeno, como uma filosofia para todas as áreas da vida? Com certeza!
(Felipe Simões Pires. Escritor e acadêmico do curso de Filologia Alemã na Universidade Livre de Berlim. http://sinatran.org.br/?p=459. Acesso em: 24/10/2020.)
Em “Reflete a violência, o desprezo pelas leis, arrogância néscia, o desrespeito para com o próximo, o egoísmo e o ‘jeitinho brasileiro’.” (1º§), a expressão destacada pode ser substituída sem alteração de sentido por:
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
Licitações para a execução de obras e para a prestação de serviços só poderão ser realizadas se precedidas dos seguintes documentos, EXCETO:
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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
O tema definido oficialmente pelo CONTRAN para a Campanha Educativa de Trânsito de 2020 é “Perceba o risco, proteja a vida”, o qual busca chamar a atenção sobre os perigos no trânsito, bem como outros riscos à saúde do cidadão. O CTB, em seu Artigo 326, define que a Semana Nacional de Trânsito será comemorada, anualmente, entre os dias:
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Caderno Container