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- ConceitosPolítica, Poder e Estado
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaMax WeberMax Weber e a Ação Social
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
Em toda parte, o desenvolvimento do Estado moderno
é iniciado através da ação do príncipe. Ele abre o caminho para a expropriação dos portadores autônomos
e “privados” do poder executivo que estão ao seu lado,
daqueles que possuem meios de administração próprios,
meios de guerra e organização financeira, assim como os
bens politicamente usáveis de todos os tipos. A totalidade
do processo é um paralelo completo ao desenvolvimento
da empresa capitalista através da expropriação gradativa
dos produtores independentes.
(Max Weber, Ensaios de sociologia, 1982)
Segundo Weber, o Estado moderno distingue-se das formas anteriores de organização política ao se estruturar a partir
(Max Weber, Ensaios de sociologia, 1982)
Segundo Weber, o Estado moderno distingue-se das formas anteriores de organização política ao se estruturar a partir
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaMax WeberMax Weber e a Ação Social
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
Para que o Estado exista, os dominados devem obedecer à autoridade alegada pelos detentores do poder.
Quando e por que os homens obedecem? Sobre que
justificação íntima e sobre que meios exteriores repousa
esse domínio?
(Max Weber, Ensaios de sociologia, 1982. Adaptado)
Segundo Weber, as justificações básicas do domínio dos detentores do poder sobre os dominados seriam
(Max Weber, Ensaios de sociologia, 1982. Adaptado)
Segundo Weber, as justificações básicas do domínio dos detentores do poder sobre os dominados seriam
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O amor à democracia é também o amor à frugalidade.
Cada um deve possuir a mesma felicidade e as mesmas
vantagens, deve experimentar os mesmos prazeres e ter
as mesmas esperanças; coisa que só se pode esperar
da frugalidade geral. O amor à frugalidade limita o desejo
de possuir ao cuidado que requer o necessário para sua
família e para si mesmo, e até mesmo o supérfluo para
sua pátria.
(Montesquieu, O espírito das leis, 2000. Adaptado)
Para Montesquieu, a defesa da frugalidade na democracia está relacionada
(Montesquieu, O espírito das leis, 2000. Adaptado)
Para Montesquieu, a defesa da frugalidade na democracia está relacionada
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Uma sociedade não poderia subsistir sem um governo. A
reunião de todas as forças particulares forma aquilo que
chamamos de ESTADO POLÍTICO. A força geral pode
ser depositada entre as mãos de um só, ou nas mãos
de vários. Alguns pensaram que, sendo que a natureza
havia estabelecido o poder paterno, o governo de um só
era mais conforme à natureza.
(Montesquieu, O espírito das leis, 2000)
Segundo Montesquieu, a tentativa de justificar o governo de um só com base no direito paterno
(Montesquieu, O espírito das leis, 2000)
Segundo Montesquieu, a tentativa de justificar o governo de um só com base no direito paterno
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Aponta Montesquieu que: “Deus possui uma relação
com o universo, como criador e como conservador: as
leis segundo as quais criou são aquelas segundo as
quais conserva. Ele age segundo estas regras porque
as conhece; conhece-as porque as fez, e as fez porque
elas possuem uma relação com sua sabedoria e sua
potência”.
(Montesquieu, O espírito das leis, 2000)
Desse modo, para Montesquieu, uma vez que o mundo é privado de inteligência e é formado por movimentos da matéria, é correto afirmar que é
(Montesquieu, O espírito das leis, 2000)
Desse modo, para Montesquieu, uma vez que o mundo é privado de inteligência e é formado por movimentos da matéria, é correto afirmar que é
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- ConceitosCulturaNoção Antropológica de Cultura
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaMax WeberMax Weber e a Ação Social
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
- Cultura e sociedade
- O nascimento da sociologia
- Sociologia como ciência
Se você procura a verdade da “vida real”, e não a “verdade” sobrecarregada com o duvidoso e presunçoso
“conhecimento” de homúnculos nascidos e criados em
tubos de ensaio, dificilmente poderia fazer melhor escolha que colher sugestões de gente como Franz Kafka,
Robert Musil, Jorge Luis Borges, Georges Perec, Milan
Kundera ou Michel Houellebecq.
(Zygmunt Bauman, Para que serve a sociologia?, 2015)
Segundo Bauman, no que diz respeito à relação entre Literatura e Sociologia na busca pela compreensão da realidade
(Zygmunt Bauman, Para que serve a sociologia?, 2015)
Segundo Bauman, no que diz respeito à relação entre Literatura e Sociologia na busca pela compreensão da realidade
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- ConceitosCulturaNoção Antropológica de Cultura
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaMax WeberMax Weber e a Ação Social
- Cidadania e movimentos sociais
- Direitos civis, políticos e sociais
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
- Cultura e sociedade
A sociologia não pode deixar de ser ética; ética é prática
de articular, pregar, promover e/ou impor regras de conduta moral. A moral é uma questão de responsabilidade
em relação ao outro. Enquanto executam seu trabalho
profissional de maneira adequada, os sociólogos estão
inevitavelmente, de forma consciente ou não, preparando
o terreno em que a consciência moral pode crescer, e
com ela as chances de as atitudes morais serem assumidas e de a responsabilidade pelos outros ser cada vez
mais aceita.
(Zygmunt Bauman, Para que serve a sociologia?, 2015)
Para Bauman, a responsabilidade moral em relação ao outro se fundamenta
(Zygmunt Bauman, Para que serve a sociologia?, 2015)
Para Bauman, a responsabilidade moral em relação ao outro se fundamenta
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- ConceitosCulturaNoção Antropológica de Cultura
- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia ClássicaMax WeberMax Weber e a Ação Social
- Relação entre Indivíduo e Sociedade
- Cultura e sociedade
- O nascimento da sociologia
- Sociologia como ciência
Por trás do hábito de fugir da categoria explanatória “a
fim de” e substituí-la pela categoria “por causa de”, se
encontra o pressuposto tácito, ocasionalmente articulado, porém sobretudo inconsciente e dificilmente questionado, de que “as coisas são como são” e “natureza é
natureza – ponto final”, assim como a convicção de que
há pouco ou nada que os agentes – sozinhos, em grupo
ou coletivamente – possam mudar no que se refere aos
veredictos da natureza.
(Zygmunt Bauman, Para que serve a sociologia?, 2015)
Para Bauman, o resultado do hábito generalizado das pessoas comuns, mencionado no excerto, é uma
(Zygmunt Bauman, Para que serve a sociologia?, 2015)
Para Bauman, o resultado do hábito generalizado das pessoas comuns, mencionado no excerto, é uma
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Na falta de ciências sociais fortes, e cujos resultados
sejam o mais amplamente difundidos, os cidadãos ficam
totalmente desprovidos face a todos os provedores (produtores ou difusores) de ideologia, multiplicados ao longo
das últimas décadas numa sociedade na qual o lugar do
simbólico (ou seja do trabalho sobre as representações)
é consideravelmente apagado. O papel dos especialistas
da comunicação política (melhor, porém, seria falar de
“manipulação política”) ou do marketing, dos jornalistas,
dos pesquisadores, quase cientistas, dos retóricos mais
ou menos hábeis, enfim, de todos os sofistas dos tempos
modernos, não parou de crescer.
(Bernard Lahire, “Viver e interpretar o mundo social: para que serve o ensino da Sociologia?” Revista de Ciências Sociais, 2014. Adaptado)
No cenário descrito no excerto, para Bernard Lahire é imprescindível
(Bernard Lahire, “Viver e interpretar o mundo social: para que serve o ensino da Sociologia?” Revista de Ciências Sociais, 2014. Adaptado)
No cenário descrito no excerto, para Bernard Lahire é imprescindível
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A singular situação epistemológica das Ciências Sociais
é desconfortável porque não somente é exaustivo ter de
responder, continuamente, a questão “para que serve?”,
como mais desconfortável ainda é o fato de que a resposta “isso não serve pra nada” está frequentemente na
mente daquele que faz tal pergunta.
(Bernard Lahire, “Viver e interpretar o mundo social: para que serve o ensino da Sociologia?” Revista de Ciências Sociais, 2014. Adaptado)
Para Bernard Lahire, a pergunta sobre a “utilidade” das Ciências Sociais
(Bernard Lahire, “Viver e interpretar o mundo social: para que serve o ensino da Sociologia?” Revista de Ciências Sociais, 2014. Adaptado)
Para Bernard Lahire, a pergunta sobre a “utilidade” das Ciências Sociais
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