É o conjunto das propostas relacionadas à utilização do jogo teatral como mediador da emergência de soluções cênicas diversas, nas quais a participação dos jogadores se torna constitutiva do resultado final. Essa proposta, considerando que “a necessidade de criar parceria e ao mesmo tempo de garantir o toque do diretor [encenador] sobre a produção exige uma abordagem não autoritária”, afirma, propositivamente, que “a direção não vem de fora, mas das necessidades dos jogadores e das necessidades teatrais do momento”. Ao se colocar como participante de uma equipe de jogo, o professor-encenador pode encontrar um equilíbrio entre a necessidade de coordenar e a importância de compartilhar. O horizonte descortinado pela multiplicidade de funções externas para um objetivo comum reavivar o desejo de se estabelecerem bases mais democráticas de construção de uma coletividade que não anule as individualidades. (Koudela, 2015. Adaptado) A definição aponta para as propostas educacionais de
(Koudela, 2015. Adaptado)
A definição aponta para as propostas educacionais de
Improvisação a partir de temas ou situações, também
denominado jogo teatral, é uma criação e representação
coletiva, bastante aplicada em escolas. Trata-se da definição de Reverbel (1996) para
Em sua característica híbrida, essa forma teatral transita entre a performance, a pintura, a escultura e a arte do objeto no espaço, enfatizando a imaginação onírica do espectador. Dentro dessa perspectiva, diferentes sequências de movimentos, de deslocamentos de cena, de ritmos que podem ir do lento ao frenético, do desaparecimento e do aparecimento dos objetos, das projeções de silhuetas, transformam o espaço cênico em uma paisagem em movimento, numa dramaturgia visual. (Koudela, 2015. Adaptado) O excerto descreve o
É no bojo do movimento revolucionário do final do século XIX e início do XX que surge a matriz desse tipo de teatro, com objetivo de propagar as ideias do comunismo. Trata-se de um teatro que não propõe apenas a experiência estética, mas que funciona também como ação cultural. Outra definição o concebe como uma modalidade de teatro de partido, um teatro de partido comunista, elaborado por artistas envolvidos naquele movimento revolucionário. (Koudela, 2015. Adaptado) O excerto trata da definição de teatro
Entendendo uma nova concepção de cenografia, ao final
do século XIX e início do XX, Edward Gordon Craig propõe que a expressividade da cenografia deve estar ligada
ao todo da encenação, que envolve não só o ator, mas
tudo que se relaciona com ele no palco. Tal concepção
propunha o que seriam as bases da cenografia do futuro,
empregando recursos tecnológicos de ponta. Para Koudela (2015), as concepções de Craig acompanham a de
outro encenador. Ambos empregaram a luz elétrica, utilizando a luz como instrumento de revelação de estados
emocionais e dando início à fusão e integração das artes
e ciências.
O descritivo aponta, além de Craig, para as elaborações de
Na didática contemporânea da dança, influenciada por Rudolf Laban, Angel Vianna e Klauss Vianna, o movimento é compreendido como linguagem expressiva e investigativa, atravessada por dimensões subjetivas, culturais e corporais. A dança, assim, configura-se como experiência de criação, escuta do corpo e mediação simbólica. Assinale a alternativa que apresenta uma prática incoerente com essa abordagem.
O teatro, concebido por autores como Augusto Boal, Viola Spolin e Bertolt Brecht, ultrapassa o campo estético e adentra o político, o formativo e o social. No contexto escolar, essa linguagem ganha potência quando articulada à reflexão crítica, à criação coletiva e à transformação do sensível. Com base nessa perspectiva, assinale a alternativa que expressa uma visão limitadora da função do teatro na educação.