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Acerca do tema abordado no texto acima, julgue os itens seguintes.
Segundo Clifford Geertz, cultura não é simplesmente um referente que marca uma hierarquia de civilização, mas a maneira de viver de um grupo, sociedade, país ou pessoa; é um código por meio do qual as pessoas de determinado grupo pensam, classificam, estudam e modificam o mundo e a si mesmas.
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Nos textos, os autores se referem a uma prática social que distorce a realidade. Essa prática denomina-se
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As classificações primitivas não constituem, pois, singularidades excepcionais, sem analogia com as que estão entre povos os mais cultivados; parecem, ao contrário, se ligar sem solução de continuidade às primeiras classificações científicas. Com efeito, embora difiram profundamente destas últimas sob certos aspectos, não deixam todavia de possuir todos os caracteres essenciais das mesmas.
(Durkheim e Mauss. Algumas formas primitivas de classificação)
Para estes autores, o estudo das formas primitivas de classificação tem como finalidade
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Considere:
I. Um sistema social consiste numa pluralidade de atores individuais interagindo mutuamente numa situação que tem pelo menos um aspecto físico ou ambiental.
II. O incesto é um fenômeno que apresenta simultaneamente o caráter distintivo dos fatos da natureza e o caráter [...] dos fatos da cultura.
III. Um animal só se torna totêmico se for primeiramente 'bom para comer'.
As idéias dispostas em I, II e III estão corretamente relacionadas aos modelos antropológicos:
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Licenciamento Ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) Tijuco Alto
Apesar
de anos de resistência dos quilombolas, do apelo da comunidade
científica, do movimento ambientalista e dos movimentos sociais da
região do Vale do Ribeira (SP), o projeto ainda não foi abandonado e o
processo de licenciamento continua.
A UHE Tijuco Alto está em
processo inicial de licenciamento pelo IBAMA e, até agora, os estudos de
impacto ambiental apresentados pela CBA se mostraram insuficientes.
Estudos alternativos realizados por especialistas apontam para os
grandes perigos envolvidos no projeto e não recomendam a sua execução.
Embora
o IBAMA negue, vários cientistas afirmam que, por estarem situadas a
jusante da barragem, as comunidades quilombolas serão diretamente
afetadas pelo empreendimento, sobretudo devido aos seus efeitos
negativos sobre o rio Ribeira do Iguape, do qual dependem para sua
sobrevivência. O IBAMA sustenta que as comunidades não sofrerão
impactos, porque estão na área de influência indireta da barragem (...)
Os impactos da obra
O
rio Ribeira do Iguape é o último rio de médio porte do Estado de São
Paulo livre de barragens. O pretendido aproveitamento hidrelétrico do
rio implicará a construção de barragens e, consequentemente, a inundação
de vastas áreas de mata atlântica, a destruição de importante
patrimônio espeleológico e a expulsão de centenas de famílias
quilombolas de suas terras, cujo direito constitucional de propriedade,
depois de longos anos de luta, foi finalmente reconhecido. Dentre esses
empreendimentos hidrelétricos está o da Usina Hidrelétrica de Tijuco
Alto, apresentado pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo
Votorantim (...).
(Trechos da Campanha Contra a Construção de Tijuco Alto - Águas para a vida, não para a morte! Fonte: http://www.socioambiental.org.br)
O estudo de impacto ambiental (EIA) e o relatório de impacto ambiental (RIMA) obrigatoriamente devem diagnosticar a situação sócio-econômica das populações atingidas pelo empreendimento e, ao mesmo tempo, apresentar alternativas ao aproveitamento do potencial hidrelétrico da região.
I. os quilombolas praticam uma agricultura de subsistência e extrativismo que é incentivados em unidades de conservação da região.
II. algumas comunidades quilombolas estão envolvidas no aproveitamento de resíduos de bananeiras para a confecção de artesanato.
III. os quilombolas detêm conhecimentos sobre plantas e animais da região que já são aproveitados em um manejo sustentável do ambiente da região.
IV. os quilombolas já extraem palmitos das áreas que ocupam, o que prejudica o manejo sustentável.
É correto o que consta em
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Licenciamento Ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) Tijuco Alto
Apesar de anos de resistência dos quilombolas, do apelo da comunidade científica, do movimento ambientalista e dos movimentos sociais da região do Vale do Ribeira (SP), o projeto ainda não foi abandonado e o processo de licenciamento continua.
A UHE Tijuco Alto está em processo inicial de licenciamento pelo IBAMA e, até agora, os estudos de impacto ambiental apresentados pela CBA se mostraram insuficientes. Estudos alternativos realizados por especialistas apontam para os grandes perigos envolvidos no projeto e não recomendam a sua execução.
Embora o IBAMA negue, vários cientistas afirmam que, por estarem situadas a jusante da barragem, as comunidades quilombolas serão diretamente afetadas pelo empreendimento, sobretudo devido aos seus efeitos negativos sobre o rio Ribeira do Iguape, do qual dependem para sua sobrevivência. O IBAMA sustenta que as comunidades não sofrerão impactos, porque estão na área de influência indireta da barragem (...)
Os impactos da obra
O rio Ribeira do Iguape é o último rio de médio porte do Estado de São Paulo livre de barragens. O pretendido aproveitamento hidrelétrico do rio implicará a construção de barragens e, consequentemente, a inundação de vastas áreas de mata atlântica, a destruição de importante patrimônio espeleológico e a expulsão de centenas de famílias quilombolas de suas terras, cujo direito constitucional de propriedade, depois de longos anos de luta, foi finalmente reconhecido. Dentre esses empreendimentos hidrelétricos está o da Usina Hidrelétrica de Tijuco Alto, apresentado pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo Votorantim (...).
(Trechos da Campanha Contra a Construção de Tijuco Alto - Águas para a vida, não para a morte! Fonte: http://www.socioambiental.org.br)
Durante o trabalho de pesquisa de campo, o antropólogo certamente deve ouvir e registrar os diversos depoimentos relativos ao empreendimento hidrelétrico, pois
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Licenciamento Ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) Tijuco Alto
Apesar
de anos de resistência dos quilombolas, do apelo da comunidade
científica, do movimento ambientalista e dos movimentos sociais da
região do Vale do Ribeira (SP), o projeto ainda não foi abandonado e o
processo de licenciamento continua.
A UHE Tijuco Alto está em
processo inicial de licenciamento pelo IBAMA e, até agora, os estudos de
impacto ambiental apresentados pela CBA se mostraram insuficientes.
Estudos alternativos realizados por especialistas apontam para os
grandes perigos envolvidos no projeto e não recomendam a sua execução.
Embora
o IBAMA negue, vários cientistas afirmam que, por estarem situadas a
jusante da barragem, as comunidades quilombolas serão diretamente
afetadas pelo empreendimento, sobretudo devido aos seus efeitos
negativos sobre o rio Ribeira do Iguape, do qual dependem para sua
sobrevivência. O IBAMA sustenta que as comunidades não sofrerão
impactos, porque estão na área de influência indireta da barragem (...)
Os impactos da obra
O
rio Ribeira do Iguape é o último rio de médio porte do Estado de São
Paulo livre de barragens. O pretendido aproveitamento hidrelétrico do
rio implicará a construção de barragens e, consequentemente, a inundação
de vastas áreas de mata atlântica, a destruição de importante
patrimônio espeleológico e a expulsão de centenas de famílias
quilombolas de suas terras, cujo direito constitucional de propriedade,
depois de longos anos de luta, foi finalmente reconhecido. Dentre esses
empreendimentos hidrelétricos está o da Usina Hidrelétrica de Tijuco
Alto, apresentado pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo
Votorantim (...).
(Trechos da Campanha Contra a Construção de Tijuco Alto - Águas para a vida, não para a morte! Fonte: http://www.socioambiental.org.br)
Em relação à construção da UHE Tijuco Alto no rio Ribeira do Iguape, é preciso contabilizar os custos econômicos, sociais e ambientais da implementação e operação da obra. Isto significa dizer que
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Licenciamento Ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) Tijuco Alto
Apesar
de anos de resistência dos quilombolas, do apelo da comunidade
científica, do movimento ambientalista e dos movimentos sociais da
região do Vale do Ribeira (SP), o projeto ainda não foi abandonado e o
processo de licenciamento continua.
A UHE Tijuco Alto está em
processo inicial de licenciamento pelo IBAMA e, até agora, os estudos de
impacto ambiental apresentados pela CBA se mostraram insuficientes.
Estudos alternativos realizados por especialistas apontam para os
grandes perigos envolvidos no projeto e não recomendam a sua execução.
Embora
o IBAMA negue, vários cientistas afirmam que, por estarem situadas a
jusante da barragem, as comunidades quilombolas serão diretamente
afetadas pelo empreendimento, sobretudo devido aos seus efeitos
negativos sobre o rio Ribeira do Iguape, do qual dependem para sua
sobrevivência. O IBAMA sustenta que as comunidades não sofrerão
impactos, porque estão na área de influência indireta da barragem (...)
Os impactos da obra
O
rio Ribeira do Iguape é o último rio de médio porte do Estado de São
Paulo livre de barragens. O pretendido aproveitamento hidrelétrico do
rio implicará a construção de barragens e, consequentemente, a inundação
de vastas áreas de mata atlântica, a destruição de importante
patrimônio espeleológico e a expulsão de centenas de famílias
quilombolas de suas terras, cujo direito constitucional de propriedade,
depois de longos anos de luta, foi finalmente reconhecido. Dentre esses
empreendimentos hidrelétricos está o da Usina Hidrelétrica de Tijuco
Alto, apresentado pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo
Votorantim (...).
(Trechos da Campanha Contra a Construção de Tijuco Alto - Águas para a vida, não para a morte! Fonte: http://www.socioambiental.org.br)
Campanhas contra a construção de barragens no Vale do Ribeira (SP) devem ser avaliadas pelo perito em Antropologia como
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Licenciamento Ambiental da Usina Hidrelétrica (UHE) Tijuco Alto
Apesar de anos de resistência dos quilombolas, do apelo da comunidade científica, do movimento ambientalista e dos movimentos sociais da região do Vale do Ribeira (SP), o projeto ainda não foi abandonado e o processo de licenciamento continua.
A UHE Tijuco Alto está em processo inicial de licenciamento pelo IBAMA e, até agora, os estudos de impacto ambiental apresentados pela CBA se mostraram insuficientes. Estudos alternativos realizados por especialistas apontam para os grandes perigos envolvidos no projeto e não recomendam a sua execução.
Embora o IBAMA negue, vários cientistas afirmam que, por estarem situadas a jusante da barragem, as comunidades quilombolas serão diretamente afetadas pelo empreendimento, sobretudo devido aos seus efeitos negativos sobre o rio Ribeira do Iguape, do qual dependem para sua sobrevivência. O IBAMA sustenta que as comunidades não sofrerão impactos, porque estão na área de influência indireta da barragem (...)
Os impactos da obra
O rio Ribeira do Iguape é o último rio de médio porte do Estado de São Paulo livre de barragens. O pretendido aproveitamento hidrelétrico do rio implicará a construção de barragens e, consequentemente, a inundação de vastas áreas de mata atlântica, a destruição de importante patrimônio espeleológico e a expulsão de centenas de famílias quilombolas de suas terras, cujo direito constitucional de propriedade, depois de longos anos de luta, foi finalmente reconhecido. Dentre esses empreendimentos hidrelétricos está o da Usina Hidrelétrica de Tijuco Alto, apresentado pela Companhia Brasileira de Alumínio (CBA), do Grupo Votorantim (...).
(Trechos da Campanha Contra a Construção de Tijuco Alto - Águas para a vida, não para a morte! Fonte: http://www.socioambiental.org.br)
É notório a existência de conflitos de interesses entre o poder público do estado de São Paulo em sua política ambiental para a preservação ambiental do Vale do Ribeira e as populações regionais (entre elas, as populações quilombolas) que necessitam praticar uma agricultura de subsistência e o aproveitamento de outros recursos naturais para sua sobrevivência física e cultural. A efetivação do licenciamento ambiental de uma usina hidrelétrica em uma região de preservação nos coloca um paradoxo:
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Hidrovia Araguaia-Tocantins
Abrange
os estados de Goiás e Tocantins, regiões do Maranhão, Pará e Mato
Grosso, e o Distrito Federal, e possibilitará importantes ligações
econômicas entre as regiões brasileiras. Sua área de abrangência contém
algumas das principais regiões
produtoras de grãos e pecuária (...).
É a obra mais importante desse eixo (Araguaia-Tocantins) e tem como
objetivo "desenvolver e implementar, com recursos públicos em parceria
com a iniciativa privada, um eixo multimodal de transportes entre as
regiões Norte e Sul do país, constituindo-se a alternativa logística
mais competitiva para exportações através do Atlântico Norte".
A
hidrovia é formada pelo Rio das Mortes, Araguaia e Tocantins. Possui
alguns impedimentos ambientais como pedrais e cachoeiras em alguns
trechos. Além disso, existe a oposição de grupos indígenas, que temem
pela integridade dos rios e da pesca devido à movimentação das barcas.
(...)
A hidrovia Araguaia-Tocantins formará um corredor com saída
fácil e barata para o Caribe, América do Norte, Europa e Ásia, isso em
conjunto com um trecho da ferrovia Norte-Sul entre Imperatriz e
Estreito, no Maranhão, segmentos rodoviários da BR-153 e rodovias
estaduais. O formato multi-modal (rodoviaferrovia-hidrovia) pode
permitir que os produtos agrícolas produzidos na região passem a ser
competitivos em relação aos produzidos no exterior (...).
A hidrovia Araguaia-Tocantins é considerada essencial pelo governo para a consolidação da integração nacional (...).
(Brito, Marky. Eixos amazônicos de integração e desenvolvimento: obras e empreendimentos, In: Capobianco, João Paulo R. (et. al.) (orgs.), Biodiversidade na Amazônia brasileira, Estação Liberdade. Instituto Socioambiental. São Paulo, 2001)
As medidas preventivas e mitigadoras estão previstas no estudo e devem estar estabelecidas no EIA/RIMA. Porém pode-se questionar se elas realmente podem prevenir e mitigar os efeitos diretos potencialmente danosos da implementação e operação hidroviária, como, por exemplo,
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Caderno Container