Foram encontradas 268 questões.
Cris produz peças de crochê para presentear seus amigos e familiares. No último ano ela produziu peças de três cores: brancos, azuis e rosas, sendo 1/3 das peças de cor branca, 1/4 das peças de cor azul e 15 peças de cor rosa. De acordo com essas informações, qual foi o total de peças produzidas pela Cris no último ano?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
“Garantir o uso mais eficiente de vacinas contra a Covid-19, que serão escassas quando estiverem viáveis, dependerá de estatísticas de qualidade, afirmou nesta segunda (26) a ECDC (Agência Europeia de Doenças Infecciosas). A entidade publicou orientações em que lista ao menos 24 dados necessários para desenhar políticas de vacinação que atinjam com mais precisão os objetivos de saúde, reduzindo desvios e perdas. Segundo a agência, decisões precisas sobre que grupos priorizar só poderão ser tomadas depois que um produto se mostrar seguro e eficaz. Será preciso saber, por exemplo, se a imunização ocorre de forma uniforme ou é mais forte em determinados estratos da população e se há efeitos adversos específicos.”
(Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/10/vacinacaoeficiente- contra-covid-vai-depender-de-estatisticas-diz-agencia-desaude- europeia.shtml.)
Após sete meses de pandemia, muitas controvérsias e discussões têm surgido ao redor do mundo em relação a uma vacina contra a Covid-19. Em relação a esse assunto, é correto afirmar que:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
Sobre parques solares com usinas de painéis fotovoltaicos para geração elétrica que vêm sendo instalados no Brasil e no mundo, ocupando extensões de terra com boa incidência solar, analise as afirmativas a seguir.
I. A expansão das energias renováveis é uma resposta à demanda mundial pela redução da dependência de fontes energéticas fósseis e por uma política global expressa em metas de redução das emissões de Gases do Efeito Estufa (GEEs) por diversos países.
II. O Brasil goza de uma localização geográfica favorável para energia solar, pois apresenta regiões onde a radiação do sol é incidente, tem ótimas condições durante praticamente todo o ano, como é o caso da região Nordeste.
III. A inserção de energias renováveis eleva as emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa). Outros impactos ambientais, como emissões de poluentes atmosféricos e aquáticos, impactos ambientais no ciclo de vida das tecnologias de geração de energia vêm sendo amplamente estudados.
IV. Quase todas as fontes de energia – hidráulica, biomassa, eólica, combustíveis fósseis e energia dos oceanos – são formas indiretas de energia solar. Além disso, a radiação solar pode ser utilizada diretamente como fonte de energia térmica, gerando potência mecânica ou elétrica.
Estão corretas apenas as afirmativas
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As informações contextualizam a questão. Leia-as atentamente.
Uma autoescola possui um total de 45 alunos em processo de primeira habilitação, isto é, alunos que irão obter habilitação das categorias A, B ou AB (ambas as categorias). Ao fazer o levantamento da distribuição desses alunos entre as categorias, obteve-se o seguinte diagrama; observe.

Sabendo-se que o número de alunos da categoria B equivale ao dobro do número de alunos que irão obter exclusivamente a categoria A e que o número de alunos que irão obter ambas as categorias é 5, pergunta-se:
Qual é o total de alunos que irão obter habilitação da categoria A?
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Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
O conceito de Contabilidade Pública destaca que a Entidade dotada de personalidade jurídica de direito privado, com patrimônio próprio e capital exclusivamente governamental, criação autorizada por lei, para exploração de atividade econômica ou industrial, que o governo seja levado a exercer por força de contingência ou conveniência administrativa, denomina-se:
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Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
Cristiana tem o hábito de dirigir o seu automóvel com apenas uma das mãos, enquanto come petiscos e lanches com a outra. Se for avistada e parada por um agente de trânsito enquanto age dessa forma, este agente de trânsito deverá:
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Nos termos da Lei nº 2.900/2015, que dispõe sobre a criação da Autarquia Municipal de Trânsito de Ji-Paraná – AMT, assinale a alternativa INCORRETA.
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Os salários dos funcionários de uma empresa são calculados a partir do seguinte padrão:
- valor fixo de R$ 5.000,00;
- 4% do valor vendido no mês.
Devido a atual situação do mundo, a empresa acordou com seus funcionários que pelos próximos seis meses os funcionários receberão 90% do cálculo anteriormente citado. José é funcionário dessa empresa; para manter seu salário de R$ 12.000,00 ele terá que vender aproximadamente quanto?
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O dia em que a Suécia acordou com o trânsito ‘virado do avesso’
“Emocionante” é a palavra mais usada por Jan Ramqvist, de 77 anos, para descrever a sensação de participar da missão que mudou a rotina de motoristas e ciclistas suecos em todo o país: começar a dirigir, pela primeira vez, no lado direito da pista.
Ramqvist era um engenheiro de tráfego recém-formado, de 26 anos, na cidade de Malmö, quando a polêmica mudança de mão foi implementada, em 3 de setembro de 1967. A data é oficialmente conhecida como Högertrafikomläggningen (desvio do tráfego para a direita, em tradução livre) ou simplesmente Dagen H (Dia-H). A missão de Ramqvist e seus colegas era ajudar a colocar a Suécia na mesma “direção” que seus vizinhos europeus – a maioria havia seguido a tendência mundial de dirigir carros à direita.
Além de melhorar a reputação internacional do país, o governo sueco estava cada vez mais preocupado com a segurança. O número de veículos registrados nas estradas havia disparado de 862.992 na década anterior para 1.976.248 na época do Dagen H, segundo a Statistics Sweden. A população do país era de cerca de 7,8 milhões.
Apesar de seguirem a mão inglesa, muitos suecos já possuíam carros com o volante no lado esquerdo, próprios para a direção pela direita – fossem comprados no exterior ou mesmo dos principais fabricantes de carros suecos, como a Volvo, que escolheram seguir a tendência.
Mas acreditava-se que essa fosse uma das causas do aumento no número de acidentes de trânsito fatais – de 595 em 1950 para 1.313 em 1966 –, juntamente à ocorrência frequente de colisões nas fronteiras da Suécia com a Dinamarca, Noruega e Finlândia.
“O mercado de carros na Suécia não era tão grande e costumávamos comprar carros com volante à esquerda”, explica Lars Magnusson, professor de história econômica da Universidade de Uppsala, na Suécia. “Mas isso significava que você estaria sentado do lado oposto do que fazia sentido.”
No período que antecedeu o Dagen H, cada município teve de lidar com diversas questões – desde repintar as marcações nas estradas até realocar sinais de trânsito e pontos de ônibus. [...]
Cerca de 360 mil placas de trânsito tiveram de ser trocadas em todo o país, o que foi feito em um único dia antes da inversão da mão. Funcionários municipais e militares trabalharam juntos até tarde da noite para garantir que a tarefa fosse cumprida antes do Dagen H, um domingo. Para isso, todo o tráfego, exceto o essencial, foi interditado nas estradas.
Mas, quando o Dagen H finalmente chegou, o trabalho árduo parecia ter valido a pena. Os suecos começaram a
dirigir com cautela do lado direito das estradas de todo o país, precisamente às 5h da manhã de 3 de setembro de 1967, após uma contagem regressiva no rádio.
Olof Palme, o ministro sueco da Comunicação (que mais tarde se tornou primeiro-ministro), entrou no ar para dizer que o movimento representava “uma mudança muito grande em nossa existência diária, em nossa vida cotidiana”. “Eu ouso dizer que nunca antes um país investiu tanto trabalho pessoal e dinheiro para alcançar uniformidade com as regras de tráfego internacional”, anunciou.
No total, o projeto custou o equivalente a cerca de 2,6 bilhões de coroas suecas (US$ 316 milhões) em valores atuais. Mas o historiador econômico Lars Magnusson argumenta que esse valor é relativamente baixo, dada a escala do plano – o maior projeto de infraestrutura que a Suécia já viu. Para efeito de comparação, basta olhar o orçamento total de 2017 concedido à Administração Sueca de Transportes (agência do governo responsável pelo planejamento de transportes) para estradas e ferrovias – cerca de 25 bilhões de coroas suecas (US$ 2,97 bilhões).
Em termos de segurança, o projeto foi declarado um sucesso quase imediatamente. À medida que os suecos iniciavam sua semana de trabalho, no dia seguinte ao Dagen H, 157 acidentes de trânsito de pequeno porte foram registrados em todo o país, um pouco abaixo da média de uma segunda-feira típica. Ninguém morreu nos acidentes.
No total, 1.077 pessoas morreram em acidentes e 21.001 ficaram feridas em 1967, ano do Dagen H, menos que em 1965, quando foram registrados 1.313 mortos e 23.618 feridos. Isso se deve em grande parte à cautela extra adotada pelos suecos após a transição e à campanha nacional promovida pelo Estado. Levou mais três anos até que as taxas de acidentes e mortes retornassem aos seus níveis originais, período em que o número de carros continuou a aumentar rapidamente em todo o país.
O investimento em planejamento e logística necessários para preparar as estradas ajudou claramente a evitar a confusão entre os motoristas. Mas grande parte do orçamento do governo para o Dagen H também foi gasto em iniciativas de comunicação destinadas a educar os suecos sobre a mudança. Na teoria, não parecia fácil: em um referendo realizado em 1955, 83% da população tinha sido contra a alteração.
A campanha educativa contemplava anúncios de televisão, rádio e jornais, além de palestras nas escolas. O Dagen H tinha seu próprio logotipo, estampado em outdoors, ônibus e caixas de leite. Houve até um concurso para selecionar uma trilha sonora para a mudança – a música Håll dig till höger Svensson (título do livro de Peter Kronborg) foi selecionada em uma votação nacional, chegando ao top cinco da parada de sucessos sueca.
Enquanto isso, a televisão estatal contratou celebridades globais para aparecer em seus programas mais populares, projetados para atrair grandes audiências, que seriam informadas sobre o Dagen H. “Os políticos perceberam que não era suficiente ter um programa educativo, precisavam de uma campanha publicitária”, ri Kronborg. “A ambição não era atingir 99%, mas 100%.”
Ao mesmo tempo, Lars Magnusson acrescenta que a “cultura do conformismo” e a confiança nas autoridades da época prevaleceram, ajudando a possibilitar a mudança da opinião pública. “Naquela época, a imprensa era menos crítica e estava relatando o que diziam os especialistas. Se os especialistas afirmassem que não seria muito caro e que beneficiaria a todos, suponho que a mídia aceitaria e que o público aceitaria também.”
(SAVAGE, Maddy. O dia em que a Suécia acordou com o trânsito “virado do avesso”. BBC CAPITAL, 28 set. 2018. Tradução disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/vert-cap-45592900.)
A expressão “virado do avesso”, utilizada no título dessa reportagem, pode ser substituída, sem causar prejuízo semântico, por:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
“Projeções para a queda do PIB deste ano (2020) saíram de 9% para menos de 5%; avanços de setores fundamentais geram clima de otimismo; porém, desaceleração do ritmo de alta expõe desafios para 2021. Os economistas previam que a pandemia do novo Coronavírus iria afundar a economia brasileira para níveis próximos dos 9%; a divulgação nesta sexta-feira (13/11/2020) do avanço de 9,47% da prévia do Produto Interno Bruto (PIB) no trimestre encerrado em setembro sinaliza que o tombo será muito mais suave do que o esperado.”
(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Disponível em: https://jovempan.com.br/noticias/economia.html.)
Quanto ao PIB – Produto Interno Bruto, analise as afirmativas a seguir.
I. É composto pelos preços dos bens e serviços em que chegam ao consumidor final em um período de tempo.
II. Tem como objetivo medir a atividade econômica e o nível de riqueza de uma região. Quanto menos se produz, menos se está consumindo, e mais se está investindo.
III. Um país tende a ter o maior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) quando o PIB é maior.
IV. Seu cálculo considera os bens e serviços finais; como, por exemplo, no caso do preço do carro não se leva em consideração o ferro utilizado na produção, mas sim o carro em si. Evita-se, assim, que alguns produtos sejam contabilizados duas vezes.
Está correto o que se afirma apenas em
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