M.M.S., mulher de 78 anos, com diagnóstico conhecido de osteoporose, sofre queda da própria altura, evoluindo com dor intensa e limitação funcional no ombro
direito. A radiografia evidencia fratura desviada da extremidade proximal do úmero em três partes, sem sinais
de lesão neurovascular. A paciente é independente nas
atividades básicas, mas tem baixa demanda funcional e
não pratica atividades físicas regulares. A equipe discute
entre conduta cirúrgica e conservadora.
Com base no Consenso da Sociedade Brasileira de
Ortopedia e Traumatologia (SBOT, 2019), qual deve ser
a conduta mais adequada neste caso? Assinalar entre as
alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.
C.S.L., mulher de 74 anos, com diagnóstico de osteoporose, procura atendimento por dor lombar intensa há
cinco semanas, iniciada após pequeno esforço em casa. A
ressonância magnética evidencia fratura por compressão
em L1, sem déficit neurológico ou instabilidade. Apesar de
tratamento conservador otimizado (analgésicos, repouso
relativo, órtese), persiste com dor e limitação funcional. A
equipe considera a possibilidade de tratamento percutâneo.
Segundo o Consenso da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT, 2019), qual é a conduta
mais adequada nesse cenário? : (Assinalar entre as alternativas abaixo a que melhor responde ao questionamento.)
O Sr. J.M.S., 32 anos, previamente hígido, sofreu
queda direta sobre o ombro direito durante atividade esportiva. Evoluiu com dor intensa, deformidade visível e
limitação funcional imediata. Radiografia demonstra fratura desviada do terço médio da clavícula, fechada, sem
comprometimento cutâneo ou neuro vascular. O paciente
deseja compreender as diferenças entre o tratamento conservador e o cirúrgico em relação aos desfechos clínicos no
primeiro ano pós-trauma.
De acordo com o Consenso da Sociedade Brasileira
de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), 2019, assinale a alternativa correta: (Assinalar entre as alternativas abaixo a
que melhor responde ao questionamento.)
A Srta. A.M.G., 31 anos, com epilepsia de início na
adolescência, atualmente controlada com levetiracetam.
Durante acompanhamento ambulatorial, relata tristeza
persistente, distúrbios do sono, lentificação cognitiva e
perda de interesse em atividades habituais, sem crises convulsivas nos últimos 6 meses. A equipe assistente suspeita
de transtorno depressivo maior, mas hesita quanto à conduta devido ao histórico neurológico.
De acordo com a diretriz da International League
Against Epilepsy (ILAE), qual é a conduta mais apropriada
neste cenário? Entre as alternativas abaixo assinalar a que
melhor responde ao questionamento.
O Sr. A.M.G., 40 anos, com esquizofrenia paranoide, histórico de múltiplas internações psiquiátricas e
abandono recorrente de tratamento, acaba de receber alta
hospitalar após episódio de descompensação psicótica.
Está clinicamente estável, mas apresenta ausência de suporte familiar, vive em situação de vulnerabilidade social
e demonstra pouca adesão ao uso contínuo de medicação.
A cidade dispõe de CAPS III, equipe NASF e Unidade de
Acolhimento (UA).
De acordo com a Portaria 3.588/2017 e a organização da RAPS, qual seria a estratégia mais adequada e
completa de seguimento territorial para este paciente neste momento? Entre as alternativas abaixo assinalar a que
melhor responde ao questionamento.
O Sr. M.A.S., 48 anos, relata humor deprimido constante há mais de 2 anos, com baixa energia, hipersonia, sentimentos de inutilidade e queda da produtividade no trabalho. Nega episódios francos de anedonia, ideação suicida ou sintomas psicóticos. Já realizou psicoterapia de suporte por 1 ano, sem resposta significativa, e está disposto a iniciar nova abordagem terapêutica.
Qual das opções representa a conduta mais apropriada neste momento? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
A Sra. A.M.R., 52 anos, com esquizofrenia paranoide em fase aguda, foi internada em hospital psiquiátrico especializado por indicação médica, após tentativa de
suicídio e recusa de tratamento ambulatorial. A família
compareceu para solicitar alta imediata, alegando que a
paciente estava “mais calma”. Considerando a legislação
vigente, qual conduta está normativamente prevista? Entre
as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao
questionamento.
A Srta. T.F.S., 42 anos, foi diagnosticada com episódio depressivo maior moderado e evoluiu com remissão completa após 12 semanas de tratamento com inibidor seletivo da recaptação de serotonina. Relata histórico de dois episódios prévios nos últimos cinco anos, um deles com risco suicida. Segundo as diretrizes atuais, qual deve ser a estratégia terapêutica mais apropriada neste momento para prevenção de recaídas e recorrência? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
O Sr. J.R.M., 36 anos, com histórico de esquizofrenia, é levado ao pronto-socorro por familiares devido a
comportamento agressivo, desorganização do pensamento
e recusa alimentar há 48 horas. Na triagem, encontra-se
inquieto, hiperativo, em postura ameaçadora, mas ainda
responsivo a comandos verbais simples. Segundo as recomendações atuais para o manejo da agitação em ambiente
de emergência, qual deve ser a conduta inicial prioritária?
Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.
O Sr. G.M.F., 47 anos, com diagnóstico de episódio depressivo grave, realizou tratamento com dois diferentes antidepressivos de classes distintas em doses terapêuticas por pelo menos seis semanas cada, sem resposta clínica satisfatória. Relata importante prejuízo funcional e ideação suicida ocasional, sem plano estruturado. Segundo a diretriz NICE (2022), qual deve ser a conduta mais apropriada neste momento? Entre as alternativas abaixo assinalar a que melhor responde ao questionamento.